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Aluno impedido de assistir aula no CPM de Ilhéus

De: Moisés Pacheco
Assunto: Aluno impedido de assistir aula no CPM de Ilhéus

Corpo da mensagem:
Gostaria de relatar o ocorrido comigo ontem dia 13/04 às 19:00hs no CPM de Ilhéus, onde estudo a algum tempo, mas este ano, até o presente momento não havia comparecido á unidade por motivos pessoais, e de saúde.

Pois bem, ao chegar no local, fui informado pelo porteiro, que eu não poderia entrar, por estar com a farda “DESATUALIZADA”, informei ao mesmo que não estava sabendo da modificação, pois era a primeira vez que fui ao local esse ano.
O mesmo então perguntou ao SD/PM. LEAL que ali se encontrava,se seria possível que eu entrasse na escola.

Ele imediatamente respondeu com uma certa arrogância dizendo que Não, que esse assunto já foi discutido, e não é mais possível entrar com essa farda!

Tentei explicar a situação, mas o PM não voltou atrás até então, foi quando também chegava uma funcionária, e conversou com ele que ele não poderia me empedir. Ele então disse que eram ordens da diretora, eu pedi pra ir falar com a mesma, foi quando ele então permitiu que eu fosse, mas fui direto pra “SALA DE AULA” esperar o professor.

Quando dali a pouco chega o PM, e me chama, dizendo que havia passado por cima da ordem da diretora, me possibilitando de entrar, e que entendeu que agi de má fé com o mesmo, por não ter ido à sala da diretora,E DE FATO NÃO FUI.

Ele alegou ter conversado com ela nesse meio tempo, e falou que a mesma não queria nem sequer me ouvir, pois a ordem foi dada.
E disse ele; Que se abrissem excessão pra mim, teriam que abrir pros demais.

Acho que não é por ai, não podemos ser privados dos nossos direitos.

Não seria mais conveniente que se tomassem os nomes dos alunos que não sabem da modificação, os deixando entrar??

Se persistirem, mesmo após saber da norma… ai sim.

Atenciosamente.

Moisés Pacheco


Esta mensagem foi enviada através do formulário de contato do site R2CPRESS | A Letra Fria da Verdade http://www.r2cpress.com.br/v1


Espaço aberto para os citados – querendo – se manifestar.

13 respostas para “Aluno impedido de assistir aula no CPM de Ilhéus”

  • júnior says:

    bom dia, sem querer levantar polemica, mas ja frequentei muito o bar do leleco na sapetinga e lá sempre via passar um cadeirante muito educado, jovem ainda se não me falha a memoria o nome dele era moises, neto de seu pacheco, pode ser que não seja o mesmo, mas se for pra mim ele poderia estar pelado que deixaria ele assitir a aula, pois demonstrou uma força, uma garra muito grande e deve ser respeitada, pois tem muitos com saúde que filam aula, não estão nem ai pros estudos. Desde já fica meu repudio, se o mesmo moises neto de seu pacheco que via passar na cadeira de rodas lá na sapetinga for o mesmo que foi barrado pelo Pm Leal, e ao que me parece o mesmo moises foi a escola sozinho, mostrando que o interesse é dele, isso pra mim é discriminação, o mesmo deveria ser tratado com respeito. moro em salvador agora, pois se morasse ai ainda iria pessoalmente conversar com a diretora e o sd/ pm Laeal e ainda faria uma material mostrando o moises.

    grato pelo espaço:

    força garoto moises, muitos deveriam seguir seu exemplo de garra e força de vontade apesar de todas as dificuldades.

  • Fabricio Nunes says:

    Discordo da visão do Sr. Júnior, existe regras, e elas devem ser seguidas, se você vai ao FÒRUM vc entra de bermuda e camiseta? Acredito q não, da mesma forma é o CPM, existem regras para serem seguidas e cumpridas, e o aluno não cumpriu as regras e ainda agiu de má-fé dizendo q iria conversar com a Diretora e não foi…desta forma, entendo que agiu corretamente o SD PM LEAL, Parabéns LEAL continue assim, regras são regras, A REGRA É CLARA, já dizia um famoso comentarista esportivo.

  • Paulo says:

    Só sei de uma coisa se fosse em outra escola pública, vinha ministério público, mas como é militar ministério público não se envolve….Sei que o CPM tem leis rigidas…mas nas outras escolas públicas os alunos estão aproveitando da liberdade e aprontando…coitados dos professores, funcionários e gestores…O ministério público poderia dá punição dura para alunos que derespeita profissionais da educação em qualquer estabelecimento…se os jovens não tiver regras não sei como será nosso futuro.

