HOSPITAL SÃO JOSÉ
As coisas acontecem na cidade e de uma hora pra outra se torna o centro de todas as atenções.
Essa tal coisa aconteceu recentemente com a crise do nosso Hospital e Maternidade São José.
Discorrer da importância dessa casa de saúde é desnecessário, em vista do grandioso e indispensável trabalho que sempre proporcionou à população de Ilhéus e de cidades circunvizinhas.
Seu brioso corpo clínico, os enfermeiros, os técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, laboratoristas, o pessoal da manutenção e limpeza, o pessoal de apoio administrativo, todos formam uma equipe de zelo e cuidados para com a saúde do povo.
Na sua última crise e que deixou todo mundo preocupado, as manifestações de apoio por parte da sociedade organizada definiram o quanto é importante a manutenção dessa grande casa de saúde.
De tudo o que foi feito, o mais importante foi o despertar da sociedade para uma causa mais do que nobre.
A mensagem foi feita, as doações apareceram e o hospital voltou a funcionar regularmente.
Mais a vida dá muitas voltas e ontem no noticiário da TV, o provedor da Santa Casa afirmou que o déficit mensal do hospital é da ordem de R$ 300.000,00, multiplicado por 12 meses fica em torno de R$ 3.600.000,00 ao ano.
Se isso for a dura verdade, o nosso hospital está com os dias contados, ou a sua salvação será com o reajuste no repasse de recursos públicos e outras iniciativas administrativas.
Foi divulgado pela mídia que uma empresa está tentando ajudar o hospital com adoção de algumas práticas modernas que viriam incrementar mudanças na sua rotina administrativa.
A entrevista do senhor provedor me deixou preocupado e por não dizer apreensivo.
ZÉCARLOS JUNIOR




























































Zé
Também assisti o jornal da TV Santa Cruz e fiquei pasmo com o montante mensal (déficit) anunciado, pelo o Provedor da Santa Casa. Isto é o retrato da saúde pública no Brasil, principalmente com as Santas Casas. Com toda desgraça, ainda sou a favor de um imposto para a saúde, mas só para saúde, e quem ninguém mais pudesse meter a mão.
Um abraço
Rezende