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Heckel Januário em: SISTEMÃO POLÍTICO

Matérias, a exemplo da publicada recentemente pela Veja apontando Lula o mentor do Mensalão, me deixam em dúvidas se prestam serviços ou desserviços à democracia.

Não estou me colocando em absoluto como testemunha de defesa do ex-presidente, mesmo porque longe, muito longe das entranhas governamentais, não poderia ser convocado para jurar dizer acima de tudo a verdade, mas se a Procuradoria Geral da República, a relatoria e revisória do STF (Supremo Tribunal Federal), órgão máximo da Justiça, o eximem de culpa, idem os ministros no julgamento, soa destoante colocá-lo no banco dos réus neste momento.

O pior é a tendência de encadear similares, pois não tome como surpresa o prezado leitor, se outra revista, ou a própria, vier a reportar o famoso caso de compra de votos de parlamentares, resultante da emenda da Constituição e consequente reeleição de FHC. Porém, como a investigação desse esquema de corrupção fora sepultada com uma CPI, seria necessário desenterrá-la, bem como, para testes de DNA, políticos da época já falecidos e supostamente tidos como integrantes no comando do escândalo. Nesse quadro de possibilidades o pedido de urgência na apreciação de outro famosíssimo e conhecido como “Mensalão Mineiro”, ou “Mensalão Tucano” ou ainda “Valerioduto Tucano” possivelmente já esteja na lista para vir à tona.

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QUER MAU EXEMPLO PIOR QUE ESSE?

O destino me obrigou a “morar” no Hospital São José nos últimos sete dias. Paciência, todos estamos sujeitos às surpresas da vida, sejam elas boas ou ruins. Mas ruim mesmo, pior do que o mal que me acometeu, foi o revoltante exemplo de falta de educação, cidadania e bom senso que vi diariamente, várias vezes ao dia, praticados por membros de comitês partidários, cabos eleitorais, simpatizantes e, o mais grave, por candidatos a vereador e prefeito, nas irritantes e barulhentas propagandas em carros de som e nas carreatas, verdadeira violação do justo direito ao silêncio às pessoas hospitalizadas e crianças recém-nascidas naquele hospital.
Veja o paradoxo: os transgressores do bom senso e das leis (ambiental e eleitoral) são os mesmos que pretendem nos representar, pasme, elaborando leis e fiscalizando o seu cumprimento! Parece piada.

A Justiça, instituição que tanto prezo, está em falta. Permissiva e de braços cruzados.
Enfim, como num leito hospitalar não há muito o que fazer, resolvi ir anotando cada nome de candidato a prefeito e vereador que via e ouvia naqueles barulhaços em frente ao hospital. Foram muitos nomes e números. Nenhum deles terá o meu voto, é o mínimo que posso fazer para retribuir.

Nilson Pessoa

Eleições Ilhéus 2012

Nossa população não aguenta mais a tortura mental desta atual  campanha política. Mesmo os mais ingênuos percebem que toda esta gritaria e poluição visual extrapola a mera boa intenção de contribuir, pela via política, pelo progresso e bem estar da população.

Ou ela, ou ele, ou a zebra
terão pela frente o grande desafio de restaurar, reconstruir e revalorizar uma cidade bombardeada e arrazada pela longa inépcia administrativa, de certo modo planejada e premeditada antecipadamente.

Não vale mais voz empostada, postura empolada, impertigada e gestos magnânimes, agora só vale trabalho árduo e transparente apoiado por equipe capaz – com  membros dotados de notório saber e atuando na área da sua exata expêriencia e formação profissional -. Caixa bancário aposentado do Banco do Brasil não poderá mais ser Secretário de Saúde, por exemplo. Precisamos, sim, de tecnocratas capazes de apresentar ao dirigente soluções técnicas e não políticas. Precisamos de uma democracia de fato, não um simulacro que esconde notórios traços  de um  imperialismo tirano que se deseja eterno. Ilhéus tem muitos homens e mulheres de valor, com boas idéias e intenções, mas incapazes de chegarem  ao pleito pelas cercas de arame farpado e terreno minado que os impedem o acesso ao Governo Municipal. O que parecemos viver, aqui em Ilhéus, em vez de  uma Democracia, é uma demo-cracia – o governo do demo -.

