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:: ‘Notícias’

Maria Regina Canhos Vicentin em: Inclusão x Exclusão

Interessante perceber como estamos despreparados para a inclusão quando convivemos há tanto tempo com as deficiências. É impressionante; mas ainda hoje não queremos ver; recusamo-nos a aceitar. Os espaços sociais não são para todos? Então, porque criamos projetos nos quais as pessoas portadoras de necessidades especiais, mesmo diante de sua limitação, necessitam brigar para usufruir? Tiramos o problema da sociedade e o colocamos no indivíduo. Quer um exemplo? As vagas para deficientes existem nos estacionamentos, mas normalmente são ocupadas por quem não possui deficiência alguma. Acaso desejamos que o portador de necessidades especiais saia no tapa para assegurar a sua vaga? Quem deve ser responsabilizado por isso? A coletividade, lógico.

A inclusão precisa ser feita com a responsabilização da coletividade. Necessitamos quebrar essas paredes quadradas nas quais estamos inseridos. Se o projeto não está surtindo resultado, devemos nos perguntar qual o problema do serviço oferecido, e não qual o problema do indivíduo. É muito fácil colocar a culpa na pessoa excluída, afinal, ela já está excluída mesmo. Quem vai defendê-la e assegurar o seu espaço social?

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ILHÉUS BEM REPRESENTADA NA CORRIDA TRACK AND FIELD, EM SALVADOR

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No último dia 30/10 milhares de corredores tomaram as imediações do Shopping Salvador, naquela cidade, para disputar os 5 e 10 Km de uma das corridas mais tradicionais do Brasil, o Circuito Track and Field, marca conhecida mundialmente no mercado esportivo.

Ilhéus esteve representada pelo Clube de Corrida VO3, com ótimo rendimento dos atletas, dentre estes Rita Márcia Kruschewsky, que cravou 48 minutos e 30 segundos, vencendo sua faixa etária e se colocando em sexto lugar no geral.

Outros atletas do Clube obtiveram excelente rendimento, dentre estes Leonilla Romero (Leo), Maria Isabel Pacheco (Bel), Juliana Midlej e Fábio Barreto.

O VO3 tem apoio da Bahia Mineração e coordenação de Alberto Kruschewsky e Francisco Bueno.

Assim nasceu o Tengão…

BLOCO CARNAVALESCO CAMPEÃO DOS CARNAVAIS DE ILHÉUS

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Em 1971, Zé Pretinho (Jose Carlos dos Santos) e Chico Cabeção (Eronildes Miguel dos Anjos) foram à cidade de Vitória da Conquista para assistir a uma exposição de animais/agropecuária. E naquela cidade só ouviam falar: Tengão vem ai, cuidado com o Tengão! Ai perguntamos: “o que é Tengão?” nos informaram que era um bloco de carnaval.

Chegando a Ilhéus, resolvemos após de uma dissidência de Caixambi de Jovelino a fundar o bloco com o nome do Tengão.

Saímos no ano de 1973 com a fantasia de mini-saia e frente única, com caixa de nylon e 01 surdo (105) e alguns instrumentos pequenos como: tan tan, panelinha, reco reco, agogô, pandeiro, etc…

Em 1974 com vários amigos, conseguimos fundar uma Associação  que foi considerada de utilidade pública municipal através de lei.
RELATO

Em 1975, no governo do Prefeito Ariston Cardoso, descemos para competir e concorrer com outros blocos como CAXAMBI, SÓ O AMOR CONSTRÓI, BLOCO DOS TRINTA, ARRASTÃO, ABÓBORA SELVAGEM, ADEP e A ZORRA.
Em 1975 fomos campeões, em 1976 bi campeões e  em 1977 tri ca

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mpeões

Fomos tetra, penta e chegamos ao hexa. Depois teve um ano que descemos só para se apresentar com hos com cour.

A bateria do Tengão era composta de 90 componentes, 12 músicos de sopro e mais de 200 foliões.

Que me lembro: 04 bombos, 12 caixas de nylon, 10 surdos (105), 02 treme treme, 15 marcações, 15 tamborins, panelinhas, cuíca, prato, reco reco e ganzá.

Bateria esta que era comandada por Manoel Ferreira Costa, conhecido como Manoel do Cartório.

ILHÉUS / Lavagem Ecológica de Veículos

Na Academia de Letras de Itabuna

(Discurso proferido por Cyro de Mattos na instalação da Academia de Letras de Itabuna – ALITA, auditório da Faculdade de Ciência e Tecnologia, 5/11/2011).

Ilustríssimo Senhor Presidente da Academia de Letras da Bahia, escritor Aramis Ribeiro Costa, Excelentíssimo Senhor Presidente da Academia de Letras de Itabuna, Dr. Marcos Bandeira, ilustríssimas autoridades presentes ou aqui representadas, meus senhores, minhas senhoras.

