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:: 18/out/2012 . 12:45

Diocese de Ilhéus / 99 anos Anunciando o Amor de Deus em Nós.


Paulo Costa

Prefeitura Municipal de Ilhéus


Coleta de lixo no centro é debatida com CDL e ACII
Outubro Rosa: Ilhéus realiza neste sábado ação contra câncer de mama
Comédia “Gozados” neste final de semana no Teatro Municipal
Nota – Seast volta à antiga sede

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A PONTE E A PROMESSA NÃO CUMPRIDA

“A construção da nova ponte será iniciada no segundo ano do meu mandato”.
Os ilheenses sabem quem pronunciou esta frase. Sim, foi o governador da Bahia, há pouco mais de um ano, num discurso que nos encheu de esperança. Finda-se em dois meses o tal segundo ano do mandato e até agora nada, absolutamente nada, nem sinal. Seria muito bom se já avistássemos sobre as águas o esqueleto da tão sonhada ponte mas, por enquanto, só vemos navios (com perdão do trocadilho).
Os problemas de mobilidade urbana não surgem da noite pro dia. Do nascedouro ao caos é um processo gradual e evolutivo. O conhecido “gargalo” da Ponte Lomanto Jr. é um problema que foi tomando corpo a partir do próprio crescimento natural da cidade, aliado à aparição de novos nichos residenciais, sobretudo na zona sul, e ao aumento da quantidade de veículos em circulação nas ruas por conta da bem-vinda facilitação do acesso ao crédito e redução do IPI para aquisição de automóveis. Todos sabemos que os engarrafamentos em ambos os sentidos da ponte não têm mais dia nem hora. Estamos perto do caos. Pior será se o caos resolver se instalar de vez, antes da construção da nova ponte.  
Nossa capital, Salvador, vive dois problemões vergonhosos, também relacionados à mobilidade urbana, e que espelham o quanto o assunto parece não ser prioridade para os governantes. Um dos problemas é o sucateamento do sistema ferry-boat, que foi se agravando ao longo de uma década até chegar ao ponto onde chegou: caos total, degradado, impraticável. O outro é a piada que chamam de metrô, obra que já passou de 12 anos sem fim, quase debutante. Rios de dinheiro foram gastos sem retorno algum para a população. E ainda dizem que vai estar tudo funcionando redondinho para a Copa de 2014.
Mas, voltemos a Ilhéus. Será que nossa ponte sai mesmo? Não sei, o jeito é esperar e ver para crer. Tal qual o sábio São Tomé.

Sem a nova ponte, a ver navios

Nilson Pessoa

NOTÍCIAS DA AVEP

PAULO GOIS E RENATINHO VENCEM

Na praia da Av. Soares Lopes, imediações do Ed. Santa Clara, a AVEP(Associação dos Veteranos de Esporte Praiano) realizou domingo(14) pela manhã sua 15ª rodada de “babas” de sua programação 2012. No Campo Grimaldo o time do Capitão Paulo Gois venceu o do Capitão Marconi por 4 a 1. Paulo Sergio(2), Eliandro e Crispiniano marcaram para Paulo Gois. Fred fez o gol para Marconi. No Campo Martial o quadro do Capitão Renatinho goleou o do Capitão Alvinho pelo escore de 4 a 0, com gols do próprio Renatinho, Adauto(2) e Major.

Comentários: Campo Grimaldo

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Jogo bem disputado, mas as boas atuações do lateral esquerdo Sizinio, do beque de espera Paulo Gois, do atacante Paulo Sergio e do zagueiro marcador Lindoia fizeram a diferença. Não houve aplicação de cartões e o juiz Carlos Santos Cardoso da Liga Ilheense de Futebol teve boa atuação. As Equipes: (Cap. Marconi): Ricardo, Melgaço, Luis Mário, Crispim Vidros, Torisco, Haroldo, Cesinha, Ismar, Duda Reis, Fred e Marconi  X  (Cap. Paulo Gois): Marcelo, Lindoia, Paulo Gois, Maurílio, Sizinio, Jatobá, Eliandro Picolé, Erisvan, Ralio, Paulo Sergio e Crispiniano

