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SERÁ SEMPRE ASSIM?

Com o passar dos tempos e a sua notória evolução, ainda temos pela frente inúmeros desafios a superar.
Com relação à postura dos nossos políticos a coisa está ficando a cada dia mais feia e nojenta, os seus procedimentos e atitudes continuam a nos afrontar, a debochar com o povo.
Não é de hoje que todo mandato, principalmente quando o eleito não faz parte da coligação do anterior, termina de uma maneira bastante grosseira, sem ética, sem responsabilidade.
O que a mídia tem mostrado pelo Brasil afora é estarrecedor, os novos prefeitos sequer podem entrar no prédio da prefeitura, dados importantes são surrupiados, danos ao patrimônio público e uma série de esculhambação à vista do povo e das autoridades constituídas, principalmente da nossa justiça.
Esses processos de improbidade administrativa que a imprensa tanto propala ninguém até hoje sabe de algum resultado punitivo, de algum ressarcimento de recursos públicos usados e gastos indecentemente.

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Livro “Fragmentos de um Lobo Solitário” será lançado nesta quarta-feira em Ilhéus

Nazir Maron

Nazir Maron

Uma coletânea bem humorada de poemas que relatam desde as pitorescas praias de Ilhéus aos sentimentos mais íntimos como a solidão, amores, encontros sensuais e abandonos de desamar. Assim é o livro “Fragmentos de um Lobo Solitário” do poeta, escritor, artista plástico, filósofo e empresário Nazir Maron, que será lançado nesta quarta-feira, dia 09 de janeiro, às 18h30min, na Academia de Letras de Ilhéus. “Fragmentos de um Lobo Solitário” é uma obra escrita em 25 anos de arte e reúne quase 50 poemas e oito fragmentos que fazem uma viagem ao coração, seguindo do amor ao desamor, da política a questões sociais, da tristeza ao humor e da solidão humana inerente à vida de cada um.

O livro tem prefácio do professor de Literatura Brasileira Jorge Alessandro, que fará uma breve apresentação da obra durante o lançamento. Acontecerá também na noite desta quarta-feira a apresentação do ator Germano Lopes, que recitara, a caráter, dois poemas de “Fragmentos de um Lobo Solitário”, além de outros artistas que farão um pequeno sarau literário durante o lançamento do livro. E na quinta-feira (10), a partir das 16 horas, acontecerá a tarde de autógrafos na Livraria Papirus, no Shopping Itart, situado no calçadão da Rua D. Pedro II, centro da cidade.

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Luiz Castro em: DECOLORES

Fábula da convivência

Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições de clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começam a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor vital, questão de vida ou morte.
E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar mais tempo os espinhos de seus semelhantes.
Doíam muito…
Mas essa não foi a melhor solução.Afastados, separados, logo começaram a morrer.
Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima , mas o suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar nenhum dano recíproco.
Assim suportaram-se resistindo à era glacial. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor!
É fácil sentir o amor, difícil é conter a sua torrente!
“Todos nós somos anjos de uma asa só e, para voarmos precisamos estar abraçados uns aos outros”. (autor desconhecido)

Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa

Alfredinho

contra foto 07 01 2013

TRÂNSITO DE ILHÉUS: SUPLÍCIO NOSSO DE CADA DIA!

Alan Dick Megi

De tanto reclamar da falta de uma nova ponte, esqueceram-se os nossos governantes de buscar melhorar o trânsito cada vez mais caótico e difícil, como se nada mais fosse necessário fazer além da construção da famigerada nova ponte.

Claro está que a solução definitiva passa por um novo eixo viário litorâneo que inclui uma nova ponte, mas isso não significa que devemos ficar inertes, esperando indefinidamente, sem tomar qualquer providência que possa atenuar os graves problemas que enfrentamos no nosso dia a dia.

Existem várias possibilidades de melhoria do trânsito e algumas delas são simples e sem investimentos de monta, bastando que se façam algumas alterações no sentido de algumas vias, que se eliminem semáforos desnecessários além de pequenas intervenções pontuais. Outras dependem de alguns investimentos um pouco maiores, mas nada que assuste ou que seja necessário esperar por vários anos ou depender de grandes financiamentos. Estas últimas  intervenções a que me refiro são a pavimentação de algumas vias e a construção de passarelas elevadas para pedestres, entre outras.

Como sou arquiteto urbanista e funcionário da Prefeitura de Ilhéus, mesmo tendo sido deslocado de minhas funções da Secretaria de Planejamento, passando a exercer minhas funções na Secretaria de Saúde, no governo passado, (Jorge Bahia não me queria na “sua” secretaria), resolvi por minha conta fazer um estudo de tráfego visando melhorar a situação atual.

