:: ‘Espaço do Leitor’
COMO EVITAR AS CATÁSTROFES NO CLIMA DA TERRA
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS DUAS SETINHAS.
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Fernando Alcoforado.
Centro de Memória de Ilhéus
Começaremos com a digitalização de documentos do acervo de Raymundo Sá Barretto, acervo este reunido no decorrer de uma vida. Sá Barretto que nasceu em Ilhéus no dia 21 de fevereiro de 1924 e viveu até o ano de 2003, tabelião de notas, escritor memorialista, historiador nato, benemérito da cultura ilheense . O seu acervo é constituído por: correspondência com escritores e personalidades de alguma forma ligados a nossa região; fotografias; uma coleção de recorte de jornais organizada pelo próprio Sá Barretto , textos do próprio Sá Barreto narrando acontecimentos; entre outros documentos históricos.
Faz parte também da ideia, a criação de um álbum com o nome de pessoas ligadas a nossa historia, que de alguma maneira contribuíram para o desenvolvimento da nossa sociedade. E assim, a cada dia acrescentaremos nomes e dados novos. Até que um dia tenhamos digitalizados, registros suficientes para que seja compreendido o nosso momento presente.
Na busca de uma sociedade sustentável, o acesso a memoria social de nossa gente, é de grande importância para a compreensão socioambiental , nos auxiliando na preparação do futuro que queremos.
Aspectos culturais, também terão lugar de destaque nesta nossa proposta, pois acreditamos que a valorização de nossa cultura terá papel decisivo na transformação que almejamos para a nossa sociedade.
Iniciaremos com uma serie de reportagens, recortes de jornais do acervo do Memorial Sá Barretto, matérias que remontam o cenário do cacau em nossa região a três décadas passadas.
Espero que esta pagina denominada Centro de Memória de Ilhéus possa contribuir de alguma forma para esse novo momento da nossa cidade e região.
Raymundo Sá Barretto Neto
PSICOMUNDO <> CARNAVAL E ALGUNS RESULTADOS DA FOLIA (II)
Realmente o carnaval é uma festa cheia de inesperadas atrações e muitas pessoas procuram extravasar as alegrias, mágoas ou problemas que passaram dando margem transformar na harmonia em razão das grandes tarefas com acertos ou desacertos que foram desenvolvidas no decorrer do ano que passou.
São poucas pessoas que se organizam para uma viagem sabendo da necessidade de deixar os seus imóveis protegidos, pois ao sair da sua casa, precisa ser rigorosamente discreto com as bagagens, evitando chamar a atenção de pessoas desconhecidas que de repente estão vendo a sua saída. Se for de carro, a bagagem deve ser arrumada dentro da garagem, evitando a sua exposição. Essa é a atitude com cautela que demonstra uma obrigação de resguardar os seus bens e valores patrimoniais.
Há necessidade de muitos cuidados porque também é do conhecimento dos moradores de qualquer cidade ou capital, que muita gente é rigorosamente surpreendida quando retornam aos seus lares, notando com desapontamento que foram roubados os seus pertences, por sua própria negligência.
Torna-se muito comum não deixar de avisar aos seus vizinhos mais chegados, solicitando que observem qualquer movimento estranho na porta ou varanda da sua residência. Lembrar que durante muitos anos os moradores de qualquer cidade passaram a serem observados em seus hábitos e costumes, porque nem sempre se pode imaginar quem são os indivíduos preparados em arrombamentos de residências. Os bandidos já conhecem isso, caso aconteça tal contratempo, não mexa enquanto a polícia não chegar, para perícia.
VÂNIA
Não me recordo se a conheci em um baile do Renascença, onde a juventude da periferia, sobretudo negra, se reunia para beber, dançar e namorar, naquele clube situado no bairro do Grajaú, na cidade do Rio de Janeiro.
Só sei que estávamos na década de 1980, que eu tinha algo em torno de 18 anos e que, além das minhas obrigações de estudante e de filho, eu – que não tinha namorada “oficial” – não pensava em muita coisa além de beber, dançar e namorar.
Se não lembro ao certo como a conheci, sei que é impossível esquecer de quando ela foi em minha casa – onde não havia mais ninguém além de nós – e ficamos no corredor após a porta de entrada, já que a urgência do desejo não nos deixou adentrar na casa mais do que dois passos. Óbvio que me lembro de outras coisas deste momento, mas seria indiscreto descrevê-las.
Vânia fez parte da minha juventude alegre e livre no Rio de Janeiro. Ela era sobrinha do Escadinha, que era o vulgo de José Carlos dos Reis Encina, o traficante mais famoso daquela época no Rio. Mas o que me importava isso?
Alfredo Amorim da Silveira
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS
É FESTA!
Mais urubus para aumentar o risco de colisão com os aviões que chegam ou saem. Afinal, o lixão fica a apenas 1.500 metros da pista do aeroporto.
Infelizmente, em Ilhéus (e só em Ilhéus) parece que não cabe ao poder público municipal solucionar o problema…
Nilson Pessoa.
CERTAS DECLARAÇÕES SÃO PIORES DO QUE O PRÓPRIO LIXO

Lixão do CAIC_População Indignada_Prefeitura Indiferente_Urubus Satisfeitos.
Ainda estou perplexo e atônito, mas não é somente pelo mau cheiro de lixo que exala por toda a cidade. Mais adiante eu explico.
Por sinal, é tanto lixo que não coube numa reportagem apenas. Isso mesmo, a TV Santa Cruz fez uma série de três reportagens (pelo menos até agora) sobre a vergonha e o absurdo do lixo acumulado em Ilhéus.
