A ética do resultado
* por Tom Coelho
“Fins éticos exigem meios éticos.” (Marilena Chauí)
A geração Y possivelmente nunca ouviu falar de Gérson de Oliveira Nunes, jogador de futebol que integrou a equipe campeã mundial em 1970. Seu nome ficou eternizado quando, em 1976, protagonizou uma propaganda de cigarros na qual, após desfilar os diferenciais do produto, proclamava: “Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também”. Assim nasceu a “lei de Gérson”, amplamente estudada por sociólogos e antropólogos, utilizada para designar a natureza utilitarista do brasileiro.
A estabilidade econômica advinda com o sucesso do Plano Real (1994), associada às políticas de transferência de renda da última década, conduziram-nos ao mercado de consumo. Experimentamos com uma defasagem de 50 anos o que norte-americanos vivenciaram em meados do século passado. O controle da inflação e a expansão do crédito fizeram-nos descobrir o prazer de comprar. E isso modificou nossos padrões éticos.
Em ano de eleições esta constatação é cristalina. Não importam os escândalos e desmandos de governos, em todos os seus níveis, revelados pela imprensa. Pouco importa a biografia dos candidatos. Torna-se insignificante a história dos partidos e os conchavos entre as legendas. A sociedade está anestesiada, porque foi entorpecida pela ética do resultado.
Nas escolas privadas, estudantes deixaram de ser aprendizes para se tornarem clientes. Assim, pagam uma mensalidade como quem compra um diploma em suaves prestações, exigindo não a qualidade de ensino, mas sim as facilidades para serem aprovados. Vale a pretensa inclusão no mercado de trabalho.
Girando no Grupo TerraLuz
Apostila do Curso de Espiritismo e Evangelho
Centro Espírita Amor e Caridade – Goiânia – GO – 1997
http://artigosespiritas.
wordpress.com/2012/09/11/ justica-da-reencarnacao/
Em que se fundamenta?
Segundo os Espíritos codificadores, na resposta da questão 171 de “O Livro dos Espíritos”, a doutrina reencarnacionista se fundamenta na própria Justiça Divina.
Na análise do conteúdo desta resposta, verificamos que se não fosse a oportunidade reencarnatória, Deus estaria privado de um de seus atributos: a justiça, e conseqüentemente já não seria Deus.
Para facilitar o nosso raciocínio, citamos a seguir um texto em que Kardec disserta sobre a lógica da pluralidade das existências:
Se não há reencarnação, só há, evidentemente, uma existência corporal. Se a nossa atual existência corpórea é única, a alma de cada homem foi criada por ocasião do seu nascimento, a menos que se admita a anterioridade da alma, caso em que caberia perguntar o que era ela antes do nascimento, e se o estado em que se achava não constituía uma existência sob forma qualquer. Não há meio termo: ou a alma existia, ou não existia antes do corpo. Se existia, qual a sua situação? Tinha ou não consciência de si mesma? Se não o tinha, é quase como se não existisse. Se tinha individualidade, era progressiva ou estacionária? Num e noutro caso, a que grau chegara ao tomar o corpo? Admitindo, de acordo com a crença vulgar, que a alma nasce com o corpo, ou, o que vem a ser o mesmo, que antes de encarnar, só dispõe de faculdades negativas perguntamos:
1º) Porque mostra a alma aptidões tão diversas e independentes das idéias que a educação lhe fez adquirir?
Estagiário KDT
UMA SECRETÁRIA GOSTOSONA TENTA AVISAR QUE O ZIPER DO CHEFE ESTÁ ABERTO…
A secretária percebe que a braguilha do chefe está aberta.
Para não parecer mal-educada, avisa-o de forma sutil:
– Doutor Carlos, o senhor esqueceu a porta da sua garagem aberta.
Ele fecha rapidamente o zíper, e, apreciando a criatividade da moça, pergunta cheio de malícia:
– Dona Ana , por acaso a senhora chegou a ver a minha Ferrari vermelha?
