UMA CIDADE SEM POSTURA
Novo governo, nova equipe, novas idéias, novos olhares.
Neste início de governo estamos tendo o cuidado de observar, anotar, evitar críticas e procurando interagir com alguns secretários sobre os imensos problemas que pairam sobre a nossa cidade.
Sob todos os aspectos a nossa sofrida Ilhéus precisa de um choque de postura.
A arma, que necessita de alguns ajustes no seu contexto, é o Código de Postura do Município.
Mesmo sem um prévio planejamento, acredito que se a prefeitura adotasse uma série de ações, intervindo em inúmeros problemas, que inclusive afetam a acessibilidade, muita coisa poderia ser resolvida.
Volto a insistir! A prefeitura tem que ser presença constante nas ruas, com uma equipe habilitada de fiscais com a finalidade de inibir e coibir todo e qualquer tipo de atitude que esteja em desacordo com as normas públicas.
O momento é esse, a nova equipe de secretários está bastante motivada e o povo quer urgentes mudanças em toda a cidade.
Às vezes um pequeno obstáculo causa um enorme transtorno às pessoas, vamos tirar esses obstáculos da nossa frente.
Ilhéus precisa ser remodelada, precisa ser tratada como exigem os trejeitos da deliciosa Gabriela, com muito carinho e amor.
O momento também é propício para cobrar, criticar, elogiar, oferecer sugestões e mostrar ao poder público que o povo está atento a tudo o que acontece.
Vamos exercer a nossa cidadania, enfrentando os problemas de frente e determinado a alcançar o nosso objetivo que é ver uma cidade moderna, alegre, limpa, respeitando seu povo e acreditando num futuro promissor.
A missão da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo é grande, pois tem que enfrentar alguns vícios que se encontram impregnados e resistentes às mudanças, mas nada que um trabalho educativo e firme não possa mudar alguns comportamentos retrógrados.
Cabanas de praia, serviços de empreiteiras, construções irregulares, poluição visual e sonora, acessibilidade, reciclagem de lixo, uso do solo, enfim, estes e outros assuntos estão aí disponíveis para se dar início a um trabalho que vise dotar a cidade de um novo e aprazível conceito potencialmente preparada para o comércio do turismo.
Mesmo que sujeito a comentários contrários, como cidadão estou apostando todas as fichas no governo que foi escolhido pela soberania do povo.
Não sou ligado a nenhum partido e/ou grupo político, tenho minhas convicções e procuro agir seguindo a intuição do que seja ético e que venha beneficiar a cidade e sua população.
Já se passaram três meses, portanto, muita água ainda vai passar por debaixo da ponte, caso não apareçam resultados positivos, tranquilamente tomaremos um novo rumo, uma nova atitude.
Ilhéus e seu povo estão acima de qualquer partido, de qualquer projeto político.
ZÉCARLOS JUNIOR

























































Amigo Zé Carlos
Como é bom ler seus comentários de críticas construtivas, pois este sempre foi seu lema. A nossa cidade, precisa sim de mais fiscalização, e multar os infratores, senão não vai educar este povo nunca. Doeu no bolso, a coisa funciona, infelizmente. Mas, brasileiro é assim!!!!!
Não entendemos certas fiscalizações, que nos parece tão simples, mas a coisa não deslancha. Exemplos: 1. O nosso comercio, virou uma feira livre, no começo houve fiscalização, mas agora parece que deixaram por conta.
2.Porque não se mantém um Agente de Trânsito na “cabeceira da ponte”, pois continuam invadindo a contramão em direção a Princesa Isabel. São carros, caminhões, motos, bicicletas etc.,
3.No centro as bicicletas e motos na sua maioria não respeitam os sinais de trânsito, vão por onde achar mais conveniente – pelo passeio e ou na contramão.Será que seria tão difícil fazer uma blitz de vez em quando como forma educativa? E depois de um prazo, começar a multar no caso das motos. E no caso das bicicletas, serem recolhidas, e só seriam entregues depois que seus proprietários, passassem por uma palestra de 15 a 30 minutos um em local a ser estabelecido pela Secretaria. Isto Itabuna fez e seu certo.
E por aí vai.
Também como Zé Carlos, aposto tudo neste governo, tenho reiterado isto várias vezes, mas é preciso escutar mais os cidadãos que dão sugestões construtivas.É hora do prefeito ir para o “campo”, dar uma geral, no que fazem seus secretários. Pois, no final quem será cobrado é vossa pessoa.
Rezende.