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Prefeitura de Ilhéus entrega kits de higiene para pessoas em situação de rua

POR SECOM
A Prefeitura de Ilhéus por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e o Centro Especializado de Pessoa em Situação de Rua (Centro Pop) estão entregando kits de higiene para pessoas em situação de rua. O objetivo é ajudar no enfrentamento à pandemia do Coronavírus.
Com máscaras, álcool em gel, preservativos, sabonete e aparelho de barbear, os kits estão sendo entregues diariamente no Centro Pop e durante as abordagens nas ruas.
“Estamos entregando os kits para a higiene pessoal das pessoas em situação de rua. Também são oferecidos café da manhã, almoço e lanche de segunda a sexta-feira. Nossa equipe também orienta e demonstra como eles devem se prevenir da Covid 19 ”, destacou o secretário de Desenvolvimento Social, Rubenilton Silva.
Centro Pop – As pessoas em situação de rua podem ter acesso ao Centro POP de forma espontânea, quando desejar. A Secretaria de Desenvolvimento Social através do Serviço de Abordagem também encaminha o cidadão para a unidade. O Centro Pop de Ilhéus funciona na Avenida Candeias, bairro Conquista, de segunda a sexta, das 9h às 13h.
Comitê emergencial da UFSB divulgou sétimo boletim semanal sobre epidemia do covid-19 no Sul da Bahia
Comitê Emergencial de Crise da Pandemia de Covid-19 da UFSB publicou o sétimo boletim do Observatório da Epidemia do Novo Coronavírus no Sul da Bahia. A edição analisa os desenvolvimentos relativos ao período de 02 a 08 de maio de 2020 e abrange os territórios do Sul e Extremo Sul do estado. Em destaque na edição:
- –>Análise do panorama semanal no Brasil e nos municípios do Sul e Extremo Sul;
- –>Projeções de tendências para a região, incluindo estimativas nos cenários com e sem supressão de fluxo de pessoas;
- –>Mapeamento de iniciativas institucionais,
- O projeto de extensão “Fitoprodutos na valoração econômica da Cabruca“, originalmente voltado para capacitar agricultoras familiares na prospecção de óleos essenciais e e extratos padronizados oriundos da cabruca para fabricação de cosméticos, itens de higiene e fitoterápicos. A equipe do projeto reorientou suas ações para elaborar álcool em gel, sabonetes e soluções antissépticas para apoiar o combate ao novo coronavírus, sob coordenação da professora Jannaina Velasques da Costa Pinto e do professor Emerson Machado.
- Outra iniciativa apresentada é o “Plantão Psicológico Online”, projeto coordenado pela professora Gabriela Andrade da Silva (Centro de Formação em Ciências da Saúde) e desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do ABC (UFABC) e o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) que oferece atendimento pontual mediante emergência psicológica. Para receber o atendimento, é preciso se cadastrar via formulário eletrônico.
- Na próxima quarta-feira (13/05) acontece a primeira edição da série de diálogos internacionais online sobre o enfrentamento da pandemia. O evento terá como tema “Saúde Indígena na América Latina em tempos de COVID-19” e contará com a participação de Sebastian Medina (médico e antropólogo chileno), Luciane Ouriques (sanitarista e antropóloga) e Daniel Iberê (liderança Guarani Mbya e doutorando da Universidade de Brasília). A organização é do Grupo de Pesquisa Saúde Coletiva, Epistemologias do Sul e Interculturalidades, coordenado pela professora Raquel Siqueira da Silva e pelo professor Márcio Florentino Pereira (Centro de Formação em Ciências da Saúde), e pela Rede Sul-Sul. Interessados podem participar do evento, que inicia a partir das 14h, pelo link: meet.google.com/wnh-ovba-eoc.
- –>Recomendações de prevenção, nesta edição tratando do uso, higienização e conservação de máscaras de pano.
