:: 2012
indiganaçao
De: LUCIANO
Assunto: indiganaçao
Corpo da mensagem:
Caro Rabat, estou indignado com o que vem acontecendo na saúde de ilheus, na avenida tem um posto CEO, de dentista que nunca tem material, nunca se consegue marcar nada, e o dinheiro que o governo manda vai pra onde?? pois la recebe verba federal do BRASIL SORRIDENTE, as funcionarias com um mês sem vale transporte por um erro de gente inesperiente burra mesmo que trabalha no RH da secretaria de saúde.tem quinze dias que la não funciona nada mas as funcionarias tem que pagar do seu bolso para trabalhar , sem falar que tem gente que nem a segunda parcela do decimo terceiro salário, recebeu ainda pode isso caro RABAT, ja pedi que outros blogs verifiquem isso mas nunca ninguem divulga, não sei por que, gostaria de uma visitinha sua lá , pra ver a realidade. abraços. espero que resolva dessa vez.e pergunte para todos que trabalham lá a realidade dos fatos.
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POR QUE A LEI DO SILÊNCIO NÃO FUNCIONA
Nessa noite de sábado, vivi uma situação em que julguei ser viável acionar autoridade policial para coibir um abuso de som alto em automóvel. Foi a primeira vez e, provavelmente, a última.
A DPA (Delegacia de Proteção Ambiental) só funciona durante o dia, enquanto a imensa maioria das ocorrências de queixas e reclamações é à noite, quando o cidadão quer dormir ou até mesmo ver TV e não consegue. Sei que a DPA não cuida somente de poluição sonora e que a orientação é que o queixoso reúna informações como modelo e cor do veículo, placa, localização, etc, e compareça à delegacia em horário de funcionamento para fazer um boletim de ocorrência. É tarde, inês é morta, a noite de sono já foi perdida, o cidadão de bem quase infartou de raiva e o vândalo imbecil que ligou o som nas alturas está “de boa”.
Meio no desespero, resolvi ligar para o 190, da PM, ao menos para saber se uma viatura poderia ser deslocada e o preposto tentar uma conversa amigável com o desqualificado perturbador da paz alheia. Eram exatamente 21:51 h e o 190 chamou até cair, sem atendimento.
Seria muito mais proveitoso se o estado oferecesse à população um serviço dinâmico e eficiente. Exemplo: patrulheiros de plantão, munidos de decibelímetros e, mediante denúncia presencial ou telefônica da parte prejudicada, indo em tempo real flagrar, autuar, multar e até prender o infrator. Essa ocorrência iria para um banco de dados e, em caso de reincidência, o valor da multa seria maior; a partir da terceira vez, multa e cadeia.
O modelo atual é burocrático, ineficiente e sem punição justa, necessária e imediata aos infratores.
Sorte deles, azar o nosso.
Nilson Pessoa
SERVIÇO NA PONTE
De: ZÉCARLOS JUNIOR
Assunto: SERVIÇO NA PONTE
Corpo da mensagem:
Caro Jornalista Roberto Rabat,
Há mais de CINCO MESES que a prefeitura está tentando fazer um serviço na cabeceira da ponte, sentido Pontal/Centro, e até o momento não conseguiu realizar a impensada empreitada.
A ponte vai fazer 46 anos e o único acidente que aconteceu naquele local foi a descida do caminhão dirigido pelo pescador Zuza e que foi parar embaixo da ponte sem causar maiores transtornos.
Tentaram aumentar a curva e se esbarraram no passeio da ponte, resultado, vão ter que alterar a passagem de pedestre e fazer alteração nos diversos equipamentos que por ali passam, pois vários cabos estão localizados sob a ponte.
Quebraram tudo, até hoje não conseguiram fazer nada, o tal serviço está parado e NINGUÉM sabe dizer o que a prefeitura quer finalmente fazer naquele local.
Essa turma está com uma vontade louca de sacanear com a nossa cidade, dinheiro público pra eles é pra ser jogado fora, sem nenhum planejamento, sem nenhum estudo técnico que possa indicar a realização de uma obra.
Gostaria imensamente de saber quanto foi gasto até o momento nessa obra que não vai trazer nenhuma novidade para o intenso tráfego da ponte.