 
Não vale mais secretarias com nomes incompreensíveis ao público, mas secretarias funcionais e  independentes a cargo das praiasturismo e eventossaúde ( uma, só para o onipresente abuso das drogas); educação; cultura ( com o Bataclan devolvido à cultura pública local pelo nefasto comércio capitalista-monopolista ); paisagismo ( arborizando as praças e encostas não edificáveis e expandindo as áreas verdes ); desenvolvimento social ( lançando programas de peso na educação da população local a uma convivência social civilizada e responsável ); limpeza urbana ( prestigiada e permanente ); planejamento urbano; obras públicas (contratando empresas que respondam, de fato pela qualidade e durabilidade do seu serviço e organizando as inúmeras invasões do espaço público por rampas de acesso a garagens nas calçadas; portões de garagem que extrapolam os limites das áreas privadas; construções de quiosques de alvenaria nas praças e, até,  um palco elevado que invade uma calçada da Lomanto Júnior. Não podemos permitir que troquem o espaço coletivo pelo apoio a este ou aquele político ou partido. Vamos  indenizar e demolir  até o alicerce as muitas invasões dos espaços públicos, nas encostas da Piedade, acima da rua das Oficinas e diversas  praças no Pontal e outras partes da cidade e dinamitar, solenemente, toda a chamada “Malvinas”, um obscuro setor da central de abastecimento municipal que foge a qualquer tentativa de descrevê-la em palavras.  O que de mínimo se pode dizer é ser esta é um mar de urina, fezes, drogas, prostituição e mau cheiro abafado de baratas, encravado entre o setor das frinhas e das frutas e a área das peixarias. À parte da nova ponte, não necessitamos de muitas novas obras – simplesmente manutenção adequada do equipamento público pré-existente -. Precisamos de empreiteras pagando bem a engenheiros-de-obra ali presentes, que não deixem sub-empreiteiros meterem argamassa ditretamente sobre ferragens enferrujadas, como está ocorrendo agora no Posto de Saúde Herval Soledade do Pontal ); finanças (publicando, diariamente, na internet, todos os pagamentos das despesas contraídas e nos lembrarmos que, a médio e longo prazo, o atual presente será História e, por esta, será julgado, com base no encontro de contas entre a receita municipal e o serviço prestado à comunidade pela “elite” dirigente local).
  
Só assim acordaremos para o Século XX. Para o Século XXI, ainda falta muito trabalho.

Guilherme Albagli de Almeida

DEMARCAÇÃO: “ BATALHA DOS NADADORES” OU MASSACRE DOS TUPINIQUINS

por Edgard Siqueira

Por iniciativa do grupo politico do Sr. Jabes Ribeiro que governava o Município na época, foi instituído na Lei Orgânica do Município no seu Cap. XX, art. 280, § 10 – “Fica instituído o dia trinta de setembro, como Dia Municipal da Consciência Indígena, data que resgata a história do massacre indígena do Rio Cururupe”. Relatando o que realmente aconteceu, segundo as fontes bibliográficas pesquisadas, estaremos prestando uma homenagem aos verdadeiros mártires do genocídio ocorrido no entorno do Rio Cururupe, os Tupiniquins, a etnia que habitava na nossa região.

O episodio conhecido historicamente como a “Batalha dos Nadadores” foi desencadeado a partir do assassinato de um Índio Tupiniquim praticado por um Dono de Engenho. À reação dos Tupiniquins foi o desencadeamento de uma revolta que levou à destruição parcial da vila de Ilhéus e dos engenhos nos seus arredores. Esta revolta foi comunicada ao Governador Geral que empreendeu uma sangrenta repressão. Usaremos o relatório do próprio Mem de Sá para melhor entendermos como se processou a repressão: “Neste tempo veio recado ao Governador como o gentio Tupiniquim da Capitania de Ilhéus se alevantava e tinha morto muitos cristãos e destruído e queimado todos os engenhos dos lugares e os moradores estão cercados e não comiam senão laranjas e logo pus em conselho e posto que muitos eram que não fosse por ter poder para lhes resistir nem o poder do Imperador fui com pouco gente que me seguiu e na noite que entrei em Ilhéus (Capitania) fui a pé em uma aldeia que estava a sete legoas da vila em alto pequeno toda cercada de agua  ao redor de lagoas e as passamos com muito trabalho e antes da manhã duas horas dei na aldeia e destruí e matei todos os que quiserem resistir e a vinda vim queimando e destruindo todas as aldeias que ficaram atrás e por que o gentio se ajuntou e veio me seguindo ao longo da praia lhes fiz algumas ciladas onde os cerquei e lhes foi forçado deitaram a nado no mar da costa brava. Mandei outros índios atrás deles (Os Tupinambás, que habitavam a região de Itaparica e Camamu e eram inimigos mortais dos Tupiniquins) e gente solta que os seguiram perto de duas léguas e lá no mar pelejaram que nenhum Tupiniquim ficou vivo, e todos os trouxeram a terra e os puseram ao longo da praia por ordem que tomavam os corpos perto de uma légua, vieram pedir misericórdia e lhes dei pazes com condição que haviam de ser vassalos de Sua Alteza e pagar tributo e tornar a fazer engenhos. Tudo aceitaram e fizeram e ficou a terra pacifica  em espaço de trinta dias, onde fui a minha custa dando mesada a toda pessoa honrada e também digo boa, como é notório” (Sá, 1560 in Silva Campos, 1947;59/60).