Documento relacionado
Boletim nº 07 do Observatório da Epidemia do Novo Coronavírus no Sul da Bahia (11/05/2020)
Heleno Rocha Nazário
UFSB Ciência: Artigo pioneiro constata aumento do número de casos de picada de escorpião no Extremo Sul da Bahia
Um artigo sobre o número de casos de pessoas picadas por escorpiões no Extremo Sul da Bahia traz informações importantes para o cuidado com a saúde. O texto Escorpionismo no Extremo Sul da Bahia, 2010-2017: perfil dos casos e fatores associados à gravidade foi publicado na revista Epidemiologia e Serviços de Saúde, editada pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. O estudo é assinado pela bióloga e mestra em Ciências e Tecnologias Ambientais (PPGCTA) pela Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Nereide Santos Lisboa, e pelos professores Vanner Boere e Frederico Neves Monteiro (UFSB), que a orientaram na pesquisa Fatores Epidemiológicos e Socioambientais do Escorpionismo no Extremo Sul da Bahia, defendida no PPGCTA/UFSB em dezembro de 2019. As conclusões expostas no artigo apontam para aumento dos casos de picada de escorpião, com os casos graves ligados a indivíduos mais jovens e às ocorrências na zona rural. A maior parte das pessoas atendidas nesse recorte foi constituída por pessoas em idade produtiva, residentes no meio rural, com baixa escolaridade, do sexo masculino e negras.
A pesquisa reuniu dados de 3.055 casos ocorridos nos municípios do Extremo Sul da Bahia entre 2010 e 2017, que resultaram em 411 casos graves e dez mortes. Apesar da queda do número de mortes ao longo do período analisado, a tendência é de crescimento do número de acidentes escorpiônicos, o termo usado para indicar picada de escorpião no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Foi nesse sistema que Nereide reuniu os dados com os quais trabalhou para entender o que provocou esse aumento.
A preocupação tem muitos motivos de ser: a ocorrência desse tipo de acidente é tão grande em diversos países tropicais a ponto da Organização Mundial de Saúde (OMS) incluí-lo na lista de doenças tropicais negligenciadas, fazendo companhia às leishmanioses e à febre malária, dentre outras. Doenças tropicais negligenciadas são aquelas associadas tanto às situações de miséria que favorecem o contágio quanto ao pouco interesse da indústria farmacêutica em criar tratamentos novos e mais eficazes para essas enfermidades.
No Brasil, o escorpionismo é tido como problema de saúde pública. O monitoramento de acidentes causados por animais peçonhentos é realizado via SINAN desde 1993, e a partir de 2009 o Ministério da Saúde tem realizado esforços qualificar equipes de saúde para identificação, manejo e controle de escorpiões, em parceria com as secretarias estaduais. Mesmo assim, o país registra um aumento substancial da quantidade de casos: de 52.509 em 2010 subiu para 124.077, com 740 mortes decorrentes.
A investigação feita por Nereide é a primeira a focalizar o território do Extremo Sul da Bahia a respeito do escorpionismo. Outra inovação do estudo foi o cruzamento dos dados epidemiológicos do SINAN com o Índice de Vulnerabilidade Socioambiental (IVSA), fator que integra informações ambientais, sociais e econômicas para entender como o tipo de atividade produtiva, escolaridade e infraestrutura de saneamento urbano, por um lado, e as condições climáticas e as alterações que o ser humano causa no ambiente, por outro, interagem para esse quadro de aumento dos acidentes escorpiônicos.
A bióloga e pesquisadora Nereide Santos Lisboa, atuante na Vigilância Epidemiológica, fala mais sobre a pesquisa e os resultados apontados.
Esse estudo vem a ser o primeiro sobre o escorpionismo focado no território Extremo Sul da Bahia? Que aspectos do desenho da pesquisa você destaca como diferenciais? :: LEIA MAIS »
– Atividades emergenciais das universidades federais para combater a pandemia
ANDIFES – Coletiva de imprensa por videoconferência.
Atividades emergenciais das universidades federais para combater a pandemia.
