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FACULDADE DE ILHÉUS

Formatura da turma de enfermagem.
Centro de Convenções.
07 09 2013

Meu irmãozinho Reynaldo Rabat Chame (Naldinho) e sua patroa Ligia Cabral, EMOCIONADÍSSIMOS, testemunharam a colação de grau do filhote Ranieri Cabral Rabat Chame.
Momento de rara emoção vendo, nos olhos de Naldinho e Ligia, alguma coisa do tipo MISSÃO CUMPRIDA.
Pelo que se pode observar foi uma turma que, certamente, permanecerá viva por todos os séculos dos séculos amém.

MONT 01MONT 02

Bjão pra todos os Bacharéis em ENFERMAGEM.

Rabat & Banda.

ILHÉUS / DESFILE – 7 DE SETEMBRO 2013

MONT: R2CPRESS

FOTOS BY GARCIA FOTO (73 8805 5478) – MONT: R2CPRESS

Veja FOTOS clicando AQUI e depois na SETA para AVANÇAR.

Agrissênior Notícias – Nº 444 – 11 de setembro de 2013

Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).

MAÇONARIA ITABUNENSE COMEMORA A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

SALVE SETE DE SETEMBRO

As lojas Maçônicas, 28 de Julho/GOB, Areópago Itabunense e Acácia Grapíuna/GLEB, participaram do desfile cívico da Independência do Brasil neste 07 de setembro, revivendo a história de libertação do reino de Portugal. A Maçonaria Iabunense desfilou com seus paramentos, estandartes e faixas, tendo à frente seus Veneráveis, José Rebouças, Paulo Dantas e Helder Dantas, que mesmo com as chuvas não mediram esforços em desfilar para a população confirmando que a Maçonaria está atenta aos anseios da sociedade e a lutar para que as desigualdades sejam dissipadas para melhor assistir seu povo. A nossa programação teve início as 07h00 com um café matinal no salão de festa da Loja Areópago Itabunense, em seguida o hasteamento da Bandeira Nacional e um breve discurso do irmão Ícaro Emanuel com uma síntese do que foi a Independência do Brasil. As Ordens, Demoley e Filhas de Jó participaram ativamente do evento dando a sua contribuição no processo evolutivo dos jovens a pensar no futuro do Brasil. Um TFA.’. a todos os Maçons !

MONT: R2CPRESS

MONT: R2CPRESS

Ir.’. Enault Freitas da Rocha Filho

 MM/CIM 179718

LOJA 28 DE JULHO N 1840

Veja FOTOS clicando AQUI e depois na SETA para AVANÇAR.

Cidadania requer responsabilidade… Mas acima de tudo CORAGEM !!!

A respeito da nota publicada no “Blog do Gusmão”, no dia 06.09.2013 às 16h04m, intitulada: “NOTA DE REPÚDIO DOS PROFESSORES DE INEMA E PIMENTEIRA”, cumpre-me na condição de professora das escolas em pauta, atualmente exercendo cumulativamente a direção dos dois centros, esclarecer que a referida publicação não representa o pensamento dos professores lotados nos liceus em questão, visto que quase a totalidade deles manifestaram a mim seu repúdio a infeliz iniciativa, ainda mais quando o assunto é a ética, a decência e o trabalho reconhecido desenvolvido pela Secretária de Educação do Município de Ilhéus (Ba), professora Marlúcia Rocha. Compreendo que parte das reivindicações apresentadas no texto são fruto de um processo democrático, portanto, muito natural e necessário, contudo, pelo bem daquilo que chamamos de liberdade responsável e exercício pleno da cidadania, devemos estabelecer sempre os limites, as fronteiras que nos colocam diante da possibilidade do cometimento de injustiças que no caso em pauta, ofendem alguém com serviços prestados à educação.

