Não importa quem seja, mas não devemos jamais usar palavras que possam causar qualquer mal estar numa pessoa. As palavras quando utilizadas com sarcasmo, pouco caso, com grosseria, com desdém, com rispidez, podem ferir e magoar profundamente uma pessoa. Não há nada pior do que causar uma dor em alguém por causa de palavras mal colocadas. Antes de proferirmos qualquer palavra, devemos rapidamente fazer uma análise para sentirmos como reagiríamos se essas palavras fossem dirigidas a nós mesmos. A palavra tem uma força imensa. Ela pesa dependendo da forma com a qual a utilizarmos. Portanto, para que não soframos com o arrependimento e o remorso mais tarde, se não pudermos falar algo de bom a alguém, tanto melhor que nos calemos. Aprendamos que as palavras podem levantar o ânimo de uma pessoa ou derrubá-la, levando-a à ruína moral. Por essa razão, utilizemos as palavras somente se for para ajudar alguém, trazendo a alegria, a esperança, a confiança, a coragem e a fé. Caso contrário, se for para ofender, ferir, criticar, levar adiante uma fofoca, o silêncio será uma virtude!
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Seres humanos que não têm boas formações educacionais e nascem no meio de famílias sem condições financeiras e, sobretudo, “ser pobre e morar na favela será utilizado no destino do flagrante”. Segundo pesquisas acerca de culpabilidades do uso ilícito de drogas, não se tem dúvidas sobre quem é punido, independentemente da quantidade de drogas apreendida: “são jovens, entre 18 e 25 anos, é afrodescendente, com educação fundamental, não tem antecedentes criminais”. São tantas barbaridades que existem no encarceramento brutal que há no Brasil, por conta da subjetividade do artigo 28 que oferece ao agente policial, no ato da prisão o poder absoluto sobre o destino da pessoa flagrada com drogas.




















