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:: ‘Espaço do Leitor’

C O N V I T E

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INSISTENTE PERSISTÊNCIA

Ontem, na rua, fui abordado por um leitor, um senhor muito simpático, na faixa dos 70. Ele me perguntou como é que consigo ser tão insistente em apontar problemas e reivindicar, há anos, soluções para determinadas demandas que sempre relato no R2CPRESS.
Expliquei que, realmente, me chateio e reclamo dos descasos absurdos que vejo em sucessivas e desastrosas gestões administrativas de Ilhéus, com ênfase em meu bairro. Problemas que poderiam ser resolvidos a contento, de maneira objetiva, sem complexidade nem custos elevados, mas não o são, e isso me causa a irritante sensação de que o dinheiro que pago de impostos e taxas está indo para uma lata de lixo.
Numa área urbana, próxima ao aeroporto do município e mais próxima ainda das praias do sul, tenho que conviver diariamente – no raio de apenas 100 metros – com buracos, lama, um lixão e uma creche inacabada e esquecida, à salvo apenas da praça antes abandonada, reformada recentemente em apenas 30 dias, após 30 anos de espera. Me mudar do local seria trair meus princípios e assinar um atestado de derrota e condescendência.
Complementei dizendo-lhe que, historicamente, o pobre não costuma reclamar e o rico prefere a discrição; pepinos, abacaxis e batatas quentes, sempre caem no colo da classe média. Acho que estou tão somente praticando um exercício de cidadania.
O simpático senhor saiu sorridente, espero que satisfeito com a minha resposta.

Nilson Pessoa

Luiz Castro em: DECOLORES

                      CIVISMO E A CIDADANIA

Extrair do jornal da Academia Campinense Maçônica de Letras esse texto que trata de um assunto bastante importante para nós brasileiro.

Ainda me lembro como se fosse hoje. Todos os dias, antes do início das aulas, após uma correria de alunos de um lado para o outro, filas se formavam, divididas por classes e séries escolares, rapidamente se agrupando para ouvir uma breve mensagem da direção da escola. Após, fazíamos uma prece, cantávamos o hino nacional e, só depois deste ritual, íamos assistir as aulas. A cena era comum no nosso dia a dia no Prédio Escolar General Osorio, mas, em outras escolas, aqui em Ilhéus e pelo Brasil a fora, a rotina não era diferente.
Hoje, quase três décadas depois, são poucos os jovens que sabem cantar o hino nacional.

Verificamos uma verdadeira perda do sentimento de civismo. Em especial, na nossa mais jovem população.

A sensação mais próxima de amor à Pátria que muitos jovens conhecem, é torcer pela seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo. E, ainda que envolvidos por esse efusivo momento de ufanismo brasileiro, no momento do hino nacional, ou se calam — porque não sabem cantar —, ou continuam a algazarra farrista sem sequer notar, quão menos respeitar, o Símbolo Nacional.

Até os fins dos anos oitenta, haviam matérias dedicadas à formação cívica e cidadã da população: Educação Moral e Cívica, no então Primeiro Grau, e Organização Social e Política Brasileira, no Segundo Grau. Sob o argumento de que eram, ou ao menos foram, ferramentas do regime ditatorial que havíamos passado, extirparam-nas dos currículos de nossos alunos. Mas nenhuma matéria foi inserida para suprir o vácuo que ficou em razão da extração dessas disciplinas.

É bem verdade que, em setembro do ano passado, a lei 12.031/09 criou uma nova obrigação para os estabelecimentos públicos e privados de Ensino Fundamental em todo o Brasil: dali para a frente passou-se a ser obrigatória a execução semanal do Hino Nacional.

Com certeza foi uma boa notícia, mas só isso não basta!

Precisamos de uma séria reforma na grade escolar de nossas crianças e adolescentes. É salutar que os jovens tenham matérias especificamente focadas no civismo e no sentimento de cidadania.

É necessário que conheçam, com maior profundidade, os símbolos de seu País e o significado de cada um deles.

E, sobre o País, também é preciso que conheçam a estrutura básica de funcionamento da máquina administrativa estatal. É preciso preparar o jovem para que saiba quais as competências da União, dos estados e dos municípios. Até porque, quando o cidadão sabe o que cada órgão de governo deve fazer, consegue avaliar e melhor cobrar o Poder Executivo e Poder Legislativo, que por ele mesmo foram eleitos.

Uma reforma cívica verdadeira também deve passar pela informação que concerne aos direitos do cidadão. Uma disciplina escolar, voltada para uma formação cidadã, deverá também preparar a pessoa para exercer os seus direitos. É difícil exercer um direito, se não conhecemos este direito.

Mas, quem tem direitos, também tem deveres. Não basta saber que posso isso ou que posso aquilo. É necessário ter a consciência de que também tenho deveres. O cidadão que conhece suas obrigações pode, e deve, ser cobrado quando deixa de cumpri-las.

