PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO (26ª PARTE)
As fragilidades das pessoas em suas escolhas conjugais não são características do acaso, o certo é que na observação da existência das poucas qualidades traduzidas nas resistências da sua materialização, quantas pessoas deixam de analisar que cada célula do corpo humano todos os dias nasce e morrem! Assim são as pessoas na vida cotidiana e na mais pura expressão dos acontecimentos surgidos no mundo, vale a inteligência para a utilização muita clama nessa hora! Na falta dessa percepção muitas criaturas estão trocando a alegria pelo desconforto da ausência da solidariedade nos caminhos da vida.
As pessoas no mundo estão mudando seu sistema de viver, descaracterizando o seu fator essencial de existência e permutando-o por caminhos isolados e vulgares. Em outras palavras, trocando um laço de fraternidade onde o amor e paz pode ser mais importante, mergulhando em transitórios momentos de falsas emoções. Muitos impasses surgidos no transcorrer da abrangente permanência de muita gente em nosso mundo, pode ser uma tarefa muito complicada.
São declinados nessa mensagem opiniões sobre as uniões matrimoniais que estão se desfazendo, e não podemos imaginar porque o individualismo está sobrepondo sua marca diante do poder inigualável da sabedoria humana que nasce dentro de cada individuo! Muita gente ainda vivendo o jogo das aparências e pensando que a felicidade pertence ao seu mundo interior. Mas, o Evangelho nos revela que a felicidade não pertence a esse mundo! E, sobretudo, os efeitos da lei de amor são o melhoramento da raça humana e a felicidade durante a vida terrestre.
Não podemos sentir a sensação de que “A evolução da sociedade vem dando menos importância à família tradicional, mas preocupam-se com as pessoas, seus custos e novas mudanças. Não há banalização. Talvez até, pessoas casem mais por saber que também é mais rápido fazer o divórcio“. São inovações do mundo moderno dando origem a novos acontecimentos “fora da realidade”, mas, deixando uma marca desmedida de contundentes e tristes cicatrizes que muitas vezes o tempo nem sempre oferecerá condições de dissipar os males criados, porque são destruições de inúmeras vidas.
As notícias correm o nosso País e muitas outras Nações, e segundo as informações desses acontecimentos, em 2006, a pesquisa “Estatísticas do Registro Civil 2007” realizada pelo IBGE revelou que foram concedidas 101.820 separações judiciais naquele ano e que, entre 1984 e 2007, a taxa de divórcios no Brasil subiu 200% entre 1984 e 2007. Dados divulgados pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal mostraram que, em 2008, foram abertos 70 mil processos de separação no País.
O casamento no Brasil ficou muito sério as avaliações de valores porque se imagina seu ato inicial, apenas cheio trocas de aparentes afetos e gestos delicados! Esqueceram o amadurecimento das pessoas que embarcaram nessa barca criada para ancorar num único porto: o devotamento mútuo! Daí esperando que sejam ornamentados em favor dessa união: afinidades recíprocas para a construção dos reais sentidos de aspirações de serenidade em que a compreensão, a paciência, a humildade ultrapassando as dificuldades sejam quais forem os sacrifícios.
Fácil observar o final se não bem direcionado para a formação de unidade a dois, serão sempre trocas de uniões como se fossem manifestações de chocantes provas de luxúria e prazeres carnais. São imensos os deslizes maltratando seres imaginários que buscaram qualquer forma de amar e ser feliz! Apesar dos aspectos positivos, com menos gastos e menor burocracia, fica a dúvida: será que as novas regras promoverão a banalização do casamento? O medo é que muitas pessoas propagam que o amor está morrendo, e surge o jogo das trocas de simplesmente ficar, curtir momentos em que por instantes mostrou decisões provocadas por decepções, mágoas e solidões inesperadas!
O favorecimento da união entre as pessoas está no comprometimento da composição de uma vida conjugal mais sólida e feliz, pois sem essa modalidade existencial tudo têm contribuído para dificultar a convivência de marido e mulher. Muito triste e desumano numa família viver com efeitos retrógrados de ideia de posse; dão a entender subliminarmente que casamento é principalmente vida sexual, quando na verdade implica um dia-a-dia vivido a dois em atitude de doação generosa e paciente. O alicerce que sustenta essa maravilhosa comunhão de afeto e aliança mútua, nunca deve deixar desaparecer a presença da confiança e dos sacrifícios!
Eduardo Afonso – (73-8844-9147) – Ilhéus-Bahia
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