O mapa de territórios de identidade da SEI está com as fronteiras novas [http://www.sei.ba.gov.br/site/geoambientais/mapas/pdf/mapa_territ_ident2013.pdf], mas os demais mapas (pluviométrico, divisão político-administrativa e folhas topográficas) estão com fronteiras do ano 2000 ou 2003.
Pergunta: será que mesmo depois da decisão no fim do ano passado, Ilhéus tem chance de perder a área do Makro e Atacadão?
Primeiro precisamos saber do José Nazal, com base em que, ele elaborou aquele mapa com a nova divisão territorial de Ilhéus. Segundo, acho muito difícil, se realmente esta decisão for oficial e acredito que sim, pois se assim não fosse o Nazal não publicaria no seu mais recente livro.
Desta forma entendo que, para Ilhéus perder aquela área do Atacadão e Makro para Itabuna, seria o absurdo dos absurdos, pois não se justifica mais um novo levantamento, que já foi batido o martelo.
O que Ilhéus ainda poderá perder, mas sem perder seu controle físico (área), é a poligonal das terras, para os Índios, que vai representar mais uns 25% da sua área total. Sem contar, com novas investidas, para separar áreas de preservação ambiental, e aí nestes casos, estas terras ficam improdutivas em todos os sentidos.
O QUE ESTAMOS PRESENCIANDO É UMA VERGONHA. O POVO NÃO ESTÁ NEM AI, PARA A PERDA DE SEU TERRITORIO. E NÃO SE SABE O QUE ROLA POR TRAS DESSAS DISTRIBUIÇÕES DE TERRAS.
NÃO SE ENTENDE A COVARDE ATITUDE DO POVO ILHEENSE.
NÃO SE ENTENDE NINGUEM SE LEVANTAR PARA DEFENDER, NINGUEM INFORMAR A POPULAÇÃO.
ESSAS AUTORIDADES ALEM DE MAUS GESTORES , ESTAO ACABANDO COM TERRITÓRIO DE ILHEUS.
Amigo José Rezende Mendonça, faltou a você acompanhar mais de perto o problema quando foi discutido. Fiz apresentações na Câmara de Vereadores, no Rotary, na Loja Maçônica Regeneração Sulbaiana, no Condema e dei entrevistas nas três emissoras AM da cidade, participei de debate na TV Cabrália e sempre afirmei que luta era para perder o menos possível. Nunca escondi a verdade de ninguém. Quem não sabe é porque não acompanhou. As pessoas ficaram focadas apenas na questão dos atacadões pois são mais emblemáticos.
Perdemos 50% do Distrito de Castelo Novo, +/- uns 20% de Banco Central, um pedaço pequeno dos distritos de Rio do Braço, Olivença, Japu e Sede. Ganhamos pequenos pedaços.
A regulamentação da lei tinha critérios de ações administrativas de um município em outro e o principal fator foi a questão do pertencimento por parte da população afetada nas áreas. A partir daí, com a participação dos técnicos da SEI e do IBGE foram sendo definidas as novas linhas dos limites municipais, semrpe utilizando rios, estradas, divisor de águas, quando possível. As linhas retas foram utilizadas quando não foi possível encontrar um divisor natural ou antrópico.
Ilhéus perdeu 158 km2. Quer saber: daqui a quatro anos, quando a lei for revisada, vamos perder mais. Nossas “fronteiras” estão esquecidas e os problemas administrativos continuam, como por exemplo a manutenção de estradas, atenção básica de saúde e o pior que é na área de educação. Uruçuca, Itajuípe e Itabuna continuam com escolas no território ilheense, que consegui defender. Quer saber mais: se não tomarmos conta de atender as demandas do loteamento Cidadelle e dos que estão propostas naquela área, não demora perdemos mais para Itabuna.
Na questão do Cerrado, no distrito de Japu, era Itabuna que atendia a todas as reivindicações dos agricultores. Inclusive muitos proprietários são moradores de Itabuna. Era mais fácil para eles procurarem a prefeitura de lá, sendo atendidos, pois foram esquecidos por nós. E não coloco a culpa em nenhum prefeito. TODOS FORAM OMISSOS!!!
Nunca escondi a verdade de ninguém. Quem está sabendo agora, como você, é em razão de não ter participado. O pouco que fiz foi lutar para perder menos. Itabuna queria via até a Ceplac. Uruçuca até Ponta do Ramo e até Bando Central e Banco do Pedro. Itajuípe queria aquele gargalo entre Rio do Braço e Pimenteira (foi barrado pelo IBGE), Una e Buerarema queriam dividir o sul de Olivença.
Tem um amigo que diz uma coisa certa: “Todo mundo é bom, porém, meu chapéu sumiu”
Grande abraço e as suas ordens para qualquer outro esclarecimento.
Não temos nada a reivindicar. A lei é para valer. Temos que estar atentos para que na revisão em 2018 não percamos mais. Depois do assunto encerrado não adianta gritar.
Nazal
Zé Nazal, com todo respeito que tenho pela sua pessoa, mas o amigo está muito enganado a meu respeito. Acompanhei sim, tudo de perto, inclusive por várias vezes me coloquei a disposição da prefeitura, mas nunca me deram atenção. Fui eu quem fez o primeiro mapa oficial de Ilhéus, que até então antes deste de 2013, apresentado por você, era o oficial. Foi um trabalho longo de mais ou menos dois anos de campo, pois não se tinha a tecnologia, que se tem hoje. E foi por isso mesmo, que tivemos a oportunidade de irmos a todos os marcos divisórios, sendo o do lugar Flores do Santinha que nos deu mais trabalho, mais localizamos. Não ficou ramal, serra e o que você imaginar que não tenha sido percorrido, a pés, montado ou de carro.
O que eu, e muitos ilheenses, queríamos era esta sua explicação, mais técnica, pois você que me perdoe, estes percentuais apresentado por você, estou sinceramente vendo agora. Não vi publicado, ou falado por você em momento algum.
É estranho e muito estranho, que um município, sofra alteração, na sua área física, só porque a maioria dos fazendeiros mora em outro município. Também alegar que por falta de escolas, estradas ou manutenções delas por qualquer situação, por parte do município, e outro vizinho venha dá assistência, dá o direito na perda de área física.
Ficou claro, que toda esta perda de Ilhéus, que foi inclusive, nas suas melhores terras de cacau, foi uma questão de gerenciamento dos dois últimos prefeitos, pois não tinha respaldo político, para enfrentar as feras das vizinhas cidades. Você foi o único, mesmo não sendo prefeito a tentar perder menos. Não se entra no jogo para se perder menos, e sim, pelo menos manter o que se tinha, que era por direito da lei. Pois, pelas suas explicações nos parece a não ser que eu tenha entendido tudo errado, que a situação, foi mais no grito, e quem teve unha maior subiu nas paredes.
Se a Lei é esta, então não tenha nem dúvidas, Ilhéus será resumida a ZERO, pois todo mundo quer um pedacinho alegando questões desta natureza. Neste caso Ilhéus não vai demorara a perder, 90% dos loteamentos da Zona Sul, pois estes são de moradores de outras cidades, que ao longo do ano ficam fechados, e não vão demorar muito também querer seus quinhões.
Quando naquela época se delimitava a poligonal de um município, tentava-se no máximo usar como limites, rios, divisores de águas e estradas. As retas eram as últimas soluções, que pelas suas explicações continua a mesma coisa. E são elas o problema de tudo, pois é muito fácil traçá-las no papel, mas no campo quase que impossível mantê-las ao olho vivo dos interessados. Ou seja, se um fazendeiro, que era de Itabuna e tinha parte da fazenda no município de Ilhéus, era bem mais cômodo, jogar toda ela para o lado que te interessasse, quando este limite era uma reta imaginária, assim como é a Linha do Equador.
Um problema mais grave é quando a sede de uma fazenda fica num município, e praticamente 100% de suas terras no outro município, então esta fazenda vai ser cadastrada ao bel prazer do fazendeiro, quando por LEI, esta fazenda pertence ao município, onde está sua sede.
Acredito que houve muito disto, em questão, pois vivenciamos isso em 1976. E deixamos naquela época tudo organizado, deixando apenas uma área litigiosa com Buerarema, por questões, de não sermos os verdadeiros responsáveis por isso. Éramos apenas funcionário da CEPLAC, que naquela época, é quem organizava tudo nesta região. As prefeituras não tinham pessoas com especialidade nesta área e nem tão pouco dinheiro disponível para tal. E a CEPLAC funcionava como um órgão federal a serviço de região do cacau, com os próprios recursos dos fazendeiros.
Zé, me aponte um técnico especializado em Aerofotogrametria e Cartografia na prefeitura de Ilhéus na época destas demarcações! Não tinha e não tem, e isto é um fator primordial até hoje para isso, pois estes técnicos hoje estão também especializados em Imagens de Satélites, GPS e tudo que você pensar de mais moderno.
Meu amigo Zé Nazal, boa vontade só não basta, para este tipo de levantamento, era preciso contratar profissionais especializados para este tipo de serviço. Sei que amigo fez o que pode, mas infelizmente a política é maior que nossos desejos de amor por esta terra. Você é um batalhador, entende muito e muito mesmo em fotografias aéreas panorâmicas, que nada tem a haver com fotografia aérea vertical ou trimetrogon, que são realizadas por especialistas. Sei que o amigo ganhou muita experiência acompanhando de perto estes levantamentos, como também naqueles voos que foram feitos na sua época e quase no final do governo de Newton, mas para elaborá-las, executá-las, interpretá-las, iluminá-las é uma questão de curso de especialização mesmo, ou não se chega alugar nenhum.
E foi aí que Ilhéus perdeu as suas melhores terras, de uma forma administrativa, que seriam contestadas, se na época tivéssemos mesmo prefeitos comprometidos com isso, mas não tivemos esta que é a verdade.
A perda de Ilhéus que foi de 158 Km2 é a mesma coisa que 15.800 hectares. Uma área maior que o município de Barro Preto, antigo Lomanto Júnior, que tem uma superfície de 120 Km2 ou 12.000 hectares. E tantos outros na região do cacau.
Se a lei maior agora é quem tem unha maior, e não a lei que de criação do município e o Memorial Descritivo, aí meu amigo vamos mesmo perder não é só a área do CIDADELLE, que está também na divisa de Ilhéus com Itabuna, serão outras e outras.
Zé sua afirmação que Itabuna, queria vir até a Ceplac, Uruçuca até Ponta do Ramo, que Una e Buerarema queriam dividir o sul de Olivença, e muitos outros pedidos. Isto mostra, que todos os confrontantes com Ilhéus estavam muito bem orquestrados e souberam colocar um bom maestro para reger a banda. Enquanto Ilhéus brigava apenas para perder menos, e esta foi à diferença, ou seja, Ilhéus já entrou em campo derrotado, foi só isso. Culpa de quem?
E esta sua afirmativa que: “Quem está sabendo agora, como você, é em razão de não ter participado”. Ai o amigo enganou-se ao extremo. Escrevi várias matérias no R2cpress naquela época, e acompanhei o tempo todo, só pude acompanhar no campo, porque vocês da prefeitura não quiseram.
Sua outra afirmação que: “Todo mundo é bom, porém meu chapéu sumiu”, mostra que o amigo perdeu de vez o senso e o respeito, pois não foi o meu caso, e quem estão te questionando SOU EU. Então, não adianta dizer que não foi pra mim.
E para finalizar amigo, vai aqui postada esta sua mensagem:
“Postei há pouco no grupo “Defendendo os Limites de Ilhéus” a notícia que recebi da Dep Ângela Sousa informando que o projeto de lei que define os novos limites do Território Litoral Sul foi aprovado no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia.
Não posso negar que me senti muito feliz por ter sido aprovado ainda no governo atual. Eu não tinha dito a ninguém, porém, estava me sentido um tanto quanto frustado pela demora na aprovação. Graças a Deus posso me despedir, deixando o governo, alcançando as principais metas que queria realizar. Essa era a mais importante.
Creio que não seja a hora de tripudiar, pois ninguém perdeu, ninguém ganhou. É hora de darmos as mãos, o povo de Ilhéus, de Itabuna, Itajuípe, Uruçuca, Barro Preto, Almadina, Buerarema, enfim, todos os grapiúnas que desejam o bem dessa terra.
Tudo passa, nós passamos, os políticos passam e um dia serão esquecidos, porém, a história fica, nossas cidades ficam. Vale a boa briga, a discussão das idéias, dos ideais. Não a briga pessoal, que fere, que deixa marcas.
No fim das contas, Ilhéus ficará menor territorialmente, continuando sempre grande no coração daqueles que amam essa cidade.
A vitória foi de todos!”
Realmente Ilhéus não perdeu nada só uma área equivalente aos de Barro Preto, São José da Vitória, separadamente, só isso.
O QUE DISSE ZÉ NAZAL NO MEU FACEBOOK.
Amigo Rezende, estás enganado quanto ao acontecido. Não foi nessa simplicidade que você coloca. Se desejar, podemos marcar para que eu te mostre todo o material da discussão. Tenho tudo arquivado. Não coloque a culpa apenas em Newton. Todos os prefeitos foram omissos. Quase a absoluta totalidade dos ilheenses foram omissos e continuam sendo. Quando falei que você não participou, me referi as discussões públicas que foram realizadas. Não tenho lembrança de sua presença. Se foi, me desculpe, porém, não o vi.
A lei 12057/11, que autoriza a revisão dos limites municipais, prevê a revisão quinquenal desses limites. Sabe o que vai acontecer? A cada cinco anos iremos murchando e não vai adiantar espernear, a lei vai ser cumprida. O que mais me doeu e que ainda dói é ver o povo perdendo o sentimento de pertença, escolhendo, democraticamente, pertencer ao município que atende suas demandas.
Conheci um senhor de nome Adalgiso, que estava com 86 anos, ainda trabalhando (espero que ainda esteja com saúde). Suas terras eram de Ilhéus, porém, ele disse que nunca se sentiu ilheense. Sabe onde fica? No limite com Aurelino Leal. Nossos governos nunca, nunca mesmo, se preocuparam com isso.
Todos os argumentos que você coloca foram praticados, principalmente a questão das sedes das fazendas. Todos os equipamentos de ponta foram utilizados no levantamento dos limites, Cada carro tinha a bordo dois notebook com programas que indicavam “on line” o local exato do percurso e os vértices foram identificados com GPS geodésicos, de alta precisão.
Continuarei sempre em paz porque expus tudo isso que estou de dizendo (e muito mais) quase que semanalmente. Foram 3 anos de boa briga na defesa de nossa terra, desde que identifiquei o problema, em novembro de 2009, numa palestra que assisti na UESC, quando foi explicado o projeto de revisão da cartografia da Bahia que a SEI está fazendo.
Não tenho o seu conhecimento, porém, te afirmo que mudou muita coisa nessas últimas décadas.
Ilhéus teve em 2009, 80% do seu território fotografado em escala de 1:25000, com restituição em 1:5000 e curvas de nível de 5m. Na cidade foi feito um levantamento em 2011, por minha sugestão, cujo resultado dos mapas seria em 1:1000 com curva de nível de 1m. Sabe o que aconteceu? Não foi pago o serviço que foi feito. A empresa fez um preço irrisório. Queria que o trabalho fosse vitrine para outros serviços.
As coisas acontecem e a maioria desconhece. Primeiro por falta de informação, seguido do descaso para as coisas sérias. Quer conferir? Publique uma besteira no Facebook e também um assunto sério. Veja o que será mais ‘curtido’ e comentado.
Boa semana para você. Sucesso para seu livro, ansiosamente aguardado. Se desejar, podemos conversar pessoalmente. Chame Zécarlos Junior que ele irá adorar.
Abraços, Nazal
Tenho conhecimento de todos estes levantamentos aerofotogramétricos de 2009 a 2011. Cheguei a conversar com você que o preço foi realmente barato. A minha questão é: Tem alguém na prefeitura, especializada para aproveitar este material aerofotográfico?Que destino darão a este material, se não souberem trabalhar com ele? Digo isso, porque os nossos mapas políticos de Ilhéus, que são os utilizados até hoje, e que doamos inúmeras cópias a prefeitura, há mais ou menos três anos, procurei um em todas as secretarias, e só encontrei um, quase todo rasgado e de propriedade particular. Não conheço nenhum mapa mais recente com esta poligonal de 1976 pra cá ou até mesmo este de 2013.Vi no seu livro 3ª edição, mesmo assim sem nenhum elemento básico, e só a poligonal. O amigo deveria ter aproveitado e neste espaço mesmo informar toda trajetória resumida para se chegar a esta poligonal, como o fez agora.
Quando falo mapa, falo de um mapa atualizado, com estradas, cursos d’águas, toponímias,curvas de níveis, vilas, povoados, fazendas, etc.,como no levantado em 1976, quando estávamos na Ceplac. Então pergunto pra que serviram finalmente estes levantamentos? Quanto a um cidadão ou vários outros, não terem amor a sua terra como foi o caso do Sr.Adalgiso, pelo que estou entendo a lei diz: Democraticamente se eu estou no município de Ilhéus, e este não está me agradando por um motivo qualquer, faço opção por outro e automaticamente e com a presença do SEI, e forças politica, se quem mais que seja, se faz um novo levantamento e pronto, já estão minhas terras em outro município.O que fica claro para mim também, que só os ilheenses, não querem terras dos outros vizinhos e pouco está se incomodando que os outros levem seu território.Que TODOS OS PREFEITOS, foram omissos e continuam.
Zé me aponte um mapa do município de Ilhéus ou da cidade atualizado com tanto material adquerido, para isto? É disto que mais questiono. Provoquei esta questão foi pra isso, porque contratar empresa, pagar ou não pagar é fácil, o difícil é utilizar este material, se não se tem pessoal para isso, e nem se contrata uma outra empresa para elaboração deste s mapas.Deixo bem claro, que faço isso porque também me dói, ver todo este material sem utilidade, e digo mais, se os prefeitos não atentarem pra isto, vão perder muitas divisas, conhecimento de tudo, até para melhor arrecadar.Infelizmente ou felizmente já pendurei minhas chuteiras, nesta área. Não pretendo mais nunca voltar a servir nesta área, mesmo porque, a minha vista não é mais a mesma, fator primordial para fotointerpretar estas fotografias, mesmo com os mais modernos equipamentos de aerofotogrametria, pois mesmo fora da área, tenho conhecimento de todos eles, por uma questão de gostar e amar esta área tão carente neste país.
Uma vez comentei com você que não entendia, logo da sua saída do governo Newton, as suas cobranças rápidas de decisões do governo Jabes, inclusive com aquela discussão saudável no Facebook, sobre aquela área do Rio do Braço e aquela ponte histórica, que inclusive o atual Secretário de Turismo, o Sr.Alcides Kruschewsky , entrou na discussão e disse que seu sonho como secretário era revitalizar aquela área, pois ali estava sua origem familiar. E falou isto num momento crítico em que a prefeitura não tinha dinheiro pra nada, e ele sonhava, e não colocou metas para isso. Sonhar todo mundo pode, mas desde que não envolva a coisa pública em primeiro lugar. Lembro e tenho tudo guardado, e este é meu forte. Ele chegou a dizer que o eleitor que se….,Zé, te falei também, se você queria e tinha conhecimento de tanta maleza, porque não veio a público contou tudo e pediu seu boné.
O amigo disse-me que era uma questão pessoal e que depois me falaria, e nunca falou. Me deu a entender Zé, que era uma questão para manter seu emprego e sabe por que? Porque faltou isto de sua parte, vir a público e denunciar tudo por escrito. Tenho plena convicção da sua honestidade e amor por Ilhéus. Mas, é preciso sermos mais firmes e tomarmos decisões, para não comprometermos nossa imagem, e que diga-se de passagem a sua é ÍMPAR.
Zé, eu tenho uma convicção muito forte quanto a isto, não fico e nem ficarei nunca, num local que não conduzam com tudo que aprendi, só para tentar segurar a peteca dos outros.”As coisas acontecem e a maioria desconhece. Primeiro por falta de informação, seguido do descaso para as coisas sérias”. Pois é, então fica claro que estas divulgações não podem acontecer só no Facebook, para isso temos diversos outros meios de comunicações e rápido, não dando margens as insinuações maldosas.
Zé quem quer estar neste meio politico tem que está preparado pra tudo, infelizmente no Brasil é assim, portanto, não ligue muito para meus comentários, esta decisão fui sua, e não tenho o direito de te dizer, que abandone tudo, por você ser uma pessoa séria, mas dificilmente sua seriedade será aceita neste meio e é por isso que políticos sérios quando entraram e não se adaptam ao meio caem fora.
Obrigado por aguardar nosso livro e tenha certeza de uma coisa, sou seu amigo, pra quaisquer circunstâncias que você imaginar. É só isso.
O ZéCarlos Zécarlos Junior, é outro apaixonado por ILHÉUS, e o considero um grande amigo/colega/irmão e ele sabe disso, assim como também sei da sua amizade, e ele fica torcendo por nós dois, para que cheguemos ao um denominador comum. Bom Dia Zé.Um grande Abraço e fica com DEUS.
Quanta beleza, seriedade e informações técnicas num debate entre dois ilustres filhos de Ilhéus, que querem uma única coisa: QUE O AMOR POR ILHÉUS FIQUE ACIMA DE TUDO.
No meu cantinho e também AMANDO INTENSAMENTE MINHA CIDADE, vejo pela frente dois amigos discutindo um tema tão importante e que POUCA GENTE da cidade desconhece.
Nesse embate não existe vencedor, existe sim, dois homens completamente apaixonados por uma causa, a causa de Ilhéus.
Dois amigos e com um mesmo AMOR, nos leva a entender que não existe barreiras quando o assunto é ILHÉUS e só a NOSSA ILHÉUS ganha, por ter na sua linha de frente dois guerreiros imbatíveis.
PARABÉNS a vocês meus diletos amigos, que nos deram uma aula magna de como é gostar do torrão natal.
GOSTO DEMAIS DE REZENDE, GOSTO DEMAIS DE NAZAL E ILHÉUS AMA OS DOIS.
Vocês estão esquecendo que do restante que sobrou, 1/4 está sendo confiscado pela União através da FUNAI.
Parece que foi a maneira encontrada por alguns para resolver os insanáveis problemas do nosso QUERIDO MUNICÍPIO, reduzir a ossos de minhoca o seu território.
A discussão é relevante e oportuna.
JOSÉ REZENDE MENDONÇA disse:
1 de fevereiro de 2014 às 22:18
Prezado Dwarf
Primeiro precisamos saber do José Nazal, com base em que, ele elaborou aquele mapa com a nova divisão territorial de Ilhéus. Segundo, acho muito difícil, se realmente esta decisão for oficial e acredito que sim, pois se assim não fosse o Nazal não publicaria no seu mais recente livro.
Desta forma entendo que, para Ilhéus perder aquela área do Atacadão e Makro para Itabuna, seria o absurdo dos absurdos, pois não se justifica mais um novo levantamento, que já foi batido o martelo.
O que Ilhéus ainda poderá perder, mas sem perder seu controle físico (área), é a poligonal das terras, para os Índios, que vai representar mais uns 25% da sua área total. Sem contar, com novas investidas, para separar áreas de preservação ambiental, e aí nestes casos, estas terras ficam improdutivas em todos os sentidos.
Você tem toda razão. A maioria dos ilheenses não estão nem aí. Mesmo nós informando tudo. É lamentável. Se fosse com Itabuna, eles não entrariam para perder menos, e sim para ganhar tudo, e esta foi a grande diferença. Não temos lideranças políticas para isto, e cidades do porte de Uruçuca, Buerarema, Una etc, deitaram e rolaram.
Rezende
Amigos.
Percebam que tudo que o amigo Nazal respondeu foi no Facebook, porque ele mesmo afirmou, que os leitores do Facebook, só dão atenção a besteira e não as coisas sérias.
As suas repostas dadas no facebook, copiei e postei aqui no site, pois aqui que era o lugar ideal, já que aqui se trata de coisa séria.
Então fica difícil mesmo os ilheenses saberem de toda verdade.
O mapa de territórios de identidade da SEI está com as fronteiras novas [http://www.sei.ba.gov.br/site/geoambientais/mapas/pdf/mapa_territ_ident2013.pdf], mas os demais mapas (pluviométrico, divisão político-administrativa e folhas topográficas) estão com fronteiras do ano 2000 ou 2003.
Pergunta: será que mesmo depois da decisão no fim do ano passado, Ilhéus tem chance de perder a área do Makro e Atacadão?
Prezado Dwarf
Primeiro precisamos saber do José Nazal, com base em que, ele elaborou aquele mapa com a nova divisão territorial de Ilhéus. Segundo, acho muito difícil, se realmente esta decisão for oficial e acredito que sim, pois se assim não fosse o Nazal não publicaria no seu mais recente livro.
Desta forma entendo que, para Ilhéus perder aquela área do Atacadão e Makro para Itabuna, seria o absurdo dos absurdos, pois não se justifica mais um novo levantamento, que já foi batido o martelo.
O que Ilhéus ainda poderá perder, mas sem perder seu controle físico (área), é a poligonal das terras, para os Índios, que vai representar mais uns 25% da sua área total. Sem contar, com novas investidas, para separar áreas de preservação ambiental, e aí nestes casos, estas terras ficam improdutivas em todos os sentidos.
Rezende
Obrigado, Rezende!
ILHEENSE – POVO QUE NAO AMA SUA TERRA.
O QUE ESTAMOS PRESENCIANDO É UMA VERGONHA. O POVO NÃO ESTÁ NEM AI, PARA A PERDA DE SEU TERRITORIO. E NÃO SE SABE O QUE ROLA POR TRAS DESSAS DISTRIBUIÇÕES DE TERRAS.
NÃO SE ENTENDE A COVARDE ATITUDE DO POVO ILHEENSE.
NÃO SE ENTENDE NINGUEM SE LEVANTAR PARA DEFENDER, NINGUEM INFORMAR A POPULAÇÃO.
ESSAS AUTORIDADES ALEM DE MAUS GESTORES , ESTAO ACABANDO COM TERRITÓRIO DE ILHEUS.
Resposta de Nazal no meu Facebook.
Amigo José Rezende Mendonça, faltou a você acompanhar mais de perto o problema quando foi discutido. Fiz apresentações na Câmara de Vereadores, no Rotary, na Loja Maçônica Regeneração Sulbaiana, no Condema e dei entrevistas nas três emissoras AM da cidade, participei de debate na TV Cabrália e sempre afirmei que luta era para perder o menos possível. Nunca escondi a verdade de ninguém. Quem não sabe é porque não acompanhou. As pessoas ficaram focadas apenas na questão dos atacadões pois são mais emblemáticos.
Perdemos 50% do Distrito de Castelo Novo, +/- uns 20% de Banco Central, um pedaço pequeno dos distritos de Rio do Braço, Olivença, Japu e Sede. Ganhamos pequenos pedaços.
A regulamentação da lei tinha critérios de ações administrativas de um município em outro e o principal fator foi a questão do pertencimento por parte da população afetada nas áreas. A partir daí, com a participação dos técnicos da SEI e do IBGE foram sendo definidas as novas linhas dos limites municipais, semrpe utilizando rios, estradas, divisor de águas, quando possível. As linhas retas foram utilizadas quando não foi possível encontrar um divisor natural ou antrópico.
Ilhéus perdeu 158 km2. Quer saber: daqui a quatro anos, quando a lei for revisada, vamos perder mais. Nossas “fronteiras” estão esquecidas e os problemas administrativos continuam, como por exemplo a manutenção de estradas, atenção básica de saúde e o pior que é na área de educação. Uruçuca, Itajuípe e Itabuna continuam com escolas no território ilheense, que consegui defender. Quer saber mais: se não tomarmos conta de atender as demandas do loteamento Cidadelle e dos que estão propostas naquela área, não demora perdemos mais para Itabuna.
Na questão do Cerrado, no distrito de Japu, era Itabuna que atendia a todas as reivindicações dos agricultores. Inclusive muitos proprietários são moradores de Itabuna. Era mais fácil para eles procurarem a prefeitura de lá, sendo atendidos, pois foram esquecidos por nós. E não coloco a culpa em nenhum prefeito. TODOS FORAM OMISSOS!!!
Nunca escondi a verdade de ninguém. Quem está sabendo agora, como você, é em razão de não ter participado. O pouco que fiz foi lutar para perder menos. Itabuna queria via até a Ceplac. Uruçuca até Ponta do Ramo e até Bando Central e Banco do Pedro. Itajuípe queria aquele gargalo entre Rio do Braço e Pimenteira (foi barrado pelo IBGE), Una e Buerarema queriam dividir o sul de Olivença.
Tem um amigo que diz uma coisa certa: “Todo mundo é bom, porém, meu chapéu sumiu”
Grande abraço e as suas ordens para qualquer outro esclarecimento.
Não temos nada a reivindicar. A lei é para valer. Temos que estar atentos para que na revisão em 2018 não percamos mais. Depois do assunto encerrado não adianta gritar.
Nazal
Zé Nazal, com todo respeito que tenho pela sua pessoa, mas o amigo está muito enganado a meu respeito. Acompanhei sim, tudo de perto, inclusive por várias vezes me coloquei a disposição da prefeitura, mas nunca me deram atenção. Fui eu quem fez o primeiro mapa oficial de Ilhéus, que até então antes deste de 2013, apresentado por você, era o oficial. Foi um trabalho longo de mais ou menos dois anos de campo, pois não se tinha a tecnologia, que se tem hoje. E foi por isso mesmo, que tivemos a oportunidade de irmos a todos os marcos divisórios, sendo o do lugar Flores do Santinha que nos deu mais trabalho, mais localizamos. Não ficou ramal, serra e o que você imaginar que não tenha sido percorrido, a pés, montado ou de carro.
O que eu, e muitos ilheenses, queríamos era esta sua explicação, mais técnica, pois você que me perdoe, estes percentuais apresentado por você, estou sinceramente vendo agora. Não vi publicado, ou falado por você em momento algum.
É estranho e muito estranho, que um município, sofra alteração, na sua área física, só porque a maioria dos fazendeiros mora em outro município. Também alegar que por falta de escolas, estradas ou manutenções delas por qualquer situação, por parte do município, e outro vizinho venha dá assistência, dá o direito na perda de área física.
Ficou claro, que toda esta perda de Ilhéus, que foi inclusive, nas suas melhores terras de cacau, foi uma questão de gerenciamento dos dois últimos prefeitos, pois não tinha respaldo político, para enfrentar as feras das vizinhas cidades. Você foi o único, mesmo não sendo prefeito a tentar perder menos. Não se entra no jogo para se perder menos, e sim, pelo menos manter o que se tinha, que era por direito da lei. Pois, pelas suas explicações nos parece a não ser que eu tenha entendido tudo errado, que a situação, foi mais no grito, e quem teve unha maior subiu nas paredes.
Se a Lei é esta, então não tenha nem dúvidas, Ilhéus será resumida a ZERO, pois todo mundo quer um pedacinho alegando questões desta natureza. Neste caso Ilhéus não vai demorara a perder, 90% dos loteamentos da Zona Sul, pois estes são de moradores de outras cidades, que ao longo do ano ficam fechados, e não vão demorar muito também querer seus quinhões.
Quando naquela época se delimitava a poligonal de um município, tentava-se no máximo usar como limites, rios, divisores de águas e estradas. As retas eram as últimas soluções, que pelas suas explicações continua a mesma coisa. E são elas o problema de tudo, pois é muito fácil traçá-las no papel, mas no campo quase que impossível mantê-las ao olho vivo dos interessados. Ou seja, se um fazendeiro, que era de Itabuna e tinha parte da fazenda no município de Ilhéus, era bem mais cômodo, jogar toda ela para o lado que te interessasse, quando este limite era uma reta imaginária, assim como é a Linha do Equador.
Um problema mais grave é quando a sede de uma fazenda fica num município, e praticamente 100% de suas terras no outro município, então esta fazenda vai ser cadastrada ao bel prazer do fazendeiro, quando por LEI, esta fazenda pertence ao município, onde está sua sede.
Acredito que houve muito disto, em questão, pois vivenciamos isso em 1976. E deixamos naquela época tudo organizado, deixando apenas uma área litigiosa com Buerarema, por questões, de não sermos os verdadeiros responsáveis por isso. Éramos apenas funcionário da CEPLAC, que naquela época, é quem organizava tudo nesta região. As prefeituras não tinham pessoas com especialidade nesta área e nem tão pouco dinheiro disponível para tal. E a CEPLAC funcionava como um órgão federal a serviço de região do cacau, com os próprios recursos dos fazendeiros.
Zé, me aponte um técnico especializado em Aerofotogrametria e Cartografia na prefeitura de Ilhéus na época destas demarcações! Não tinha e não tem, e isto é um fator primordial até hoje para isso, pois estes técnicos hoje estão também especializados em Imagens de Satélites, GPS e tudo que você pensar de mais moderno.
Meu amigo Zé Nazal, boa vontade só não basta, para este tipo de levantamento, era preciso contratar profissionais especializados para este tipo de serviço. Sei que amigo fez o que pode, mas infelizmente a política é maior que nossos desejos de amor por esta terra. Você é um batalhador, entende muito e muito mesmo em fotografias aéreas panorâmicas, que nada tem a haver com fotografia aérea vertical ou trimetrogon, que são realizadas por especialistas. Sei que o amigo ganhou muita experiência acompanhando de perto estes levantamentos, como também naqueles voos que foram feitos na sua época e quase no final do governo de Newton, mas para elaborá-las, executá-las, interpretá-las, iluminá-las é uma questão de curso de especialização mesmo, ou não se chega alugar nenhum.
E foi aí que Ilhéus perdeu as suas melhores terras, de uma forma administrativa, que seriam contestadas, se na época tivéssemos mesmo prefeitos comprometidos com isso, mas não tivemos esta que é a verdade.
A perda de Ilhéus que foi de 158 Km2 é a mesma coisa que 15.800 hectares. Uma área maior que o município de Barro Preto, antigo Lomanto Júnior, que tem uma superfície de 120 Km2 ou 12.000 hectares. E tantos outros na região do cacau.
Se a lei maior agora é quem tem unha maior, e não a lei que de criação do município e o Memorial Descritivo, aí meu amigo vamos mesmo perder não é só a área do CIDADELLE, que está também na divisa de Ilhéus com Itabuna, serão outras e outras.
Zé sua afirmação que Itabuna, queria vir até a Ceplac, Uruçuca até Ponta do Ramo, que Una e Buerarema queriam dividir o sul de Olivença, e muitos outros pedidos. Isto mostra, que todos os confrontantes com Ilhéus estavam muito bem orquestrados e souberam colocar um bom maestro para reger a banda. Enquanto Ilhéus brigava apenas para perder menos, e esta foi à diferença, ou seja, Ilhéus já entrou em campo derrotado, foi só isso. Culpa de quem?
E esta sua afirmativa que: “Quem está sabendo agora, como você, é em razão de não ter participado”. Ai o amigo enganou-se ao extremo. Escrevi várias matérias no R2cpress naquela época, e acompanhei o tempo todo, só pude acompanhar no campo, porque vocês da prefeitura não quiseram.
Sua outra afirmação que: “Todo mundo é bom, porém meu chapéu sumiu”, mostra que o amigo perdeu de vez o senso e o respeito, pois não foi o meu caso, e quem estão te questionando SOU EU. Então, não adianta dizer que não foi pra mim.
E para finalizar amigo, vai aqui postada esta sua mensagem:
“Postei há pouco no grupo “Defendendo os Limites de Ilhéus” a notícia que recebi da Dep Ângela Sousa informando que o projeto de lei que define os novos limites do Território Litoral Sul foi aprovado no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia.
Não posso negar que me senti muito feliz por ter sido aprovado ainda no governo atual. Eu não tinha dito a ninguém, porém, estava me sentido um tanto quanto frustado pela demora na aprovação. Graças a Deus posso me despedir, deixando o governo, alcançando as principais metas que queria realizar. Essa era a mais importante.
Creio que não seja a hora de tripudiar, pois ninguém perdeu, ninguém ganhou. É hora de darmos as mãos, o povo de Ilhéus, de Itabuna, Itajuípe, Uruçuca, Barro Preto, Almadina, Buerarema, enfim, todos os grapiúnas que desejam o bem dessa terra.
Tudo passa, nós passamos, os políticos passam e um dia serão esquecidos, porém, a história fica, nossas cidades ficam. Vale a boa briga, a discussão das idéias, dos ideais. Não a briga pessoal, que fere, que deixa marcas.
No fim das contas, Ilhéus ficará menor territorialmente, continuando sempre grande no coração daqueles que amam essa cidade.
A vitória foi de todos!”
Realmente Ilhéus não perdeu nada só uma área equivalente aos de Barro Preto, São José da Vitória, separadamente, só isso.
Rezende
O QUE DISSE ZÉ NAZAL NO MEU FACEBOOK.
Amigo Rezende, estás enganado quanto ao acontecido. Não foi nessa simplicidade que você coloca. Se desejar, podemos marcar para que eu te mostre todo o material da discussão. Tenho tudo arquivado. Não coloque a culpa apenas em Newton. Todos os prefeitos foram omissos. Quase a absoluta totalidade dos ilheenses foram omissos e continuam sendo. Quando falei que você não participou, me referi as discussões públicas que foram realizadas. Não tenho lembrança de sua presença. Se foi, me desculpe, porém, não o vi.
A lei 12057/11, que autoriza a revisão dos limites municipais, prevê a revisão quinquenal desses limites. Sabe o que vai acontecer? A cada cinco anos iremos murchando e não vai adiantar espernear, a lei vai ser cumprida. O que mais me doeu e que ainda dói é ver o povo perdendo o sentimento de pertença, escolhendo, democraticamente, pertencer ao município que atende suas demandas.
Conheci um senhor de nome Adalgiso, que estava com 86 anos, ainda trabalhando (espero que ainda esteja com saúde). Suas terras eram de Ilhéus, porém, ele disse que nunca se sentiu ilheense. Sabe onde fica? No limite com Aurelino Leal. Nossos governos nunca, nunca mesmo, se preocuparam com isso.
Todos os argumentos que você coloca foram praticados, principalmente a questão das sedes das fazendas. Todos os equipamentos de ponta foram utilizados no levantamento dos limites, Cada carro tinha a bordo dois notebook com programas que indicavam “on line” o local exato do percurso e os vértices foram identificados com GPS geodésicos, de alta precisão.
Continuarei sempre em paz porque expus tudo isso que estou de dizendo (e muito mais) quase que semanalmente. Foram 3 anos de boa briga na defesa de nossa terra, desde que identifiquei o problema, em novembro de 2009, numa palestra que assisti na UESC, quando foi explicado o projeto de revisão da cartografia da Bahia que a SEI está fazendo.
Não tenho o seu conhecimento, porém, te afirmo que mudou muita coisa nessas últimas décadas.
Ilhéus teve em 2009, 80% do seu território fotografado em escala de 1:25000, com restituição em 1:5000 e curvas de nível de 5m. Na cidade foi feito um levantamento em 2011, por minha sugestão, cujo resultado dos mapas seria em 1:1000 com curva de nível de 1m. Sabe o que aconteceu? Não foi pago o serviço que foi feito. A empresa fez um preço irrisório. Queria que o trabalho fosse vitrine para outros serviços.
As coisas acontecem e a maioria desconhece. Primeiro por falta de informação, seguido do descaso para as coisas sérias. Quer conferir? Publique uma besteira no Facebook e também um assunto sério. Veja o que será mais ‘curtido’ e comentado.
Boa semana para você. Sucesso para seu livro, ansiosamente aguardado. Se desejar, podemos conversar pessoalmente. Chame Zécarlos Junior que ele irá adorar.
Abraços, Nazal
ZÈ.
Tenho conhecimento de todos estes levantamentos aerofotogramétricos de 2009 a 2011. Cheguei a conversar com você que o preço foi realmente barato. A minha questão é: Tem alguém na prefeitura, especializada para aproveitar este material aerofotográfico?Que destino darão a este material, se não souberem trabalhar com ele? Digo isso, porque os nossos mapas políticos de Ilhéus, que são os utilizados até hoje, e que doamos inúmeras cópias a prefeitura, há mais ou menos três anos, procurei um em todas as secretarias, e só encontrei um, quase todo rasgado e de propriedade particular. Não conheço nenhum mapa mais recente com esta poligonal de 1976 pra cá ou até mesmo este de 2013.Vi no seu livro 3ª edição, mesmo assim sem nenhum elemento básico, e só a poligonal. O amigo deveria ter aproveitado e neste espaço mesmo informar toda trajetória resumida para se chegar a esta poligonal, como o fez agora.
Quando falo mapa, falo de um mapa atualizado, com estradas, cursos d’águas, toponímias,curvas de níveis, vilas, povoados, fazendas, etc.,como no levantado em 1976, quando estávamos na Ceplac. Então pergunto pra que serviram finalmente estes levantamentos? Quanto a um cidadão ou vários outros, não terem amor a sua terra como foi o caso do Sr.Adalgiso, pelo que estou entendo a lei diz: Democraticamente se eu estou no município de Ilhéus, e este não está me agradando por um motivo qualquer, faço opção por outro e automaticamente e com a presença do SEI, e forças politica, se quem mais que seja, se faz um novo levantamento e pronto, já estão minhas terras em outro município.O que fica claro para mim também, que só os ilheenses, não querem terras dos outros vizinhos e pouco está se incomodando que os outros levem seu território.Que TODOS OS PREFEITOS, foram omissos e continuam.
Zé me aponte um mapa do município de Ilhéus ou da cidade atualizado com tanto material adquerido, para isto? É disto que mais questiono. Provoquei esta questão foi pra isso, porque contratar empresa, pagar ou não pagar é fácil, o difícil é utilizar este material, se não se tem pessoal para isso, e nem se contrata uma outra empresa para elaboração deste s mapas.Deixo bem claro, que faço isso porque também me dói, ver todo este material sem utilidade, e digo mais, se os prefeitos não atentarem pra isto, vão perder muitas divisas, conhecimento de tudo, até para melhor arrecadar.Infelizmente ou felizmente já pendurei minhas chuteiras, nesta área. Não pretendo mais nunca voltar a servir nesta área, mesmo porque, a minha vista não é mais a mesma, fator primordial para fotointerpretar estas fotografias, mesmo com os mais modernos equipamentos de aerofotogrametria, pois mesmo fora da área, tenho conhecimento de todos eles, por uma questão de gostar e amar esta área tão carente neste país.
