Improviso, Oxente! discute políticas culturais amanhã
Antes da fala da convidada, a diretora administrativa do Instituto Nossa Ilhéus, Morgana Krieger, apresentou os indicadores da saúde da cidade. Em 54% dos índices de saúde pesquisados pela instituição, Ilhéus ocupa a pior colocação. Entre os 28 municípios do mesmo porte levantados, Ilhéus ocupa a última posição em mortalidade infantil, sendo 24 a cada mil nascimentos. O ideal seria de até 10 mortes em mil.
Adélia Melo iniciou sua fala parabenizando a iniciativa do espaço de discussão. Ela explicou que a saúde é um direito constitucional do cidadão e que poucos países dispõem de um sistema único de saúde. “O SUS, com todos os seus percalços, é um grande ganho para a sociedade. O indivíduo pode ascender no sistema, de acordo com a complexidade do seu problema”, declarou. Ela ainda ressaltou que a grande mídia divulga apenas as mazelas do SUS. “Se funcionasse bem, as clínicas particulares fechariam. E isso não é o interesse dos poderosos”, disse.
A médica ainda lembrou que, para que a sociedade tenha uma melhor qualidade de vida, é essencial associar saúde e educação. Em seu ponto de vista, é preciso que sejam disponibilizados cursos técnicos, de graduação e pós-graduação para oferecer capacitação para profissionais e população em geral.
Esta edição do Improviso, Oxente! termina em setembro. As propostas abordadas serão incluídas em um livro publicado pela Mondrongo, editora do TPI, e será entregue ao prefeito eleito como sugestões para seu projeto de governo.



























