  • ANNE PACHECO says:

    Junior,
    Moisés é meu sobrinho e neto do meu pai Pacheco. Com surpresa estou vendo essa matéria agora.
    Obrigada por defender um inocente.
    Abraços
    Anne Pacheco

  • Marne Maria Pacheco says:

    JUNIOR,
    Eu sou MARNE PACHECO, FILHA DE PACHECO. O “MOISÉS” É MEU NETO E BISNETO DE “PACHECO” A QUEM VOCÊ ESTÁ SE REFERINDO.
    ABSURDO DOS ABSURDOS O COMPORTAMENTO DO SD/PM LEAL.
    NÃO O CONHEÇO, NÃO SEI SUA FORMAÇÃO “EDUCACIONAL”.
    SÓ VEJO NESTE SENHOR SD/PM (NEM SEI O QUE SIGNIFICA O SD)
    MAIS UM COMPORTAMENTO MILITAR, CHEIO DE AUTORITARISMO,
    E O DESCONHECIMENTO REAL DA VERDADEIRA “HISTÓRIA DE MOISÉS”.
    SERÁ QUE ELE TEM CONHECIMENTO QUE QUEM DEU A “LAJE” PARA A GUARITA
    DO COLÉGIO FOI O PAI DO MESMO?
    SERÁ QUE ELE SABE QUE AS PRIMEIRAS CAMPANHAS, PARA QUE ESSE COLÉGIO,
    ESSA RUA CHEGASSE DE FATO AO QUE ESTÁ SENDO INICIOU-SE PELA “FAMÍLIA
    PACHECO” JUSTAMENTE POR CAUSA DE “MOISÉS”?
    ACHO QUE NÃO.
    ESTOU TÃO INJURIADA QUE NÃO SEI COMO NÃO
    INFARTEI QUANDO SOUBE DO OCORRIDO ATRAVÉS DESTE SITE.

    MOISÉS É UMA FIGURA TÃO SENSATA QUE SEQUER COMENTOU
    O OCORRIDO COM OS PAIS.

    OBRIGADA PELA FORÇA DADA A MOISÉS.

    • Wagner Gentil says:

      Sra. Marne, Sr. Moisés,

      o que escreveram, os dois, tentando justificar o injustificável, transparentemente, demonstra apenas que um possui evidentemente o ranço do corolenismo e o outro quer porque quer se esconder atrás de um problema físico.

      Por estes e outros episódios de mote semelhantes é que os alunos, de hoje em dia, agridem professores, praticam o tal bulling, voltam para matar e etc… – no meu tempo quando a gente errava ou simplesmente respondia mal a um professor, na escola, ou na rua que fosse, tomava era uma sova daquelas quando chegava em casa – era pra aprender a respeitar mestres e mais velhos.

      Prestem bem atenção e vejam que o SOLDADO agiu de maneira correta e de acordo com ordens superiores. Soldado mandado não comete crime!

      Quando aprendermos a educar nossos filhos, sejam eles sadios ou deficientes, sem discriminações, sem cotas ou quaisquer outras distorções, mostrando-os que seus direitos terminam quando começam os dos outros, teremos jovens melhores preparados; o que Moisés deveria ter feito foi o que prometeu e não fez, dirigir-se a DIRETORIA e se informar das modificações no uniforme e ir para casa se consertar – quem já tinha perdido aulas até aquele momento não seria mais um dia que o faria sábio.

      Que Moisés leia atentamente todas estas opiniões e tire algum proveito delas.

      Wagner

  • José Carlos says:

    A Srª Marne Maria Pacheco ainda está na época dos Coronéis do Cacau. Onde já se viu? “Sabe quem deu a laje para a guarita?” Vejam se tem cabimento.

    Quer dizer que se eu dei a leje, se dei uma porta posso bagunçar e não seguir regras.kkkk

    Imaginem senhores leitores se nosso País fosse sem regras, sem regulamentos, sem leis, como seríamos. Se com todas as Leis estamos deste jeito que estamos imaginem sem.

    Existem coisas que me imprecionam. Conheço o Sd PM Leal, policial qualificado, graduado em faculdade, e de caráter e competência inqüestionável. Tive filho desde o início do CPM / Ilhéus e apoio e sempre apoiei as regras. Agora, ficou bem claro que ele descumpriu a agiu de má fé mesmo, pois no seu próprio texto ele comenta que disse que iria falar com a diretora e FOI DIRETO PARA A SALA.

    O cidadão é RÉU CONFESSO, e ainda existe parente para defender. Sinceramente….

    Sem comentários mais.

