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:: ‘Espaço do Leitor’

Chuva castiga Ilhéus

Informações e foto by ADERINO FRANÇA

Informações e foto by ADERINO FRANÇA

Desde a noite de 02 de outubro Ilhéus tem recebido um alto índice pluviométrico causando precipitação de chuva constante e baixa da temperatura. 
O dia começou na sexta com temperatura máxima de 24° C e mínima de 19° C, umidade do ar em 94% e vento com velocidade de 26 Km/h, 35 mm de precipitação.
Para o sábado a previsão tem a probabilidade de 40% de chuva e o domingo 60%, sendo que, a precipitação nesses dois dias fica em 5 mm.
Por ter sua altitude ao nível do mar e sofrer a influência da maré, Ilhéus não suporta chuva e ruas alagam e causam transtornos aos munícipes, bem como as encostas dos morros ao encharcarem podem provocar deslizamentos de terra e a defesa civil está em alerta.
Mesmo com a chuva o aeroporto Jorge Amado opera normalmente. 
Mais detalhes na agência www.climatempo.com.br

AFOGAMENTO====ATE QUANDO, ABSURDO

trabalhei nesta desastrosa prefeitura de ilheus, e ocorrem por ano 15 a 25 mortes por afogamento so nas praias, tirando os lagos, cachoeiras, e lagoa encantada. sempre com chefias (apadrinhados ) incompetentes, falta protetores, cordas, boias, e treinamento nao existem ou nao querem por salva-vidas na praia soares lopes, duas mortes de dois jovens.
VERGONHA,,,
Heraldo Faskomy de Sá

A Vitória do Lixo

Se, em Salvador, os baianos tem o Caboclo e a Cabocla da Lapinha para derramarem as suas lágrimas, nós, de Ilhéus, para isso, quando não somos religiosos, só temos o R2CPress, um serviço de alta utilidade pública onde, na maioria das vezes, nos lamuriamos com as queixas das nossas desgraças vividas no dia-a-dia na cidade.

Nos dizem os gestores: “asfaltamos quilômetros de ruas e avenidas e nenhum elogio! mas, quando aparece um pequeno buraco, lá vem as queixas publicadas”

É verdade: a conservação das ruas e avenidas é algo normal, corriqueiro, obrigatório, mas não os buracos. Por isso as queixas.

Eu, por exemplo, já me cansei de me queixar do quase-caos que vivemos em toda a cidade e o nosso povo, em parte, é co-responsável pela situação que vivemos no nosso triste dia-a-dia. Muitos tem o prazer sadista da destruição do construído, quando não quebrando, atirando o seu lixo nas ruas como se fosse uma obrigação do governo vir recolher os milhões de sacos de alimentos lançados por toda parte, presos no mato que cresce nas nossas sarjetas cheias de areia. Ou seus entulhos de obras, como vi, agora, diante da minha casa, entulho solto e sacos cheios de entulho de uma obra numa casa vizinha que, por alguns dias, teve pessoal trabalhando na pintura do seu muro da frente.

Futuquei o entulho lançado na esquina do Posto de Saúde do Pontal e vi que era material de uma reforma num banheiro, pelos azulejos, caixas de chuveiro, de toalheiros, restos de masseiras secas, sacos de entulho, uma lata com restos de madeira, muito papelão, plásticos e, até, um monte de massa fresca que sobrara daquela reforma.

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A FALTA DE VISÃO ESTRATÉGICA SOBRE O FUTURO DO PAÍS DOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).

Protesto

Olá Rabat, 

Me chamo Rodrigo Silva, sou morador da Avenida Esperança, no bairro Esperança em Ilhéus, gostaria de fazer um protesto contra o serviço de recapeamento asfáltico mal-acabado feito em um grande trecho da Avenida Esperança, onde parte do recapeamento simplesmente não foi feito devido a uma obra da Embasa que trocou uma tubulação e deixou parte da rua só em terra. Na avenida, prevista para receber o recapeamento, ficou acertado que primeiro fosse realizado um serviço da Embasa para troca de parte de uma tubulação de abastecimento de água, para depois ser realizado o recapeamento.
AV.ESPERANÇA.

AV.ESPERANÇA.

