:: 2012
Secretário nacional de Justiça ataca conservadorismo do Poder Judiciário, durante palestra sobre justiça de transição
Ao abrir, na noite de quinta-feira, 14, o seminário Direito à Verdade, Informação, Memória e Cidadania, em São Paulo, o secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão criticou duramente o Poder Judiciário. Na avaliação do advogado, que também preside a Comissão de Anistia, enquanto o Legislativo e o Executivo se empenham em levar adiante tarefas destinadas a facilitar o processo de justiça de transição, o Judiciário se omite.
Indiretamente, ele se referia a duas questões: a aceitação pelo Supremo Tribunal Federal (STF), da Lei da Anistia de 1979; e a recusa sistemática de juízes a pedidos feitos pelo Ministério Público Federal (MPF) para processar agentes de Estado envolvidos com violações de direitos humanos no regime militar. O Judiciário tem uma dívida política com a sociedade brasileira, segundo Abrão, por sua atuação na ditadura.
“Onde estavam os juízes quando ocorriam prisões arbitrárias? Quem foram os juízes que negaram habeas corpus aos presos políticos criminalizados pela ditadura? A acusação e o enquadramento na LSN dos perseguidos políticos eram feitas por promotores civis, não militares. Esse poder também tem que promover um acerto de contas com a sociedade”, afirmou.
Abrão conclamou a sociedade a se mobilizar pela revisão da Lei da Anistia de 1979 e disse que a Comissão da Verdade não será o último passo na justiça de transição. Na avaliação dele, o resultado do trabalho iniciado agora para esclarecer fatos ocorridos na ditadura vai estimular ações judiciais contra agentes de Estado.
Ao final de sua longa exposição, no auditório Franco Montoro, na Assembleia, o secretário foi aplaudido de pé. O seminário, que se prolonga pelo fim de semana, é promovido com o apoio da Comissão Estadual da Verdade, presidida pelo deputado Adriano Diogo.
A seguir, alguns dos principais trechos da palestra do titular da Secretaria Nacional de Justiça, que é subordinada ao Ministério da Justiça.
AÇÕES JUDICIAIS. “A Comissão da Verdade não veio para botar uma pedra em cima da história. Muito pelo contrário. A Comissão da Verdade poderá gerar novos efeitos no campo da reparação, novas memórias e, quem sabe, potencializar os mecanismos de Justiça. Ninguém poderá impedir que o Ministério Público Federal, no exercício de suas funções, tenha acesso à documentação produzida pela comissão para ingressar com ações.”
CULTURA DO SILÊNCIO.
PT se dividiu em dois, apura ÉPOCA
SÁBADO, 16 DE JUNHO DE 2012 – Reportagem da revista ÉPOCA desta semana apurou que o PT se dividiu entre a turma de Lula e a turma de Dilma. Segundo a publicação, os julgamentos do mensalão, as acusações contra a Delta na CPI do Cachoeira e as eleições municipais dividiram o partido.
Pelo lado de Lula estariam os acusados no processo do mensalão, como José Dirceu e José Genoíno. Ao lado da presidente, atuariam os ministros petistas, como Aloizio Mercadante e Gleisi Hoffman.
Um indício da divisão, apontado pela reportagem, foi o desconforto de Lula com a atitude do governo federal que deixou a CPI do Cachoeira quebrar os sigilos da empreiteira Delta, construtora líder em obras e negócios do programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
De acordo com a revista, a partir de agosto, quando o Supremo Tribunal Federal começar a julgar o mensalão, essa divisão ficará mais clara. Diferente do ex-presidente Lula, Dilma pretende se manter afastada do processo e cogita só aparecer nas campanhas de candidatos petistas no segundo turno, depois do fim do julgamento.
Outro fato que apontaria um racha no partido foi a atitude da senadora Marta Suplicy que enfrentou Lula depois que ele escolheu o ex-ministro da educação Fernando Haddad para disputar a prefeitura de São Paulo.
Segundo apurou ÉPOCA, Lula não chegou a reclamar diretamente com Dilma, mas revelou a auxiliares e parlamentares de sua confiança que não estava confortável com a situação. “A relação entre Lula e Dilma não chegou a azedar, mas deu uma esfriada”, afirmou um deles.
A revista ÉPOCA chega às bancas neste sábado (16/06).
“Jogo até de graça”
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Bento.