    José Carlos
    Morador de Ilhéus

  • Fabricio Nunes says:

    Independente de quem deu a laje, o papel higiênico, a guarita, a história de Móises, etc…o Sr. Moises infringiu as regras e não pôde entrar…corretamente agiu o SD PM LEAL. Queria vê se ele entraria numa repartição pública (Receita Federal, INSS, Ministério Público, Fórum), de cueca, ou de camiseta, essas repartições citadas para entrar precisa está devidamente trajados….e no CPM não é diferente.

  • Moisés Pacheco says:

    Júnior.

    Obrigado pela força, e incentivo.
    O rapaz que você via passar, era eu sim.

    Um grande abraço!

  • Moisés Pacheco says:

    Ao sr. Fabrício Nunes

    Regras são regras sim.
    Mas acho que tem que haver um pouco de bom senso, se fosse um filho seu, sobrinho, irmão, enfim….

    Será que o Sr. ficaria satisfeito que essa pessoa fosse barrada no “COLÉGIO” por estar com a farda desatualizada, mesmo sendo do colégio, sendo que a mesma não tinha conhecimento da mudança, e insistiu garantindo que da próxima vez iria com a farda “ATUALIZADA”?

    Vamos ter um pouco de bom senso Sr. Fabrício!

  • Moisés Pacheco says:

    Ao Sr, Paulo, peço que leia o que escrevi para o Sr. Fabrício

  • Moisés Pacheco says:

    Ao Sr. Jose Carlos e Sr. Fabrício

    Sr. jose Carlos:

    Posso ter errado, agido de má fé, o que quiserem…
    O que eu queria mesmo era somente assistir a aula.”O que fui impedido pelo PM LEAL”, Pois eu já havia perdido muitos assuntos, como o senhor pode ver no que relatei.

    Não querendo ser bam bam bam, mas acho que o sr. não me conhece, e não sabe de toda a história, o que a Sra. MARNE quis dizer, é que nós seres humanos, temos diretos, e devemos ser respeitados, digo isso, e agi dessa forma, não pra me aproveitar da situação.

    Eu de fato estava com a farda da escola, porém desatualizada, pois não estive na reunião que fui informado que foi realizada pra informar sobre a mudança no fardamento. Se estivesse sabendo da modificação jamais iria com o fardamento antigo, foi o que por várias vezes tentei explicas ao PM.

    Acho que houve mesmo uma falta de compreensão da parte dele; Disse no meu relato, e repito, não seria mais conveniente que se tomassem os nomes dos alunos que comparecessem sem a devida farda os deixando assistir aula?
    Se persistirem mesmo depois de avisados, ai sim puni-los não os deixando entrar.

    Ao Sr. Fabrício.

    Não entendo as suas comparações sem cabimento. Pois eu não estava sem farda.

  • José Carlos says:

    Moisés Pacheco,

    Bem meu rapaz, o fato em alusão é que você disse uma coisa para entrar e fez outra. E isso está COMPLETAMENTE ERRADO.

    Observe:

    Existe um dia determinado para vencimento de uma fatura.

    Você: chega quando o banco já fechou a horas porque seu carro quebrou vc só conseguiu consertar naquele momento e não tem como pagá-la pois não tem código de barras para pagar no caixa eletrônico, então: Você vai no próximo dia ao banco e explica ao gerente que chegou atrazado e ele aceita como se fosse no dia anterior? Abonando os juros? EVIDENTE QUE NÃO.

    Pode até ligar para o credor para pedir uma remarcar a data do vencimento e eles vão emitir outro boleto mas não vai conseguir pagar no banco com o mesmo sem adição de juros.

    Meu prezado REGRAS são REGRAS. O problema é que o Brasileiro está acostumado com este tal de BOM SENSO. Vá a um supermercado comprar um kilo de carne que custa por exemplo R$ 18,00 e pague com R$15,00. NÃO VAI CONSEGUIR, pois 15 não são 18.

    CONCLUSÃO

    Seu direito termina quando começa o do seu vizinho. Se você tivesse realmente intensão em assistir aula teria ido até a sala da DIRETORA que poderia até ter acontecido outra coisa, mas não, fez o que quiz, CONTRARIANDO as regras. Mas o fato de você ter admitido que realmente foi para a sala é bom, e acredito que depois de observar todos estes comentários meu jovem Moisés vai compreender que vivemos em uma sociedade que existem regras, direitos e DEVERES, e todos estes devem ser seguidos. O fato de você ser cadeirante e se interessar por estudar é realmente muito bom, pois existem muitos jovens que não tem limitações nenhuma e não se interessam, porém, sei que pelo relato que no fundo tem conhecimento que errou e que o policial que está sendo de forma INJUSTA, ofendido, principalmente por seus parentes, fez exatamente o que deveria ter feito, cumprido as ordens que foram determinadas pelos DIRETORES da Instituição de Ensino.

    Reflita Moisés.

    José Carlos
    Morador de Ilhéus

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