Comentários: Campo Martial

Em razão do time do Capitão Alvinho ter sido dominado pelo do Capitão Renatinho desde o início, a partida não foi tão boa quanto à do primeiro campo. A substituição do meia Zugaib pelo atacante Luis Humberto não fora o suficiente para a equipe comandado por Alvinho esboçar uma reação. A situação piorou quando o atacante Zezinho, o meia-direita Dr. Souto e o ponto-esquerda à moda antiga, Betinho, foram obrigados a sair de campo por contusões e não houve substituições. Pela fragilidade do quadro perdedor toda a equipe do Cap. Renatinho esteve à vontade em campo, porém, jogou muito bem o volante Adauto, sendo inclusive autor de dois bonitos gols. O médio de contenção Vado, que levou um amarelinho, também jogou bom futebol. Lazaro Santos Oliveira, juiz pertencente à Liga Ilheense de Futebol, apitou sem subterfúgio e agradou aos dois lados. As Equipes: (Cap. Renatinho): Rosivaldo, Djalma Peludo, Prof. Jorge Reis, Japonês, Robson (depois Alan Carioca aos 20 minutos do 1º tempo), Major, Adauto, Vado, Passos, Sena e Renatinho  X  (Cap. Alvinho): Pedro Paulo, Galletti, Aelson, Danilo, Silvio Reis, Alvinho, Dr. Souto, Zugaib(depois Luis Humberto aos 30 minutos do 1º tempo), Paulô da BitWay, Zezinho e Betinho

Notas:

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O assessor e porta-voz Silvio Reis anunciou na sede, na falação de praxe que antecede cada encontro, a doação à Associação de um bonito jogo de Gamão feita pela viúva do atacante Martial. Segundo o zagueiro Paulô da Bitway, o saudoso Martial também era muito bom nesse tabuleiro. O porta-voz também ressaltou o entusiasmo que o ex-ponta-direita recuado Rosalvo Assis tem com a AVEP ao revelar que mesmo sem mais participar dos “babas” ele contribui com 50% da anualidade.

Segundo o atacante Ralio o Expressinho de Paulo Gois que é formado por jogadores desta Associação fará em novembro, com dia a ser marcado, uma partida em Belmonte contra uma agremiação de veteranos daquela cidade.

Atenção de última hora: o beque Djalma Peludo que vinha sofrendo seguidas derrotas como “capitão”, resolveu mesmo entrar na reserva, pois é sua 3ª vitória consecutiva sem a patente de oficial.

Heckel Januário

MOÇÃO DE DESAGRAVO

Um dia me telefonaram pedindo para guiar, no Centro de Ilhéus, um grupo de indianos que aqui chegaram, patrocinados pelo Rotary.

Para o almoço, me sugeriram que procurasse o Restaurante “Lá In”, então o melhor da cidade, situado na Soares Lopes.

Fui lá e, bem antes do almoço, passei a lista das preferências pedidas pelos visitantes;
cada um pediu um prato diferente e me esqueci de avisar que seria apenas uma porção individual de cada prato; na hora do almoço apareceu uma porção para quatro de cada uma das opções pedidas, mas não teve problema: a comida era de tal modo deliciosa e bem apresentada que todos os filhos de Gandhi comeram toda aquela imensa quantidade de comida de boa qualidade a nós oferecida.
Dias mais tarde, quem pagou esta despesa foi o presidente do Rotary, na época, o Dr. Moreno.

Bem depois, o “Lá In” passou a atender no Restaurante Universitário da UESC, mantendo a esmerada qualidade sempre perseguida pelos Damásio e, agora, por Dona Rosana, a chefe-de-cozinha cinco estrelas comandante da produção empresa.

Algumas das centenas pessoas que ali almoçam, todos os dias, sabem que a sua qualidade geral é bem maior que o preço permitido e cobrado.

Sai muita comida cozida e crúa e pouca comida frita.