Começo fazendo dois registros. O alegre vem do  presidente da Academia de Letras da Bahia, escritor Aramis Ribeiro Costa, para  quem  o  jornalista e cronista Antonio Lopes já teceu   as merecidas referências e homenagens.  Ressalto que cada dia vou vendo  mais como a vida precisa de pessoas como Aramis Ribeiro Costa. Homem de finos tratos, culto, cordial, sincero. Formado em Letras, médico conceituado em Salvador. Participativo presidente da Academia de Letras da Bahia. Sobretudo é um escritor, que transita com facilidade no conto, romance, poesia e literatura infantil. Não posso deixar de considerar que para mim é no conto que desponta sua obra como uma das perpendiculares das letras brasileiras contemporâneas. Sou seu leitor e admirador, desde muito tempo,  daí incluir um de seus contos, “Dez Anos depois”, um primor de narrativa curta, na antologia  “O Conto em Vinte e Cinco Baianos”, livro que organizei e que foi adotado para o vestibular da Universidade Estadual de Santa Cruz, durante  o período de três anos. Aramis Ribeiro Costa possui uma fluência admirável na escrita que seduz. Imaginação fecunda quando desenvolve uma história para flagrar instantes críticos da vida. Sua prosa de ficção curta movimenta-se  na linhagem do conto tradicional,  à maneira de Guy de Maupassant e do norte-americano  O. Henry, com uma linguagem de apreensão fácil, que no seu escorrer espontâneo vai erguendo pequenos e grandes mundos.  Ele é   instigante nas observações que faz da vida,  através de  personagens frutos de um legítimo criador de gente, por quem conhece os seres e as coisas no lado invisível da alma,  no ilogismo das ilusões e decepções,  mas ainda assim auscultados com ternura. Expõe bem a psicologia das criaturas que pretende situar no discurso coeso. Uns autores  preferem armar  a história   com a palavra transgressora que  recria a vida. Outros, como Aramis Ribeiro Costa, prefere criar uma  história com a linguagem simples e comunicativa da vida. Senhor escritor Aramis Ribeiro Costa, amplo e denso ficcionista, competente  presidente da Academia de Letras da Bahia, Itabuna sente-se honrada com a sua presença, que abrilhanta e enriquece muito este momento.

O registro triste vem do escritor, tradutor e jornalista Marcos Santarrita. Pertenceu à minha geração, em Salvador, naqueles idos de 1959 a 1964,  juntamente com o Alberto Silva, Carlos Falck,   Adelmo Oliveira, Fernando Batinga, Ildasio Tavares, Oleone Coelho Fontes, Maria da Conceição Paranhos e  Ricardo Cruz, entre outros.   No final de cada semana, lá estavam alguns desses companheiros em algum bar, na  Rua da Ajuda,  para,  entre goles de cerveja e muita conversa, percorrermos   os jardins quentes da noite. Falava-se e discutia-se sobre Kafka, Sartre, Brecht, Proust,  Joyce, Faulkner, Camus. Machado de Assis, Clarice Lispector, Guimarães Rosa,  Graciliano Ramos, Autran Dourado, Aníbal Machado, Lúcio Cardoso, Lima Barreto, Adonias Filho, Jorge Amado. Maiacowsky, Fernando Pessoa, Mario de Sá Carneiro,  Carlos Drummond de Andrade. Garcia Lorca, Robert Frost. Aristóteles, Carlos Bousoño, Dámaso Alonso, Kurtius, Oto Maria Carpeaux. Marx, Garaudy, Lukacs.   Ficávamos inflamados quando comentávamos algum livro desses grandes escritores. Nossos quase deuses no mundo. Nem sabíamos que estávamos sendo escolhidos pela orquestração do destino para exercer tempos depois  o solitário e solidário exercício da vida com a  arte da palavra. De todos nós, Marco Santarrita era o mais revoltado com as traições  da vida. Leitor voraz, buscando equilibrar-se entre as crenças e os vazios do desespero. Eu dizia que ele era o nosso Lima Barreto. Ele não gostava. Completava que ele seria o nosso Dostoievski, ela tinha aquele sorriso que alargava o rosto. Não havia outra opção para ele, a não ser o de se tornar um grande escritor.  Ah, o tempo, que sabe todos os transes e trânsitos,  une e dispersa. Cada um de nós depois tomou o seu rumo, empreendeu o seu vôo nos caminhos da vida.  Pensando naqueles anos adolescentes é que fiz esse poema:

Passarinhos

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CATENDE roubou no centro e correu pro Pacheco, se deu mal.

Por volta das 7:30 um elemento de nome Natanael dos Reis Santana roubou um celular Nokia de uma estudante do Colégio São Jorge nas mediações da Receita Federal, momento em que passava um dupla de Policiamento Ostensivo da 68 CIPM que foi acionados pela vítima I.L.C.V (menor), os policiais empreenderam perseguição ao elemento que evadiu-se para as mediações do Estádio Mário Pessoa. Neste momento a dupla acionou a VTR 6802, PETO 68 e Moto ronda escolar que cercaram o local, devido ao elemento ter invadido uma casa e entrado no matagal que da saída para o Pacheco.


O elemento foi preso após pular vários quintais. Elemento este conhecido como Catende do Malhado.

Hans Schaeppi em: TURISMO

CADÊ?

       Lembro que na adolescência encontramos um livro intitulado “Livro dos “Por Que?”, onde colocavam perguntas sobre vários assuntos e as analisavam. Aqui em Ilhéus, poderíamos editar um livro que poderia ser chamado do “Livro dos “Cadê?”. E  nele  iríamos colocar, entre outras perguntas as seguintes; Cadê a Ponte?; Cadê a Lagoa Encantada?; Cadê a Mata da Boa Esperança?; Cadê o Rio do Engenho?; Cadê a dragagem emergencial do Porto do Malhado?; Cadê a dragagem para calado de 12 metros do citado Porto?; Cadê a Estação Marítima; Cadê o Pavilhão de Feiras do Centro de Convenções?; Cadê os melhoramentos para o Balneário de Olivença?;  Cadê a Duplicação da Ilhéus-Itabuna?; Cadê a operação tapa-buracos e o asfaltamento das ruas e avenidas da cidade? Cadê a iluminação pública?; Cadê a operação cata-lixo e a limpeza de nossa cidade? Cadê nossas calçadas livres; Cadê o saneamento básico da zona Sul?; Cadê a limpeza de nossa praias? Cadê o Polo Gastronômic?; Cadê o Shopping a Céu Aberto?. E ainda há muitos outros “cadês” que os leitores devem estar se lembrando.

A PONTE E A AUDIÊNCIA

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Agrissênior Notícias – Nº 357 – 8 de Novembro 2011

PODE CONFIAR !!!

É de gente da gente ...

COMUNICADO

(Sob a responsabilidade dos médicos: Josicélin Fonseca Almeida, Tatiana Matos, José Antonio Fonseca, Pedro Ferreira Neto e Tales Câmara):

Nestes últimos dois anos o Hospital de Base de Itabuna, sem nenhuma ajuda da Secretaria de Saúde do Estado e da Secretaria de Saúde do Município, vem mantendo o atendimento aos pacientes psiquiátricos de Itabuna e dos mais de cem outros municípios que compõem a área definida pela pactuação.

Os recursos escassos que são repassados pelo Estado não contemplam e nem cobrem os custos pela manutenção deste Anexo Psiquiátrico e o Hospital de Base de Itabuna não tem mais como manter sozinho este serviço ambulatorial.

A Secretaria de Saúde do Estado, ignorando a importância do atendimento e sem oferecer nenhuma alternativa, determinou, segundo a Presidente da FASI e em recente relatório, o fechamento deste Anexo Psiquiátrico.

16.300 PACIENTES PODEM FICAR SEM ASSISTÊNCIA MÉDICA-PSIQUIÁTRICA!

 O que as famílias PODEM e DEVEM fazer:

Denunciar o fato ao Ministério Público.

Procurar a CÂMARA DE VEREADORES e exigir deles uma resolução junto ao Secretário de Saúde de Itabuna.

De outros Municípios devem procurar os Prefeitos e exigir deles que, através dos Deputados ligados ao Governador, pressionem o Secretário de Saúde do Estado diante dessa posição contra o Hospital de Base, contra as famílias e contra os pacientes psiquiátricos.