A CULPA PELO ATUAL ESTADO DO GENERAL OSÓRIO É DE WAGNER
73 8147-0607
ITABUNA, PRETERIDA NO GLOBO REPÓRTER
Itabuna só aparece nos noticiários nacionais, como referência em violência, roubalheira, corrupção, fatos em que o Itabunense se envergonha, mas não procura se manifestar, protestar.
Quando a cidade tinha a oportunidade de aparecer para o mundo, como a “cidade onde nasceu Jorge Amado”, fomos esquecidos.
No Globo repórter, exibido ontem pela Rede Globo, a edição do programa limitou-se a mostrar apenas 30 segundos da cidade, nada, comparada as mais de 5 horas de filmagens, entrevistas, pesquisas, testemunhadas por este que vos escreve. Ilhéus e Salvador, foram o foco da reportagem, claro sempre citadas nos romances de Jorge.
Este triste blogueiro, Ilheense de nascimento e Itabunense por opção, aguardava com ansiedade a exibição do documentário, deixando até de usufruir de alguns momentos de lazer, se viu decepcionado com a forma que Itabuna foi tratada.

Ilhéus sempre FAMOSA!!!
Ricardo Miyazato
Boletim Eletrônico da Agência Câmara de Notícias
Divulgação dos Eventos Maçônicos
De: OSNI DAVILA
Assunto: Divulgação dos Eventos Maçônicos
Corpo da mensagem:
Olá e boa noite,
Meu IR.’.
Que o G.’.A.’.D.’.U.’. te ilumine sempre.
São os meus votos.
1 T.’.F.’.A.’.
Osni D’Avila
Capão da Canoa/RS
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Esta mensagem foi enviada através do formulário de contato do site R2CPRESS | A Letra Fria da Verdade http://www.r2cpress.com.br/v1
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE
1) CARTÕES POSTAIS QUE ME APAIXONAM (12).
2) MEUS AMIGOS DE ILHÉUS DE RETORNO A JUAZEIRO DO NORTE (2).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
HAROLD CONFIRMA MINICURSOS NO IV FESTIVAL INTERNACIONAL DO CHOCOLATE.
O IV Festival Internacional do Chocolate da Bahia em parceria com a empresa produtora de chocolate Harold, uma das maiores do mundo neste segmento, trará a Ilhéus minicursos com aulas expositivas e experimentais sobre técnicas de manuseio do chocolate. As oficinas da Harold foram um verdadeiro sucesso de público na terceira edição do festival em 2011 e retornam este ano com muitas novidades para o público ilheense. Os minicursos acontecerão no Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães no período de 28 de junho a 02 de julho como parte da programação do Festival.

O chocolatier André Bispo, da Harald, será o responsável por ministrar ao público durante os três dias de curso diferentes temáticas, entre elas preparação de tortas clássicas e finas, tendo chocolate como ingrediente base do passo a passo, com os mais variados exemplos de montagens, recheios, coberturas e decorações. André traz ainda o processo de fabricação de bombons e trufas de forma artesanal, utilizando moldagem e modelagem especiais e inovadoras, além de aula especialmente dedicada às sobremesas mais elaboradas.
De acordo com informações divulgadas pela organização do evento, as aulas demonstrarão técnicas para decorar e melhorar a apresentação visual dos bombons, trufas, tortas e sobremesas, bem como inúmeros processos de pintura e textura. Além disso, revelarão os segredos de derretimento e temperagem, simulações de erros e acertos do chocolate, conservação dos produtos acabados e utilização de todas as temperaturas indicadas. Haverá também orientação profissional sobre a utilização de ferramentas e utensílios adequados para um melhor resultado profissional.
A Harald é uma das maiores empresas do mundo com uma produção de chocolate equivalente a mais de 90 mil toneladas por ano. Ela é líder em coberturas e a segunda empresa de chocolates do mercado, atuando ainda em vários outros segmentos. Composta por um quadro de 500 colaboradores, ela exporta para mais de 30 países, com destaque para os Estados Unidos, toda a América Latina, México e diversos países do Oriente Médio.
Os interessados em participar dos minicursos de culinária especializada em chocolate já podem se inscrever pelo site www.festivaldochocolate.com, onde está disponível a ficha para o preenchimento de dados. Com vagas limitadas as inscrições custam R$60,00 para 03 dias de minicurso, com direito à meia-entrada para estudantes e para pessoas ligadas às associações e institutos do setor.





























