Aqui não pretendo exercer a defesa da professora Marlúcia Rocha, mesmo porque não disponho de qualificação técnica para tanto, sou apenas e muito orgulhosamente mais uma professora e mesmo que a tivesse não fui constituída para tal fim, contudo, faz-se imperioso e vejo como meu dever exigir que os ditos “anônimos” que “assinam” a “nota” respeitem os professores de Inema e Pimenteira, pessoas honradas e trabalhadoras, que lutam dia após dia por uma educação melhor para jovens e crianças e dado as suas elevadas atribuições não dispõem de tempo para o levantamento de questões que não desfrutam de bases concretas, situando-se apenas, tão somente nos assuntos que dizem respeito ao dia a dia de seu ofício, exercendo responsavelmente sempre que julgar necessário seu direito de manifestação e assim contribuem para a consolidação da liberdade de expressão como direito básico do homem, conquista maior de um povo.

O anonimato ofende a democracia e a magnitude de uma imprensa que conquistou seu espaço indo aonde está o povo, sendo a voz dos esquecidos e o grito dos injustiçados. Respeitemo-la, pois é instrumento de defesa do cidadão à medida em que observa, forma e informa, faz acontecer ante a lentidão e a inoperância. Sejamos, pois, autênticos, afirmemos de cabeça erguida quem somos e o que pensamos, desprezando, pois, o manto que envolve os covardes, pois não precisamos de tais artifícios. A VERDADE NOS BASTA !!!

Assim, espero que a “vergonha” se faça presente, apontemos, critiquemos, exerçamos nossos direitos e o façamos de “cara limpa” e “peito aberto”, anunciemos nossas identidades e exerçamos nossa cidadania através dos meios legais disponíveis a qualquer cidadão de bem, mas acima de qualquer coisa estejamos munidos de provas e só assim alcançaremos a credibilidade e o respeito das pessoas e de nós mesmos.

Lamentando o episódio e apoiada na solidariedade de nossos profissionais, coloco democraticamente nossas escolas e seus quadros docentes à disposição para quaisquer questionamentos e /ou dúvidas que possam advir.

Paz e bem.

Maria Amélia de Jesus Marques Morais
Diretora das Escolas Nucleadas de Inema e Pimenteira

FALECIMENTO DO AMIGO BEZINHO

Querido Tinho

Soube com muita tristeza, aqui em Conquista, do falecimento do querido amigo Bezinho a quem eu admirava muito nos bons tempos em Ilhéus.
Para toda a sua família e a seu irmão Robson os nossos sinceros sentimentos. Na próxima quinta feira, no Terço dos Homens faremos uma oração para que ele descanse em paz no reino eterno do pai de todos nós.
Também externamos as nossas condolências a todos os seus amigos que durante muito tempo conviveram com ele e que, como nós, também estão sentindo e orando; são eles: Luis Maia ( Onça ), Gracco, Idaldir, China, Alfredo, Itassucy, José Roberto, Dado, João Borges, Cibel, Cipá, Mundinho, Franco Rocha, Zaide, Bira, Papinha, Besco, Edinaldo, Martinho, Dinarco, Sabacu, Cide ( técnico de futebol de salão ) José Roberto ( técnico de futebol de salão ), tantos outros queridos e inesquecíveis amigos pontalenses. 
 
Beijo grande com carinho, saudade e lembranças a todos daí
José Rabat Chame
Vitória da Conquista – Ba
          jose.rabat@hotmail.com

ILHÉUS – ESTAMOS RECLAMANDO DE QUÊ?

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Rezende.

A NOSSA INDEPENDÊNCIA

zecarlos-vasco-com-300_CAPAComo não temos nada para comemorar, muito menos a independência da nossa sofrida cidade, inclusive teve um desfile “ super animado e bastante concorrido”(aff), mas só esqueceram de avisar aos nossos tradicionais colégios.

Coisas da vida e que só a história pode um dia contar a quem sobreviver a este novo tsunami que está querendo arrasar com o que resta da cidade.

Agüentemos todos juntos e unidos, a nossa independência tarda mais não vai falhar, é uma questão de tempo.

Por falar em independência, estas fotos mostram a liberdade de ir e vir de amigos, alguns aposentados e outros ainda na ativa, mas o importante é que temos a independência das nossas vidas, de tomar todas, de comer uma boa costela no fogo de abafo, contar muitas piadas e sacanear um com o outro.

Existe coisa melhor na vida?

