ZÉCARLOS JUNIOR em: FEIRINHA DO BANCO DO BRASIL
Não quero dizer que a feirinha é do Banco do Brasil, apenas a dita cuja está localizada em frente da agência do banco e por isso já virou referência.
Como existe a feira do Delta, do Meira, do Bar Ilhéus, da Guanabara, etc.
Não tem quem não compre alguma coisa ao passar pela feirinha, tem de um tudo. O melhor caqui, uva, pinha, morango, mangustão, cajarana, castanha, umbu, jabuticaba, manga, aipim, banana, biscoito, pão integral, ciquilhos, cebolinha, bolo, pano de prato, filhote de cão, DVD, celular, relógio, pulseira, guarda-chuva, quadros e, se futucar, pode aparecer outras coisas.
Com exceção dos DVD, celular, relógio, que são considerados cavalos paraguaios, as frutas são de primeiríssima, e aí ninguém resiste, pois os preços são acessíveis e o produto de qualidade.
No meio do processo, aparecem os fiscais da prefeitura, espanta os vendedores num dia e eles aparecem no outro, é uma convivência tipo gato e rato, tudo numa boa, sem violência, apenas alguns pequenos entreveros entre as partes competidoras.
Nos grandes centros estas feirinhas já foram regularizadas pelo poder público, com horário de funcionamento, limpeza e cobrança de taxa.
Numa de minhas passagens pelo Rio de Janeiro, bem perto da estação do metrô e em plena Copacabana, precisamente na Rua Siqueira Campos, existe um feirão, que até bancas de peixe funciona.
Vendedores de peixe com fardamento, barracas padronizadas e todos convivem harmoniosamente.
Pergunta-se: porque não definir um local para que a nossa feirinha funcione regularmente, toda arrumadinha, claro sem o exagero de venda de peixe?
Pois em assim fazendo, e porque a gente acredita que as feirinhas que estão espalhadas pelo centro da cidade não vão acabar tão cedo, estaríamos resolvendo um problema social e disciplinando esta atividade, com direitos e obrigações das partes envolvidas.
ZÉCARLOS JUNIOR



























































É isso ai Zé! faltou informar que transporte para levar as compras não é problema, pois também existe um ponto de moto boy dividindo espaço com os carros da Secretaria no seu estacionamento privativo.