“Quem tem ouvidos de ouvir, ouça.” – Jesus. (MATEUS, 11 : 15.)
Ouvidos… Toda gente os possui.
Achamos, no entanto, ouvidos superficiais em toda a parte.
Ouvidos que apenas registram sons.
Ouvidos que se prendem a noticiários escandalosos.
Ouvidos que se dedicam a boatos perturbadores.
Ouvidos de propostas inferiores.
Ouvidos simplesmente consagrados à convenção.
Ouvidos de festa.
Ouvidos de mexericos.
Ouvidos de pessimismo.
Ouvidos de colar às paredes.
Ouvidos de complicar.
Se desejas, porém, sublimar as possibilidades de acústica da própria alma, estuda e reflete, pondera e auxilia, fraternalmente, e terás contigo os “ouvidos de ouvir”, a que se reportava Jesus, criando em ti mesmo o entendimento para a assimilação da Eterna Sabedoria.
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Seres humanos que não têm boas formações educacionais e nascem no meio de famílias sem condições financeiras e, sobretudo, “ser pobre e morar na favela será utilizado no destino do flagrante”. Segundo pesquisas acerca de culpabilidades do uso ilícito de drogas, não se tem dúvidas sobre quem é punido, independentemente da quantidade de drogas apreendida: “são jovens, entre 18 e 25 anos, é afrodescendente, com educação fundamental, não tem antecedentes criminais”. São tantas barbaridades que existem no encarceramento brutal que há no Brasil, por conta da subjetividade do artigo 28 que oferece ao agente policial, no ato da prisão o poder absoluto sobre o destino da pessoa flagrada com drogas.
“Racista”, “ditador”, “machista”, “radical nacionalista”, “excêntrico”, “doido varrido”. Não faltam qualificativos atribuídos ao cara.





