Uma vez comentei com você que não entendia, logo da sua saída do governo Newton, as suas cobranças rápidas de decisões do governo Jabes, inclusive com aquela discussão saudável no Facebook, sobre aquela área do Rio do Braço e aquela ponte histórica, que inclusive o atual Secretário de Turismo, o Sr.Alcides Kruschewsky , entrou na discussão e disse que seu sonho como secretário era revitalizar aquela área, pois ali estava sua origem familiar. E falou isto num momento crítico em que a prefeitura não tinha dinheiro pra nada, e ele sonhava, e não colocou metas para isso. Sonhar todo mundo pode, mas desde que não envolva a coisa pública em primeiro lugar. Lembro e tenho tudo guardado, e este é meu forte. Ele chegou a dizer que o eleitor que se….,Zé, te falei também, se você queria e tinha conhecimento de tanta maleza, porque não veio a público contou tudo e pediu seu boné.
O amigo disse-me que era uma questão pessoal e que depois me falaria, e nunca falou. Me deu a entender Zé, que era uma questão para manter seu emprego e sabe por que? Porque faltou isto de sua parte, vir a público e denunciar tudo por escrito. Tenho plena convicção da sua honestidade e amor por Ilhéus. Mas, é preciso sermos mais firmes e tomarmos decisões, para não comprometermos nossa imagem, e que diga-se de passagem a sua é ÍMPAR.
Zé, eu tenho uma convicção muito forte quanto a isto, não fico e nem ficarei nunca, num local que não conduzam com tudo que aprendi, só para tentar segurar a peteca dos outros.”As coisas acontecem e a maioria desconhece. Primeiro por falta de informação, seguido do descaso para as coisas sérias”. Pois é, então fica claro que estas divulgações não podem acontecer só no Facebook, para isso temos diversos outros meios de comunicações e rápido, não dando margens as insinuações maldosas.
Zé quem quer estar neste meio politico tem que está preparado pra tudo, infelizmente no Brasil é assim, portanto, não ligue muito para meus comentários, esta decisão fui sua, e não tenho o direito de te dizer, que abandone tudo, por você ser uma pessoa séria, mas dificilmente sua seriedade será aceita neste meio e é por isso que políticos sérios quando entraram e não se adaptam ao meio caem fora.
Obrigado por aguardar nosso livro e tenha certeza de uma coisa, sou seu amigo, pra quaisquer circunstâncias que você imaginar. É só isso.
O ZéCarlos Zécarlos Junior, é outro apaixonado por ILHÉUS, e o considero um grande amigo/colega/irmão e ele sabe disso, assim como também sei da sua amizade, e ele fica torcendo por nós dois, para que cheguemos ao um denominador comum. Bom Dia Zé.Um grande Abraço e fica com DEUS.
Rezende.
Meus caros amigos Rezende e Nazal,
Quanta beleza, seriedade e informações técnicas num debate entre dois ilustres filhos de Ilhéus, que querem uma única coisa: QUE O AMOR POR ILHÉUS FIQUE ACIMA DE TUDO.
No meu cantinho e também AMANDO INTENSAMENTE MINHA CIDADE, vejo pela frente dois amigos discutindo um tema tão importante e que POUCA GENTE da cidade desconhece.
Nesse embate não existe vencedor, existe sim, dois homens completamente apaixonados por uma causa, a causa de Ilhéus.
Dois amigos e com um mesmo AMOR, nos leva a entender que não existe barreiras quando o assunto é ILHÉUS e só a NOSSA ILHÉUS ganha, por ter na sua linha de frente dois guerreiros imbatíveis.
PARABÉNS a vocês meus diletos amigos, que nos deram uma aula magna de como é gostar do torrão natal.
GOSTO DEMAIS DE REZENDE, GOSTO DEMAIS DE NAZAL E ILHÉUS AMA OS DOIS.
ZÉCARLOS JUNIOR
Se tirassem 1% de Itabuna vcs iam ver a guerra.
continuo a dizer, o povo de Ilhéus não ama a sua terra , perdeu território e estão rindo.
eu dizia que se tirassem o mar de ilhéus , isso aqui seria uma Almadina, mas me enganei Almadina é limpa, tranquila e la o povo ama a terra.
QUEM DÁ MAIS , QUEM DÁ MAIS QUEM QUER MAIS UMA PEDAÇO DE TERRA DE ILHEUS , AQUI NINGUEM TA NEM AI PARA PERDER SUAS TERRAS.
Vocês estão esquecendo que do restante que sobrou, 1/4 está sendo confiscado pela União através da FUNAI.
Parece que foi a maneira encontrada por alguns para resolver os insanáveis problemas do nosso QUERIDO MUNICÍPIO, reduzir a ossos de minhoca o seu território.
A discussão é relevante e oportuna.
Edgard
Veja que falei sobre a terra dos índios.
JOSÉ REZENDE MENDONÇA disse:
1 de fevereiro de 2014 às 22:18
Prezado Dwarf
Primeiro precisamos saber do José Nazal, com base em que, ele elaborou aquele mapa com a nova divisão territorial de Ilhéus. Segundo, acho muito difícil, se realmente esta decisão for oficial e acredito que sim, pois se assim não fosse o Nazal não publicaria no seu mais recente livro.
Desta forma entendo que, para Ilhéus perder aquela área do Atacadão e Makro para Itabuna, seria o absurdo dos absurdos, pois não se justifica mais um novo levantamento, que já foi batido o martelo.
O que Ilhéus ainda poderá perder, mas sem perder seu controle físico (área), é a poligonal das terras, para os Índios, que vai representar mais uns 25% da sua área total. Sem contar, com novas investidas, para separar áreas de preservação ambiental, e aí nestes casos, estas terras ficam improdutivas em todos os sentidos.
Rezende
Guimarães
Você tem toda razão. A maioria dos ilheenses não estão nem aí. Mesmo nós informando tudo. É lamentável. Se fosse com Itabuna, eles não entrariam para perder menos, e sim para ganhar tudo, e esta foi a grande diferença. Não temos lideranças políticas para isto, e cidades do porte de Uruçuca, Buerarema, Una etc, deitaram e rolaram.
Rezende
Amigos.
Percebam que tudo que o amigo Nazal respondeu foi no Facebook, porque ele mesmo afirmou, que os leitores do Facebook, só dão atenção a besteira e não as coisas sérias.
As suas repostas dadas no facebook, copiei e postei aqui no site, pois aqui que era o lugar ideal, já que aqui se trata de coisa séria.
Então fica difícil mesmo os ilheenses saberem de toda verdade.
Rezende