– Não senhor, vi um fusquinha, caindo aos pedaços, todo amassado e com os dois pneus traseiros , totalmente murchos…
Wagner pede ao governo para manter Bahia no horário de Verão
O governador Jaques Wagner lembrou a rejeição da população à mudança de horário e disse que está fazendo uma pesquisa para avaliar a opinião dos baianos
O governador da Bahia, Jaques Wagner, informou que entrará hoje em contato com o Ministério de Minas e Energia para conversar sobre a adoção do horário de Verão no estado. Ele adiantou que a tendência é que seja mantida a decisão do ano passado, de aumentar o relógio em uma hora, já que a Bahia é parte do Brasil e deve acompanhar o horário dos grandes centros do país.
“Do ponto de vista da energia, a economia não é tão grande. Mas eu acho uma maluquice não seguir, porque temos um horário só o ano inteiro e, de repente, você partilha o Brasil em dois. Televisão, bancos e até o governo são prejudicados”, destacou Wagner. Ele citou como exemplo ainda a questão da confusão dos horários dos voos.
“O turismo ganha muito com a manutenção do horário de Verão”, acrescentou o governador. O horário de Verão foi suspenso na Bahia em 2003, na gestão do então governador Paulo Souto. O governador Jaques Wagner lembrou a rejeição da população à mudança de horário e disse que está fazendo uma pesquisa para avaliar a opinião dos baianos. “Tenho que ouvir a população, porque também não vou fazer uma coisa que todos achem que é ruim. É um pouco de costume, não é? Porque as pessoas falam que é o horário de Deus e o horário dos homens. Mas não vou mentir. Na opinião do governador, acho mais lógico estarmos todos juntos”, disse.
O período referente ao horário de Verão este ano terá início à meia-noite do dia 21 de outubro (de sábado para domingo) terminando até a meia-noite do dia 17 de fevereiro de 2013.
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http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/wagner-pede-ao-governo-para-manter-bahia-no-horario-de-verao/
Correio da Bahia
Luciana Rebouças
luciana.reboucas@redebahia.com.br
Luiz Gonzaga e seu profundo respeito à maçonaria
Rei do Baião entrou para a organização 49 anos atrás, quando ainda morava na Ilha do Governador, zona norte do Rio de Janeiro

Da amizade entre Almir e Luiz Gonzaga, iniciada em 1976, surgiu a ideia de mobilizar outros sete irmãos maçons para fundar a primeira loja maçônica do Exu
Tão importante para a divulgação da música nordestina, Luiz Gonzaga também exerceu papel fundamental para o desbravamento da maçonaria no Sertão pernambucano. Utilizou a influência que tinha para liderar o grupo que fundaria a Loja Maçônica Força da Verdade, em 1988, a primeira do Exu. Doou o terreno para a construção do imóvel, comprou materiais e deu dinheiro para ajudar a levantar a casa, localizada na Rua Joaquim Ulisses. Na maçonaria, o Rei do Baião encontrou o ambiente ideal para satisfazer a maior das suas necessidades: ajudar os mais pobres.
Entrou para a organização 49 anos atrás, quando ainda morava na Ilha do Governador, zona norte do Rio de Janeiro. Foi apadrinhado por Florentino Guimarães. Luiz Gonzaga começou a participar dos encontros ali mesmo, na loja Paranapuã, localizada próximo a sua residência. Trabalhou para conseguir telefone, escola, luz e estrada de asfalto para Miguel Pereira, onde possuía propriedade. Como maçom, chegou apenas ao terceiro grau, dos 33 níveis possíveis.
Mesmo não sendo frequentador assíduo, devido à série de compromissos, participava dos encontros nas cidades em que visitava, durante as andanças de sanfoneiro pelo Brasil. “Todo canto que chegava e tivesse uma loja maçônica, ele fazia questão de se apresentar, visitar e ajudar. Nós já fomos para Fortaleza, Recife e João Pessoa, e todas foram testemunhas da presença de Luiz Gonzaga”, conta o maçom Almir Oliveira de Amorim, 49, ex-funcionário do Banco do Estado de Pernambuco (Bandepe) no Exu.
Da amizade com Almir, iniciada em 1976, anos mais tarde surgiria a ideia de mobilizar outros sete irmãos maçons para fundar a primeira loja maçônica do município. “Foi ele quem nos incentivou, deu apoio, buscou gente fora. Aqui éramos poucos maçons e, para abrir a loja, precisávamos de mais pessoas. Buscou gente em Ouricuri e em toda a região. Foi ele o ponto decisivo para inaugurar a loja no Exu”, destaca Almir, que foi o responsável por abrir a conta do artista no Bandepe. Inaugurada a loja, um ano antes da morte do Rei, as reuniões no Exu começaram a se avolumar de gente, vinda de toda a região, sendo necessária a transferência dos encontros semanais da quarta para a terça-feira.