Como bom pontalense torço para que um dia possamos ter um novo acesso para cruzar a baía do Pontal, mas também terei muita paciência para esperar por quatro ou mais anos para ver realizado este sonho.
Estou sendo otimista em apostar que daqui a quatro anos possamos ver uma nova ponte.
ZÉCARLOS JUNIOR
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GUINCHO EM ILHEUS E ITABUNA
De: Guimaraes
Assunto: GUINCHO EM ILHEUS E ITABUNA
Corpo da mensagem:
Hoje dia 31 de março de 2012, uma reportagem mostrou que o preço de um GUINCHO é R$73,00.
Aqui custa R$ 200,00.
Pedi recibo em Itabuna e me deram nao de quincho e sim de uma oficina, tudo com a conivencia de nossa gloriosa Policia Militar.
A ordem é lascar o cidadão.
Uma vergonha
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RÁDIO SANTA CRUZ
De: ZÉCARLOS JUNIOR
Assunto: RÁDIO SANTA CRUZ
Corpo da mensagem:
Senhor Jornalista Roberto Rabat,
Todos os dias sempre às 5:00 horas da manhã, quando os passarinhos começam a sair das tocas e dos ninhos, estou eu aqui no meu cantinho ligando e ouvindo o programa líder de audiência há mais de quarenta anos, do meu amigo ZÉ TIRO SÊCO, o caipira mais atrapalhado da região.
Há coisa melhor para começar um dia?
Aos sábados e domingos, nesta mesma rádio, acontece o programa BAÚ do amigo DRAULO LOPES, matando saudades com as músicas que marcaram época.
Aí vem o Gil Gomes e todos os radialistas que fazem uma programação dinâmica nesta rádio.
Mas como as coisas não são somente flores, os programas de Zé Tiro Seco e Draulo Lopes, são cortados pela metade para ser inserido um programa maluco e sem nenhum conteúdo, ainda por cima se dizendo espírita, que fala do caboclo sete estrelas e de outras besteiras que não levam a nada.
Acredito que a programação foi alterada para atender um apelo puramente comercial, tipo vamos faturar, em detrimento a programas com real conteúdo como são os de Zé Tiro Sêco e Draulo Lopes.
A comunidade espírita precisa reagir a este programa pois o mesmo se diz de origem espírita, quando na verdade não tem nada a ver com a doutrina espírita na sua essência.
Realmente uma programação de mau gosto da Rádio Santa Cruz.
ZÉCARLOS JUNIOR
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O MAR DE ILHÉUS
De: Guimaraes
Assunto: O MAR DE ILHÉUS
Corpo da mensagem:
O litoral de Ilheus é o maior da Bahia.
Não temos uma empresa de pesca, pois quem pesca aqui são empresas do Ceará.
Muitos navios aportam no Porto do Malhado e passam ao largo e me pergunto, não ha acidentes?não lavam seus porões?
temos uma base naval e eu nunca vi nenhum navio patrulha.
O mar de Ilhéus é um mar de tranquilidade?
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Rio do Engenho -Uma tragédia socioeconômica e ambiental
Luciano Sanjuan
Se procurarmos em todos os guias de turismo, livros de história e até no imaginário da população ilheense o povoado do Rio do Engenho situado a margem direita do Rio Santana, com certeza estará notificado como um belo lugar, com paisagens bucólicas, natureza preservada, banhos de rio, cachoeiras, boa culinária, gente hospitaleira e muita história.
A igrejinha do século XVI e os resquícios do Engenho de Santana são complementos importantes que deveriam estimular o visitante a conhecer melhor esse recanto pitoresco da Costa do Cacau, no entanto para o morador, o que se descortina é uma verdadeira tragédia socioeconômica e ambiental. O lugar vem se depauperando seguidamente com ações governamentais desastrosas que desencadearam um verdadeiro empobrecimento da população do lugarejo.