O resultado concreto desta repressão foi à redução drástica do contingente demográfico dos Tupiniquins e consequentemente a sua extinção.

No faz de conta de se autodenominar “Índio Tupinambá”, baseado nestes relatos históricos, podemos concluir que a caminhada em homenagem aos mártires da “Batalha dos Nadadores” na realidade é uma representação de um ato de penitencia e remorsos. Nunca uma verdadeira homenagem  aos ”ancestrais martirizados”. Quem aqui habitava era os Tupiniquins e que foram massacrados por Mem de Sá com o apoio dos Tupinambás. Uma pequena homenagem resgatando a verdadeira história. Que descanse em paz os verdadeiros mártires, OS TUPINIQUINS.

Cineclube Équio Reis exibe “O Saci” nesta terça-feira

Imagem inline 1O Saci Cineclube Équi Reis| 02/10 | ter | 19h | gratuito| livre

Filme brasileiro de 1951, dirigido por Rodolfo Nanni.
Duração : 65 min
Baseado na obra de Monteiro Lobato, o filme narra as aventuras de Pedrinho, Emília e Narizinho, os inesquecíveis personagens do Sítio do Pica-Pau Amarelo, às voltas com criaturas fantásticas do folclore brasileiro. Para resolver os mistérios que assombram o Sítio, os três inseparáveis amigos se embrenham na floresta à procura do travesso moleque de uma perna só.

Boletim Eletrônico da Agência Câmara de Notícias

Manchetes do dia

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

AGROPECUÁRIA

COMUNICAÇÃO

DIREITO E JUSTIÇA

EDUCAÇÃO E CULTURA

TRABALHO E PREVIDÊNCIA

TRANSPORTE E TRÂNSITO

Alfredo Amorim da Silveira em: Contra foto não há argumento.


Jabes lidera todas as pesquisas divulgadas em Ilhéus

Nova pesquisa divulgada em Ilhéus pela Conquista FM nesta segunda-feira, 1º, mostra que Jabes (11) continua disparado na preferência do eleitor, com 49,89% na análise estimulada, seguido de Carmelita (27,3%) e Jorge Luis (11,16%) Os indecisos caíram para 9,67% e os votos brancos e nulos para 1,98%. Este é o terceiro estudo de intenção de voto publicado na cidade com Jabes no topo dos resultados.

Realizada pela MS Consultoria e Marketing para a Associação Comunitária de Ilhéus (Conquista FM), nos dias 27 e 28 de setembro, com margem de erro de 5% e universo de 400 entrevistados, a pesquisa foi registrada no TSE dia 26, com protocolo 00305/2012. Jabes tem larga vantagem também na avaliação dos votos nominais (válidos), pontuando 56,5%, acompanhado de Carmelita (30,9%) e Jorge Luis (12,6%).

Assim como a pesquisa da Gasparetto divulgada pelo Jornal Agora no último dia 22, Carmelita tem a maior rejeição entre os candidatos: 41,9%. Jorge Luis aparece com 25,1% e Jabes 24,3%; indecisos, brancos e nulos somam 8,7%. A coleta de dados foi feita em 40 localidades, incluindo bairros e os principais distritos de Ilhéus, com homens e mulheres de diferentes idades, classes e raças.

Atenciosamente,
Assessoria de Imprensa

Jorge Luiz recebe apoio da comunidade indígena na caminhada Tupinambá

Jorge Luiz / Indígenas

Jorge Luiz e Coronel Batista participaram, na manhã de ontem (30), da XII Caminhada Tupinambá, em memória dos mártires do massacre do rio Cururupe. Jorge fez todo o percurso Olivença-Cururupe a pé, ao lado os índios. Muito bem recebido por toda a comunidade indígena, Jorge recebeu inúmeras declarações de apoio à sua candidatura.
Jorge Luiz, considera importante manter viva a memória dos nossos antepassados Zumbi dos Palmares, para os negros, assim como Caboclo Marcelino para os Tupinambás de Olivença.