A organização, limpeza e aparência geral do restaurante chegam parecer uma obsessão do jovem casal de empreendedores.
Embora o cardápio seja, relativamente, pouco variado, muitos alunos de Veterinária e Educação Física montam pratinhos com um palmo de altura, por apenas R$ 5,10. A vigilância da Secretaria de Saúde é permanente e sempre comprova e aprova a alta qualidade da higiene local.

Quem conhece o bandejão R$ 1,90 da USP confere, com certeza, Nota 10, ao “Lá In” a R$ 5,10 da UESC.

Agora, ao que tudo indica, está em curso uma nojenta campanha difamatória contra este restaurante, certamente conduzida por gente interessada em arrendar o espaço numa próxima concorrência pública; esperamos que as evidências sejam constatadas in loco,
nas instalações internas e externas do restaurante e não por fantasias levianas publicadas na internet.

G.A.A

HISTÓRIAS DE UM ILHEENSE

por Tomé Pacheco

NO PRESÍDIO CARANDIRU IV

Tomé Pacheco

Tomé Pacheco

Houve várias rebeliões dentro do Carandiru. Contarei algumas que presencie.

Iniciarei pelas das “113 Mortes”. Os detentos realizavam campeonatos de futebol. Jogavam internamente entre os do mesmo pavilhão e daí saia um campeão para representar o pavilhão no campeonato entre os outros pavilhões. O bicho pegava quase sempre. Certa feita houve uma final entre os times da Zona Leste X Zona Norte num campo tipo soçaite no Pavilhão 9, e para assistir compareceram mais de 1200 detentos. Ao ser marcado um gol para a Zona Norte, houve protesto dos jogadores da Zona Leste, reclamando que houvera falta sobre o goleiro. Não deu outra. Como sempre, o tempo fechou em cima do juiz (este árbitro era um malandro bem quisto e bem considerado dentro do Presídio. O árbitro não morava no Pavilhão 9 e sim no 8. Para se ter uma ideia, praticamente quase todos os que estavam no campo se envolveram. Como estavam cheios de “Maria Louca” e outras drogas, aconteceu um “barabada” danado. Então, um dos diretores do Pavilhão 9 que assistia o tumulto, pensou que fosse uma tentativa de fuga e, soou o alarme.

Não passaram 10 minutos, o complexo do Carandiru estava todo cercado da elite policial: Policia de Choque, a Rota, a Deic. Ficaram aguardando a ordem para invadirem. Quando a maldita ordem partiu do maldito Governador do Estado, a invasão se deu. Os policiais super aparelhados, e com cachorros treinados, caíram dentro dispostos a tudo. Como era de conhecimento no presídio que policial não gosta de bandido e vice-versa, seria então a oportunidade dos policias tirarem a “bronca”. Então, invadiram o Pavilhão 8 fazendo o chamado “pente fino”. Quem encontrou pela frente virou vítima. A grande parte dos detentos que consegui subir para suas celas, não adiantou muito coisa, porque os policiais foram ao seu encalço. Muitos escaparam fingindo de mortos, deitando ao lado dos que já estavam sem vida, estirados no chão, dentro das celas ou na galeria. Como cada pavilhão tinha 5 andares e o último era destinado a castigos de detentos que cometiam alguma infração, os detentos que estavam aí trancado, isolados, por sorte escaparam do massacre.

Na Rebelião do Dia dos Pais, o diretor era o Luisão. Nessa houve tentativa de fuga. Só que quando havia qualquer rebelião interna, era hora do acerto de contas. Foi o que houve com três colegas: Chapeuzinho, Saltador, que era um boxeador dos bons, e Vanildo –todos  foram mortos nessa rebelião. Chapeuzinho era diretor do Pavilhão 2. Era uma figurinha carimbada, e que se envolvia muito com detentos. Saltador fazia parte do Pelotão de Choque interno, era “caceteiro” dos bons. Foi quando ele foi pego por alguns detentos que sofreram castigos aplicados por ele, e aproveitaram a oportunidade para o acerto de contas. Deram varias “estiletadas”, só que ele não morreu, ficando caído no chão todo ensanguentado. Então decidimos ir socorrê-lo. Mas os detentos ordenaram que deixássemos o cara morrer aos pouco e se algum agente pusesse a mão, morreria também. Quando a rebelião teve fim, ele já estava morto.