As primeiras fases de enfrentamento da COVID-19 foram cumpridas com muita colaboração e êxito pelas universidades federais. Diante de um quadro absolutamente incomum e complexo, seguindo as diretrizes estabelecidas pelas autoridades sanitárias, orientadas pelos melhores cientistas, e com interlocução com o governo federal, estados e municípios, avaliamos como positivos os resultados alcançados até o momento.
Em poucas semanas, em todo o Brasil, a saúde das comunidades universitárias foram salvaguardadas, mais de 1,2 milhões de pessoas; os alunos carentes já estão recebendo ajuda, nossos pesquisadores, técnicos e equipamentos mobilizados contra a pandemia; hospitais universitários plenamente incorporados; inúmeras atividades realizadas em todas as áreas do conhecimento, com o funcionamento administrativo adequado à situação.
As universidades federais estão cumprindo um papel fundamental nesse tempo de pandemia. Nesta segunda-feira, 11 de maio, às 10h, o presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), João Carlos Salles Pires da Silva, anuncia os dados de uma pesquisa feita pelo Colégio de Gestores de Comunicação da entidade sobre as ações que as IFES desempenharam até o momento em relação à Covid-19. O levantamento resultou em uma amostra significativa de atividades de ensino, pesquisas e extensão voltadas para o enfrentamento emergencial da pandemia.
Os números impressionam pelo volume e qualidade do que as universidades públicas estão realizando em todos os Estados brasileiros. Quantos leitos de hospitais universitários foram reservados para o tratamento de pacientes com o coronavírus, em unidades de tratamento intensivo e enfermarias? Quantas pesquisas estão em andamento nesse momento nas universidades públicas brasileiras? Quanto de álcool gel e EPIs as universidades entregaram para hospitais e comunidade? Quantas ações de testagem estão acontecendo com apoio das instituições federais de ensino? Quantas campanhas educativas elas fizeram até agora? Quantas ações de solidariedade foram feitas junto às comunidades? Quantas parcerias foram executadas junto a governos estaduais e municipais e suas respectivas secretarias de saúde?
Além da entrevista, a Andifes oferecerá, via Colégio de Gestores de Comunicação, fotos, vídeos e fontes para os veículos de comunicação terem facilidade de apresentação dos dados da pesquisa.
Para ajudar na organização da nossa Coletiva de Imprensa por videoconferência usaremos a seguinte metodologia:
1- A sala será aberta às 9h50.
2- Iniciaremos às 10h.
3- O presidente da Andifes fará um fala de abertura de até 10 minutos.
4- Em seguida cada jornalista terá a palavra por 1 minuto, para perguntas.
Data: 11/05/2020
Horário: 10h
Local: Sala de videoconferência da Andifes.
Após a confirmação de participação na Coletiva enviarmos o link para sala de videoconferência. #FiqueEmCasa
Ilheenses infectados podem vir a receber bolsa Covid-19: POR SECOM

Um projeto de lei que deve ser enviado para a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), ainda esta semana, caso aprovado, pode vir a contemplar os ilheenses com o vírus ativo da Covid-19. A proposta prevê o pagamento de uma bolsa de R$ 500 a pessoas com sintomas leves da Covid-19, que concordarem em sair de casa para um centro de acolhimento.
“115 cidadãos ilheenses estão infectados com o coronavírus e com potencial de transmissão nesta quinta-feira (7). A ideia é justamente para garantir que as pessoas infectadas não espalhem o vírus. Caso vire lei, essa bolsa será de grande ajuda para os ilheenses que sofrem com esse inimigo invisível”, destacou o prefeito Mário Alexandre, que enfatizou a luta enfrentada para a redução da contaminação em Ilhéus.
