DEU NO JORNAL A TARDE DE HOJE: P&B Holding abre vagas em Ilhéus
A P&B Holding inaugurou uma fabrica do grupo em Ilhéus, a COMTAC Bahia. Com um investimento inicial de R$ 5 milhões, o novo empreendimento destina-se à produção de fontes de alimentação beneficiadas pela Lei de Informática e produzidos de acordo com o PPB (Processo Produtivo Básico). Já foram contratados 30 colaboradores no Estado e há a previsão de mais 50 contratações no mes de janeiro. Para se candidatar a uma vaga na empresa, interessados devem enviar currículo para rh@comtacba.com.
Carlos da Silva Mascarenhas
carlos.consultic@gmail.com
73 8147-0607
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Sr Redator, na edição de,28/11/12, o assíduo colaborador/leitor ACHEL TINOCO comentou sobre a derrocada economica do CACAU, omitindo(talvez pelo espaço restrito) os verdadeiros culpados, entre eles a relação capital/tecnologia/trabalho. Já ouvi comentários de que COPACABANA/RJ e AV PAULISTA/SP FORAM CONSTRUIDAS com o lucro do CACAU. Filhos dessa burguesia iam estudar na Suiça, Londres etc. Polacas, eram trazidas de navios/cabarés já que a “baiana” não satisfazia os novos-ricos. Os “vadinhos” da vida borbulhavam entre a rua Chile e o porto/Cidade-baixa. Enquanto os paises Africanos/concorrentes plantavam-no visando a COLHEITA MECÂNICA, vi plantações,Ilhéus/Itabuna, em morros e locais inacessíveis ‘as máquinas. Apenas famílias de famintos agricultores, tentavam cumprir a quota ou não teriam dinheiro para gastar na “feira de sábado”. Quando o Governo oferecia seus jovens agrônomos, com novas técnicas, era repelido pelo conservadorismo dos cacauilcultores.”ESSA MENINADA QUERENDO ME ENSINAR!”. “Tenho mais de trinta anos de cacau” e outras menos publicáveis. Restava a “MATA ATLÂNTICA”, fator natural ‘a sobrevivência dos cacauais e “bengala” aos coitados. Veio o “desmatamento”, aniquilando o fator mais importante desse plantio. Árvores centenárias saiam por Ilhéus ou Salvador, para enriquecer alguns. Tentou-se a Amazonia, época dos militares, o BB financiando com juros negativos, a sanha dos falsos empreendedores. Quem teria coragem de denunciar a “farra”? O Reconcavo também foi agraciado com Mamoeiros e outros tipos, de ciclo mais rápido, porém, o “custo de produção” não atraia como atraiu, no passado, Sergipanos e ‘Arabes, que o famoso escritor J.Amado soube traduzir, para o Mundo, a sanha desse momento histórico da Economia baiana. Por fim, anos depois, cadê o “CACAU”? Só podia dá no que deu! Obrigado