Quando utilizamos uma parada em busca de uma reflexão sobre certos e estranhos acontecimentos que surgem no mundo, ficamos imaginando a quantidade de pensamentos humanos espalhados em todas as camadas da nossa sociedade cheia de molestos incômodos! Analisando os mistérios que circundam o nosso Universo, nos deparamos com um aviso conhecido há muito tempo: “quem semeia esperança nos caminhos dos homens, colhe paz e amor nas estradas da vida”.

Muitas pessoas visivelmente apavoradas falam incessantemente: “pare o mundo que eu quero descer”! Mas, ir para onde? Se o mundo fosse um avião e você tivesse que saltar, em que parte do mundo seria mais seguro? Penso que na verdade uns desceriam no primeiro bar que avistasse, outros escolheria uma praça de esportes e prazeres, outros, talvez, mais comodamente, optariam pela pirâmide das fortunas fácies, afinal atualmente, nem todos os seres humanos do nosso Planeta buscam a vida nas lutas que desafiam qualidades na força pela conquista da justiça e da paz. Basta o “TER”, não importa como, nem sabem o que! E como poderá chegar ao “SER”?

O escritor Paulo Coelho, escreveu dizendo que: “Os encontros mais importantes já foram combinados pelas almas antes mesmo que os corpos se vejam”; Vinicius de Moraes, também deixou escrito que: “A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida”! Eu digo que a vida é um inesperado e majestoso encontro, muito embora, existam vários desencontros na vida!

Diante dessas exclamações e sínteses da criação de um mundo na ótica da realidade, basta saltar no ponto certo, seguindo uma decisão na humildade certa, com a mente no lugar de um ideal e pensamento positivo ao encontro das coisas corretas para o seu bem-estar.

A sociedade é a culpada de tudo, para uns! Quem deveria sentar na cadeira dos réus quando passamos por tantos vexames, quando perdemos a direção da tão almejada virtude? O que fazemos para o mundo melhorar? Será que só deve ser expelidos sentimentos de culpas! E quem serão os culpados por esse mundo nosso de cada dia, passar por tantas transformações e desencontros? É bom voltar a uma reflexão criando uma simples pergunta: o homem que recupera a sua dignidade e retoma as suas reais virtudes merece viver neste mundo?

Observo a imensa quantidade de homens procurando aliviar os seus sofrimentos físicos ou mentais, narcotizando sua existência com o auxílio do álcool, do fumo ou drogas entorpecentes, seguindo caminhos ignorados, se transformando num animal irracional sem vida e voraz. Nessa destruição pessoal surge o remorso! E o que fazer com o remorso? O remorso pode ser imaginado como um protesto da consciência humana, contra a violação daquilo que sabemos ser justo e certo, e que deixamos passar despercebido.

Nesse caso, pode se dizer honestamente, que a liberdade é o sentimento de culpa que nos oprime como as cadeias ou prisões aos condenados.
O homem sente-se uma nova criatura e pensa nas realizações, nos puros anseios e na concretização dos seus sadios ideais.

Porém, vivemos num mundo que se transforma sempre, sendo o homem a figura que dá origem às modificações dos fatos e das coisas. As modificações criam os mais diversos momentos de alegria e de tristezas, de forças e de fraquezas, de emoções e de vários sentimentos. As dificuldades contrabalançam as alegrias, as fraquezas contrabalançam as forças, as emoções e os sentimentos se contrabalançam entre si, porque às vezes se chocam numa explosão de personalidades e temperamentos.

O homem sofre porque nunca está satisfeito com aquilo que tem. É uma ambição normal, mas necessária, porque é través dela que o homem chega a se sentir realmente senhor dos seus atos, senhor de si próprio, querendo o caminho de quem quer ser o dono do mundo.

Se você fosse dono do mundo, o que você seria? O que faria para mudar tantas divergências e ânsias para ter a qualquer custo o poder ou apenas se divertiria, achando graça de tudo e de todos, achando que levou vantagem em todas as suas investidas na arte de enganar? PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – (73) 8844-9147 – Ilhéus-Bahia