PSICOMUNDO <> CARNAVAL E ALGUNS RESULTADOS DA FOLIA (I)
São grandes as participações de blocos que são organizados com trios elétricos oferecendo carros de apoios modernos e equipamentos com bares, sanitários, postos de atendimentos médicos considerados eficientes, e principalmente, uma equipe de segurança com profissionais bem preparados. É assim que as agremiações carnavalescas procuram e devem sempre oferecer numa festa popular altamente difícil de ser segura para banir os maléficos efeitos de insegurança, visando atender ao público nos atos e efeitos para assegurar a tranquilidade das pessoas que estão envolvidas em momentos euforias, evidenciando sempre moderar multidões por estarem desligados de suas preocupações do dia a dia.
No Brasil a alegria das festividades carnavalescas criaram rumos de intensas preocupações entre os foliões, especialmente na Bahia, Terra bastante fluente do carnaval em que foi escolhida pelos grandes acessos de grande massa de brasileiros e estrangeiros vindos de vários os Países do mundo a fim de pular o tradicional carnaval de com aglomeração de muita gente. Surge aí a participações de blocos e sua fantasia para organizar a festa, entretanto, sofrendo preocupações ao setor de segurança com influencia do lado negativo que foi instituído pelos marginais ligados aos crimes de apropriações de objetos alheios e agora o “ABADÁ”, vendido por preços exorbitantes, virou o produto mais valioso para os famigerados ladrões oportunistas perambulando na Capital Baiana.
Durante as preparações para os festejos carnavalescos, fixamos o nosso pensamento nas pessoas frágeis, notadamente, aquelas que ainda imaginam que fazer carnaval é necessário muito dinheiro nos bolsos e pronto. As recomendações do setor de policiamento do Estado da Bahia são solicitações rotineiras, como por exemplo, não levar muito dinheiro e cartões de créditos. Não comunicar as pessoas estranha que vai adquirir abadá; sempre procurar estar acompanhado por outras pessoas da família ou amigos; evitar vendedores clandestinos; ter muito cuidado em observar se não está sendo seguido por bandidos disfarçados em folião; nunca se esquecer de procurar falar com um policial da Policia Militar em caso de qualquer agressão ou roubo.
Quantos carnavais trouxeram duras e ásperas recordações! Quantos lares foram destruídos pela falta de sensibilidade e sentimento do respeito mútuo! Quantos crimes originados pelo ciúme ou ideia de posse da espécie humana, destruíram a harmonia e serenidade de uma família perfeita! E os deslizes criados por falsa alegria que apenas deram sentido de extravagância deixaram de alicerçar a buscar da paz aliada ao amor. Em contrapartida nascem tantos erros e procedimentos desairosos criados por sentimentos de recordações tristes e irreversíveis.
E os deslizes criados por falsa alegria que apenas deram sentido de extravagância, deixaram distante do ser humano a busca à paz dentro do amor. E o remorso vem depois, como uma fera destruidora sem o sentido de saber a quem atingirá. É protesto da consciência contra a violação daquilo que sabemos ser justo e reto. Educada no respeito à lei divina que rege a conduta humana, sempre no interesse do próprio homem, a consciência não pode deixar de ressentir-se ante uma transgressão deliberada da norma de pureza e santidade instituída por Deus. E existe culpa onde há o choque de duas vontades. E essas vontades são: a divina e a humana, que sendo violada ou desrespeitada, provocam calamidade pública, destroem lares, cidades, capitais e países. PENSEM NISSO!!!
Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia


























































