VII FEIJOADA DO BODE
IMPRESSIONANTE:
Uma van com turistas estava passando no Teresópolis indo para Conquista. Naquele vazio do viaduto o carro foi invadido por um delicioso cheiro de feijoada. Os turistas ‘tarados’ por feijoada mandaram o motorista parar e saíram perguntando nos arredores se tinha algum restaurante vendendo feijoada. Não tinha, mas eles não se desesperaram porque tinha na van um descendente de Apache com Sioux que disse: DEIXE COMIGO! Manobre e volte porque o vento está vindo na diagonal de lá (apontando para o centro) pra cá. Vamos voltar. Desceram a ladeira com os ‘farejadores’ dizendo o intinerário. Foi uma festa, gritaria de CONSEGUIMOS!!!!, abraços efusivos porque estavam, exatamente, na porta da Loja Maçônica Elias Ocké. Rapaz, comeram de raspar os pratos. Gostaram tanto que prometeram voltar na VIII FEIJOADA DO BODE com, no mínimo, 5 ônibus. Márcia já vai começar a preparar a equipe… Ela nem fica tensa.
Já pegou! Basta anunciar a data que a galera chega junto. Irmãos ou não baixam de “cunforça”. Alegria, descontração e um animado bate papo dão o tom desse evento vitorioso carimbado pela LOJA MAÇÔNICA ELIAS OCKÉ.
Até a próxima!

Grande abraço e fiquem com DEUS (Sempre!).
Rabat.
PSICOMUNDO – O SILÊNCIO DA JUSTIÇA
O silêncio se tornou uma pratica para a proteção de homens conhecidamente praticantes da desordem moral fazendo crer que com muitos segredos de justiça, jamais deixarão de denegrir a imagem da nossa sociedade. A Lei permite a muitas pessoas calar para não agravar suas dificuldades de esconder a verdade. Em outra hipótese, comenta-se sobre a ação criminosa da coação da falsa confissão ou do falso testemunho. Muitas pessoas perderam a noção da qualidade de vida em todos os quadrantes do nosso Universo Celestial. Tem gente que afirma: “quem perde a vergonha merece ser dono do mundo”! Uma forte afirmação essa idéia, porém, o universo dos desmoralizados acaba muito cedo, ele mesmo se condena e executa sua própria punição, é uma questão de tempo. Tudo isso porque a única pessoa que fica conosco por toda a nossa vida somos nós mesmos. Quem melhor do que si próprio poderá avaliar o grau de desventura de um ser humano especializado nos caminhos do crime! Como uma pessoa pode buscar dentro do seu íntimo uma resposta acalentadora que o faça dormir em paz e viver a plena felicidade dos justos? Estamos falando daqueles benfeitores dos bons costumes que deixaram somente bons exemplos e alegrias em suas caminhadas!
O Brasil é um País realmente cheio de contradições quando se fala em estado de justiça! O que vemos são atentados desvirtuando a soberana verdade! O mais intrigante na compreensão dessa passagem de estado de direito, é que “a verdade”, tem que possuir uma só face. Duas verdades não necessitam a presença da ampla e irrestrita justiça para delinear quem tem a verdadeira razão! Porventura, não foi instalada a denegação de justiça ou conspiração para silenciar a honra em benefício do conhecimento das coisas corretas, tornando-as inconstantes? Quem são os indivíduos considerados os réus e quais os meios transparentes para que as leis sejam cumpridas? Não estamos com isso dizendo que inexiste a Justiça, que ela não é soberana, apenas cobramos informações sobre os inúmeros atentados contra a integridade física e financeira contra pessoas, que ocorre em nosso mundo moderno e nem todos são punidos na proporcionalidade dos erros cometidos.
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ARLS .’. 2 DE JULHO Nº 1421 (SALVADOR-BAHIA)
INFORMATIVO BARBOSA NUNES / Grão Mestre de Goiás/GOB
MAÇONARIA NÃO É PODER
MAÇONARIA É SERVIR
68º Artigo do Grão-Mestre Barbosa Nunes publicado no Jornal Diário da Manhã, edição de 19 de maio de 2012.
Servir é trabalhar como servo de uma justa e boa causa em favor da humanidade. É ser útil, prestar serviço voluntário. No sentido material da palavra poder é mandar, dominar e na definição sociológica poder é habilidade de impor a sua vontade sobre os outros, mesmo se estes resistirem de alguma maneira, maçonaria não é poder.
O maçom não deve praticá-lo e ao contrário, rejeita-lo.
Milenar como é, a maçonaria está presente em todos os países do mundo, permitida ou não, em democracias e governos totalitários, sempre atuando socialmente.
Valho-me da Loja Maçônica “São Paulo” 43, para identificar homens que fizeram da virtude, sua principal causa de vida, tornando-se merecedores da gratidão e reconhecimento por tudo o que realizaram em prol da humanidade. São milhares. Muitos anonimamente, outros desconhecidos e centenas cravados nas histórias de seus países, das quais retiro alguns poucos nomes, sintetizando suas lutas e conquistas.
Augusto Pinheiro Lopes em: RETALHOS
Auto estima
Toda vez que dirigimos palavras elogiosas e ou de incentivo a alguém, elevamos sua auto estima e por conta disso a pessoa passar a fazer diferente ou diferença.
Quando falamos que: “você está bonito(a); você está elegante; você fez bom trabalho; você é um bom amigo(a); você é um bom pai; você é um bom filho(a); você é uma boa mãe; você é um bom funcionário(a), certamente palavras como estas transforma a pessoa que as recebe.
-Don Valfredo Tepe dizia em suas prelações que teimamos em sermos desagradáveis, quando seria mais fácil sermos agradáveis.
É mais fácil sorrir do que ficar sisudo.
Quando sorrimos irradiamos alegria, luz, brilho, paz, harmonia…
Quando ficamos sisudos irradiamos tristeza, trevas, ódio, discórdia…
Baixa estima ou Baixo astral
Feijoada ABERTA ao público

