QUEBRA-MOLAS CLANDESTINOS
Ou quebra-molas assassinos, como queiram.

São “construídos” ilegalmente, muitas vezes por mutirões de moradores das comunidades, preocupados com a velocidade dos veículos e atropelamento de pessoas. Existem em várias cidades, geralmente nas periferias. A ignorância dos populares sobre o assunto propicia a construção “a facão” de um equipamento de trânsito que exige certificação de órgão especializado, material adequado, dimensões específicas e, sobretudo, sinalizações vertical e horizontal, incluindo pintura apropriada no próprio equipamento.
Exemplos desse perigo, em Ilhéus, são os quebra-molas ao longo da Av. Nossa Senhora Aparecida (Barreira). Certamente a maioria deles é clandestina, se não sua totalidade.
Chamo a atenção, em especial, ao quebra-molas clandestino situado nas imediações do ponto de motoboy, proximidades da igreja Mórmon. Pra piorar, um recapeamento asfáltico recente passou por sobre o dito quebra-molas, o que serviu para camuflá-lo ainda mais e torná-lo quase imperceptível, principalmente à noite. De quando em quando, alguém pinta com tinta branca inapropriada (parece cal), que dura alguns dias apenas. Capaz de ser um dos próprios “construtores”, com certo peso na consciência de tanto testemunhar incidentes com automóveis e acidentes com motociclistas naquela sua “obra”.
Urge uma ação do poder público, no sentido de vistoriar, regularizar/sinalizar ou retirar essas verdadeiras armadilhas que, instaladas por leigos de forma clandestina e irresponsável, acabam colaborando para a dizimação, e não preservação de vidas.
Nilson Pessoa




















































