:: ‘Espaço do Leitor’
MORADORES CONTRATAM EMPRESA PARA TIRAR AREIA DA VIA PÚBLICA
Após o levantamento dos problemas de manutenção do bairro Hernani Sá, realizado pela Diretoria de Serviços urbanos da Associação, um dos problemas relacionado foi o volume de areia depositado na via pública neste caminho. Os moradores solicitaram a participação da Associação na ação.
O problema do acúmulo de areia neste local e que já foi visitado pelo ex superintendente da SEDUR, é que, o trajeto das águas pluviais oriundas do Alto das Oliveiras(Mambape) foram desviadas para o caminho 45 e consequentemente acumula no caminho 41. Havia na gestão passada uma equipe que logo após as chuvas, faziam a raspagem da areia e de imediato era retirado pela equipe de manutenção das vias públicas do município.
A comunidade e a Associação de Moradores através da Diretoria de Serviços Urbanos, solicitam da Secretaria de Serviços Urbanos do Município (SEDUR), que encaminhe para o local, uma equipe para fazer a raspagem do material restante e querem tbm a presença de um técnico da SEDUR para dar um parecer quem venha solucionar de vez este problema.
Servidor público tem que ser assim
Depois de tantas decepções zanzando por repartições públicas apareceu um alento.
Fica complicado quando você necessita de serviços e encontra cara amarrada, deselegância no trato, desrespeito etc
Ninguém sai de casa para uma repartição dessas com o objetivo de passear, curtir, fazer hora etc. Vai porque tem necessidade. Pegar um buzu lotado, estradas esburacadas ou mesmo saindo aqui do centro com estacionamento quase zero e ainda encontrar pela frente um servidor mal educado, grosso, estúpido é ruim, mas eles existem e o pior: não estão nem aí para o verdadeiro patrão que é o “povo”.
No SAC/Ilhéus um jovem está se destacando; tanto é que se fala até em entregar a gerência para o dedicado servidor. Trata-se de Jerberson Josué. Pelo que fiquei sabendo, nessas minhas idas lá no SAC, o problema virou questão política ou seja: tem que ter padrinho para assumir tal cargo. A desenvoltura e o gostar de fazer acontecer fica para último plano. Servir bem é um complicador para ser, hoje, servidor público.
A sua militância política fica na porta. Não se tem notícia de que isso tenha inviabilizado um atendimento. Sabe-se perfeitamente que até adversários ferrenhos usam da sua simpatia e disponibilidade para servir como ponto de resposta positiva e imediata.
Tenho por esse servidor grande admiração. Fez por merecer esse registro.
Que sirva de exemplo na nobre arte de servir e bem servir.
Grande e fraternal abraço e fique com DEUS (Sempre!).
Rabat.
VAMOS JOGAR PEDRA NA PRESIDENTE DILMA
Observo, preocupado, o quanto está na moda atribuir a culpa de tudo e por tudo à Presidente Dilma Rousseff.
Obvio que sendo a maior autoridade do país cabem-lhe responsabilidades vultosíssimas. Indiscutível, também, que encontraremos erros de gestão em sua atuação político-institucional. Mas não podemos deixar de fazer uma reflexão mais aprofundada a respeito.
Tenho ouvido críticas relacionadas à atuação da Presidência da República no episódio da prisão e execução do traficante brasileiro na Indonésia, no sentido de que o governo Dilma protege traficantes. Vejamos:
Primeiro cumpre elucidar que era obrigação da Presidência pedir clemência ao governo indonésio, em favor do brasileiro preso. A pena de morte impede a ressocialização do criminoso e embrutece as relações sociais e humanas, encontrando-se associada aos períodos mais obscuros da história da humanidade, pelo não deveria mais existir.
Dilma cumpriu seu papel ao pedir clemência e expressar que “como Chefe de Estado e como mãe, fazia esse apelo por razões eminentemente humanitárias”. Uma demonstração de afetividade e de humildade tipicamente brasileira, que demonstra um traço positivo de nossa cultura.
Quanto à acusação de que o Estado brasileiro protege o crime, penso que seja verdadeira. Mas vejamos a quem cabe cada atribuição.
A CRISE MUNDIAL DE 2008 E SUAS CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS, SOCIAIS E GEOPOLÍTICAS

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O CONTADOR DE HISTÓRIA
Estamos já em 2015 e não é que bateu uma saudade danada do nosso contador de história?
No Aurélio existem várias interpretações sobre a palavra história, depois de tanto ler e refletir, escolhi duas lindas versões: patranha e lorota, tudo que cabe no intelecto do nosso contador de história.
