PSICOMUNDO – CARTÃO DE VISITA NA CHEGADA A NOSSA CIDADE
Bem na chagada que dá acesso ao centro da cidade de Ilhéus, continuam jogando lixo de todas as proporções. E o mais interessante, esses objetos estranhos que são depositados nesse local, são trazidos por indivíduos de outros locais de nossa cidade!
Um sofá que há dias se encontra por essa área, está servindo hoje de aposento para uma enorme quantidade de ratos de todos os tamanhos, que inclusive, invadem as residências próximas ao tão famoso lixão da Rua Maria Quitéria.
A face invisível do lixo existe, e sabemos que é muito perigosa, porém, nunca é observada por gente desse nosso Planeta cheio de imprevisível falta de educação sanitária e carente de ações humanas magnanimas, que nada fazem para trazer o bem-estar para todos seus habitantes. Temos lido informações de que os seres vivos devolvem ao ambiente as substâncias simples por meio da respiração, da excreção e da decomposição, permitindo sua reabsorção pelos vegetais. Portanto, a matéria nunca desaparece: ela é transportada, transformada, só muda de forma e lugar. Do pó viemos, ao pó voltaremos, essa é ótica da existência dos seres vivos. Mas nós, humanos, tão numerosos, eficientes e irracionais, inventamos o ciclo aberto de matéria.
Foi criada a indústria do lixo, e infelizmente ainda não foram oferecidos de forma geral e irrestrita os trabalhos de reciclagens dessas matérias cheias de decomposições. E também, os homens considerados sábios donos do mundo, não parou para analisar que na Terra são extraídas matérias-primas naturais, são transformadas em produtos de consumo que usamos e descartamos. Esse descarte é a maior tragédia para todos habitantes desse “Planeta Terra”, pois jogamos tudo num lugar só: “no lixo”!
Tenho observado que realmente o lixo gerado numa comunidade trás grandes dificuldades e até mal-estar entre toda sua população. Surge à face mais visível e incômoda dessa economia linear, em ciclo aberto, é a acumulação de montanhas de lixo, trazendo sempre problemas cada vez mais agudos para todas as cidades, incluindo a nossa.
Tenho visto em nossa cidade a guerra do lixo, a máfia do lixo, e os problemas relativos ao lixo estão na agenda de qualquer administrador urbano. Todavia, não verificamos relevantes ações da Saúde Pública, usando o poder e a força para obrigar aos seus administradores uma execução desses serviços de forma digna e justa para trazer salutares trabalhos em defesa da sua população. São serviços extremamente de custos financeiros altíssimos e sem a menor responsabilidade por quem os executa nem por parte dos que não fiscalizam esses serviços contratados. É como diz: tudo entregues às baratas e salvem-se quem puder!
Portanto, queira ou não, em qualquer lugar do mundo onde estivermos, estar vivo significa inalar e ingerir substâncias tóxicas de origem humana – em baixas concentrações, porém de forma crônica – que afetam nossa saúde imunológica, reprodutiva, mental. E quando podemos sentir que nossos administradores públicos deverão ter a sensibilidade de buscar o esmerado asseio, afinal vivem dentro de uma comunidade que habitam, e o que estão esperando? PENSEM NISSO!!!
Eduardo Afonso – (73) 8844-9147 – Ilhéus-Bahia





















