O que de fato ocorreu foi que, além do transtorno ocasionado pelas duas obras, os moradores agora terão que se acostumar com parte da rua em terra porque a Embasa não colocou o calçamento de paralelepípedos após a conclusão da obra, deixando uma extensa faixa esburacada na rua. Esse pretexto foi suficiente par a equipe da empresa que fez o recapeamento asfáltico simplesmente não realizar a obra em sua totalidade, deixando esta faixa de cerca de 1 metro de largura na rua sem a cobertura asfáltica.
Agora nesse trecho da avenida, devido à largura reduzida da rua, o que se vê é a dificuldade do tráfego de automóveis. Os moradores da região tentaram fechar a pista em protesto ao desserviço, no momento em que o recapeamento fora realizado, mas foram impedidos duas vezes pela polícia militar. Desde então, o clima é de revolta com o descaço na localidade.
Diante dos fatos, resolvi tirar algumas fotos e tentar expor a situação em blogs e sites de notícias da região, como o R2CPress, devido a importância do mesmo como veículo de informação na região. Se estas informações puderem ser divulgadas no site para que  as autoridades competentes se vejam pressionadas e atentem para a resolução do problema, eu e todos os moradores da localidade agradeceríamos enormemente! Desde já, obrigado pela atenção.
Att Rodrigo Silva.

Luiz Castro em: DECOLORES

DIA DO ANCIÃO

 Idoso é quem tem muita idade;

velho é quem perdeu a jovialidade.

A idade causa a degenerescência das células;

a velhice, a degenerescência do espírito.

Você é idoso quando se pergunta se vale à pena;

você é velho quando sem pensar responde não.

Você é idoso quando sonha;

você é velho quando já nem ensina.

Você é idoso quando ainda aprende;

você é velho quando apenas descansa.

Você é idoso quando só sente ciúmes.

Você é idoso quando o dia de hoje

é o primeiro do resto de sua vida;

você é velho quando todos os dias

parecem o último de uma grande jornada.

Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs;

você é velho quando ele só tem ontens.

O idoso se renova a cada dia que começa;

o velho se acaba a cada dia que termina,

pois enquanto o idoso

tem seus olhos postos no horizonte,

de onde o sol desponta e ilumina a esperança,

o velho tem sua miopia voltada

para as sombras do passado.

O idoso curte o que lhe resta da vida;

o velho sofre o que o aproxima da morte.

O idoso leva uma vida ativa,

plena de projetos e prenha de esperança.

Para ele o tempo passa rápido,

mas a velhice nunca chega.

Para o velho suas horas

se arrastam destituídas de sentido.

As rugas do idoso são bonitas

porque foram marcadas pelo sorriso;

as rugas do velho são feias

porque foram vincadas pela amargura.

Em suma,

idoso e velho podem ter

a mesma idade no cartório,

mas tem idade diferentes no coração.

 VIVA UMA LONGA VIDA, MAS NÃO FIQUE VELHO

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

Rolando no face …

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Enviada por Marcelo Ribeiro.

Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”

Sílvio Berbert de Amorim (Silú)

Sílvio Berbert de Amorim
(Silú)

Nasceu na Fazenda Primavera em 15 de novembro de 1907, filho de Virgílio Calazans de Amorim e Theodolinda (Duduzinha) Berbert de Amorim, tinha mais quatro irmãos: Guiomar, que faleceu um ano depois do nascimento, Henrique, Álvaro que faleceu aos 15 anos de tétano e Janira casada com Osório de Carvalho e Silva.

Casou-se com Josefa (Zinha) Costa de Amorim com quem teve dois filhos: Carlos Henrique (Carlô) e Virgílio (Virgilhinho).

Nasceu com agenesia no membro superior, no antebraço esquerdo. Problema que não o impedia de fazer nada, dirigia seu carro, acendia seu cigarro, fazia de tudo.

Era um grande gozador. Numa de suas viagens a Salvador, chegando à janela da pensão em que estava hospedado, viu que passava pela rua um senhor que não tinha um dos braços, começou então a gritar da janela: cotó, cotó, o cara no começo fingiu não ouvir, mas ele continuou: “cotó, cotó”, o cara foi perdendo as estribeiras e começou a xingá-lo, ele gritava mais alto: “cotó, cotó”, o cara já no máximo de raiva, e ele “Cotó, cotó”, quando viu que o cara já estava pra morrer de raiva levantou o seu braço, ele também era cotó, e disse:” diga aí colega”. O cara só faltou morrer de tanto rir.

Herdou do seu pai a fazenda Primavera, hoje ponto turístico na rodovia Ilhéus Itabuna administrada por seu filho Virgilinho.

Faleceu em Salvador em 29 de setembro de 1987, está enterrado no cemitério do Campo Santo junto com a esposa e o filho Carlô.

Alfredo Amorim da Silveira

contra foto 30 09 2014

DIA DO CONTADOR, NADA A COMEMORAR

por Juventino Ribeiro

logo contador

Surpreendeu-me e até me enalteceu uma nota que o amigo Jorge Miguel Caliman postou no Facebook. Enalteceu-me, não por ter motivo para comemorar o dia 22 de setembro, dia consagrado ao Contador – bacharel em ciências contábeis – pois já abandonei a profissão. (O dia 25 de abril é considerado o dia do contabilista, que engloba a antiga classe de técnicos em contabilidade).