Os dois anos que passaram foram férteis em divulgação de grandes e relevantes projetos, com direito a musiquinha com refrão e tudo, fácil de compor, fácil de espalhar pelos quatro cantos do mundo.
O negócio foi tão encantador que os mais afoitos, ainda bem que são pouquíssimos, declararam que a cidade foi transformada, que a cidade de Ilhéus era outra após a passagem do tsunami e que o nosso contador de história era o homem além do seu tempo, e uma futura reeleição poderia pintar na área ou até uma secretaria de estado seria de bom tamanho. É mole ou quer mais?
Estas transloucadas declarações são combustíveis suficientes para deixar o ego de qualquer ser humano abastecido por um bom tempo.
Chegamos ao fim do segundo ano de mandato, entrada de ano com notícias desagradáveis, sem dinheiro para investir no turismo, os problemas administrativos da prefeitura sendo contestado por toda a população, cobranças sobre o grave problema do lixo, dos buracos, do trânsito, da saúde, das promessas não cumpridas, da passividade dos nossos gloriosos edis, enfim, uma confusão que levou o nosso contador de história a se recolher estrategicamente nesse início de ano, alguns dizem que tirou férias, outros dizem que viajou pra Europa, o certo é que ficamos órfãos das delirantes histórias.
P R O T E S T O
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES E PEQUENOS AGRICULTORES DE
SANTA MARIA
Rod. Ponta/Buerarema
À
R2CPRESS
Setor de Jornalismo
Em nome do quadro social desta Associação, vimos pedir apoio a este expressivo meio de comunicação para cobrir um protesto pacífico dos membros da comunidade de Santa Maria, que se realizará no dia 21 do presente mês, tendo como início às 5 horas da manhã e final indeterminado.
Este protesto é motivado pela falta de compromisso do gestor municipal para a nossa comunidade, pois a mais de 60 dias sem o serviço público de transporte coletivo, mesmo no período de verão nunca aconteceu isso. Dessa forma temos considerar que a falta do referido transporte tem prejudicado as pessoas que precisam se deslocarem para a cidade, os idosos em busca de médicos , os estudantes que estudam fora da comunidade, os produtores para escoamento de sua produção e a escola da comunidade funciona pela misericórdia do meu Deus, pois tem profissional que tem compromisso, que é o caso da professora Telma que faz uso do serviço de moto boy com dinheiro dela. E há mais de dois anos que tiraram os médicos e os equipamentos, ou seja, de quatro atendimentos médicos mensais, ficamos sem nenhum.
Já foi feito vários ofícios e reuniões com o secretário do interior na sede e nada aconteceu, o mesmo aconteceu que este, o secretario, marcou várias reuniões na comunidade e lá não compareceu.
Só o prefeito e José Victor se superam. Esperamos que a cobertura pela TV deste ato venha servir para acordar esses representantes públicos, para a responsabilidade de servir às comunidades, inclusive a de Santa Maria
Atenciosamente,
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Laudelino Nascimento Chaves RG nº
Luiz Castro em: DECOLORES
Na terra do “Se”
Se quem luta por um mundo melhor soubesse que toda revolução começa por revolucionar antes a si próprio.
Se aqueles que vivem intoxicando sua família e seus amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças, reconhecendo que são responsáveis por tudo o que lhes acontece.
Se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos defendêssemos contra quem nos faz mal.
Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, enaltecendo apenas o amor e a paz, sem se envolver com as escolhas particulares de devotos.
Se a gente percebesse que tudo o que é feito em nome do amor ( e isso não inclui o ciúme e a posse) tem 100% de chance de gerar boas reações e resultados positivos.
Se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar opiniões contrárias às suas sem precisar agredir e despejar sua raiva.
Se fossemos mais divertidos para nos vestir e mobiliar nossa casa, e menos reféns de convencionalismo.
Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la.
Se todos lessem bons livros.
Se as pessoas soubessem que quase sempre vale mais a pena gastar dinheiro com coisas que não vão para dentro do armários, como viagens, filmes e festas para celebrar a vida.
Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar.
Se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.
Se percebêssemos a diferença entre ter uma vida sensacional e uma vida sensacionalista.
Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa do que uma instituição: é a instituição que deve servir a ela, e não o contrário.
Se quem não tem bom humor reconhecesse sua falta e fizesse dessa busca a mais importante da sua vida.
Se as pessoas não se manifestassem agressivamente contra tudo só para tentar provar que são inteligentes.
Se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para não emburrecer.
Se.
Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa
EXECUÇÃO DOS BRASILEIROS
Por JUVENTINO RIBEIRO

JUVENTINO RIBEIRO
Não sou a favor de pena de morte, entretanto, respeito e acho até louvável a atitude de um povo que promulga leis para serem cumpridas. Lá, quem comete algum delito tem consciência da exata dimensão de suas consequências, sem subterfúgios. Sou, sim, ferrenho defensor da eliminação pacífica de traficantes, através do afastamento das pessoas do consumo de drogas. Afinal, sem alguém para consumir, não haverá traficantes.
Isso fez-nos perceber que lá não há decisões com base em jeitinhos, encontrados em emaranhados de leis e interpretações diversas que criam jurisprudências benéficas a criminosos. Lá, a interpretação do judiciário está colimada na tradição, na moral e nos bons costumes de um povo que não admite convivência com a balbúrdia provocada por consumidores de drogas.
Acho que os pedidos de clemência da Governante Brasileira e da Anistia Internacional teriam sido mera formalidade em forma de alento para os parentes e amigos do executado, visando a amainar a animosidade proporcionada pelo ato de condenação extrema. Afinal, foi o primeiro caso de um brasileiro em tal situação, já havendo o segundo a espera do mesmo fim, por ter cometido o mesmo delito. Deveriam, sim, ter envidado esforços por clemência, ao longo de mais de uma década em que o processo tramitou.
Acho que aquele tribunal proporcionou as cabíveis chances de defesa, restando-nos, afinal, uma excelente advertência a quem se envereda pelo mundo do crime. Restou-nos, ainda, um exemplo para aqueles que decidem em nossos tribunais onde, muitas vezes, impera a incestuosa convivência com o crime.
No México, outro brasileiro também foi executado, mas seu algoz entrou sorrateiramente em sua vida como coisa cristalina que lhe fazia sonhar e voar ou como a menina veneno com um jeito sereno de ser. Proporcionava-lhe ânimo e inspiração para seus negócios, acompanhava-o invariavelmente nas descontraídas baladas, entretanto, sem saber que seu algoz já lhe havia preparado o holocausto. Não há que se lamentar por sua execução. Seus entes queridos deveriam se lamentar sim, mas pela omissão de todos que poderiam ter feito algo por ele, ao longo de seus 35 anos de vida e não o fizerem.
Que as execuções desses brasileiros sirvam de lição para seus conterrâneos que não cumprem e nem fazem cumprir nossas leis. Que sirvam de alento às vítimas do tráfico, portadoras de profundas e indeléveis cicatrizes. Aliviadas, e até vingadas, perceberam que em algum lugar desse mundo a justiça é aplicada com rigor, abrandando um pouco a perene e torturante sensação de impotência, provocada pela indolência e leniência de nosso judiciário.
RECADO PARA O CAPITÃO JOÃO CARLOS – Sutran
Mais uma mudança no segundo escalão do governo POR AMOR A ILHÉUS.
O Capitão PM, João Carlos, Oficial de relevantes serviços prestados à nossa gloriosa Polícia Militar, assume o posto de Superintendente de Trânsito.
Não o conheço pessoalmente, mas as indicações envolvendo militares nos deixa mais tranquilo para confiar em novas ações.
Portanto, Senhor Capitão João Carlos, a população de Ilhéus aguarda ansiosamente por novidades no trânsito e na mobilidade urbana da nossa bela e sofrida cidade.
Destacamos entre inúmeros itens, os que seguem abaixo, pois são de baixo custo e com certeza não haverá desculpas do nosso alcaide em negar apoio para que sejam feitos os serviços BÁSICOS.
Senão vejamos:
Sindicato dos Radialistas de Ilhéus
Nota de Falecimento
O Sindicato dos Radialistas de Ilhéus comunica com pesar o falecimento de Rosemary de Paula, “Rose di Paulla”, fato ocorrido neste sábado, 17, no Hospital Calixto Midlej, na cidade de Itabuna.
O velório está acontecendo no SAF, no centro comercial, em Itabuna, e o sepultamento ocorrerá hoje, domingo, 18, às 16hs, no cemitério Campo Santo, na mesma cidade.
A radialista Rose de Paula, ex-Gabriela FM, com passagens também na Rádio Nacional de Itabuna e FM Ubatã era associada do STERT, Ilhéus.
Há momentos que nem o tempo apaga nem o vento leva! E, ultimamente a radiodifusão regional vem tendo perdas irreparáveis que ficará tatuado em nossos corações.
Que DEUS possa confortar a família enlutada.
Elias Reis
Presidente do Sindicato dos Radialistas de Ilhéus-STERT, 08 h, 18/01/2015.

























