O lugar que é cartão postal dos mais apreciados teve um forte abalo socioeconômico-ambiental com a construção em 1998 da represa do Rio Santana, que abastece com água potável os belos bairros ao sul de Ilhéus – Pontal, Jardim Atlântico, Urbis e tantos outros, no entanto a população do Rio do Engenho que esta a cerca de 100 metros da represa, não recebe nem uma gota de água tratada, se abastecendo do precioso líquido de uma represa poluída que se situaironicamente próxima a “grande barragem” é como se o colonialismo da época dos portugueses continua-se vigorando e se perpetuando – tiram o ouro e pagam com chibatadas.

Mas a construção da imponente barragem não só afetou a paisagem histórica, como também provocou umagrande catástrofe ambiental e uma forte decadência econômica do lugar. Porque além de não beneficiar o povoado com água tratada, a implantaçãoda Barragem não realizoua construção do canal da piracema quepermite aos peixes migradores chegar às áreas de reprodução e berçários acima dasbarragens no período da piracema (migração reprodutiva), e seu retorno no período de alimentação. Essa ligação é fundamental para a conservação da biodiversidade.

Canal da piracema no Rio Paraná (barragem de Itaipú) por onde os peixes e mariscos sobem o Rio.
No Rio Santana a construção da barragem ocasionou o desaparecimento de diversos pescados que davam sustentabilidade ao turismo gastronômico no Rio do Engenho, com destaque para o famoso Robalo, que era servido nos restaurantes do lugar e que atraiam personalidades e apreciadores da boa gastronomia e que juntamente com o pitu dava animo aos motoristas de enfrentar os 26 km de estrada de chão que separam o Rio do Engenho do centro de Ilhéus para apreciarem as deliciosas iguarias.
Com o fim do Robalo e a proibição da pesca dopitu em todo o estado (porque ainda não foi feita uma pesquisa de quando acontece o defeso -época de reprodução), além da falência dos restaurantes, os pescadores passaram a ser marginalizados e a ter que pescar de forma ilegal, segundo eles para “não ter que mudar para a cidade e se transformar em favelado”.

Barragem do Rio Santana uma muralha intransponível para peixes e mariscos.
Livro com Histórias de Adonias Filho

Livro com Histórias de Adonias Filho
Organizado por Cyro de Mattos Ganha
Publicação Primorosa da EDITUS
Numa edição primorosa, com belíssimas ilustrações do desenhista baiano Ângelo Roberto, nascido em Ibicaraí, a coletânea Histórias Dispersas de Adonias Filho, com prefácio, notas e organização do escritor Cyro de Mattos, foi publicada neste mês de março pela Editus, editora da Universidade Estadual de Santa Cruz. Na obra são apresentadas cinco histórias em que o escritor Adonias Filho transmite sua paixão por uma humanidade feita de verdades fundamentais através da visão dramática, lírica e amorosa, que palpita em seus protagonistas, nas passagens feitas de alusões e observações lúcidas.
O Brabo e Sua Índia, A Lição, Nosso Bispo, Amor no Catete e A Volta são as histórias que compõem a coletânea e que foram publicadas há mais de trinta anos, em revistas, jornais e antologias. A coletânea traz ainda uma pesquisa iconográfica feita com bom gosto pelo escritor Cyro de Mattos na qual é mostrado o consagrado romancista baiano Adonias Filho em momentos importantes de sua vida: tomando posse na Academia Brasileira de Letras, em sua fazenda Aliança, em Inema, em sua viagem a Luanda (África) e com os amigos Rachel de Queiroz e Gilberto Freire.
LEGÍTIMO CRIADOR
Como posfácio na coletânea figura o estudo Experiência de um Romancista, do Professor Emérito Doutor Fred Ellison, da Universidade de Austin, Texas, com tradução para o português do Professor Emérito Doutor Luiz Angélico, da Universidade Federal da Bahia. Ressalta Cyro de Mattos no prefácio da coletânea que “o tratamento digno que imprime o legítimo criador de linguagem à sua gente, nestas Histórias Dispersas, que ora acontecem no interior do sul da Bahia, ora na Capital, já demonstra aquele que seria em sua carreira de escritor, entre o trágico e o lírico, um dos maiores intérpretes da natureza humana feita de sortilégios, ermos e pesos da vida, em sua dimensão mítica povoada de mistérios”.