É importante dizer que a FEIJOADA DO BODE, evento carimbado pela Loja Maçônica Elias Ocké, é aberta ao público. Isto significa dizer que MAÇOM ou NÃO você pode, tranquilamente, ir na Pça JJ Seabra nº 93, A PARTIR do MEIO DIA e “bater” aquele rango cujos elogios se avolumam.
Com apenas R$ 10,00 você degusta da famosa feijoada lá mesmo no salão ou, levando sua VASILHA, reforça o almoço de casa.
Além da feijoada tem cerveja e refrigerante que você compra lá na hora.
O arrecadado é utilizado para ações sociais. Por isso, além de você comer uma deliciosa feijoada estará ajudando a minimizar o sofrimento dos mais necessitados.
Participe!.
Seja SOLIDÁRIO!!!!
As digitais
Ao que parece fomos presenteados com o advento das câmeras fotográficas digitais.
Vez por outro o destino (face) nos coloca diante de cenas que produzem uma espécie de relaxamento imediato.
É o caso desta foto.
Se você está preocupado a receita é olhar, sonhar e relaxar…
Um conselho:
Não exagere!
Aprecie com moderação.
DO FUNDO DO BAÚ DO JOSÉ LEITE
1) FAÇA ZERO PONTO NA LOTERIA ESPORTIVA E GANHE UM RELÓGIO.
2) CLICANDO POR AÍ COM MINHA MÁQUINA FOTOGRÁFICA (2).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
Walmir Rosário em: Pós-graduação – canudo ou conhecimento?

Walmir Rosario / Foto by Waldir Gomes
Diante da exiguidade do conhecimento oferecido pelas faculdades e muito menos adquirido pelos alunos, a saída é prometer um plus ao diploma de graduação, com títulos de pós-graduação, conferindo grau de especialização a quem não tem sequer o essencial. Se por um lado presenteia o aluno com uma distinção acadêmica, por outro lastreia as finanças das entidades de ensino de terceiro grau.
Afinal, existem todas as condições propícias para tanto: De um lado, alunos ávidos por um título de especialista para almejar possíveis melhorias no mercado de trabalho, do outro as instituições desejosas para ampliar o seu faturamento, o único complicador era ter, no meio, um professor como empecilho desta relação espúria. Hoje esse problema não existe mais e os professores são selecionados de acordo o grau de comprometimento com a entidade empregadora e não com a qualidade do ensino.
É a banalização da Educação, ampliada de forma horizontal e indiscriminada, como se não fosse necessário o preenchimento de requisitos essenciais imprescindíveis para galgar novo status na academia. Até mesmo os cursos de mestrado, condição sine qua non ao acesso de candidatos ao ensino do terceiro grau pode ser realizada sem nenhuma verificação prévia do conhecimento de cada candidato.
O certo é que uma faculdade que se preze apresenta, orgulhosamente, como um diferencial de qualidade uma enorme variedade de cursos de pós-graduação, não importando o currículo dos professores que irão ministrar as disciplinas. Ao serem matriculados, os alunos não recebem sequer a ementa e o conteúdo programático a ser dado, tampouco a bibliografia que orientou a formatação do projeto.

































