Projeto Feira Segura na feira do Guanabara foi sucesso em Ilhéus: POR SECOM
“Quando a gente traz essa higiene aqui pra dentro da feira livre, é muito melhor pois vai atrair mais clientes para comprar na mão da gente, o que aumenta o movimento e as vendas”, opinou na manhã desta sexta-feira (8) o feirante Cláudio Santos Cruz, de 44 anos, na feira livre do Guanabara, centro de Ilhéus, onde comercializa há oito anos coco verde e banana. O projeto, em parceria entre a Prefeitura de Ilhéus, o CNA, Sistema FAEB/SENAR e Sindicato Rural de Ilhéus, foi iniciado hoje (8) e continua amanhã (9), na Central de Abastecimento da Urbis.
“O prefeito Mário Alexandre tem uma grande preocupação, principalmente nesse momento do coronavírus, de cuidar da segurança e higienização dos produtos comercializados pelos feirantes. A Feira Segura veio para capacitar os feirantes e fornecer à comunidade uma alimentação segura e saudável. Esse é o início de um projeto para ampliação em Ilhéus. Vamos tratar da qualidade dos alimentos diretamente no campo, cuidando da segurança alimentar, pensando na sustentabilidade do produtor rural”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Vinícius Briglia.
Para o representante do Sindicato Rural de Ilhéus, Milton Andrade, a Feira Segura é um projeto piloto do despertar em Ilhéus, por seu efeito multiplicador. “É um desafio para a área de comercialização hortifruti e granjeiros. A Feira Segura é a grande alavanca para solucionar o problema da feira de Ilhéus, que não se resolve da noite para o dia, mas é o start para que a gente comece a mudança. Uma iniciativa de grande valia que pode ser ampliada, onde todos ganham”.
A consultora da Feira Segura, do Senar, Samanta Gusmão Pellizone, explicou que “durante o treinamento, os feirantes tiveram a noção do que é o projeto; as medidas preventivas e como ocorre a transmissão do coronavírus; como se aplica isso na feira livre; como fazer a segurança alimentar através do treinamento de boas práticas e manipulação de alimentos; como fazer a higienização, o armazenamento e embalagem corretos dos alimentos; e todo o processo de higienização até chegar na feira livre”.
“Dentro da nossa expectativa, a proposta apresentada foi alcançada. Tanto no treinamento quanto na estruturação, os feirantes participantes conseguiram assimilar a ideia. Isso está exposto aqui na forma da embalagem dos produtos. Esperamos que as outras pessoas que ainda não se enquadraram, comecem a ver como exemplo e adotar essa postura da Feira Segura”, destacou chefe de Divisão de Cooperativismo e Associativismo, Rogério Blandino.
UMAS E OUTRAS DA CIDADE (XXXIV)
(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)
Em casa, sob a égide –por temor ao pandêmico Coronavírus– do velho, inteligente e sempre atualíssimo ditado ‘quem tem … tem medo’, este escrevinhador, meio a leituras diversas e afazeres domésticos para disfarçar tal sensação, aceitou de bom grado o ‘empurrão’ virtual da amiga Solange Melo em encaixar mais ‘uma’ nessas Notas de Bebel.
As antecedentes partes XXXI, XXXII e XXXIII, relembrando, se prenderam a casos dos transportes aéreo e marítimo-fluvial, pendores da cidade, a exemplo dos das façanhas dos aviadores; esta, assentada nas trocas de mensagens via WhatsApp com a aludida belmontense, se atreve a intrometer-se em páginas de “Dona Flor e Seus Dois Maridos” de Jorge Amado e, a arrolar mais uma vez a ‘máquina voadora’ de Santos Dumont.