Com o Vanildo surgiu à conversa que ele estava envolvido com as armas colocadas dentro do Presídio, daí dizerem as línguas grandes que ele foi abatido por policial de elite, que eram atiradores colocados em pontos estratégicos –como  por exemplo em cima dos prédios, em volta do presídio–, para qualquer eventualidade, a mando de um diretor com a alcunha de Faz Tudo, que dizem também que estava envolvido com armas. O diretor Luisão na questão das armas estava conluiado com o Vanildo mas como os dois estavam mortos, e defunto não fala…

Houve varias outras rebeliões, mas essas duas foram as piores.

Carmelita e Mário Alexandre se reúnem com vereadores eleitos

A vereadora e ex-candidata a prefeita de Ilhéus nas últimas eleições municipais, Professora Carmelita (PT), e o médico e vice-prefeito Mário Alexandre (PSD) se reuniram na noite desta quarta-feira (17), na sede do Partido da Mobilização Nacional (PMN), com os dez vereadores eleitos para a próxima legislatura e os presidentes dos oito partidos da coligação “Ilhéus Mais Forte”. O objetivo do encontro foi avaliar as últimas eleições, assegurar a unidade do grupo e comemorar a vitória da coligação na chapa proporcional, que fez a maior bancada de vereadores da Câmara Municipal de Ilhéus, recebendo mais de 44 mil votos.

Reunião / Vereadores 2012

Durante o encontro com os vereadores eleitos, Professora Carmelita agradeceu a cada um dos parlamentares pelo empenho nas últimas eleições e por acreditar num projeto que tinha como principal proposta oferecer uma mudança para a cidade, garantindo desenvolvimento com responsabilidade, transparência e honestidade. A ex-candidata a prefeita de Ilhéus destacou também a unidade do grupo e o companheirismo que reinou durante toda a campanha política. “E tenho a certeza que esse sentimento de união vai continuar, porque acompanhei essa harmonia durante o período eleitoral e sei do compromisso de cada um dos dez vereadores eleitos em nossa coligação e dos partidos políticos na defesa dos interesses da nossa cidade”, complementou Professora Carmelita.

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OPERAÇÃO DA 70ªCIPM PRENDE INTEGRANTES DO RAIO A

POLÍCIA MILITAR DA BAHIA

COMANDO DE POLICIAMENTO REGIONAL SUL/ ITABUNA

 70ª COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO MILITAR/ILHÉUS

RELEASE 001/OUTUBRO/2012 

                 OPERAÇÃO DA 70ªCIPM PRENDE INTEGRANTES DO RAIO A

Em 17 de outubro de 2012, por volta das 15h00 as guarnições do PETO 70,7010,ROTAM com o apoio do PETO 68, em incursão na localidade conhecida como invasão e baixada do Vilela , no bairro Teotônio Vilela, prenderam 05 elementos integrantes da FACÇÃO denominada RAIO A. Essa facção é comandada em Ilhéus por um traficante de vulgo Bola, onde o principal soldado é Léo do Barro(conseguiu fugir)Caxo(preso.ésuspeitodoassalto no posto Universitário),Global(fugiu)Luan(preso).Na Operação foram preso Adson Leandro Gonçalves Costa (Caxo) , André Luan Carvalho (luan),Rosimar Luz Ferreira, Robertson Conceição Santos.Com eles foi encontrado:07 Celulares,03 tabletes de maconha(2kg),32 gramas de cocaína(pote),37 papelotes de cocaína,16 gramas de cocaína (trouxa),1 balança,2 chaves de moto,273 papelotes de maconha,1 moto shineray,1 moto CG 150(placa NTK 6292 além de 296 gramas de maconha sem embalar. A 70ª CIPM conta com um e-mail para denuncias: denuncia70cipm@hotmail.com, contamos com a colaboração da comunidade. Todos elementos e  material foram apresentado na 7ªCOORPIN,ocorrência BO-12-05613.

