:: ‘Espaço do Leitor’
Heckel Januário em: O PAÍS NUMA TRAVESSIA DIFÍCIL E ESDRÚXULA
Em vários escritos a respeito da atual crise política, por vezes o meu descrédito nos partidos políticos esteve arrolado, quanto à Lava Jato, operação surgida em razão das práticas ilícitas cometidas por essas instituições e avalizadas por uma rede formada pela elite empresarial de construtoras, a Petrobras e, na raiz do problema, o dinheiro fácil oriundo do chamado ‘financiamento de campanha’, não, sempre me pus a favor.
Embora o partido governamental estivesse –como está– no epicentro da corrupção, a mim nunca restou a menor dúvida serem todos “farinhas do mesmo saco”. Ou algum se arvora a proclamar-se politicamente correto diante das tentadoras ofertas na base do ‘caixa dois’, ‘propinas’ entre outras transações penosas? Se houver, só posso concluir ter sido por falta de oportunidades. Este é o sentimento, infelizmente, infelizmente. Obviamente dentro de todos os quadros partidários existirão membros não prevaricados, mas serão poucos, pouquíssimos. E como o Congresso Nacional age sob a batuta do voto….
MAÇONARIA & COLETIVIDADE
A “sociedade humana” foi quem, para mim, desde os primórdios, teceu a necessidade de existir “homens de bem e de bons costumes” para que pudessem eles elaborar, professar, praticar e respeitar as Leis e costumes que intuíam provocando a sua própria evolução. (Leonardo Diniz)

Leonardo Garcia Diniz
Durante séculos a Maçonaria vem contribuindo de forma eficaz e eficiente no combate aos vícios sociais.
Da Maçonaria Primitiva que abrange o conhecimento de nosso passado mais remoto, passando pela Maçonaria Operativa onde se consolidou os conhecimentos filosóficos e doutrinários, chegando a Maçonaria Especulativa, moderna, que é a por nós hoje praticada, ainda, eternos aprendizes, estudamos a ARTE REAL.
Tenho me questionado sobre o atropelamento que sofremos nos últimos 20 anos provocado pelos avanços tecnológicos, pela velocidade da informação, pela ausência de limites no informar e de sobre a falta que faz uma maior conectividade da Maçonaria com o meio social.
A Maçonaria vem, a passos largos, perdendo seus membros para outras diversas associações, LIONS, ROTARE, RELIGIÕES várias e etc… por motivações esdrúxulas e inverídicas, provocado por Padres Católicos, Pastores de diversas origens e, pior, por milhares de membros da nossa própria ORDEM que a abandonam por falta de experiências e de uma inteiração mais ativa e efetiva com a sociedade a que pertencem.
A Maçonaria atual vem revelando-se por ser uma “aventura” a viver restrita em Templos, sem emoções, sem aventuras, sem louros, sem derrotas, distante da sociedade a que ela, em sua história, se propôs, num passado recente a ser norte, bússola.
DENÚNCIA – ESGOTO
From:
| Wilton Gama |
To:
| r2cpress@globo.com |
Subject: FW: Denuncia esgoto
Date: Thu, 24 Mar 2016 07:08:49 -0300
Se demorarem com a fiscalização amanhã eles já terão fechado e pavimentado a rua.
Por favor, não permitam mais um crime ambiental na nossa cidade.
Assim o mosquito da dengue não v……….
“Em caso de urgência médica, como passar ?”
Amigo Tinho Rabat,
Um absurdo o que fizeram com os moradores do Outeiro, com esse bloqueio do tráfego para as nossas residências.
Bastava, apena, um pouquinho de consciência para o deslocamento de parte do palco aramado, para o lado direito, o que nos deixaria com o livre acesso, já que esse transtorno já vem desde os meados da semana passada.
Agora eu pergunto aos “responsáveis” pela referida obstrução:
A festa teria início ainda no dia 23.03, porque essa antecedência toda ? Em caso de urgência médica, como passar ?
