Continuam as campanhas para as eleições, porém, notamos que são poucas as realizações sérias para oferecer aos brasileiros de forma imediata a impressão de que surgirão mudanças que resolvam tantos problemas administrativos que a classe política brasileira instalou no Brasil. O poder de gestão governamental em alguns setores da nossa nação sofreu uma desarrumação, deixando todos revoltados. Nessa tremenda fase desconfortável que passa o nosso país, a paz não poderá ser uma bandeira branca, falta honestidade com a alma limpa das pessoas que organizam o desenvolvimento da nossa Terra. Vivemos sempre em busca da serenidade e da fraternidade, contudo, poucos sabem o que significa no Brasil o respeito pela sua soberania.

Transformamos os nossos dias para vários tipos de fases e técnicas para sobrevivência da vida humana, e, infelizmente é esquecido do uso das igualdades de vontades, dando origem aos desrespeitos mútuos, caminhos maculados por exageradas ideias de grupo que é colocado para decidir por nossa população e prestar serviços de reais importâncias sociais, sem nenhum critério que tragam uma satisfação generalizada e projetada no respeito recíproco.

No Brasil é fácil observar que as administrações públicas não demonstram transparência que imponha a confiança imperativa para sua população. Existe um desconhecimento de projetos para seguir modelos visando com seriedade metas governamentais. Então vale refletir com questionamentos aos políticos, representantes do povo, mais especificamente, o que é um projeto? É um conjunto de atividades temporárias, realizadas em grupo, destinadas a produzir um produto, serviço ou resultados únicos. No entanto, a criação de um projeto é temporária no sentido de que tem um inicio e fim determinados no tempo, e, por isso, com objetivo estabelecido e com recursos definidos. Então, trata-se de realizações sérias e com a envergadura de trazer benefícios firmes e duráveis, ausentes de desvios de verbas e superfaturamentos reconhecidos por propinas.

Na organização do nosso País, todos são chamados a colaborar, quer diretamente, quando ocupamos um cargo, seja qual for, na administração pública, quer na condição de mais um dos que, pelo pagamento de impostos e taxas, contribuem, igualmente, para o desenvolvimento e prosperidade da Nação Brasileira. Gerenciar projetos requer conhecimentos administrativos, pois precisamos lidar com pessoas o tempo todo, coordenando suas ações para que os objetivos sejam alcançados. E quais seriam esses objetivos? Cumprir os prazos de entrega, manter o orçamento disponível e realizar as ações com qualidade. Por lidarmos com pessoas e administrarmos valores, a ciência envolvida é administrativa.

Os projetos, para serem gerenciados, requerem conhecimentos e habilidades com as práticas de gerenciamento das áreas de conhecimentos: Integração, Objetivo, Tempo, Custos, Qualidade, Recursos Humanos, Comunicações, Riscos, Aquisições e Partes Interessadas, e dos grupos de processos de iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle e encerramento. São essas coisas essenciais que não existem atualmente em nosso país e por isso aparecem tantos desmandos e desvios de verbas pela falta de transparência no trato com o erário público.

Questionamos se será o gerenciamento de projetos uma ciência exata ou uma ciência humana? Gerenciar projetos é uma arte? Em que situações ela se aplica e para que serve? Como se desenvolvem os projetos no âmbito empresarial? De onde importantes predicados surgem e como desenvolvê-los? Para responder a estes questionamentos, inicialmente, é preciso compreender que a palavra “projeto” não significa trabalho de arquitetura ou de engenharia civil, mecânica, elétrica, hidráulica, eletrônica ou outra nomenclatura do ramo. Os projetos a que mencionamos são mecanismos para desenvolvimentos sociais, econômicos e humanos criando soluções para manutenção básica em todos os aspectos num País sério com pensamentos ligados no futuro. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia