Hoje está muito fácil, destemido “militante” rsrsrsrsrsrsrsrs
Você acertou, meu nobre estudante, em pedir empenho dos governantes para, por exemplo, a Educação. Prova maior disso é o seu vocabulário, acentuação, concordância … Mas meu “brode” vc não deve “decistir”. Continue (escrevendo) e não militando porque escrevendo vc se prepara melhor para militar. Leia, leia e leia sempre…
Deixe eu te pedir uma coisa. Realmente, estou passando ao largo mas, atento a tudo e a todos. É meio sem sal esse seu movimento. Quando ele nasceu, puro, de dentro da alma do povo ele ficou lindo demais. Motivou, movimentou, chamou. Depois que isso ganhou corpo, os estrategistas de plantão plantaram os baderneiros. Sabe a razão? Não seria, como não o é, nada bom ter um movimento puro nas ruas clamando por seriedade… Desse modo, infiltrados, mataram o apoio popular e nem sei se dá, pelo menos agora, para remendar.
Achei interessante esse seu “ir pra cima” rsrsrsrsrsrs tá fácil, filho e, acredite mesmo que daqui do meu canto gostaria muito de vê-lo indo pra cima de um fuzil com uma baionetra reluzente brilhando nos seus olhos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk como gostaria de ver sua vida sendo doada para que os “novos” pudessem fechar uma rua, acampar e foda-se a mobilidade … Taí, nobre e destemido militante.
Vejo nas redes sociais os “brô” se articulando… Imagine vc numa época em que dois ou três conversando numa esquina já era motivo para encostar uma veraneio preta… Seria bom tê lo conosco nas madrugadas colocando mensagens MIMIOGRAFADAS nos postes (redes sociais da época) …
Veja esse “e-meio” usado na época:
Se eu encontrasse você diria:
O calor está demais.
Se vc respondesse: pede um sorvete significava dizer que existia material pronto para a distribuição. Certamente vc saberia onde pegar …
Filho, que a vida precisa dar algumas palmadas, preste atenção no seguinte:
Quando vc sair para bagunçar (não existe outra palavra) saiba que muitos dos seus antepassados ficaram pelo caminho.
Quando vc for fazer e acontecer lembre-se que, para tanto, muitos ficaram “confinados” na estrada de ferro onde está edificado o magnânimo prédio da Ceplac.
Cá pra nós:
Não me provoque para que eu não aponte todas as falhas desse movimento que está provocando milhares de interrogações na cabeça do povo da minha/nossa cidade …
Grande abraço e fique com DEUS (Sempre!).
Rabat.



























































Esse cara quando fala, fala com autoridade do que fala, isso mesmo Rabart parabéns sabias palavras.
O recado foi dado direitinho não entende se não quiser.
Caro Rabat,
O respeito à pessoa, ao cidadão, não pode ser jogado no lixo, como tentam fazer esse militantes e organizadores de protesto. E não é de hoje que isso acontece. O respeito é uma questão de cidadania e o protesto deve ser feito para demonstrar a indignação da sociedade com os poderes constituídos, quando descambam para o descaso e a imoralidade.
Mas, nem por isso, deve faltar com o respeito com as pessoas, simplesmente por não concordar por algo ou algum ponto defendido por eles. Democracia é coisa séria, mas desprezada pelos pseudos democratas, mal educados e ignorantes.
Você tem todas as credenciais, seja como cidadão, como jornalista formador de opinião para enquadrar essas figuras menores, que não aprenderam a diferenciar uma boa e justa luta da intolerância.
Continue na trincheira, você bom de luta.
Abrços,
Walmir Rosário
Grande amigo Rabat
Depois de duas análises como estas de Emílio e Walmir Rosário, só tenho que acrescentar uma coisa. NESTE PAÍS, os maus tentam e ainda conseguem sobrepor os bons, e para que estes males vícios se tornem saudáveis, são preciso alertas como estes de forma incessante para surtirem efeitos como todo nós desejamos.
Parabéns – Rabat, Emilio e Wlamir
Um abraço
Rezende