
GP
A vida tem altos e baixos. Há momentos em que tudo está bem e de uma hora para outra tudo pode mudar. Devemos estar preparados, vigilantes e conectados com Deus, nosso Pai, para que estejamos fortes e confiantes diante das adversidades que fazem parte da vida de qualquer um de nós. Não importa o problema pelo qual esteja passando. Levante a cabeça e olhe para o céu azul, veja a imensidão do Universo e lembre-se que Deus é o Senhor de tudo e que Ele pode tudo. Para Deus não existe o impossível. Se passamos por determinadas situações que nos causam dor e sofrimento, não é por acaso. Talvez sejamos os causadores da dor, ou quem sabe seja uma prova para nos fortalecermos como espíritos imortais que somos. Mas Deus tem o controle de tudo. Não cai uma folha de uma árvore sem que Deus o permita. Por isso, não desanime, tampouco se desespere. A ajuda chegará no momento certo. Deus está vigilante, nós é que muitas vezes nos esquecemos de vigiar e orar. Portanto, força, coragem e fé diante de quaisquer adversidades, pois Deus está com você!
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Morava ainda no Pontal, Aulo e Alciato de Carvalho, desde os tempos de jovem quando ainda vivo eu pai Dr. Afonso de Carvalho, político e advogado de notável saber jurídico, casado com Autinha Berbert, sempre alegre, otimista de gestos impregnados de ternura e bondade. Souza Pinto, que se ofendia quando perguntava a ele se era filho de Souza Galo. O José de Goes agrimensor que mesmo idoso nadava atravessando o Pontal a Ilhéus e vice-versa. Usava uma cartola coco e quando deixaram de fabricar aquele tipo de cartola, ele deixou de usar chapéu. Adelino Roberto da Costa, poeta porteiro do Foro. Presidente da Colônia de Pesca. . Leolindo Marques, Oficial de Justiça, chefe político do PSD chegou a ser suplente de vereador. José Pedro dos Santos, Escrivão de Paz, dizem que tinha cerca de 40 filhos, talvez seja por isso que em uma eleição foi eleito vereador com expressiva votação. Meus parentes Silvio Amaral e os descendentes de Macedônio de Castro, sempre moraram no Pontal. Moradores mais antigos, José Gaudencio, que eu e meus irmãos chamávamos de tio José Pequeno. . Com suas filhas Francisquinha e Sil, Sebastião Fragoso, João de Goes, Erotildes Melo, Adalgisa e sua irmã Estefania, Passinho, corregionario e cabo eleitoral do Pedro Catalão. Trajano e Aristarcho Weil, moraram uma temporada por lá. Ataide sempre em lutas com Arnaldo Badaro., vez por outra saiam uns tirinhos de leve. Oscar Leite e seu clarinete, comandando uma boa turma que tinha como ajudante Zacarias Faroleiro. Edmundo Domingues e Nair, Miguel Faria e Fernando do Rosário, que disputavam com Galério as pilherias com os demais. Osmundo Marques, o Juiz de Paz. O Engenheiro Caribé, empreiteiro da Prefeitura, pagava aos fornecedores e operários com vales se tronaram as “famosas Carbelinas” que descontados por comerciantes da praça com deságio. Também proprietário da empresa de lanchas confortáveis para o transporte de passageiros Ilhéus-Pontal empreendimento de curta existência. Os candomblés de Raquel no caminho de Olivença e Percilia de Salvador, ainda hoje representada pelas suas filhas de sangue e sucessores na seita Conceição e Esmeralda.





















