:: ‘Espaço do Leitor’
Rolando na net
PEDÁGIO Super importante
Você sabia que uma das justificativas da empresa Responsável pela concessão da Rodovia Via Lagos (Andrade Gutierrez & Camargo Corrêa) para aumentar o pedágio foi o número insuficiente de carros?
Não sabia? Pois é verdade! Ocorre que, quando passamos por um pedágio e não solicitamos o recibo, nossa passagem não é registrada nos
dados oficiais, o que contribui para que as concessionárias soneguem impostos e ainda dá respaldo à justificativa deles na solicitição de
aumento além do previsto nos contratos de concessão.
Ainda tem mais uma informação importante sobre a solicitação do recibo do pedágio:
SEM O RECIBO EM MÃOS, A CONCESSIONÁRIA PODE RECUSAR-SE A PRESTAR-LHE ASSISTÊNCIA, OU SEJA , VOCÊ PERDE O DIREITO A GUINCHO E MECÂNICO GRATUITOS NAS ESTRADAS PRIVATIZADAS.
TEM MAIS:
Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”.

Matéria publicada no jornal “Correio de Ilhéus” em 28 de junho de 1930 sobre Jorge Amado
PENOSA IGNORÂNCIA
ILHÉUS AOS OLHOS MORTIÇOS DE RIDÍCULO ESTETA
ADVERTÊNCIAS NECESSÁRIAS AO SÓRDIDO PANFLETO “ETC”
Um franchinote qualquer, metido à esteta e a crítico pedante, acaba de vomitar, através das apagadas colunas desse desgracioso e mal amanhado panfleto “ETC”, que se edita na capital do estado, um bocado de sandices e asneiras, qual a qual mais retumbante e mais completa, sobre fatos e coisas atuais de Ilhéus, este mesmo rincão hospitaleiro e generoso que enriquece aventureiros, de todo jaez e derrama fortunas em mãos de criançolas vadias e estróinas, para lhe elas mal dizerem com ênfase.
Tal é, precisamente, o caso dos “Casos e Cousas” de certo rapazelho sem cultura nem senso, educação ou critério, que escreve no precipitado jornaleco, ou, melhor, no ilustrado periódico baiano.
Prosa chilra, amarelona, estilo vitando, espécie de reboque de bonde ou ponta de cigarro de literatura, cheio de muita embófia e vazio de qualidades ou importância.
De feito, a caturral apreciação que de Ilhéus fez esse lóio, está a merecer severa reprimenda, pelas mentiras que encerra e pelo tom arrebicado e descortês que se lhe observa no bojo.
Não que pretendamos chamar à bema este areopagita de baixo coturno, autor de baldrocas e patranhas sobre a vida político social de nossa terra, cuja fama é crescente, de dia para dia, na opinião dos auto cotubernais da boa crítica e do bom senso, que, aqui vivendo ou por aqui passando, sentem o gasalhoso contato dessas auras, descansam o olhar nesta prediação moderna e elegante, nesses formosos e bem cuidados jardins, nessas ruas e praças regularmente calçadas e sempre cheias de muita higiene.
Trânsito e jardins
Essa é a minha grande tristeza, ver que em Ilhéus existem muita gente sem uma conduta mais humanista além de não respeitar o direito do outro. Jamais pensaria que meu tão querido povo fosse desumano quiça egoísta. Meus pêsames! “O DIREITO DE UM SER HUMANO TERMINA AONDE COMEÇA O DO OUTRO”

Rua da Entrada do Jardim Pontal e Sapetinga hoje 13 de março às 6h 50min um dos horários (existem outros – são 4 horários) mais tumultuados nas ruas 1, 2 e 3 onde os carros fazem dessas ruas auto pista não permitindo os moradores dormirem um pouco mais, um bairro onde reside grande número de aposentados que não tem obrigação de acordar antes das 8h ou 9h, outro problema nessas ruas são a falta de consciência de alguns moradores que fizeram da calçada que é pública e para uso de pedestre, deficientes, idosos etc… jardins. E nós pedestres somos obrigados a andar na rua tamanha falta de respeito, agora vejam as fotos e me digam em caso de um acidente quem é o responsável….o pedestre/idoso/criança que estava andando na rua porque a calçada é jardim?, a prefeitura/vereadores que não fazem cumprir a lei da acessibilidade e permitem que a calçada fuja dos padrões normais fazendo os pedestres andarem na rua? ou o morador que na sua arrogância fazem da calçada extensão da sua moradia? QUEM É O RESPONSÁVEL??????? Deixo aqui a minha sugestão aos políticos Ilheense Que tal aprovar um decreto (caso não exista) em que obrigassem os moradores a fazerem a calçada e também as entradas de garagem também correta, dando um prazo de 180 dias para adequarem suas calçadas e em caso da não execução a prefeitura construiria a calçada e cobraria no IPTU. Isso é aplicado em Londrina – Paraná. E é assim que deve ser feito aqui.
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Marlene França
Governo do Estado se faz de morto e impacienta a Bamin
por Walmir Rosário

