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:: ‘Espaço do Leitor’

ENQUANTO ISSO, NUM CONHECIDO LIXÃO DA CIDADE…

Aedes realiza sonho da casa própria.

Aedes realiza sonho da casa própria.

C a m p a n h a

Enault _ Liberação

Enault _ Liberação

Luiz Castro em: DECOLORES

A SOCIEDADE ILHEENSE ONTEM E HOJE

Há 65 (sessenta e cinco) anos vivo em Ilhéus e tenho acompanhado passo a passo o desenvolvimento da cidade, as pessoas que exercem cargos públicos, políticos e filantrópicos que muito dignificaram a sociedade local, pela honradez, solidariedade e cidadania sem receber nada em troca no sentido de se beneficiar em causa própria.
Relacionarei abaixo alguns nomes que deixaram marcas profundas  e que realmente amaram  esta terra de São Jorge dos Ilhéus:
Raymundo Pacheco Sá Barreto – Historiador
Raymundo Kruschewsky (Popoff) – Embaixador do Turismo
Dr. Altino Vinhaes – Médico Pediatra
Leopoldo Campos Monteiro – Educador
Elmir Menezes – Bancário
José Lourenço da Silva –  Ex-Provedor da Santa Casa da Misericórdia
Maria Conceição Lopes –Ex- Presidente Senhoras de Caridade
Mario Pessoa – Ex-Prefeito de Ilhéus
João Alfredo Amorim de Almeida –Ex- Deputado Estadual
Henrique W. Cardoso e Silva – Ex-Deputado Federal
Álvaro Alves da Silva – Ex-Vereador
Dom Walfredo B. Tepe – Ex-Bispo Diocesano
João Argolo – Ex – Pároco
David Maia –Ex-Diretor do Abrigo São Vicente de Paula
Wilson Longo – Ex-Esportista
Elias C.Ocke – Ex-Venerável Mestre Loja Maçonica
Albino Alvarez Pereira –Ex- Comerciante e Empresário
Joilson Paulino dos Santos – Ex-Cirurgião Dentista
Pedro Farias –Ex- Pai de Santo
José Alves Santos – Ex-Associação Comercial de Ilhéus
Audaz Pacifico Mesquita – Ex-Tesoureiro do Rotary Club Centro
Dalmiro Oliveira Silva –Ex-Presidente do Lions Club Centro
Armando Oliveira –Ex-Comentarista da Imprensa Falada
Octavio Moura –Ex-Redator da Imprensa Escrita
Augusto Fidelis –   Ex-Carnavalesco da Escola de Samba Maior Sou Eu
Odilon Pompilio de Souza – Ex-Agricultor e Empreendedor
Pedro Matos – Ex-Secretario da Fundação Cultural
José Haroldo Castro Vieira – Ex-Secretario Geral da Ceplac
Alberto Storino – Ex-Presidente Clube Social de Ilhéus.

Ainda hoje poderemos relacionar nomes que procuram testemunhar com seus exemplos de honestidade e  amor por Ilhéus:

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DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.


1) OS 60 ANOS DO LIONS CLUBE DE ILHÉUS-CENTRO.
2) O PRIMEIRO COMPROMISSO DOS CANDIDATOS A CANDIDATO A PREFEITO DE ILHÉUS.
3) DA SÉRIE: EU ESTAVA ASSIM (6).
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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Heckel Januário em: LEMBRANÇAS DA EXTENSÃO RURAL (6)

 A primeira dessas Lembranças bem informais teve como palco o escritório da Ceplac de Ilhéus, as outras quatro, derivadas de um mergulho mais profundo, o de Itapebi, local onde começara a vida laboral de extensionista ceplaqueano deste escrevinhador. A que seque, provocadas por cutucadas ainda mais agudas na memória, se prende a momentos antecessores do ingresso na referida atividade num passado um pouco mais passado.

