Através desse importante e conceituado meio de comunicação, o nosso R2CPRESS, tenho sido um ferrenho e costumeiro crítico de inúmeras atitudes do poder público municipal.

Em primeiro lugar não existe nenhum tipo de determinação no intuito de ser contra a tudo o que está sendo feito, já tive oportunidade de elogiar certas decisões e serviços que atenderam ao bem comum.

Também não existe nenhuma conotação política, de ser contra esse ou aquele político, principalmente por não fazer parte de nenhum partido, não ser ligado a nenhum grupo ou a algum político, sou apenas um cidadão consciente dos meus deveres e obrigações e como qualquer eleitor sujeito a errar na escolha de pessoas que se lançam a candidatos a cargos públicos.

Um ponto que me preocupa incessantemente, numa relação civilizada, é a questão do LIXO, realmente tenho uma verdadeira paranóia quando o assunto é sujeira.

Não critico apenas por criticar. Tenho acompanhado o trabalho do setor de limpeza pública e acho até que o pessoal tem feito de um tudo para atender as necessidades básicas, qual seja a de recolher o lixo doméstico todos os dias, mutirões em bairros, recolhimento de entulhos, etc.

Mas desta vez o que está me incomodando é o comportamento demonstrado pelo ser humano no trato do seu lixo doméstico, limpeza de quintal e jardins, reforma e construção de casas e jogar o lixo nas ruas após a passagem do carro coletor.

Em qualquer local da nossa cidade, seja no centro, nas avenidas, nos bairros, nos logradouros públicos, o que se vê são ações de pessoas desprovidas de consciência de verdadeiro cidadão, adotando atitudes de total falta de civilidade, cidadania e educação com a cidade em que vive.

Posso estar enganado ou escrevendo o que não devo, mas acredito que a mudança de comportamento e atitude por parte das pessoas, por certo viria contribuir decisivamente na formação de um novo perfil para o problema do lixo.

Claro que o poder público municipal teria que cumprir integralmente a sua missão, com responsabilidade, com ações concretas, fiscalização, trabalho de conscientização popular e outras iniciativas que viessem integrar o cidadão num programa de mostrar uma cidade mais limpa e aprazível de se viver.
Nesse trabalho a participação dos empresários de bares, restaurantes, pousadas, hotéis, lanchonetes e afins, seria decisiva e motivadora de uma melhor atenção aos clientes, principalmente o turista.

O que nos falta é agir como cidadão e exercer a plena cidadania, com certeza as coisas tomariam um rumo mais decente, começando pela mudança de atitudes do cidadão e terminando com um trabalho mais eficaz por parte da prefeitura.

ZÉCARLOS JUNIOR