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maio 2011
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A Coluna do Jonildo

01 – Como atrair, conquistar e manter clientes?

Bem, os verdadeiros empresários do comércio sabem que para trazer o cliente para dentro da loja não é uma tarefa fácil numa economia globalizada, onde o mercado se torna cada dia mais competitivo, imagine conquistá-lo.

Sabem que é complicado conquistar um cliente com tantas empresas oferecendo o mesmo produto ou serviço com preços até mais baixos etc.

“A primeira impressão é a que fica” e não apenas a primeira. Quantas vezes o cliente acostumado a comprar em uma loja se sente maltratado por alguém em uma situação? Então atender bem o cliente é fundamental para conquistá-lo. O que nos conquista mais que ser bem tratados em uma empresa?

02 – Como atrair, conquistar e manter clientes?


Mas como atender bem se a maioria dos comerciantes, daqui, não se deu conta de que o mundo caminha numa velocidade estonteante. Mudam-se os hábitos, caem às tradições, renovam-se costumes e conceitos. Sem falar nos funcionários, desmotivados, despreparados agindo como se estivessem no inicio do século passado.

Culpá-los, nem pensar. Os comerciários são o reflexo dos seus patrões.

Penso que para estabelecer a fidelização somente proporcionando ao cliente um bom negócio. Mas, para isso, é preciso satisfazer suas necessidades, e, para satisfazê-las é necessário identificá-las, para lhe oferecer o que mais se adequar a elas.

03 – Como atrair, conquistar e manter clientes?

No mundo atual todo cliente é único. É só lembrar que ele não precisa mais ir a uma loja e pesquisar sobre um produto na WEB demora apenas alguns minutos. O empresário tradicional não pode esquecer que as transações  e-commerce (ou comércio virtual), esta cada vez mais eficiente, seguro, cômodo e com muitas possibilidades para quem compra.

Creio que um cliente volta a comprar numa loja, porque ele se sentiu bem, à vontade e satisfeito.

04 – Como atrair, conquistar e manter clientes?

E no comercio de Ilhéus?

É possível se sentir bem e satisfeito?

Os comerciários de Ilhéus querem – pelo menos o Sindicato da categoria não esconde – mais um feriado. Feriado em Ilhéus é um estado mental, precisa fechar as lojas sábado, domingo, dia de Santo, Dia da chova, Dia do sol….

Mas os patrões também não estão preocupados se as necessidades dos consumidores estão sendo preenchidas. Não querem saber se o serviço a que se propuseram eles, comerciantes e eles, empregados, está sendo cumprido.

05 – Como atrair, conquistar e manter clientes?

Daí porque o cliente busca tanto outras praças. O Comercio de Itabuna está há pouco mais de alguns centímetros de Ilhéus.

La, ao contrário daqui, na maioria das lojas, se encontra pessoas ousadas, perspicazes, capazes de encantar o cliente satisfazendo as suas necessidades e oferecendo-lhe opções e possibilidades.

Enquanto na maioria das lojas de Ilhéus, nem as leis do consumidor, em vigor, são respeitadas.

Aliás, aqui nada é respeitado.

 

jonildogloria@gmail.com

jonildogloria.blogspot.com

1 resposta para “A Coluna do Jonildo”

  • O Aríete says:

    Nasci nestas bandas, mas vivi a maior parte da vida no Rio. No Rio, se você não tiver cuidado, retiram-no da calçada e jogam dentro da loja. Se você não estiver muito seguro de seus desejos de consumo, acaba comprando o que nunca imaginou!

    Quando voltei a cerca de 10 anos, estranhei muitas coisas por aqui, incluindo a forma como o consumidor é tratado. Não é somente em Ilhéus ou Itabuna, quando vou a Salvador é a mesma coisa. Já saí do interior de lojas; deixei de comprar, etc.

    A pior coisa aqui é a, digamos, indiferença! Você entra na loja e o comerciário encontra-se ocupado no atendimente de uma ou mais pessoas que chegaram antes. Você entra e ele nem te olha… você ali, como se fosse invisível. Nesses casos, estava acostumado a ouvir do comerciário auma saudação do tipo: “Bom dia senhor! Em um momento irei atendê-lo!” Continua a atender a outra pessoa, mas você sabe que foi notado; que tão logo esteja disponível o lojista irá atendê-lo.

    Certo dia, no interior de um mercado de Ilhéus (que eles gostam de intitular super ou hiper, sem ser), havia duas pessoas atendendo no açougue. Quando chegou a minha vez a fila acabou. Observei quando um deles pegou o material de limpeza e começou a esfregar o chão, enquanto o outro me atendia. Como me demorei nos pedidos, a fila foi crescendo. As pessoas já estavam ficando impacientes… mas era comigo, que não parava de pedir o que desejava comprar. O atendente que estava limpando o chão continuou com sua tarefa sem se importar com os que estavam ana fila.

    O que mais me causou espanto na Bahia não foi no comércio, mas no serviço de transportes. Pegamos, eu e minha mulher, um ônibus em Salvador com destino a Canavieiras. Era noite, o ar-condicionado estava ligado e o frio dentro do ônibus estava insuportável. Olhei para os demais passageiros e vi todos enrolados em cobertores até a cabeça. Não eram cobertores fornecidos pela empresa; eram dos próprios passageiros. Na primeira parada que o motorista fez dirigi-me a ele pedindo que reduzisse um pouco a refrigeração. Ele me respondeu: “Mas, ninguém reclamou até agora!” Olhei pro cara e bati em mim mesmo dizendo: “Será que eu não sou ninguém!” Peguei a mão da minha mulher e pedi para que ela me beliscasse pra comprovar que eu não era um fantasma, estava ali em carne e osso. O motorista ficou totalmente sem graça, não pediu desculpas, mas reduziu a refrigeração.

    Souza Neto

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