A GUARDA CIVIL MUNICIPAL DE ILHÉUS PRECISA AVANÇAR

Criada a mais de 30 anos a Guarda Civil Municipal de Ilhéus, inserida na Constituição Federal no Art. 144, destinada à proteção, bens, serviços e instalações do Município, passa por um momento ímpar de sua história. Este momento se inicia com a entrada dos 157 novos Guardas Municipais em 2009/2010, passa pela Regulamentação em Novembro de 2010, chegando ao seu estopim nas últimas semanas com a possível mudança do Comando da GCMI que despertou na Guarda Civil Municipal o sentimento de prosperidade de uma nova Guarda Municipal que não aceita mais a centralização do poder pelo poder. Ao contrário do que muitos falam internamente e externamente, a GCMI nunca esteve dividida, a final de contas a 30 anos, no seu contexto político a Guarda Municipal de Ilhéus, sempre foi administrada, pensada e mandada por um só grupo, aliás por apenas duas pessoas, que durante todo este tempo “ditava” as regras do jogo. Repito “Ditava”
Na eminência de ver a possibilidade da instituição ser Comandada por Guardas Municipais que tem Projetos, idéias e uma visão macro, onde estará inserida toda a categoria, os FILOCRATAS de sempre lutam de todas as formas para que isso não aconteça, tentando mais uma vez manter tudo sobre os seus domínios, típico de pessoas centralizadoras. Estes mesmos FILOCRATAS administram de forma bisonha e inerte as instituições que representam a categoria, SINDICATO e ASSOCIAÇÃO. Sem projetos, sem ação sociais, sem luta de classes e o mais estarrecedor sem transparência. A prestação de contas do dinheiro público não é feita de forma nenhuma, e os Estatutos que regem os direitos e deveres dos associados é escondido debaixo de sete capas.
Chegou a hora da Guarda Civil Municipal de Ilhéus avançar de verdade. Se precisarmos dividir para o progresso da instituição que se encontra paralisada, com tanta gente qualificada, iremos dividir. O que está em jogo não são nomes e nem o poder, é um Projeto para construirmos a Guarda Civil Municipal de Ilhéus que queremos. Uma Guarda Civil Municipal inserida nos movimentos sociais, uma Guarda Municipal articulada e integrada com as instituições de Segurança – Polícia Civil, Militar e Federal, uma Guarda Municipal atuante e forte. Para se ter uma idéia, a nossa Guarda Municipal não participa nem mesmo do Conselho de Segurança existente na cidade. Precisamos criar um Departamento Administrativo para nossa instituição, com suas divisões (Divisão de Gestão Administrativa, Divisão de Pessoal, Divisão Operacional, Divisão de Patrimônio e Logística, Divisão de Transporte e Divisão de Comunicação), precisamos criar os nossos Grupamentos, implantar Projetos como: Ronda Escolar, Grupo de Apoio ao Turista, Guarda na Praia, Guarda nas Praças, entre outros feitos pelos próprios Guardas Municipais.
A maioria absoluta dos Guardas Municipais de Ilhéus já disse sim a esta nova Guarda Municipal. Uma Guarda Municipal que conta com o apoio da experiência, da sensatez e da sobriedade de membros da Velha Guarda, como carinhosamente chamo os GCM’S mais antigos. Convoco aqui também, alguns seguidores destes FILOCRATAS, seguidores estes que são pessoas inteligentes, mais que até o momento ainda não enxergaram os projetos pessoais destas pessoas.

O tempo de um só “grupo” (grupo de duas pessoas) falar pela instituição, pensar pela instituição e mandar na instituição acabou. Independente da decisão de quem será o Comandante da Guarda Civil Municipal. Aqui vai o recado de todos aqueles que acreditam e participam desta nova GCMI. A nossa briosa Guarda Civil Municipal de Ilhéus não tem dono.

GCM NASCIMENTO – Guarda Civil Municipal de Ilhéus

RADIALISTAS COMEMORAM O SEU DIA EM ILHÉUS

O Sindicato dos Radialistas de Ilhéus parabeniza aos companheiros de profissão, pela passagem alusiva ao seu dia que se comemora em 07 de novembro, conforme decreto lei nº 11.327, de 24 de julho de 2006, onde no bojo do Projeto se aproveitou a data natalícia do Radialista e Compositor ARY BARROSO, autor de AQUARELA DO BRASIL. O Stert de Ilhéus vem passando por uma grande reformulação administrativa desde o ano de2009, quando mudou as diretivas com a inclusão de novos diretores, capitaneado pelo presidente licenciado Elias Reis.
O Sindicato alcançou grandes avanços com cursos de qualificação; promoção do lançamento conjuntamente com a Rádio Uesc do livro “70 anos de radiojornalismo no Brasil”; participação no Conselho das Cidades; Movimento em prol do Porto Sul; Participação no Forumat; Semana da Comunicação da Uesc, entre outras atividades, que promovem o desenvolvimento do município de Ilhéus.
Está sendo agendado na Câmara Municipal, uma Sessão Especial no dia 09 do corrente mês, às 16 horas, para que o Stert, reconheca e externe aos presentes a plena dedicação de sues filiados, e daqueles que ajudaram a construir a radiodifusão ilheense. O vereador Jailson Nascimento, por sua vez, solicitou uma moção de congratulação de nº 085/2011, subscrito pelos vereadores Marcos Flávio e Edivaldo Nascimento, parabenizando a todos os profissionais do rádio.
Neste ano, estaremos homenageando profissionais e amigos dos radialistas, como o troféu, “radialista Antonio Bispo dos Santos – Tony Neto – in memória”. No ensejo, lembramos ainda que estaremos realizando a nossa festa, no dia 27 de novembro, a partir das 10 horas, no Satélite Esporte Clube, com a entrega dos troféus aos premiados do de 2010/2011, seguidos de uma boa música e uma suculenta feijoada.





















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