Tem gente aqui na cidade que sequer pode sair de casa, uns por vergonha, outros porque não tem dinheiro, outros estão em depressão, outros estão com problemas de saúde, outros preocupados com os processos na justiça, mas a vida continua para quem gosta de curti-la.

Portanto, nessa semana da Independência da Pátria, resolvemos adicionar uma costela de boi e agradecer a Deus por tudo.

Vejam as fotos tiradas no Sítio Cauã, do nosso amigo Luiz Mota.

Sítio Cauã

Sítio Cauã

ZÉCARLOS JUNIOR

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Escrito por João Ivo Girardi  

Uma história que poucos conhecem…..

Nenhum estado brasileiro comemora a Independência do Brasil com tanto entusiasmo quanto a Bahia. As diferenças começam pelo calendário. O feriado de Sete de Setembro, marcado nas outras regiões por desfiles militares e escolares aos quais o povo raramente comparece, é ignorado pela maioria dos baianos. A verdadeira festa acontece no dia 2 de julho, data da expulsão das tropas portuguesas de Salvador em 1823. E só perde em grandiosidade para o Carnaval. Os baianos têm motivos para celebrar. Foram eles os brasileiros que mais lutaram e sofreram pela Independência. A guerra contra os portugueses na Bahia durou um ano e cinco meses, mobilizou mais de 16.000 pessoas só do lado brasileiro e custou centenas de vidas. Foi também ali que o Brasil independente correu o mais sério risco de se fragmentar. Depois da expulsão das tropas do general Jorge de Avilez o Rio de Janeiro, em fevereiro de 1822, metrópole portuguesa decidiu concentrar em Salvador todos os seus esforços militares. O objetivo era dividir o Brasil. As regiões Sul e Sudeste ficariam sob o controle do príncipe regente D. Pedro. O Norte e o Nordeste permaneceriam portugueses. Mais do que isso, a metrópole alimentava a esperança de que, uma vez dominada a Bahia, suas tropas poderiam eventualmente atacar o Rio de Janeiro e dali recuperar as demais províncias. A coragem e a determinação dos baianos impediram que isso acoontecesse. A resistência baiana decidiu a unidade nacional, (…) As tropas brasileiras eram comandadas pelo general francês Pierre Labatut. Comandou as tropas brasileiras por dez meses, mas a nomeação de um oficial estrangeiro para um cargo tão importante causou desconforto na Bahia. O general mal falava a língua portugesa e insistia em alistar escravos nas tropas brasileiras, medida que os senhores de engenho temiam, por acreditar que, uma vez armados, os negros poderiam se voltar contra eles. Cercado por intrigas de todos os lados, Labatut acabaria preso e destituído do comando pelos próprios oficiais cinco semanas antes de terminar a guerra. A glória de entrar em Salvador com as tropas brasileiras no dia 2 de julho caberia ao coronel José Joaquim de Lima e Silva. Era tio do jovem Luís Alves de Lima e Silva, futuro Duque de Caxias e atual patrono do Exército brasileiro, que também participou dos combates na Bahia como tenente ajudante no Batalhão do Imperador. Os primeiro soldados brasileiros entraram na cidade ainda pela manhã. Nem de longe lembravam um exército vitorioso. Eram homens descalços e quase nus, mostrando a miséria dos andrajos a grandeza de seus sacrifícios. Foram recebidos com festa pelos moradores. E com festa ainda são lembrados todos os anos no dia 2 de julho. A Bahia decidiu o futuro do Brasil, na sua forma atual, mas a festa de Dois de Julho é hoje praticamente desconhecida pelos brasileiros das outras regiões. Ao contrário do Carnaval, e apesar de também reunir milhares de pessoas, raramente é notícia nos jornais e emissoras de rádio e televisão fora da própria Bahia. Porém, um visitante desavisado que chegar à capital baiana nessa data perceberá logo ao desembarcar uma nota dissonante: o aeroporto de Salvador, que até alguns anos atrás se chamava Dois de Julho, mudou de nome. Agora, chama-se Luís Eduardo Magalhães, em homenagem ao político baiano falecido em 1998. É uma prova de que o coronel da atualidade será sempre mais lembrado do que todas as lutas gloriosas do passado, (Do livro, 1822, de Laurentino Gomes. Ed. Nova Fronteira, 2010).

