Leonardo Garcia Diniz

Virtude silenciosa, “sentimento”, que traz em seu cerne somente aqueles que, ainda no século XXI, conseguem perceber a grandeza que há na modéstia de se reverenciar a nobreza alheia e que para, além disso, conseguem respeitar aqueles que por serem pobres, submissos pela situação social que ocupam, fracos e carentes, com a devida deferência HUMANA que merecem.

Sem ser notada, sem alaridos, a “humildade” segue por dentro, dirige, define, todas as demais e fundamentadas virtudes que norteiam o comportamento dos homens que praticam a ARTE REAL; que entre tantas nomeio:

Tolerância, mais enfatizada.
Ética, cimento na construção da sociedade.
Justiça, para se manter a liberdade e o direito.

Caridade, doar em causa da aflição.

Ser “Humilde” não significa ser servil.

Ser “Humilde” não significa ser fraco.
Ser “Humilde” não significa crer em depreciação própria.

A Humildade é a única virtude que jamais caminhará sozinha, ela estará sempre acompanhada, de mãos dadas, com a Tolerância, com a misericórdia, com o amor, com a caridade, com a verdade e, principalmente, com a consciência e o reconhecimento de “DEUS”.

Ao possuir HUMILDADE pode o Homem reconhecer em si a força da razão que a guia, produzindo nele (homem) a alegria, paz e serenidade que tanto necessita.

 “Quem é bom, é livre, ainda que seja escravo. Quem é mau, é escravo, ainda que livre”

Santo Agostinho.

Leonardo Garcia Diniz