Tudo isso pode até nos parecer óbvio. Mas o dia a dia tem nos mostrado que grande parte da população não tem acesso a informações que sedimentem esses indispensáveis elementos de civismo e cidadania.

Acreditamos que tais mudanças, se aplicadas, em médio prazo, formarão cidadãos melhores, mais conscientes e com melhor condição de voto. Como conseqüência disso, também teremos um País mais justo, mais digno e melhor administrado para atender os verdadeiros anseios e necessidades da população brasileira.

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

PSICOMUNDO <> (II) PAREM O MUNDO QUE EU QUERO DESCER… AONDE? <>

A educação tem seu poder de transformar os indivíduos de fato, e essa é uma certeza que temos hoje em dia. A ciência impulsionada pela grandeza da sabedoria humana é importante atributo da vida em sua plenitude. É vasto principio para o homem aliar-se aos conhecimentos de vida social e política. Preparar as pessoas para a vida social e profissional é um dos objetivos da civilidade, e essa preparação começa desde os cinco ou seis anos de idade a partir da escola infantil, socializando as crianças, sempre desenvolvendo certas habilidades das pessoas, através do diálogo e traduzindo a comunicação, evitando o prejudicial isolamento social. É preciso educar para mostrar à nossa população os ditames da liberdade de expressão e viver diante do cumprimento do dever. Tudo isso visa à melhoria do ensino na melhor capacitação profissional e diminui o índice de delitos causados por adolescentes fora da sala de aula.

O Brasil precisa de normas urgentes ligadas à evolução da cultura evidenciando sanar os males causados pelo indesejável analfabetismo. É muito importante a implantação de maior perfeição do ensino básico aos brasileiros, principalmente àqueles que estão à margem de poucas oportunidades sociais, e merecem as boas modalidades de sobrevivências através dos ajustados conhecimentos básicos. Tudo faz parte de uma vida pública voltada ao combate do analfabetismo e dando melhor conceito educacional, acabando com a má qualidade dos colégios brasileiros. Existem inúmeros desajustes culturais e tem fases em que a vida apresenta o desconhecimento das metas que traduzem os direitos e deveres dos cidadãos. Infelizmente ainda existem em nosso país administradores públicos que não dão valor à educação da sua população!

O setor de Segurança Pública no Brasil vem mantendo altos custos em desconfortáveis projetos de construções de casas de detenções, presídios e cadeias públicas. As edificações de escolas públicas deixaram de ser base para dignificar o ser humano no Brasil. Professores são tratados como se fossem inimigos do bem-estar social, enquanto muitos administradores deixam de oferecer meios de modificar os alicerces arcaicos criando uma nova estrutura educacional.

As escolas são locais de livres arbítrios para o ser humano estimar os bons princípios. Todavia, o atual sistema penitenciário se torna muito pernicioso e nefasto o seu ambiente carcerário, sendo mal organizado, deixando os jovens à mercê dos marginais mais velhos e perigosos. Educar as pessoas ou puni-las por crimes praticados com exagerados requintes de crueldades, sendo divulgados em tantos meios de comunicações? É uma questão de consciência nos destinos do nosso país; será que os nossos governantes não sabem disso?

A estrutura física do sistema prisional brasileiro é parte de um problema que parece muito difícil a sua solução. Existe uma grande necessidade de criar uma colônia penal, onde os detentos fossem úteis para corrigir seus próprios erros, com a assistência de especialistas em psicologia social e direitos humanos, de uma forma em que os presos pudessem entender a gravidade dos crimes por eles cometidos, voltando encontrar-se com si mesmo dentro de uma sociedade que cobra tudo e pouco retribuem aos seres humanos. Nem todos os estabelecimentos penais oferecem trabalho aos detentos, violando assim os seus direitos e deveres. Entram num ambiente pernicioso, marginalizado pelos seus crimes e saem sem a percepção do cumprimento de consciência de culpas por crimes praticados. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus (BA) – (73) 8844-9147 – Whatsapp

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01:

http://www.r2cpress.com.br/v1/2016/09/29/psicomundo-i-parem-o-mundo-que-eu-quero-descer-aonde/

SEROTONiNA, PODER E DEMOCRACIA

por: Guilherme Albagli

Há alguns anos, cientistas examinaram o sangue de gorilas de diferentes populações africanas e descobriram terem, os seus chefes, mais serotonina correndo no sangue que os seus gorilas liderados. A serotnina é um hormônio que nos dá a sensação de prazer e satisfação, quando pensamos num ente querido, quando namoramos, ou trabalhamos sem um chefe nos apoquentar ou quando somos elogiados por algum motivo. Nunca ninguém descobriu o porque da satisfação exacerbada dos chefes-gorilas, embora hajam formulado uma hipótese muito plausível: os gorilas, para se acasalarem, devem  pedir a mão das suas noivas aos seus chefes, adulando-os, pela limpeza dos seus pelos, lhes removendo os ciscos e pedaços de folhas e palhas secas ali presentes.