Era uma época de uma Ceplac agindo em razão de sua grandeza –com ação especial na Região Sul– como um segundo governo da Bahia e dotando de significativas contribuições regiões cacaueiras de outros Estados federativos, cuja receita governamental originava-se dos cacauicultores na transação do cacau produzido. No auge deve sim, levando em consideração a imperfeição humana, ter cometida seus erros, ter tida lá suas falhas, seus defeitos, mas são incontestáveis os diversificados benefícios prestados por ela aos produtores e aos locais de produção de cacau no Brasil. Hoje notícias dão conta que esta entidade agoniza mais moribunda ao sabor de mais um rebaixamento na hierarquia administrativa do Governo Federal. “Mais um” porque só parece estar em curso um desmonte planejadíssimo, e de muito tempo. Ou será que sequentes cortes de vetores estratégicos iniciados após o Ministro Delfin Neto visita-la para inaugurar a Sede Regional e o Cepec em 1972 são puras coincidências? Numa resumidíssima mostra temos: Queda da taxa de retenção de 15 para 10 por cento no mesmo ano (1972) da visita ministerial; passagem em 1974 do ministério da Fazenda para o da Agricultura; transformação em 1983 da citada taxa (chamada também de Cota de Contribuição Cambial) em Imposto de Exportação e, em 1989, já na administração Sarney, a extinção desse tributo, com seu orçamento incorporado ao fiscal da União, acontecimento este que pode ter significado o anunciar do Governo, com toda sutileza possível,  da compra de caixão e velas de um previsto funeral.  E o pior é que o ‘planejado desmantelamento’, está se dando diante da inanição –natural, face o desgaste– do quadro funcional, da inconsciência da representação política regional e baiana, enfim, diante da inconsciência da sociedade cacaueira sulbaina. Para o ceplaqueano aposentado Zé Carlos Junior, incansável defensor do órgão, tudo começou com o “olho gordo” do citado ministro.

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C E P L A C

TRIBUTO À ANTIGA CEPLAC.

 PARA OS ANTIGOS SE LEMBAREM E

OS JOVENS A CONHECEREM.

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisador aposentado, ex-Diretor do CEPEC.

 

LUIZ FERREIRA

É importante aqui se registrar algumas ações criativas empreendidas pela CEPLAC, voltadas à sustentabilidade da lavoura cacaueira, num momento em que se apresentava com uma economia desarticulada.

Nenhuma Organização neste país foi tão eficiente e dispunha visão holística quanto ela. Sem precedentes no país.

– Como fazer o agricultor “chegar mais” no desafio de recuperar a lavoura?

O Serviço de Extensão Rural que sempre teve um cunho de fiscalização creditícia, criou instrumentos adicionais visando estar presente em todos os estratos – pequena, média e grande propriedade – através da assistência técnica individual aos cacauicultores, trabalhos grupais, treinamento de proprietários e trabalhadores rurais, áreas de demonstração de resultados, reuniões com grupos organizados.

Para tanto, a CEPLAC instalou diversos Escritórios por toda região com um atrativo a mais – a revenda de materiais. Do facão ao inseticida; do podão ao fungicida; da bota de borracha ao adubo. Estrategicamente, eram abertos aos sábados, dia tradicional de feira, permitindo sobretudo ao pequeno agricultor o acesso e contatos com os técnicos, comprando e tirando dúvidas.

Mas, era preciso dar condições de trabalho aos Extensionistas pela natureza de seu trabalho interiorizado, especialmente no tocante aos seus deslocamentos constantes. Uma nova invencionice foi posta em prática, o financiamento de veículos de trabalho.

Lembro-me num dado momento, que a CEPLAC financiava uma Rural Willys, que o Agrônomo pagava em 3 anos, fornecendo mensalmente 200 litros de gasolina e mais 70% do preço da gasolina por quilômetro rodado.

Essa parceria satisfazia a ambos. A CEPLAC não precisaria dispor de uma frota imensa de altos custos, e o financiado dispunha de um veículo para o trabalho e suas necessidades familiares.

Por outro, lado, era preciso se investir em educação voltada ao campo, com a visão de melhorar a absorção das tecnologias, mas também criar condições de permanência das novas gerações comprometidas com o meio rural. E assim foram criadas as EMARCs, Escola Média de Agricultura da Região Cacaueira em Uruçuca, Valença, Itapetinga e Teixeira de Freitas. Posteriormente a de Ariquemis, em Rondônia.