A primeira reportagem foi exibida no dia 07/02, no telejornal do meio-dia, sobre o lixo na praia da Av. Soares Lopes.
A segunda matéria, exibida em 09/02 no telejornal da noite, sobre o lixo transbordando dos contêineres/conchas do centro da cidade.
A terceira reportagem, claro – não podia faltar – foi sobre o famigerado Lixão do CAIC, exibida hoje no telejornal da manhã e reprisada no telejornal do meio-dia.
A prática da imprensa é ouvir os dois lados, daí se dirigir ao poder executivo municipal em busca de justificativas e argumentos. A resposta é sempre a mesma: “A coleta é feita diariamente”. Tudo bem, deixa pra lá, as imagens de lixo acumulado, por si só, atestam, digamos, uma realidade diferente.
Mas é agora que vem minha perplexidade. Especificamente na reportagem do Lixão do CAIC, um porta-voz da prefeitura (não sei por que não aparece na tela concedendo entrevista) informou à repórter, segundo conteúdo da reportagem, que “A prefeitura não tem obrigação de recolher aquele tipo de lixo”.
Ora, onde é que nós estamos?
Então a prefeitura também não terá atribuições para assuntos correlatos ao lixo, tais como controle de zoonoses e dengue, saúde pública e meio ambiente?
Assinou, assim, um atestado de conivência e cumplicidade?
Por mais que haja brecha em lei ou qualquer código municipal que permitam alguém falar uma barbaridade dessas, não há sequer a menor consideração ao contribuinte que paga seus impostos e tem sua qualidade de vida e saúde afetadas pela infelicidade de morar no entorno?
E o que me diz do lixo ser depositado em plena via pública, área de responsabilidade do município?
Cadê o compromisso moral com a população? Não há moral?
Cadê a assistência social?
Cadê fiscalização, orientação, campanhas educativas, contenção?
Cadê urbanização do local?
Enfim, CADÊ O TRABALHO?
E pensar que achava já ter visto de tudo na vida.
Motorista X Policial
PSICOMUNDO <> CARNAVAL E ALGUNS RESULTADOS DA FOLIA (I)
São grandes as participações de blocos que são organizados com trios elétricos oferecendo carros de apoios modernos e equipamentos com bares, sanitários, postos de atendimentos médicos considerados eficientes, e principalmente, uma equipe de segurança com profissionais bem preparados. É assim que as agremiações carnavalescas procuram e devem sempre oferecer numa festa popular altamente difícil de ser segura para banir os maléficos efeitos de insegurança, visando atender ao público nos atos e efeitos para assegurar a tranquilidade das pessoas que estão envolvidas em momentos euforias, evidenciando sempre moderar multidões por estarem desligados de suas preocupações do dia a dia.
No Brasil a alegria das festividades carnavalescas criaram rumos de intensas preocupações entre os foliões, especialmente na Bahia, Terra bastante fluente do carnaval em que foi escolhida pelos grandes acessos de grande massa de brasileiros e estrangeiros vindos de vários os Países do mundo a fim de pular o tradicional carnaval de com aglomeração de muita gente. Surge aí a participações de blocos e sua fantasia para organizar a festa, entretanto, sofrendo preocupações ao setor de segurança com influencia do lado negativo que foi instituído pelos marginais ligados aos crimes de apropriações de objetos alheios e agora o “ABADÁ”, vendido por preços exorbitantes, virou o produto mais valioso para os famigerados ladrões oportunistas perambulando na Capital Baiana.
Luiz Castro em: DECOLORES
Conversa dos Bichos de Rolando Boldrim
O Zequinha, menino de uns 10 anos de idade, era na fazenda do meu padrinho o que se pode chamar de “charrete boy”. Na cidade tem o motoboy, não tem? Então! Nas fazendas tem – ou tinha naquele tempo, que já vai longe – o charrete boy. O menino que com a charrete do fazendeiro vai buscar as coisas ou as pessoas na cidade.
Pois naquele dia o Zequinha tinha ido buscar na cidade o Padre Antônio, que estava iniciando sua temporada por lá. Era um padre novo e tinha uma particularidade que a gente só ficou sabendo depois desse causinho que tô contando aqui e agora: ele era ventríloquo. Um dom que poucas pessoas possuem que é o de falar sem abrir a boca. Dizem que é uma técnica de emitir os sons pelo estômago. Aliás, um grande ventríloquo que existiu no Brasil foi o pai das cantoras Linda e Dircinha Batista. Chamava – se Batista Junior e se apresentava em circos e teatros. E, de lambuja, era um grande compositor.
Mas, seguindo no causo. O Padre Antônio sobe na charrete com o caipirinha Zequinha, ruma a fazenda do meu padrinho pra rezar uma missa. Logo na saída, o padre pergunta se era longe a tal fazenda, ao que o menino prontamente e muito espertamente lhe responde que levaria uns pares de horas. O que dava pra entender que era longe pra cacete e a viagem ia ser dolorosa ou dolorida para um padre que não estava acostumado a meter a bunda no banco duro de uma charrete velha conduzida por uma eguinha lerda.
COLETA SELETIVA PARADA POR FALTA DE TRANSPORTE.
Todos os pontos de grandes geradores de resíduos sólidos e os PEVs (Ponto de Entrega Voluntária) estão sem recolher por falta do transporte que é da responsabilidade da prefeitura, segundo informação da Presidenta da Cooperativa de Agentes Ambientais Deizemeire Souza
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Odailson Lelis Aranha


























