Isso tem a ver: o neto de Janio Quadros, numa entrevista, disse ter o seu avô lhe ter confidenciado que o prazer do poder é maior que o do orgasmo, e isso, talvez, explique o porque de tanta fúria e pagode baiano nas alturas para se chegar lá, mesmo que não seja para fazer aquilo que, agora, todos sabemos que dá cadeia.

Foi por isso que, cinco séculos antes da Era Cristã, inventou-se, na Grécia, a Democracia, prevendo a rotatividade de poder, para que não ficassem desgastadas os pontos de vista e fórmulas de um só grupo político. O Universo é dinâmico e, por isso, caem por terra, mais cedo ou mais tarde, todas as tiranias, dinastias e monarquias. Talvez, a longa permanência no poder possa perturbar a nossa mente humana, fazendo com que a racionalidade seja posta de lado pela ânsia de ali permanecer para sentir-se poderoso, eternamente, com a sua serotonina liberada nas alturas.

Essa situação impede a visão dos problemas reais de uma comunidade, gastando-se  mais tempo na luta por não perder o poder do que pensando e cuidando da administração pública.

 

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.


1) VOTE NO MELHOR, PARA ILHÉUS CRESCER.
2) AMIGOS A GENTE NUNCA ESQUECE!
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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… E A FAIXA SUMIU

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Nilson Pessoa.

Agrissênior Notícias – Nº 592 – 04 de outubro de 2016

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.

Que o próximo prefeito …

*Mantenha uma administração transparente.

*Consulte a população local para todas suas ações.

*Não permita empreiteiros levarem materias nobres substituidos nas renovações das obras públicas.

*Construa uma grande creche em cada bairro.

*Pare de podar o capim das áreas verdes.

*Mande o pessoal da poda limpar o mato e areia das sargetas.

*Estabeleça manutenção esmerada em todos os bens públicos para que não se arruinem, tendo que reconstruí-los.

*Restaure todos os prédios públicos abandonados.

*Faça da sua obra administrativa a sua maior propaganda.

*Lembre-se que terras as públicas NUNCA podem ser privatizadas.

*Não maquine para novas construções no BEM PENSADO “Parque de Burle Marx”.

*Equipe os Postos de Saúde.

*Contrate médicos a tempo integral.

*Não autorize a poda das encostas dos morros, para estas não precisarem caras cortinas de concreto.

*Ande nas ruas, a pé ou em carro, fiscalizando, pessoalmente, diariamente.

*Seja atento aos salarios dos servidores municipais para que estes trabalhem com muita alegria.

*Revise o IPTU absurdo, que faz de um beco do mijo cheio de lixo e buracos de longa data ser considerado uma “Área Nobre”.

*Devolva o “Bataclan” ao uso democrático da cultura ilheense.

*Mande os shoppings centers buscarem comprar seus terrenos na estrada a Itabuna ou Olivença.

*Declare área non-edificandi as magníficas laterais ainda não ocupadas da Ilhéus Itabuna.

*Declare no Portal PMI o motivo, duração e custo de todas as suas viagens oficiais.

*Estabeleça para si e secretariado salário compatível à altíssima responsabilidade do seu cargo.

* Não gaste o dinheiro público com milionários cachês de artistas de fora.

*Governe para todos os munícipes, e só os munícipes.

*Prepare-se para se estabelecer lembrado na futura História da Cidade e Distritos.

PSICOMUNDO <> (I) PAREM O MUNDO QUE EU QUERO DESCER… AONDE? <>

 

O mundo do crime vem espalhando terrores em todos os percursos da existência humana e campeando pelos caminhos inseguros da existência do povo brasileiro. São tantas as maldades e ações premeditadas de tentativas de morte praticadas covardemente, deixando as famílias das vitimas, imaginando por que seus entes queridos passaram por instantes tão infelizes levando-os à morte! A generalização política dos homens que administram o nosso país, permanece descaracterizada do seu sentido real e passou a ser uma máquina de jogos de interesses, e assim está ceifando as consciências e vidas de pessoas honestas. Dessa forma são poucos que se destacam em suas evoluções sociais dentro da comunidade em que vive.

Perdura a ilicitude dentro de tacanhas manobras articuladas por certos indivíduos, praticando atos contrários aos bons costumes, pervertendo a moralidade que não está dando margem de segurança aos homens que estão desafiando a sua permanência dentro do respeito à sua honra. No Brasil, verificamos ainda, a grande preocupação da população brasileira quanto aos crimes praticados contra inúmeros seres humanos, principalmente, contra as mulheres, crianças e idosos. Agigantam-se os tristes e frequentes informativos, com tenebrosas noticias que vinculam em nossos meios de comunicações, onde incrivelmente, permanece a violência que nasce todos os dias entre familiares em nosso país.