Walmir Rosario / Foto by Waldir Gomes
Já não são tão cordiais as relações entre as altas cúpulas do Governo do Estado da Bahia e da Bahia Mineração (Bamin). O motivo é um só: a omissão do governo em relação ao cronograma de implantação do Projeto do Complexo Intermodal do Porto Sul.
Desde o ano passado que a Bamin vem revelando impaciência com o certo descaso do Governo do Estado em relação à entrega da área para que as obras do Porto Sul sejam iniciadas. Os prazos concedidos são vencidos e nenhuma – ou quase nenhuma – ação é feita.
De novo – apesar dos desmentidos do prefeito de Ilhéus – a Bamin promete “enfiar a viola no saco” e ir tocar em outra freguesia, apesar dos grandes investimentos feitos. E os recursos foram poucos, investidos em estudos, ações de comunicação pública e social.
Essa apreensão gerada com a possível saída da Bamin do Complexo Intermodal do Porto Sul, o que inviabilizaria o projeto, resultou numa reunião de emergência entre empresários, instituições e o Governo do Estado. Por certo, novas promessas serão feitas, embora sem a certeza do cumprimento.
Outro grande dispêndio da Bamin foi efetivado para capacitar a população do entorno do empreendimento, preparando-os para o exercício de novas atividades, o que representa uma evolução no cumprimento das compensações sociais.
Pelo que vi durante as campanhas eleitorais dos anos de 2010 e 2012, candidatos faziam questão – principalmente os do Partido dos Trabalhadores (PT) – de externar o seu apoio ao Porto Sul. Essas ações, geralmente, são uma recíproca pelo apoio recebido.
Empreendimento traz prejuízos e danos à saúde na Rua da Paz, CSU e Rua do cano
Boa Tarde!
Prezado comunicador, viemos a esta renomada representante da comunicação de nossa região, expor a situação a qual nós, moradores da Rua da Paz, CSU e Rua do Cano estamos passando, e pedir encarecidamente a divulgação e se possível apoio.
Há algum tempo foi iniciado na Rua da Paz no CSU-Centro Social Urbano, um empreendimento denominado Loteamento Parque das Mangueiras, de propriedade do Sr. Antônio Viana, para execução deste empreendimento o mesmo precisa retirar um morro com centenas (senão milhares) de metros cúbicos de barro* e cascalho* (chamaremos a partir daqui de material*).
Primeiro deve-se levar em consideração que nesta localidade é uma rua prioritamente de residências e que consequentemente há muitas crianças e idosos.
Os problemas para os moradores iniciam na retirada desse material, a partir daí podemos citar diversas dificuldades/problemas/perigos aos quais ficamos expostos:

Em vários momentos, muitos moradores já tentaram sensibilizar o proprietário Sr. Antônio Viana sobre as mazelas que seu empreendimento tem trazido, porém o mesmo é relutante e áspero, para não citar outras palavras.
Prova dessa resistência do proprietário é a existência de um caminho alternativo que os caminhões e máquinas poderiam estar fazendo, porém como este caminho é alguns metros mais distante, o que diminuiria seu LUCRO, o mesmo se recusa a utilizar.
Nós Moradores fazemos essa denuncia e aproveitamos pedir como cidadãos e queremos ter nossos direitos respeitados, pedir aos órgãos públicos, que com certeza tem pessoas competentes e sérias que levam seu trabalho de igual modo à serio, pelo amor de Deus tomem uma providência, venham visitar esse empreendimento.
As pessoas hoje em dia não mais tão ignorantes (no sentido de ter acesso a informação), sabemos que para esse tipo de empreendimento é OBRIGATÓRIO documentos como: LICENÇA AMBIENTAL, PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos, entre outros, e nesses documentos que estariam as Ações obrigatórias por parte do empreendimento para eliminar/reduzir os problemas causados para os moradores.
Desde já agradecemos a atenção desprendida, e contamos com seu apoio.
Atenciosamente,
Moradores da Rua da Paz, CSU e Rua do Cano.
ESPAÇO ABERTO PARA OS CITADOS – QUERENDO – SE MANIFESTAR.
Nós queremos ASFALTO!
Caríssimos,
Não sei quem é o “pai da criança”, mas o moradores da CEPLUS, do Nossa Senhora da Vitória e adjacências conhecem de longa data estes ilustres representantes do descaso do poder público ilheense. As fotos são, respectivamente, do entroncamento entre a BA-001 e o acesso à CEPLUS e do acesso ao N. Sra. da Vitória e à Barreira. Elas foram retiradas do Google Street View e mostram que, no primeiro caso, a data da foto denuncia que já faz mais de um ano que o problema se arrasta. Eu calculo até mais de 2 anos. No segundo caso, creio que já faz uns 6 meses e por isso não está na foto do Google, mas a marcação indica onde o problema está. Já vi protestos de moradores, já vi outros que, diante da inação do poder público, tentaram resolver/amenizar a situação. Mas o esforço deles não resiste à uma sequência grande de chuvas e ao movimento intenso de veículos de todos os tamanhos naquele acesso. Também é bom lembrar que colocar paralelepípedo pra tapar buraco em asfalto é querer ‘tapar o sol com uma peneira’; não funciona nem por uma semana e quando as pedras soltam os riscos são ainda maiores.
Nós, que sofremos diariamente com essa incompetência absurda de Vossas Excelências, queremos apenas poder entrar no contorno que lugar correto (sem precisar fazer armengue), queremos não precisar fazer manutenção a cada 6 meses na suspensão dos nossos veículos, nós queremos não precisar trocar pneus furados nesses buracos em época de chuva e, acima de tudo, nós queremos ASFALTO, e asfalto do bom.


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Remetente excluído conforme solicitado
Fique sabendo que:
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“ZÂMBIA”: RENASCEU… OU NEM MORREU?
Mudar o pensamento, hábitos e costumes de um povo não é tarefa fácil. O trabalho de conscientização se estende por gerações, décadas e até séculos. É coisa para longuíssimo prazo. Como já disse, a simples coleta do lixo e entulho que os anti-cidadãos e os inconscientes descartam em via pública é um mero paliativo, é como tentar esvaziar uma canoa furada com uma canequinha ou tentar tapar o sol com uma peneira.Imagino que o atual gestor municipal esteja trabalhando para deixar sua marca na história de Ilhéus. O problema é que o lixo macula a imagem de qualquer gestão, é um cartão postal de efeito contrário, negativo.
Para que se resolva a curto ou médio prazo a questão dos lixões urbanos clandestinos, há de se adotar medidas, digamos, ostensivas e enérgicas. Insisto: o que eu antes tinha como sugestão passa a ser uma exigência de cidadão cumpridor dos meus deveres de munícipe. Urge a presença da guarda municipal nesses locais para advertir, coibir e penalizar os infratores, num trabalho paralelo à limpeza diária dessas áreas de descarte proibido. O local da foto, apelidado de “Zâmbia”, ao lado do colégio CAIC e em frente à construção de uma creche escola financiada pelo governo federal, bem que poderia sofrer melhorias (calçamento, meio fio) como parte de um projeto de extinção daquele depósito de lixo a céu aberto, preferencialmente antes da inauguração da creche escola, prevista para breve.
Nilson Pessoa
Fotos da Rua Luzitânia e Rua do Café
Escadaria da rua Luzitânia com muitos buracos e poste que não esta funcionando.
A árvore está atrapalhando o trajeto das pessoas, por falta de poda.
Escada com degraus quebrados.
Casa na Rua do Café , que está aos pedaço, com risco de cair a parede da frente.
Buraco na Rua do Café que só foi tapado com terra, mas está afundando novamente.
Poste sobrecarregado de fios. O poste se encontra torto.
PSICOMUNDO – CONFERINDO DESCASOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (lado direito).































