Quem não se lembra das poucas e boas aprontadas por Valdomiro Santos Guimarães (o Vadinho) e de sua morte no Largo Dois de Julho em pleno carnaval de Salvador, criações do escritor na sua verve de misturar ficção e realidade? Porém, na versão não ficcional de Solange, o óbito envolve uma figura real: a de Alberto, afortunado empresário da capital baiana (morador do bairro da Graça) de anos idos, e casado com Marina Guimarães, irmã de Celso Jorge Guimarães (ou Ju para a família), possível ser humano de verdade e modelo para o citado protagonista da obra amadiana. Como o rico soteropolitano tinha a aviação como hobby e grande apreço pelo cunhado, ao saber que Ju (o Vadinho romanceado) estava em Bebel a perambular, não hesita em pegar seu Cessna e voar, se picar pra lá. Após alguns dias de farra na pequena cidade da foz do icônico rio Jequitinhonha, os dois dão na telha de dar um bordejo, uma curtida em Ilhéus e decolam, Alberto no comando, rumo ao território ilheense. Já com a terra da Gabriela vista de cima resolvem fazer, antes da preparação para o pouso, algumas piruetas na praia central, a da Av. Soares Lopes e rasantes sobre o Estádio Mário Pessoa. Num desses o monomotor se descontrola, se choca com uma das traves do campo, pega fogo e ambos morrem no desastre.
Revela ainda Solange que, embora fosse bem nova, conhecera Florípedes Paiva Guimarães, a Dona Flor (ou Irene Monteiro Guimaraes no registro de nascimento) em carne e osso morando na Rua Araújo Pinho no Canela e que, em razão da amizade dela, Dona Flor com a sua família, já deu boas gargalhadas com seus casos hilários-eróticos. No primeiro casamento, prossegue, com Celso Jorge, ela teve 3 filhos: Claudio (Conhecido como Ioiô), Diana, e Luís Carlos Monteiro Guimarães, este seguiu carreira política e se elegeu prefeito por dois mandatos (1977/1982 e 1989/1993) em Bebel, rebento que, qualquer semelhança com o pai não é mera coincidência. No segundo matrimônio o casal gerou dois, mas diz não se lembrar de seus nomes nem o do pai, e esclarece que, quando conheceu Dona Flor, ela já era viúva duas vezes, não chagando, portanto, a conhece-los, mas que os tem em mente em virtude das constantes conversas, inclusive íntimas, entre seus familiares e a proprietária da Escola de Culinária Sabor e Arte.
Como Celso Jorge Guimarães, era médico, tido como irreverente, inveterado jogador de dados e baralhos e conhecido nos cabarés e nas rodas boêmias da antiga
‘Soterópolis’ como “malandro de gravata” e, como (conclusão do escrevinhador) o Vadinho do romancista é igualmente investido das características acima bem como da de ‘Dom Juan de Puteiro’ dos bons, a hipótese de o escritor haver se espelhado neste Guimarães de existência verdadeira é deveras muito grande. Já o imaginário farmacêutico e músico de fagote doutor Teodoro Madureira, cônjuge 2 de Dona Flor, homem de lhaneza e de maneiras –até no vamos ver da alcova– comedidas, longe disso.
O tópico “Parêntesis com Chimbo e com Rita de Chimbo”, entre outros detalhes (como as citações de Norma Guimarães, filha do Chimbo de verdade) no mencionado livro, evidencia o grau de proximidade do escritor com os Guimarães. Nome cartorial de Chimbo: Hamilton Gomes Guimarães, advogado e intendente de Bebel entre os anos 1927 e 1930 e tem como irmãos: Celito (Wenceslau), Dedé (Adelar) Vadinho (o Celso Jorge) e Marina (a casada com o Alberto), todos filhos de Wenceslau de Oliveira Guimarães, cidadão que em sua trajetória fora advogado, juiz de direito, desembargador, secretário de segurança pública e polêmico político da história do Bahia e, claro, do Brasil. Sua vida no âmbito jurídico e no da política foi iniciada e estruturada em Bebel onde constituiu família.
Heckel Januário
Em tempo: o escritor na sua singular criatividade de embolar o meio campo para atrair o ledor –e produzir prazerosas narrativas–, no romance em pauta insere o Chimbo como ‘tio’ e ‘primo’ do Vadinho, mas como exposto é seu irmão de fato..
