O CONSELHÃO TÁ FAZENDO FALTA
por José Henrique Abobreira
Corria o mês de dezembro e o prefeito Jabes Ribeiro montava a sua equipe de secretariado, e muito me honrou o seu convite pessoal para que assumisse uma pasta no governo municipal que iria ter início em janeiro 2013, sob os auspícios da grande maioria da população que não mais suportava o estado de deterioração em que Newton Lima tinha mergulhado a cidade de Ilhéus. Agradeci-lhe a deferência, assinalando para o mesmo que me sentia honrado ao ser convocado para a tarefa de reconstruir Ilhéus mas que me sentia impedido por limitações de ordem física, problemas de saúde. Entretanto afirmei para Jabes que era o meu desejo continuar ombreado na luta política, assim como o fizera durante a campanha eleitoral, abraçando desde o início a sua candidatura que para mim se configurava a melhor naquele momento para Ilhéus, e para isso sugeri-lhe a minha participação efetiva numa espécie de CONSELHÃO, um espaço que viesse a ser criado legalmente e que, juntando as forças vivas da cidade, pudesse auxiliar o governo no estabelecimento e fixação de políticas públicas necessárias para o desenvolvimento econômico de Ilhéus, sob o viés da sustentabilidade com crescimento econômico, justiça social com a geração de oportunidades de emprego e renda para a nossa gente e preservação do ambiente para as futuras gerações dos nossos meninos e meninas.
Eis que julgo o momento de efetivação do referido Conselhão, para que,realmente, consigamos ter um instrumento de definição de uma agenda econômica para a cidade,trazendo à luz definições de cronogramas e prazos junto aos governos estadual e federal para a efetivação de projetos e ações que afligem fortemente a nossa cidade, só para ficar em alguns exemplos, a nova ponte Ilhéus-Pontal,a duplicação da Ilhéus-Itabuna,a ampliação do distrito industrial e consolidação do polo de informática, o novo aeroporto e o Complexo Porto Sul e seu modal rodo-ferroviário.
Poderão ter assento nesse colegiado as representações de órgãos de desenvolvimento regional, a exemplo da Ceplac,Sebrae,Sudic,Fazenda Estadual,Associação Comercial,entidades promotoras da cidadania e organismos ambientais, somados a representações empresariais Bamin,Cargill ou entidades que representem esses segmentos.
Afinal a cidade está precisando urgente unificar a sua linguagem e prioridades e exigir das esferas de governo o cumprimento de cronograma de ações, com estabelecimento de prazos para a efetivação dos projetos, e para isso devem sentar na mesma mesa prefeito,vice-prefeito,secretários, deputados, lideranças empresariais, lideranças populares e, juntos, promovermos a grande concertação, a grande união de forças em prol de resultados palpáveis, promovendo assim o destravamento de tudo isso que está projetado para o novo desenvolvimento de Ilhéus e região.
A minha proposta que será levada ao prefeito, e que foi ventilada ontem pelo deputado Zé Neto de organizarmos uma grande Audiência Pública aqui em Ilhéus no mês de março com a participação do secretariado de Wagner nas áreas de projetos estrurantes(Oto Alencar,Gabrielli e Rui Costa)senadores da Bahia, deputados da região, segmentos econômicos e populares, no sentido de definirmos, urgentemente, prazos para a realização dessas obras por que clama a região.
AFINAL EXISTEM NO CAIXA DO ESTADO RECURSOS DA ORDEM DE 5 BILHÕES E ILHÉUS PRECISA SE HEBILITAR PARA RECEBER PARTE DESSES INVESTIMENTOS.




















