Ficam os questionamentos e estaremos torcendo e pedindo a Deus, que nesse período, nada venha a nos acontecer.
—
Vinicius
Dia das Águas
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Leonardo Garcia Diniz em: HUMILDADE

Leonardo Garcia Diniz
Virtude silenciosa, “sentimento”, que traz em seu cerne somente aqueles que, ainda no século XXI, conseguem perceber a grandeza que há na modéstia de se reverenciar a nobreza alheia e que para, além disso, conseguem respeitar aqueles que por serem pobres, submissos pela situação social que ocupam, fracos e carentes, com a devida deferência HUMANA que merecem.
Sem ser notada, sem alaridos, a “humildade” segue por dentro, dirige, define, todas as demais e fundamentadas virtudes que norteiam o comportamento dos homens que praticam a ARTE REAL; que entre tantas nomeio:
Tolerância, mais enfatizada.
Ética, cimento na construção da sociedade.
Justiça, para se manter a liberdade e o direito.
Caridade, doar em causa da aflição.
Ser “Humilde” não significa ser servil.
Ser “Humilde” não significa ser fraco.
Ser “Humilde” não significa crer em depreciação própria.
A Humildade é a única virtude que jamais caminhará sozinha, ela estará sempre acompanhada, de mãos dadas, com a Tolerância, com a misericórdia, com o amor, com a caridade, com a verdade e, principalmente, com a consciência e o reconhecimento de “DEUS”.
Ao possuir HUMILDADE pode o Homem reconhecer em si a força da razão que a guia, produzindo nele (homem) a alegria, paz e serenidade que tanto necessita.
“Quem é bom, é livre, ainda que seja escravo. Quem é mau, é escravo, ainda que livre”
Santo Agostinho.
Leonardo Garcia Diniz
C E P L A C
CEPLAC, GRATIDÃO.
MINHA FORMAÇÃO, MINHA ESCOLA, MINHA CASA.
Luiz Ferreira da Silva
Pesquisador do CEPEC, aposentado.
LUIZ FERREIRA
Em fins de dezembro de 1962, recém-formado (UFRRJ/Escola Nacional de Agronomia), fui até à sede da CEPLAC, Avenida Presidente Vargas, RJ, saber detalhes da Organização, pois fora escolhido pelo Professor Marcelo Nunes Camargo (im) para se integrar a sua equipe de Pedologia (MAPA) que iria iniciar os estudos de solos na região cacaueira, marco inicial das pesquisas do recém-criado CEPEC, contratado por aquela.
Conversei um bom tempo com o Secretário-Geral, Carlos Brandão, que me colocou uma série de exigências e dureza no trabalho, enfatizando por diversas vezes um tal “espírito de corpo”.
Não sei por que, preferi o desafio, mesmo com a passagem nas mãos enviada pela SUDENE que, inclusive, ficaria mais perto de casa, Maceió/AL, minha origem.
Cheguei à região no dia 22 de janeiro de 1963, com o furor da juventude, ávido em aprender e crescer na ciência que escolhera, a do solo, conseguindo tal intento a expensas dos “frutos de ouro”, a quem sou grato eternamente, abençoado por esta ESCOLA-CEPLAC.
E em pouco tempo, a Instituição se agigantou, abriu novos escritórios de extensão, edificou o CEPEC, treinou seu pessoal e passou a prover a região de informações e apoio, repercutindo as suas ações em produção e produtividade para a lavoura, além das melhorias infraestruturas.
Além da disponibilidade e flexibilidade dos recursos, a CEPLAC contava com cabeças pensantes, tanto vindas do Banco do Brasil, Organização que primava pela decência e ética profissional, como os iniciantes na Casa e, sobretudo, a vinda do Dr. Paulo Alvim, que estabeleceu a Doutrina da Excelência Profissional, facultando treinamentos, viagens e congressos àqueles com vocação para a Pesquisa.
Dessa forma, a CEPLAC passou a ser um exemplo Institucional, que norteou a implantação da EMBRAPA e até foi “carimbada” em livro pelo IICA/OEA.