Personagens famosos desta história:

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PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 41ª PARTE

A sabedoria popular tem ramificações imensas de conhecimentos isolados e não é preciso o homem ser intelectual para se tornar um magnata esperto e talentoso hoje em dia, basta ficar de olho nos inusitados acontecimentos que apontam as imaginárias direções a seguir levando vantagens. Ir para onde, olhar para o que e seguir a quem? Eis o problema e a questão a ser diagnosticada para saber quantos esperaram parados uma fórmula mágica para que acontecessem nos seus dia a dia, momentos luzes ou trevas. O mundo é cheio de luzes e os homens podem transformá-lo em trevas numa questão mínima do seu tempo de vida!

Conversas de ruas e amigos cheios de novidades são coisas que jamais vão desaparecer nessa vida a fora! Tudo isso é muito bom e podemos dizer que através desses encontros, deslumbramos instantes hilariantes de eventos que realmente deixamos passar admirados, porém, intensamente felizes, afinal são fases extraídas do tempo no espaço entre a vida e sobrevivência. Tem pessoas que quando fala sobre determinados assuntos até parece que são mesmo especialistas no que dizem.

Se dialogarmos na troca de conhecimentos religiosos, surgem pessoas cheias de fortes idéias sobre a Bíblia, afirmando profundo conhecimento acerca da Sagrada Escritura, e de repente alguém surge relatando que conhece profundamente esse assunto. Olhando com ar de admiração, são colocadas inúmeras argumentações, e muita gente dando eloqüentes demonstrações de ter lido até o rascunho da Sagrada Escritura, diante de tanta certeza do que está relatando!

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DEMARCAÇÃO: PORQUE DEIXARAM ISTO ACONTECER?

por Edgard Siqueira

 Durante algum tempo ocupamos este espaço, de maneira petulante, já que não somos “das letras”, com o intuito de transmitir o conhecimento adquirido sobre a melhor maneira de enfrentar o nosso problema conhecido como DEMARCAÇÃO. Em dado momento, percebemos que o nosso ciclo tinha se esgotado, principalmente, depois de tomar conhecimento que a Associação que representa os Peq. Produtores estava tomando providencias no sentido de procrastinar o nosso processo liminarmente. Infelizmente, LEDO ENGANO.

Estamos vivendo o pior momento desde que este pesadelo caiu sobre as nossas cabeças e continuamos a tomar conhecimento através da mídia, de medidas apenas de cunho politicamente pontual, já que as agressões sofridas pelos AGRICULTORES extrapolaram a ordem social e se tornou uma questão de segurança publica, provocando os políticos a mostrarem as caras, na velha prática do continue me enganando que eu gosto.

Mas, PORQUE DEIXARAM ISTO ACONTECER? Para todos terem, definitivamente, um entendimento fundamentado em fatos que aconteceram e estão acontecendo, é imprescindível que todos assistam e assistam, mais de uma vez, os dois vídeos em anexo. As semelhanças contidas nos vídeos com a nossa realidade, não são meras coincidências, é a verdadeira história que ninguém tem coragem de contar, mesmo sabendo. Assistam ao primeiro vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=QQZ3bZGtD6k&feature=youtu.be

Vimos no vídeo, sobre a ótica da Constituição Federal, a opinião imparcial de um Juiz Federal, que faz a mais esclarecedora exposição sobre os processos de demarcação de terras indígenas. O mais importante, é que ficou claro de que JURIDICAMENTE podemos reverter o nosso processo, mesmo tendo perdido as posses de nossas propriedades, desde que saibamos usar a munição que dispomos, fato que até hoje não aconteceu. Complementando ao primeiro, assistam com muita atenção ao segundo vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=5CrteHEyfqY

PORQUE DEIXARAM ISTO ACONTECER?

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A MAÇONARIA NO BRASIL E A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.