A generosidade que marcou o artista também pode ser vista nas reuniões maçônicas. Amigo íntimo, Almir conheceu bem a personalidade do sanfoneiro. “Gonzaga era uma pessoa uniforme, uma sumidade em pessoa. Era equilibrado, otimista, incentivava a turma para trabalhar direitinho, pela sociedade, pelo povo, pelos mais pobres, pelos velhos. Ele tinha essa visão social”, recorda o amigo de Gonzagão.
Pouco tempo depois do falecimento do Rei, a Força da Verdade passou a se chamar Loja Maçônica Luiz Gonzaga. Em vida, o sanfoneiro compôs a música Acácia Amarela, na parceria com Orlando de Silveira. A canção, segundo os maçons entrevistados, é toda escrita em códigos, só possível de ser decifrada por quem é maçônico ou por quem já participou da maçonaria um dia.
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Fontes:
http://www1.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/Hotsite-LuizG/Gonzaga_Devoto/Luiz_Gonzaga_e_seu_profundo_respeito_x_maxonaria.html#
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Antônio Cavalcanti – Grau 33.: – Servidor da Ordem, da Pátria e da Humanidade. Delegado Litúrgico do Rito Brasileiro para 5ª. Região/Ba.
Prefeitura Municipal de Ilhéus

Protocolo de Intenções garante cultura de Ilhéus no prédio da Biblioteca Pública
Escola Pequeno Príncipe será inaugurada até o final do ano
Seminário discute sobre trabalho do Núcleo de Vigilância Hospitalar
Atualização do Censo Cultural do município prossegue este mês
Educação de Jovens e Adultos realiza IX Torneio de Futsal
Teatro Popular de Ilhéus ocupará antigo Grupo Escolar General Osório
O prédio histórico que um dia abrigou o Grupo Escolar General Osório será a nova sede do Teatro Popular de Ilhéus pelos próximos 20 anos. Na manhã desta quinta-feira (04), o grupo assinou um Protocolo de Intenções junto ao Governo Municipal, que prevê o termo de permissão de uso do espaço pelos artistas. “Ficamos surpresos quando a Prefeitura nos propôs a ocupação de um local que faz parte da identidade da sociedade ilheense”, declarou o diretor do TPI, Romualdo Lisboa.
A assinatura do documento foi realizada em cerimônia que contou com a presença de membros do Teatro Popular de Ilhéus e dos outros três grupos residentes da Casa dos Artistas de Ilhéus (Cia. Boi da Cara Preta, Grupo Teatral Maktub e Improviso Nordestino). Representando o executivo municipal, estavam o prefeito Newton Lima; o secretário de Governo e Ações Estratégicas, Jorge Bahia; o procurador Pedro Germano e o chefe de gabinete, José Nazal.
O TPI irá manter todas as ações já desempenhadas na Casa dos Artistas, visando sempre à integração com a comunidade. As atividades do grupo são financiadas pelo Fundo de Cultura da Bahia e já têm um cronograma definido até 2015. “Há oito dias, soubemos que os proprietários do imóvel em que funciona a Casa dos Artistas, onde estamos há 10 anos, não tinham interesse em renovar o contrato de aluguel. E, estávamos preocupados, pois sem um local, teríamos dificuldade em cumprir o convênio junto ao governo estadual. Mas, agora, com este novo espaço, poderemos ampliar ainda mais nossas ações”, disse o diretor do TPI.
Carmelita garante investimentos e trabalho em Olivença e Acuípe
Descaso na saúde de Ilhéus.
O fato aconteceu neta quinta feira 04/10/2012 por volta das duas horas da tarde, quando uma gestante de dois meses de gravides acompanhado pelo seu marido foi até o CSU Centro Social Urbano em busca de atendimento medico e em seguida marcar o prenatal como sempre fizeram no mesmo local.













































