Em seu discurso, Jorge reafirmou o compromisso de estar sempre aberto ao diálogo com as comunidades indígenas. Em consonância com as diretrizes do PSOL pela Resistência Negra, Indígena e Popular, Jorge garantiu a efetividade na aplicação das políticas públicas indígenas.

Na sequência, Jorge Luiz e a equipe 50, foram prestigiar a 8ª parada LGBT de Ilhéus. O candidato reafirmou o respeito à diversidade e foi muito festejado durante todo o evento.


Ascom

Eleição em Ilhéus está tecnicamente empatada, aponta nova pesquisa encomendada por site político de Salvador

Pesquisa encomendada pelo Site Bahia Notícias, de Salvador, do jornalista político Samuel Celestino, revela que a eleição em Ilhéus, sul do estado, será decidida na reta de chegada. De acordo com a pesquisa, se a eleição fosse hoje, na espontânea, Jorge Luiz teria 10% dos votos. Jabes, 38,18%. E Carmelita já aparece coladinha com ele, com 34%. É um empate técnico. E ainda há 16,91% entre indecisos e os que não opinaram.

Na estimulada, quando o pesquisador cita o nome dos candidatos, o resultado é: Jorge Luiz com 11,82%. Jabes 39,64. E Carmelita com 34,91. Indecisos e não opinaram somam 13,64% dos votos. Ou seja: a eleição vai ser decidida nos mínimos detalhes e vai depender da consciência do voto do eleitorado ilheense.

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Nota de Falecimento

Lidia Bichara

Faleceu, agora a  noite, LIDIA BICHARA moradora antiga da Rua Bento Berilo. Vizinha querida e estimada. Quadro de peso na Igreja Católica ilheense.

Os preparativos para o velório está começando agora e, provavelmente, será mesmo na residência dela (uma casa depois do R2CPRESS).

O sepultamento será amanhã, terça-feira, às 16 horas  no cemitério da Vitória.

Por sua conduta e serviços prestados ao Cristianismo ela já está ao lado do PAI.

Rabat.

Exposição “Bahia Pesca e Mar” celebra aniversário da Bahia Pesca

Para comemorar seus 30 anos a Bahia Pesca,empresa vinculada à Seagri, está realizando, até o dia 21 de outubro, no Palácio Rio Branco, a exposição de fotografias “Bahia Pesca e Mar”. A exposição, que fica aberta ao público de terça a domingo, das 10h às 17h, foi inaugurada no dia 28 de setembro.

BAHIA PESCA – 30 ANOS

A abertura da mostra fez parte das comemorações do aniversário da instituição e contou com show especial da camerata Bahia Cordas, formada por músicos da Orquestra Sinfônica da Bahia; além de lançamento do novo site e da revista da Bahia Pesca. No evento, o funcionário Antonio  Jorge Fonseca Rebouças foi homenageado e recebeu uma placa das mãos do presidente da Bahia Pesca Isaac Albagli. “Ele é um funcionário exemplar pela sua competência e dedicação”, enfatizou.

“Nosso estado é o terceiro maior produtor de pescado do país. Esta posição de destaque se deve, em grande parte, ao trabalho que a Bahia Pesca vem realizando nestes 30 anos”, afirmou o presidente da instituição,durante o evento. O governador do estado, Jaques Wagner, foi representado pelo seu chefe de gabinete Edmon Lucas.

De acordo com o diretor técnico da Bahia Pesca, Jorge Figueiredo, “a festa celebrou não apenas o aniversário da empresa, mas também o trabalho dos milhares de pescadores e marisqueiras baianas que vivem do mar”. Durante a festa a Bahia Pesca apresentou ainda as ações mais recentes da empresa, como as construções do Centro Vocacional Tecnológico do Pescado e dos dois primeiros terminais pesqueiros da Bahia, e a reforma e ampliação da Estação de Piscicultura Caiçara II em Paulo Afonso.

“Este tem sido um ano muito especial para a pesca e aquicultura no estado. E vamos encerrá-lo de maneira especial, com a realização em novembro da Aquapescabrasil, a maior feira do gênero no país. São muitos motivos para celebrar”, conta Jorge Figueiredo.





















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