70ª CIPM

PONTAL – UM RELATO AMBIENTAL (MANGUEZAL)

PARA QUEM GOSTA DE PESQUISA

 

No ano de 1994 e depois em 2001, com a matéria “Caminhada pelo Litoral de Ilhéus – Um relato Ambiental”, já chamávamos atenção para as mudanças na orla do Pontal, no que diz respeito ao surgimento dos primeiros exemplares de mangue (planta).

Naquela época dizia eu: “No bairro do Pontal está ocorrendo o inverso do litoral norte, onde começa a surgir às primeiras concentrações de plantas de mangues ao longo da Avenida Lomanto Junior, fato que não existia há 40 anos, e isto se devem ao “avanço de maré” neste bairro, e com o acúmulo de solo das enchentes, criou-se um ambiente favorável para o desenvolvimento natural destas plantas. Com o avanço da maré, deixaram de existir as praias de: Ponta de Eustáquio, Cabana da Sereia, Rua da Frente e Banca do Peixe, palco de lazer da população ilheense até meados dos anos 70. Já nas praias da Avenida, Cristo, Prainha, Bica e Concha acontecera o “recuo de maré”, provocado também pela construção do Porto do malhado, aliado aos solos arrastados das grandes enchentes, causando o assoreamento e com isto praias mais largas, levando a praia do Cristo a um fenômeno muito interessante, que foi o aparecimento do crustáceo conhecido como “vaza-maré” ou “chama-maré”, em número expressivo, que estar aliado ao lodo ou terra

atoladiça deixada as margens da foz do rio Cachoeira, onde também surgem as primeiras plantas de mangue, o que vale ressaltar, que nas décadas de 50/60, esta praia nem existia”.

Hoje, 18 anos e 11anos depois, respectivamente, resolvi fazer uma nova pesquisa particular mais apurada, do que o faço normalmente, quando me desloco do Pontal para o Centro nas minhas caminhadas.

Percebam pelas fotos que o manguezal já está espalhado, e de forma contínua desde o local conhecido como o estaleiro dos barcos (saveiros), até aproximadamente em frente à Travessa do Bonfim, na Av. Lomanto Júnior.

Ficamos surpresos e por coincidência estavam lá no manguezal dois pesquisadores sobre o assunto. Não identifiquei-los, mas era visível o estudo que estavam fazendo, pois se percebia um quadrado feito na lama, para analisar todo material no ramo da botânica e zoologia ali encontrado.

Então percebemos o interesse dos ecologistas/ambientalistas pelo fenômeno que nós já tínhamos identificado e divulgado via trabalhos técnicos sobre o assunto.

Só resta saber, se este manguezal que desponta como interesse científico terá sua progressão definitiva, pois vai depender muito dos moradores desta orla, se são a favor da preservação ou pela sua destruição.

Por certo, ONG(s), IBAMA e outros órgãos fiscalizadores poderão enfim fazer um monitoramento destas áreas.

Por outro lado, quais seriam as conseqüências sociais com a preservação deste manguezal, tais como: esconderijo para marginais, focos de mosquitos, depósito de lixos variados, baratas, ratos, etc. Como já é visível atualmente neste local.

Bom, a mim cabe apenas relatar o fato, as demais soluções ficam por conta de quem entende do assunto, pois sou apenas um técnico agrícola e não um cientista, para afirmar o que é melhor para o local. Cada um que tire suas próprias conclusões, da forma como visualizam estas questões.

Rezende

TRANSIÇÃO

Seção III

Da transição Administrativa
Art. 74. Até trinta dias antes da posse do sucessor, o Prefeito deverá preparar, para publicação imediata, relatório da situação da Administração Municipal que conterá, entre outras, informações atualizadas sobre:

I – dívidas do Município, por credor, com as datas dos respectivos vencimentos, inclusive das dívidas a longo prazo e encargos decorrentes de operações de crédito de qualquer natureza;

II – medidas necessárias à regularização das contas municipais perante o Tribunal de Contas ou órgão equivalente, se for o caso;

III – prestação de contas de convênios celebrados com organismo da União e do Estado, bem como do recebimento de subvenções ou auxílios;

IV – situação dos contratos com concessionárias e permissionárias de serviços públicos;

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