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ALUNOS DA APAE DE ILHÉUS REALIZAM CAMPANHA E APONTAM DEMANDAS DA ESCOLA

Inserido no eixo temático de Direitos e Deveres, o projeto “Por Dentro das Eleições”, está situado na proposta pedagógica Cidadania e Ética da Escola Flor do Cacau, Apae de Ilhéus. Toda a Escola está há mais de duas semanas sendo vista pelos alunos como se fosse uma cidade em campanha eleitoral, do contexto interno escolar. A ideia é realizar uma eleição municipal na escola antes das eleições municipais do país. Para isto, a Apae está com 8 alunos candidatos a Prefeito e 8 a Vice-prefeito, que identificaram diversas necessidades da instituição através de propostas, que podem ser abraçadas pela comunidade.

APAE-IOS

APAE-IOS

Dentre as ideias trazidas pelos 16 candidatos apaeanos à Prefeito e Vice-Prefeito, estão a quadra de esportes, muro com flores, parque, piscina, jardim e paisagismo. “São propostas cabíveis que a Apae de Ilhéus traz à comunidade. Estamos abertos a avaliar de que forma a comunidade deseja realizar, pois nós temos as propostas, mas é a comunidade que preenche isso se fazendo presente”, enfatizou a diretora geral e pedagógica, Vitória Penalva.

A família apaeana, alunos, pais, professores e funcionários, está engajada no projeto, que tem como objetivo educar a respeito dos direitos políticos, da legislação e direito eleitoral, informar o papel do Prefeito e Vereador, de modo que a importância das eleições municipais possa ser compreendida pelos alunos, como é realizada, a organização política do Estado Federal, tanto sobre a importância do voto, das propostas que favorecem a coletividade, quanto para uma eleição limpa. A ideia também é atrair a presença da comunidade para que conheça as necessidades da instituição.

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TORTURA: TRINTA DIAS EM TRINTA ANOS

Meu mau humor tem um culpado: Juscelino Kubitschek. Eu explico.

Presidente do Brasil no século passado entre os anos 1956-1961, Juscelino teve como slogan desenvolvimentista de sua campanha o célebre “Cinquenta anos em cinco”. Trocando em miúdos, uma promessa de fazer em apenas cinco anos o que se faria em cinquenta.

Hoje, quando enxerguei a obra da praça do Santo Antônio de Pádua, já sem os tapumes e em fase de conclusão, poderia estar radiante, dando pulos de alegria e festejando o equipamento reformado, que vai atender moradores do Hernani Sá e visitantes em geral. Mas me veio à mente o slogan de Juscelino. Pior, me veio à mente o inverso do slogan de Juscelino.

Me dei conta de que a dita praça sofreu 30 anos de abandono e descaso do poder público; até a manutenção do local era feita pelos próprios moradores diante de tanto desprezo e esquecimento. Ao longo dessas décadas, não faltaram pedidos, súplicas nem clamor dos moradores pela tão necessária reforma.

Pois é, veja como são as coisas. Em apenas 30 dias foi resolvida uma demanda de 30 anos! Por que diabos tanta espera e tanto sofrimento?

Reforma da praça, 30 anos de espera

Reforma da praça, 30 anos de espera

Quando eles querem, eles fazem.

No entanto, quando não querem, não tem acordo. É o caso da Faelba, 50 metros adiante. Vai ficar de herança para o próximo prefeito.

Mas o bom da história é que o povo já não é mais tão bobo…

Conscientização dos moradores

Conscientização dos moradores

Seja quem for o próximo alcaide – eleito ou reeleito – receberá e terá que resolver essa herança de mais de duas décadas. E esteja certo de que vai ser cobrado. Pedidos, súplicas e humilhações dos últimos vinte e poucos anos, hoje já não cabem, são página virada. Os moradores da Faelba (Hernani Sá) não suportam mais as condições deploráveis de suas ruas e se conscientizaram que não é nenhum favor, e sim obrigação da administração pública municipal pavimentar dignamente as vias daquele logradouro. Basta de implorar, basta de mendigar soluções “patroleiras” esporádicas e paliativas, que só duram poucos dias e não acabam com os buracos, poeira e lama.

Agora é EXIGÊNCIA dos moradores que a prefeitura cumpra por completo seu dever básico de converter a arrecadação de impostos na preservação da cidade e na consequente melhoria da qualidade de vida dos contribuintes. E sem jeitinhos, gambiarras, fachadas ou maquiagens.
Contraste entre a praça reformada e a Faelba abandonada (ao fundo)

Contraste entre a praça reformada e a Faelba abandonada (ao fundo)

Nilson Pessoa





















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