A Editus vai promover o lançamento do livro na Academia de Letras da Bahia, em Salvador, no dia 25 de abril, às 18 horas. Em Itabuna, a Academia de Letras de Itabuna – ALITA e a Editus vão lançar Histórias Dispersas de Adonias Filho no dia 5 de maio, na FTC, às 19 horas, enquanto o Memorial Adonias Filho em Itajuípe pretende programar o lançamento da obra para o mês de junho, em data a ser
PSICOMUNDO – ATENDIMENTO PÚBLICO
Não há quem nunca tenha feito, ou pelo menos ouvido, comentários como este: “hoje, quando fui tratar de meu processo, resolver assuntos de documentos importantes, tive a sorte de encontrar um funcionário ótimo, atencioso, paciente, educado e prestativo”. Ou: “aquela funcionária deveria ser elogiada pela delicadeza com que trata as partes”!
Com a existência de várias repartições públicasem nossa cidade, o certo, entretanto, seria considerar-se natural esse procedimento e só o oposto, por sua raridade, merecer comentários. Por exemplo, ficar numa fila para reconhecer a firma de uma pessoa, recebendo uma senha de quantidade limitada para esse atendimento, realmente merece uma boa reflexão buscando uma fórmula para estabelecer um bom atendimento. Torna-seum grande inconveniente quando se encontra numa dessas filas, pessoas idosas, senhoras grávidas, deficientes físicos de todas as necessidades básicas, e muitas vezes são criaturas esquecidas, e surge uma necessidade prioritária originada da boa formação educacional de nossa sociedade solidaria e humana, dando-lhes de modo espontâneo o seu lugar no atendimento.
Não é favor nenhum darmos a quem procura uma repartição pública um tratamento cortês que retrate a imagem do Órgão a que pertencemos e executamos nossas atividades profissionais.Na organização do nosso País, todos são chamados a colaborar, quer diretamente, quando ocupamos um cargo, seja qual for, na administração pública, quer na condição de mais um dos que, pelo pagamento de impostos e taxas, contribuem, igualmente, para o desenvolvimento da Nação Brasileira.
É fácil, pois, compreender a irritação de alguém que, após aguardar em pé numa longa fila sua vez de ser atendido, se sente muitas vezes desrespeitado ao ouvir a informação seca e impaciente do funcionário que o atende: “volte amanhã ou daqui a alguns dias”! Faltam adicionar um sorriso, uma palavra amável e maiores explicações aos esclarecimentos que prestamos, e estamos ali para isso, respeitar e atender bem ao público. Nada custa dar a impressão de que o mais importante para nós, naquele momento, é resolver o problema de quem nos procura.
Assim procedendo, não estaremos apenas zelando pelo interesse do próximo, ou mesmo ajudando o nosso semelhante, mas, ao mesmo tempo, elevando o conceito da repartição em que trabalhamos e, consequentemente, o status profissional de cada um de nós. Para não falar, também, de nosso aperfeiçoamento como pessoa humana. A educação mostra o grau de conhecimento da cultura do servidor público observada pelo lado social. É um gesto determinante que marca para sempre, e onde quer que esteja a pessoa que atendeu com carinho e presteza, pois a primeira impressão é a marca que registra esse entrelaçamento de importante encontro humano.
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Eduardo Afonso
73 8844-9147/9154-6888
Processo Seletivo
De: Jackson Emanoel benevides Prado
Assunto:
Corpo da mensagem:
O IF Baiano está realizando Processo Seletivo para contratação de Professor Temporário para atuação no Campus Uruçuca (antiga Emarc). São oferecidas 06 vagas distribuídas nas áreas de Física, Filosofia, Letras e Engenharia de Agrimensura.
As inscrições serão realizadas, exclusivamente pela Internet, no período de 02/04/2012 a 10/04/2012.
A remuneração varia de R$ 1.115,02 a R$ 3.678,74 para o regime de trabalho de 40
horas semanais; e R$ 557,51 a R$ 2.132,48 para o regime de trabalho de 20 horas semanais.
Para se inscrever, o candidato deverá acessar o sítio eletrônico http://www.ifbaiano.edu.br/unidades/urucuca, preencher a ficha de inscrição, assiná-la e enviar para o e-mail: selecao.professor@urucuca.ifbaiano.edu.br. Não será cobrada taxa de inscrição.
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