ZÉCARLOS JUNIOR em: HISTÓRIA DE UM ALCAIDE
Estamos no ano de 2011, faltando 19 meses para as próximas eleições e 27 meses da posse do atual alcaide.
Veja os senhores! Em vista da destruição iminente da cidade, propositadamente articulada pelo grupo que apoiava o mineiro desvairado, rico e louco, aparece meio cambaleante a irritação da sociedade e seus segmentos, e a participação efetiva do POVO, e resolvem dar um basta na bagunça generalizada e apontar novos rumos para a administração pública municipal.
Dito, feito e realizado. O mineiro traquino e sua turma foram deposto e, como é previsto em lei, assumiu o seu vice.
No meio de tanta confusão, o vice assumiu retado, criou o projeto feijão com arroz e a população tão carente deu o apoio necessário.
Chegam as eleições e o povo confirma através do voto direto e da vontade, que o vice deveria continuar à frente dos destinos do município, claro que eu também fiz parte da história, das manifestações populares e sacramentei com o voto nas urnas, pois naquela oportunidade não via outra opção, em vista que aparentemente tudo estava dando certo para a cidade, principalmente nas mudanças implantadas.
De antemão, se alguém me perguntar se voltaria a tomar as atitudes de tempos atrás, com certeza responderia que não e que tomei uma atitude talvez levado pela emoção, ou seja, deixei de ouvir a razão.
Os tempos passaram e fico triste com o andamento da história. O povo vive hoje na expectativa da concretização de um projeto do governo federal – Projeto Intermodal, que está há três anos em discussão e ninguém sabe dizer se realmente sairá do papel e trará os benefícios que todos esperam.
E a cidade? Quais as suas expectativas? Quais os seus projetos? O que mudou no seu conceito de turismo? O que mudou no seu sistema viário? O que mudou na saúde pública? O que há de novo na cidade? Qual a obra pública importante?
Salvo melhor juízo, o alcaide que colocamos no palácio, poderia não realizar tudo que precisamos, mais teve uma oportunidade única para deixar registrada nos anais da história o seu nome, como um filho da terra, eleito pelo povo.
Se o nosso alcaide não tinha ou não tem pretensões políticas, melhor ainda para arregaçar as mangas e fazer o possível e impossível pela terra que ele tanto ama, sem nenhum compromisso político com a, b ou c.
Mas o que vimos foi o tiro sair pela culatra, cercado de amigos, se envolveu no meio político, no alto e baixo clero, e foi literalmente engolido, daí pra frente a situação da cidade mostra claramente a história de um alcaide mal sucedida.
Ficará apenas o retrato na galeria dos ex-alcaides e nenhuma ou quase nenhuma história pra contar.
Outro erro desse, com certeza, não acontecerá comigo quando das próximas eleições.
A razão será colocada em prática, visando preservar o amor pela minha cidade e pelo seu povo.
Errar é humano, continuar no erro é burrice.
Ah! Quanto à frase que sempre postei nos meus comentários, esqueçam, deixe pra lá, não vale a pena repisar.
ZÉCARLOS JUNIOR

























































Muito bem Zé. Eu também caí no mesmo engodo; hoje sinto vergonha de mim por ter sido tão ingênua ao pensar que pintando pedras, tapando buracos o rapaz amava Ilhéus. Fico com raiva de mim ao lembrar dos meus argumentos para convencer as pessoas de que o rapaz por não ser político e frequentar a missa da misericórdia seria a salvação. So me resta pedir perdão a Ilhéus por ter contribuído com a sua doença contagiosa e vê-lo dentro de uma UTI desativada e cheia de ratos.
Os mais velhos sempre dizem sabiamente: “pé que não anda, não toma topada” eu só não sabia que esta topada doia tanto. No comentário, anterior é citada a doença contagiosa, realmente eles : vereadores, prefeito e secretariado, estes são a parte contagiosa do processo. Alguns anos antes, presenciei por muitas vezes, Newton tomando água de côco na barraca de Cabeção, naquele tempo era o ideologo que tinha solução para todos os problemas da cidade, ao sentar na cadeira de prefeito ele se transforma no causador de problemas da nossa cidade, que julgo ser uma linda mulher, mal tratada e no dia em que ela achar quem lhe valorize realmente, ninguém mais a segura.