Dediquei-me à Ciência do solo e tive todas as condições para crescer profissionalmente, desde especialização no exterior, participação de treinamentos diversos, seminários, congressos e simpósios, tanto no pais como fora dele.
Foi dessa forma que realizei excursões técnicas à África (Ghana, Nigéria e Costa do Marfim); na Ásia (Malásia e Índia); na Europa (Inglaterra); nas Américas (Havaí, Colômbia, Venezuela, Peru, Equador, México, Costa Rica, Bolívia, Honduras, Guatemala).
Especificamente em trabalhos pedológicos, realizei estudos fora da região cacaueira. Na Amazônia, subsidiando a expansão do cacau, selecionando os solos adequados. Na Amazônia hispânica, em missão coordenada e financiada pela Universidade da Carolina do Norte (USA), com vistas à implantação de um projeto de manejo de solos, tropicais.
Nos quase 30 anos de atividade, publiquei quase uma centena de artigos técnicos, científicos e de divulgação, bem como 1 livro com a participação de outros colegas. Também coordenei projetos abrangentes de pesquisa, bem como fui Presidente do XX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, Belém, Pará.
Em 1981, fui agraciado com a medalha de ouro como CEPLAQUEANO EXEMPLAR.
Na área gerencial, fui convocado para dirigir o Centro de Pesquisas do Cacau (CEPEC) e também a CEPLAC na Amazônia.
Aposentado, pude sentir o quanto a CEPLAC me foi útil e generosa, investindo na minha capacitação profissional, ao ser convocado para realizar estudos e treinamento em diversas organizações, a exemplo da EMBRAPA e EBDA/BA, além de palestras em congressos,
E dessa forma, adquiri não só essa bagagem técnica, como uma consciência profissional embasada na ética e no compromisso do bem servir à sociedade que me formou. Dificilmente, em outra organização, teria tal desenvoltura profissional.
Hans Schaeppi em: H O T E L A R I A E T U R I S M O
Por Hans Schaeppi

Hans Schaeppi
ALELUIA ILHÉUS FEST
Tudo certo para começar no próximo dia 23, o evento Aleluia Ilhéus Festival, com palcos armados e abrindo a festa, a apresentação dos cantores e bandas, iniciando com o cantor de música gospel, Regis Danese, e participação especial de Anderson Freire e Bruna Karla. No dia 24, quinta-feira, apresentação de Adriana Arydes e o regional Amigos da Fé. Na sexta-feira, será a vez de Jorge Vercillo e o Tributo à MPB, também com artistas regionais; e no Sábado de Aleluia, dia 26, tem a apresentação da banda Paralamas do Sucesso e o regional Tributo ao Pop Rock. O evento terá ainda como atrações, o Pavilhão das Artes, Pavilhão do Chocolate, Economia Criativa, Artistas de Rua e, como destaque especial, a apresentação na Sexta-feira Santa, dia 25, da encenação da Paixão de Cristo, nas escadarias da Catedral de São Sebastião.
PORTO SUL E FIOL
É sempre bom saber que nosso Governador Rui Costa, seu atuante Chefe da Casa Civil, Bruno Dauster continuam lutando pela construção do Porto sul e conclusão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). A ida do governador à China e a assinatura do Acordo de Intenção com os chineses para execução dessas importantes obras foi comemorado e debatido nesta semana pelo colegiado da Comissão Especial da Fiol e Porto Sul na Assembleia Legislativa. Os empreendimentos serão construídos, operados e financiados pelo Fundo Chinês para Investimentos na ampérica Latina (Clai-Fund) e pela China ailway EngeneeringGroup (CREC) em associação com o governo do estado e a Bamin. A estimativa do custo é de R$ 2,6 bilhões em obras e equipamentos. O Acordo inclui trechos da Fiol entre Caeteté e Ilhéus.
ACADEMIA DE LETRAS
























