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MENSAGEM DA SEMANA

Caros amigos e amigas,

RELIGIÃO

Acate com respeito todas as religiões.

Cada homem tem o direito de escolher o caminho que prefere.

Respeite a liberdade de crença dos outros, tanto quanto aprecia que respeitem a sua.

Não discuta nem procure tirar ninguém do caminho em que se acha, a não ser que seja procurado para isso.

Respeite, para ser respeitado. (C.Torres Pastorino)

Que todos tenham uma semana de PAZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.

ZÉCARLOS JUNIOR

PONTAL – MAIS UM “IMPOSTO”

rezende pontal impostos

É de enlouquecer qualquer cidadão, o que vem ocorrendo na nossa cidade, mais precisamente na Praia do Cristo.

Há uns 15 dias, o som que adentrava pelos nossos ouvidos, das 11:00 horas, até aproximadamente às 19:00 horas, fora esquecido por alguns dias.

Imaginem que moramos na terceira rua paralela a Av. Lomanto Júnior, e o som, que varia em volume de muito alto para altíssimo, chega deixar os moradores do bairro do Pontal irritados. Ficamos imaginando, como os cidadãos da Av. Dois de Julho, próximo ao local, suportam isto todos os finais de semana e feriados.

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PSICOMUNDO – NENHUM GESTO FRATERNAL SUBSTITUI VIVER EM UM PAÍS SEGURO E TRANSPARENTE!!!

Os homens candidatam-se, registram-se e levam ao conhecimento das autoridades judiciais do TER sobre as existências de seus bens exatamente na justiça, por força da “LEI ELEITORAL”, informando o que possuíam ante do pleito eleitoral, mostrando suas declarações patrimoniais com suas rendas e seus bens, no memento dos registros das candaturas ou dos seus anseios de trabalhar na vida pública! Pensando nas coisas que devem condutas de transparência, tenho observado muitos reclamos populares pelas ruas de nossa cidade, muita gente comentando que quando os homens saem querendo alcançar cargos públicos em qualquer esfera das inusitadas instituições públicas, buscando as atividades desejadas por eles, se jogam e vão às aventuras visando a atingir os cargos imagináveis, o importante é o poder, muitas vezes desaparece a lógica da posição social de homens de bem.

No Art. 1º, da Lei 8.730, de 10 de novembro de 1993, diz: “É obrigatória à apresentação de declaração de bens, com indicação das fontes de renda, no momento da posse ou, inexistindo esta, na entrada em exercício de cargo, emprego ou função, bem como no final de cada exercício financeiro, no término da gestão ou mandato e nas hipóteses de exoneração, renúncia ou afastamento definitivo, por parte das autoridades e servidores públicos adiante indicado”. E diz mais: “VII – todos quantos exerçam cargos eletivos e cargos, empregos ou funções de confiança, na administração direta, indireta e fundacional, de qualquer dos Poderes da União”; ”§ 1º A declaração de bens e rendas será transcrita em livro próprio de cada órgão e assinada pelo declarante”; “§ 2º O declarante remeterá, incontinenti, uma cópia da declaração ao Tribunal de Contas da União, para o fim de este”; “I – manter registro próprio dos bens e rendas do patrimônio privado de autoridades públicas”; “II – exercer o controle da legalidade e legitimidade desses bens e rendas, com apoio nos sistemas de controle interno de cada Poder”; “III – adotar as providências inerentes às suas atribuições e, se for o caso, representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados”; “IV – publicar, periodicamente, no Diário Oficial da União, por extrato, dados e elementos constantes da declaração”; § 1º Os bens serão declarados, discriminadamente, pelos valores de aquisição constantes dos respectivos instrumentos de transferência de propriedade, com indicação concomitante de seus valores venais, etc. Ai está o ditame da Lei! Eis o mistério da fé pública! Afinal quem poderá nos dar essa resposta?