“A verdadeira Historia  que não se vê  nos livros de Historias, e  em salas de aulas, a maçonaria pujante, organizada e seus grandes lideres que  protagonizaram a mais bela pagina de nossa historia, e alguns de seus ilustres  “ atores” a começar pelo Ilustre irmão  Jose Joaquim das Silva Xavier “ Tiradentes” com seus ideais de Liberdade, seguindo seus  nobres  irmãos os Senhores, o Sr.  Joaquim  Gonçalves Ledo, Sr. Jose Bonifácio  de Andrada e Silva, Sr. Jose Joaquim da Rocha, e muitos outros”. 

Enio Felipe Daud Lima, Venerável Mestre da Loja Maçônica Elias Ocké – Ilhéus/Bahia.

Vamos  ler um pouco de Historia, historia  com H.

“Laços fora, soldados! Pelo meu sangue, pela minha honra, juro fazer a liberdade do Brasil. Independência ou morte!”

Esta proclamação – feita por Dom Pedro às margens do Ipiranga,  às 16h30 de 7 de setembro de 1822, em meio às espadas erguidas dos militares que o acompanhavam – parece lembrar claramente um juramento maçônico. Na verdade, o que comemoramos a cada 7 de setembro não é exatamente a independência do País, mas o compromisso solene do príncipe Pedro com nosso povo. A independência política –  destituída da idéia de completa separação de Portugal – havia sido anunciada oficialmente um mês antes, em agosto.

A independência brasileira foi resultado direto da ação do movimento maçônico. As organizações autônomas baseadas na tradição da maçonaria são fraternidades secretas ou semi-secretas que realizam reuniões ritualísticas. Elas buscam o aperfeiçoamento do ser humano através da vivência da fraternidade universal, da liberdade de consciência e da ruptura dos dogmas religiosos. Mas, como todo movimento baseado na liberdade de pensamento, as organizações maçônicas divergiam bastante umas das outras e deixavam à mostra as incoerências humanas, vaidades pessoais e lutas de poder dos seus integrantes, entre os quais estavam alguns do principais líderes das campanhas pela independência dos países latino-americanos e dos Estados Unidos, e dirigentes de revoluções liberais da Europa desde o século 18.

Para que se compreenda o processo da independência política do Brasil, é preciso ter claro – como destaca o historiador Caio Prado Júnior – que as monarquias de Portugal e Espanha estavam decadentes desde o século 17.

No século 18, a Espanha foi buscar apoio na França, enquanto Portugal se amparava na Inglaterra. A disputa entre Portugal e Espanha – grandes potências coloniais com economias pré-industriais e atrasadas – era, na verdade, um reflexo da briga entre Inglaterra e França, as grandes potências mundiais da época.

A maçonaria, com sua diversidade natural, também expressava essas contradições políticas, econômicas e estratégicas. Na Inglaterra, os maçons defendiam a monarquia constitucional e serviam como uma ponta de lança da influência britânica sobre o mundo. Essa idéia de monarquia acabou dominando os primeiros tempos da independência brasileira. Mas na França, como nos Estados Unidos (que fizeram sua independência a partir de 1776), os maçons defendiam o regime republicano, e divulgaram essa idéia por todo o mundo desde a revolução começada em 1789 com a tomada da Bastilha. O ideário republicano dessas correntes maçônicas teve conseqüências decisivas para os países da América espanhola.

Um  dos motivos pelos quais a  ação dos maçons da Inglaterra era mais moderada no começo do século 19  surgia do fato de que lá não havia sido necessária, no século 18, a violência da Revolução Francesa. Desde os tempos de Francis Bacon, a influência rosacruz e maçônica  era bem maior e mais forte na Inglaterra,  tornando a aceitação das idéias liberais algo natural. Já na França, as elites se haviam negado a aceitar qualquer modernização, apesar dos esforços de grandes maçons, e de sábios notáveis como Alessandro Cagliostro e o conde de Saint-Germain na segunda metade do século 18.  A influência dogmática do Vaticano, muito forte na França, era pequena na Inglaterra. A irresponsabilidade cega das elites levou ao banho de sangue da Revolução Francesa.

Essa diferença entre as maçonarias francesa e inglesa explica, em grande parte, as lutas entre José Bonifácio, maçom moderado e monarquista constitucional, e a maior parte do movimento maçônico brasileiro, que era mais radical, principalmente no plano verbal,  e tinha forte tendência republicana.

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