Em tempo2: este escrevinhado teve por base como já dito, as conversas virtuais com a belmontense Solange Melo, advogada, mãe de duas filhas e ‘Vovó de 4 netas’, como gosta de ser alcunhada. Há um bom tempo é radicada –embora sempre vá a Bebel– no Rio de Janeiro. Idem, os papos telefônicos com o amigo Marcos Melo, engenheiro civil e cacauicultor. Ambos são irmãos e conhecedores de interessantes “passagens” de Bebel.
Em tempo3: Wenceslau nasceu em Valença, do Baixo Sul da Bahia e descende de família envolta na área do Direito e da Política. Tido como emérito falador, polêmico e satírico contumaz, os casos que o envolve são afamados entre os belmontenses e óbvio, dignos de serem encaixados (como os de alguns de seus descendentes) nestas Notas de Bebel.
Projeto para fabricação de protetores faciais ultrapassa 31 mil unidades entregues
Comitê Emergencial divulga análises e ações no sexto Boletim do Observatório da Epidemia do Novo Coronavírus
O Comitê Emergencial de Crise da Pandemia de Covid-19 da UFSB divulgou nesta segunda-feira (04) o sexto boletim do Observatório da Epidemia do Novo Coronavírus no Sul da Bahia. A edição traz dados e análises relativos ao período de 25 de abril a 1º de maio de 2020, compreendendo os territórios do Sul e Extremo Sul do estado. Os destaques da edição:
- –>Análise do panorama semanal no Brasil e nos municípios do Sul e Extremo Sul;
- –>Projeções de tendências para a região, incluindo estimativas nos cenários com e sem supressão de fluxo de pessoas;
- –>Mapeamento de iniciativas institucionais, com destaque para as ações desenvolvidas no Campus Paulo Freire, em Teixeira de Freitas, pelo projeto de extensão Educando para a Cidadania, que em parceria com a Associação Asas da Esperança e Liberdade (ASELIAS), entregou gratuitamente mais de 70 cestas com mais de 1.200 kg de alimentos, produtos de limpeza, máscaras de proteção, eletrodomésticos como fogões, geladeira e lava-roupas; do projeto de extensão Universidade e extensão popular: diálogos de saberes e práticas agroecológicas, que em conjunto com produtores do Assentamento Bela Manhã, do MST, organizou um serviço de reserva de cestas de produtos agroecológicos via telefone, com a entrega feita todas as sextas-feiras; de ação de agricultores vinculados ao Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT), que é patrocinado pela Suzano, com reserva de cestas de produtos orgânicos por sistema virtual e a entrega dos produtos a domicílio, com cerca de 50 cestas vendidas por semana. A ação conta com apoio de estudantes do curso de Pós-graduação em Agroecologia e Educação do Campo da UFSB/UNEB/Ifbaiano/EPAAEB. A campanha CPF Solidário também segue captando recursos para apoiar estudantes em situação de vulnerabilidade, que podem se cadastrar para receber o apoio por este formulário online.
- –>Recomendações de prevenção, nesta edição tratando da higienização de ambientes.
Documento relacionado
Boletim nº 06 do Observatório da Epidemia do Novo Coronavírus no Sul da Bahia
Heleno Rocha Nazário
Estudantes baianos criam rede de solidariedade para minimizar impactos econômicos do isolamento social
Plataforma de economia solidária foi selecionada em edital internacional lançado pela Ford para iniciativas com foco na pandemia
Calendário da 2ª parcela do auxílio emergencial sai na próxima semana
O calendário para o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 sai na próxima semana. A informação foi dada hoje (1º) pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, durante videoconferência para apresentar balanço do pagamento da primeira parcela.
A previsão inicial era de que a segunda leva de pagamentos começasse a ser paga na última segunda-feira (27) para os inscritos no Cadastro Único e os cadastrados por meio do aplicativo e do site do programa. Mas o Ministério da Cidadania soltou uma nota afirmando que a divulgação do calendário deve ocorrer agora em maio.
Segundo Guimarães, o banco ainda está fechando o detalhamento dos pagamentos da primeira parcela e fechará o calendário após reunião com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e aprovação do presidente da República, Jair Bolsonaro.