A preocupação não era só com o ensino formal –nível profissionalizante – mas também com a formação de mão-de-obra a nível dos imóveis rurais. E nesse mister, criou-se o Curso de Prático Agrícola, um grau menor que o tradicional Técnico Agrícola.

Com vistas a esse fortalecimento do elo – produtor versus instituição, o CEPEC não poderia ficar de fora. Através de um laboratório moderno de análises de solos e plantas essa aproximação se fez efetiva, ao ponto de muitos produtores, por conta própria, trazerem suas amostras diretamente ao Centro, na busca de qualificação de áreas ainda não desbravadas ou de outros cultivos.

E, adicionalmente, para tender mais eficazmente a infraestrutura rural, notadamente o acesso aos imóveis rurais, a CEPLAC implantou uma patrulha mecânica e instituiu um Consórcio Rodoviário, no qual os produtores podiam reivindicar as suas necessidades discutindo as prioridades.

Esse diferencial resultou numa maior eficiência e eficácia dos trabalhos da CEPLAC na sua missão de recuperar a lavoura do cacau, em situação de debacle.

– Como envolver o pequeno agricultor descapitalizado e sem sua terra legalizada?

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POR QUE É TÃO DIFÍCIL?

Após ser ajuntado e empilhado em montes, o lixo vizinho ao Colégio CAIC, na zona sul de Ilhéus, aguarda há uma semana  pelo recolhimento (isso mesmo!) e continua sendo um potencial foco do mosquito Aedes Aegypti.

A ação de limpeza é realizada sem a menor pressa, como se estivéssemos longe de vivenciar uma situação emergencial de epidemia grave que é associada – dentre outras coisas – ao acúmulo de lixo. Por ser um trabalho tardio, moroso e incompleto, a chance de nascimento de legiões de mosquito Aedes Aegypti naquele local continua altíssima, independente do lixo estar espalhado ou “arrumado”.

Em outras palavras: efeito zero no combate ao mosquito, até que se retire o lixo. E não basta só retirar, porque, em questão de poucos dias, teríamos novo acúmulo – filme velho já visto por todos. Ótimo para o Aedes, péssimo para nós.

Daí, surgem as perguntas:

Por que não eliminar de vez o problema, com orientação, fiscalização, proibição e multas?

Por que, aparentemente, nenhuma penalidade é imposta ao proprietário do terreno, que sequer constrói um muro?

Por que ao poder público municipal falta o mínimo de bom senso e sobra tanta permissividade?

NP_02 03 2016

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Nilson Pessoa

Alfredo Amorim da Silveira

CAPA

Árvore interditando pista

Olá, boa noite !

Gostaria de relatar um fato ocorrido hoje.

Por volta das 17hs a prefeitura derrubou parte de uma árvore no savóia, na Avenida Proclamação.

Além de não fazerem corretamente o serviço, deixaram os galhos na frente das garagens e inviabilizando seu uso, e ocupando também, parte da pista que é bem movimentada por sinal e sem nenhuma sinalização.

Até o presente momento não voltaram para limpar.

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Luiz Castro em DECOLORES

                                                                                                 O ABACAXI

Álvaro trabalhava em uma empresa. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo está com seus 20 anos
de casa.

Um belo dia, ele vai ao dono da empresa para fazer uma reclamação:

-Meu patrão, tenho trabalhado durante esses 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.

O Luiz, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão, fingindo não ouvi-lo, disse:

-Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá fazê-lo. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso
pessoal após o almoço de hoje.

Ali na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
Álvaro, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
-E aí, Álvaro? – perguntou o patrão.
-Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
-E quanto custa?

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Alfredo Amorim da Silveira

CAPA

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.


1) LEMBRANDO DO MEU VELHO PAI.
(DEDICADO AOS “COROAS” COM MAIS DE 50 ANOS).
2) UM DOMINGO DIFERENTE.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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