Caliman foi meu colega na Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativas Moraes Júnior, no Rio de Janeiro, na década de 70. Naquela época essa faculdade era expoente nos cursos de Ciências Contábeis e Administração. Para se ter uma ideia, houve um concurso federal disponibilizando 425 vagas, das quais 405 foram ocupadas por alunos egressos dessa faculdade entre os quais estavam os 20 primeiros colocados. O diretor do DASP enviou um telegrama parabenizando a Moraes Júnior, relacionando os alunos vitoriosos. Durante muito tempo esse documento foi guardado como um troféu. Não sei se ainda existe.

Caliman, amigo, sinto-me lisonjeado pela deferência e reconhecimento por ter sido seu mentor nos primeiros passos na prática contábil. Entretanto, o mérito é todo seu, pela demonstração de inteligência e discernimento no aprendizado para enfrentar os desafios da profissão. Seus questionamentos sobre o porquê disso ou daquilo não me incomodavam. Nunca gostei de trabalhar com pessoas que aceitassem tarefas passivamente sem a certeza de sua eficácia.

Lembro-me perfeitamente da grande dificuldade que tínhamos para execução das rotinas de departamento do pessoal, de escrituração fiscal para, depois, consolidar tudo na escrituração contábil, pois naquela época ainda não dispúnhamos das facilidades proporcionadas pelos sistemas integrados atuais.

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O ASFALTAMENTO EM ILHÉUS E A PINTURA DE DEBRET

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Todos os ilheenses têm visto as obras de asfaltamento que estão sendo realizadas em diversas vias públicas de nossa cidade, melhorando as condições de tráfego e deixando a cidade, até mesmo, com uma aparência mais limpa e mais bonita.

Não há dúvida de que o asfaltamento é uma boa iniciativa, e que traz benefícios a todos. Porém, duas questões precisam ser trazidas a baila quanto a este fato.

A primeira são as constantes aparições do prefeito municipal nos locais onde o asfaltamento está sendo realizado. Todos sabem que as obras de pavimentação asfáltica são obra do governo do Estado da Bahia, e que a prefeitura de Ilhéus nada tem haver com o que está sendo realizado.

Assim, configura-se uma imagem patética, surreal, que se aproxima da total ausência de senso de ridículo, ver o prefeito visitar – com ares de supervisor geral – as obras de asfaltamento que ele não mandou fazer, que não pagará e sobre as quais não tem ingerência técnica alguma.

A segunda questão a ser abordada reside na extrema cara de pau do governo do Estado da Bahia, ao tentar comprar a consciência dos Ilheenses com um asfaltamento de véspera de eleição.

Digo e repito que o asfaltamento é uma coisa boa para a cidade. Mas passar quatro anos sem fazer quase nada pelo município de Ilhéus e tentar iludir o povo com a aplicação de alguns poucos centímetros de capa asfáltica em véspera de eleição é menosprezar a inteligência do povo.

Quando vemos o asfaltamento que em poucos meses está sendo feito, o que pensamos é no quanto nossos governantes – se quisessem de fato fazê-lo – poderiam ter melhorado nosso Estado, nossa saúde, nossa infraestrutura, nossas vidas. Se quisessem de fato, quanto se poderia fazer em quatro anos de trabalho sério!

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Heckel Januário em: UMAS E OUTRAS INUSITADAS DA CIDADE (XV)

(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)

O babado da duplicata da Pfizer Corporation no Banco da Bahia contado no Umas e Outras anterior não passara de um aperitivo, meio às poucas e boas de 1961 a 1964 relacionadas com esta agência bancária, numa época em que bancário tinha a precípua obrigação da camisa branca e gravata preta no trabalho, de comportamento exemplar, de não escorregar nunca, especialmente em cidades pequenas como Bebel.

E rolaram realmente pesadas, valendo expor –envolvendo todo o corpo funcional– que se pudéssemos abrir obico como manda o figurino, elas receberiam de  imediato o carimbo de “censuradas”, apesar da liberdade democrática. Mas uma está livre. Mantínhamos (o “nós”, reitera este escrevinhador, conforme o Umas e Outras XIV, como participante desta turma bancária), claro, o princípio da responsabilidade, mas éramos também festeiros por excelência e estávamos ‘em todas’, como se dizia. À cata de festas, as viagens para as hoje Costa do Descobrimento e das Baleias e localidades circunvizinhas mineirasfaziam parte do script.

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