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O CORONELISMO NO COMÉRCIO DE ILHÉUS

Não são novidade minhas queixas e críticas ao comércio de produtos e serviços em Ilhéus. A cada dia me surpreendo com atitudes de comerciários e comerciantes (a maioria comerciantes, proprietários mesmo) que me deixam de queixo caído, e isso vai de um condicionador de ar desligado em pleno calorão de janeiro “porque o movimento hoje tá fraco” a um “qualquer lugar onde você for hoje, vai ser assim”, pra justificar demora, péssimo atendimento e falta de produto no cardápio de um restaurante, por exemplo. Entra ano, sai ano e quase ninguém se prepara para a demanda da alta estação, cabeças-duras e inertes no tempo e no espaço.
Não sou sociólogo nem antropólogo, mas admiro as duas ciências. Certamente o assunto já foi levantado no meio acadêmico, nas universidades e faculdades da região. Eu, na minha condição de leigo, porém bom observador, não tenho a menor dúvida de que alguma coisa está fora da ordem, e tem a ver com o cacau. Vou tentar explicar.
O cultivo e comércio do cacau teve sua época áurea, todo mundo sabe. Taí na literatura, que o saudoso Jorge tão bem retratou. Tinha coronel que cada safra era uma megasena. Veio a crise, muitos quebraram, mas nem por isso perderam a pose. Essa “pose de coronel” foi passada de geração a geração, seja ela falida ou não, seja ela cacauicultora ou não. É, tem muita gente por aí de nariz empinado que nunca foi rico nem plantou cacau na vida. Não que ser rico ou cacauicultor justifique a pose, a empáfia ou o nariz empinado.
Aí, essa metidez-de-coronel-do-cacau migrou pra tudo quanto é ramo de atividade, inclusive o comércio. Não são todos, claro, mas hoje eu vejo comerciantes por aí que não conseguem entender ainda que a razão da prosperidade dele é o cliente, que deve ser bem tratado e bem atendido mesmo, e os caras tratam os clientes como inimigos mortais. Tenho incontáveis exemplos ocorridos comigo e com pessoas próximas; fatos que, se contar, ninguém acredita. A sensação é a de que os tais comerciantes estão ali pra passar o tempo, que não dependem daquilo pra viver, que o cliente é um ser insignificante e que vale só a vontade dele, comerciante, porque é o “dono”, tal e qual os antigos coronéis do cacau. É a questão da cultura enraizada, problema difícil de consertar. Tem jeito? Tem. É só ir chegando gente de fora pra esquentar a concorrência, com a visão correta do que é a boa venda, a boa prestação de serviço e o bom atendimento, ao invés dessa mentalidade que, de tão tacanha e retrógrada, beira o ridículo. Quem não se endireitar, vai ficar pra trás. E quem sobreviver, verá.

Nilson Pessoa

Missa de 7º dia – Professor Raimundo

Gente querida,

A missa de 7º dia do falecimento do nosso querido professor Raimundo será na terça- feira, às 18h, na Catedral São Sebastião, em Ilhéus.
Cantaremos à ele, com quem puder estar presente, a música Lord I Want to be a Christian, a que ele mais gostava no Natal, além de Meu bom José.
Nos vemos lá na terça, ou a qualquer momento.
Mil bjus,
Sol

Festa de São Sebastião

01 Festa de São Sebastião 2013Patrono da Catedral Diocesana e dos Estivadores
Novenário de 11 à 19 de Janeiro de 2013.
Sempre às 19h00
Tema Central: Jubileu da Diocese de Ilhéus, Cem Anos de História e Luz da Fé no Deus Uno e Trino.

Primeira Noite: 11/01 – Sexta-Feira.
Sub-Tema:”Professar a fé na Santíssima Trindade é crer num só Deus que é amor”.
Texto Bíblico: 1Jo 4,7-16; Sl 102; Mt 11,25-30:

Segunda Noite: 12/01 – Sábado
Sub-Tema: “Jesus Cristo, autor e consumador da nossa fé”.
Texto Bíblico: At 4,8-12; Sl 112; Jo 14,6-14:

Terceira Noite: 13/01 – Domingo
Sub-Tema: “A fé é dom do Espírito Santo que impulsiona e capacita os discípulos missionários para a missão”.
Texto Bíblico: lCor 2,1-5; Sl 118; Lc 4,16-30:

Quarta Noite: 14/01 – Segunda-Feira
Sub-Tema: “Crer com Igreja e na Igreja que é Mãe e Mestra”.
Texto Bíblico: Rm 11,33-36; Sl 137; Mt 16,13-20

Quinta Noite: 15/01 – Terça-Feira
Sub-Tema: “Pela fé, somos promotores da justiça do Reino e denunciadores da cultura de morte”.
Texto Bíblico: 2Cr 24,17-25; SI 88; Mt 6,24-34:

Sexta Noite: 16/01 – Quarta-Feira
Sub-Tema: “A fé sem a caridade não dá frutos, e a caridade sem a fé gera dúvidas”.
Texto Bíblico: I’g 2,14-24.26; Sl 111 ; Mc 8,34-9,1:

Sétima Noite: 17/01 – Quinta-Feira
Sub-Tema: “A fé autêntica tornar-nos sinal vivo da presença do Ressuscitado”.
Texto Bíblico: At 2,14.22-32; Sl 15(16); Mt 28,8-15:

Oitava Noite: 18/01 – Sexta-Feira
Sub-Tema: “A fé é a companheira fiel da vida dos discípulos missionários”.
Texto Bíblico: lRs 2,1-4.10-12; Sl 47; Mc 6,7-13

Nona Noite: 19/01 – Sábado
Sub-Tema: “Pela fé, São Sebastião deu a vida para testemunhar a verdade do Evangelho do Reino”.
Texto Bíblico: 2 Cor 4,7-15; Sl 125; Jo 15,18-21

Dia da Festa: 20/01 – Domingo
00h00 – Alvorada
09h30 – Missa Solene Presidida Pelo Pároco e Concelebrada pelos Sacerdotes Convidados
17h00 – Caminhada de Fé
18h30 – Celebração de Encerramento

—
Paulo Costa

Falta de atendimento no Hospital Regional de Ilhéus

Caro redator peço espaço em seu editorial diário para relatar um fato constante no único hospital de emergências da cidade de Ilhéus e que fui mais uma das inúmeras vítimas do descaso na administração da saúde pública em nosso município. No dia 04/01/2013 (Quinta-Feira) por volta das 20hs20min recebi um telefonema de minha mãe muito tensa informando que meu pai estava com a voz estranha, o lado esquerdo da face caído e com a órbita do olho esquerdo estranhamente voltada para baixo. De imediato pensei em algo grave, táxi chamado, conduzi o mesmo até o Hospital de referência da cidade onde ao chegar fui informado pela recepção que não havia e não chegaria clínico para atendimento. Logo o profissional responsável por 80% dos atendimentos? Porque não escalaram outro? Cadê a administração da unidade que não providenciou o substituto? Bem, enfermeiros não faltam, técnicos não faltam, seguranças não faltam e policiais nunca e jamais faltam pois se um ou outro por ventura não comparecer à sua escala outro de imediato é enviado pela CIA PM da área. Não era para me espantar já que presenciei este fato inúmeras vezes como plantonista policial no local. Perguntei então pelos outros profissionais de plantão (cirurgião, pediatra, ortopedista) e fui informado da presença dos mesmos na casa. Procurei pessoalmente e na presença de outras pessoas solicitei auxilio à pediatra plantonista e a mesma me disse que nada poderia fazer já que não era de sua competência o atendimento e sim do clínico. Enquanto isso meu pai agravava sua situação. Resolvi então entrar com o mesmo hospital adentro já que haviam se passado quase 25 minutos da chegada do mesmo na unidade e nada de atendimento. Procurei um enfermeiro e pedi então para falar com o cirurgião, a resposta? A mesma, e atendimento negado já que também alegou não ser de sua competência. Entendo que muito antes de serem especialistas todos foram e são médicos generalistas então porque da omissão no atendimento? Ainda ouvi da pediatra que se abrisse exceção no atendimento viraria praxe na falta do clínico ter que cobrir os atendimentos.
Pensei então que seria mais uma vítima da falta de atendimento como inúmeras outras que testemunhei como Policial Militar escalado no referido Hospital. Atendimento negado por falta do plantonistas de uma ou outra especialidade e principalmente clínica médica. Enquanto ainda tentava pelo menos o atendimento de emergência com o cirurgião um dos seguranças me informou que meu pai já estava sendo atendido por uma médica que não era plantonista, não era servidora da unidade, mas sensibilizada com a situação não se omitiu prestou o atendimento com educação rara e cordialidade fora do padrão para profissionais da área agilizando todo o processo e graças à mesma e somente a mesma ( Dra. Lorena) ele foi atendido, passou por exames, e internado. Diante desse fato triste onde poderia ter perdido a vida, um homem digno que trabalhou uma vida inteira, por descaso da administração da saúde em Ilhéus, da administração da unidade e da omissão de alguns profissionais médicos peço encarecidamente que publique essa nota para conhecimento da situação do Hospital Regional e de todas as unidades de saúde pública da cidade. Ontem fui a vítima, amanhã poderá ser um parente, amigo, conhecido, um cidadão que sofre meses do ano somente para pagar impostos.
Graças única e exclusivamente à Dra. Lorena não me tornei (meu Pai) mais uma vítima do caos na saúde pública de Ilhéus.

Grato pela atenção. Cordiais Saudações.

José Fernando Torres Teixeira, SD PM, 68ª CIPM, Plantonista do Hospital Regional.





















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