Pagamento em dias diferentes
De acordo com o presidente da Caixa, o pagamento da segunda parcela ocorrerá em dias distintos dos dias para o pagamento do Bolsa Família. A medida visa evitar aglomerações nas agências bancárias.
“O segundo pagamento levará em conta tudo o que esta acontecendo agora. De uma maneira muito clara: não há condição de misturar o pagamento do Bolsa Família com o das contas digitais. Passamos este mês montando a base de dados”, disse Guimarães. “Na semana que vem, vamos publicar o calendário do segundo pagamento e ele vai ser muito mais simples porque já temos uma base de dados de 50 milhões de pessoas”, acrescentou.
Até o momento, cerca de 50,1 milhões de pessoas foram aprovadas para receber o auxílio. Desse total, 19,2 milhões são beneficiários do Bolsa Família; 10,5 milhões estão inscritos no Cadastro Único e 20,3 milhões são formados por trabalhadores informais, micro empreendedores individuais (MEI’s) e contribuintes individuais. Outras 12,4 milhões estão com o cadastro inconclusivo.
Problemas
Durante a coletiva, o presidente da Caixa disse que o pagamento da primeira parcela teve problemas devido ao banco ainda não ter informações mais precisas sobre o perfil de quem pediu o benefício. Guimarães disse ainda que um terço das pessoas não tinha acesso a conta em banco.
“Todos os que já receberam vão receber de novo e agora já sabemos quem é Bolsa Família, Cadastro Único e informais, estes últimos vão receber de acordo com a data de nascimento”, disse.
Medidas contra aglomerações
Questionado sobre as medidas tomadas para evitar aglomerações, Guimarães disse que o banco está adquirindo mais equipamentos de proteção individual para os empregados, como máscaras (560 mil), protetores faciais (11 mil) e 600 mil litros de álcool em gel. Também estão sendo contratados mais três mil seguranças para ajudar no controle de filas e 500 recepcionistas. Cinco caminhões da Caixa também vão ajudar no atendimento, especialmente em cidades das regiões com maior dificuldade.
“Teremos conversas com as prefeituras porque é fundamental, a gente precisa de ajuda das prefeituras não tem a menor dúvida disso”, disse. Vamos ter o máximo possível de cuidado na separação entre as pessoas, redução ao máximo desses dias de pagamentos para que não tenhamos no mesmo dia dois pagamentos [de benefícios] de pessoas carentes”, afirmou Guimarães.
FONTE: AGENCIA BRASIL
CAIXA ABRE NESTE SÁBADO EM ITABUNA E ILHÉUS PARA TIRAR DÚVIDAS E PAGAR AUXÍLIO
As agências da Caixa Econômica de Ilhéus e de Itabuna vão abrir neste sábado (2), das 8h às 12h, para tirar dúvidas de beneficiários do auxílio emergencial nascidos de janeiro a outubro e, ainda, fazer o pagamento daqueles que optaram em receber os R$ 600,00 em espécie (na boca do caixa).
Pelo calendário inicial informado pelo banco, nascidos em setembro e outubro receberiam o benefício a partir de segunda-feira (4), mas com a abertura das agências esse pagamento será antecipado. No dia 5 de maio será a vez de pessoas que querem receber a ajuda em espécie e fazem aniversário em novembro e dezembro.
Para evitar aglomerações, a Caixa orienta que a população só se dirija a esses locais em último caso. A prioridade é manter o atendimento digital, por meio do cadastramento por app, site e a movimentação do benefício pelo Caixa Tem, que dá acesso à poupança social digital.
“Dessa forma, o banco reforça o pedido para que a população só se dirija às agências em último caso. Aqueles que receberam o crédito por meio da Poupança Digital Caixa podem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras, bem como fazer transferências para outros bancos por meio do aplicativo”, diz a Caixa em nota.





















































