SOBRE O CARA QUE SE VENDE QUERO APOR OS MEUS COMENTÁRIOS:

Farei por partes; como dizia Jack, o Estripador.

Assim como não se conhece filho de prostituta que se chame Júnior, patrimonio público, também, não tem dono. O cara que poderia ajudar muito o mundo se persistisse fazendo aquilo que o consagrou, prefere deixar de ser uma esperança para o futuro para ser um problema social; vão dar-lhe asas para voar, mas não vão dar-lhe os pés. Vai descobrir que o homem que se vende, recebe mais do que vale. Em pouco tempo, estará mais perdido do que filho de puta no dia dos pais.

Na regra do vale tudo é assim; alguém que, se quer pontua nas pesquisas, acha que, para quem está afundando, até jacaré é tronco. Vai se juntar aos que fazem na vida pública o que fazem na privada. É um rebotalho da sociedade, apenas mais um embusteiro político.

Ao povo caberá a carapuça e o dever de julgar os atos do passado, do presente e aguardar os que virão; o melhor é levar na esportiva, pois, por pior que seja o buraco em que nos encontremos, é bom enquanto não haja terra em cima.

Nada contra prostitutas e nem bons políticos.

Estas são as minhas convicções

Luiz Henrique Uaquim