:: 4/mar/2014 . 20:00
ILHÉUS / ÁLBUM FOTOS ANTIGAS
Muito legal as fotos , gostaria de ver se o autor tem fotos da chegada da Praça José Marcelino da Feira livre no local a onde nos anos 70 era a Granja Poly em frente ao antigo Bataclan por que meus pais tinha barraca de caldo de cana e na eoca eu era adolescente, e gostaria e velas.
Ao Sr. José Nazal caso tenha mais fotos o meu e-mail é j.nivaldino@ig.com.br.
Abraços.
JOSÉ NIVALDINO DOS SANTOS
Para ver o álbum clique AQUI.
Maria Regina Canhos em: Falsidade
É lamentável que a cada dia precisemos tomar mais cuidado com as pessoas que nos cercam. Isso porque confiamos e nos decepcionamos com velocidade impressionante. Partilhamos nossos segredos, nossas intimidades, nossa vida… crentes de que somos acolhidos, compreendidos, aceitos e estimados. Mal viramos as costas e essa pessoa divide nossas particularidades com outro alguém. Depois, fica difícil saber quem disse o quê, mas o erro partiu daquele que abriu a boca primeiro. É por isso que muitos preferem desabafar com profissionais de ajuda, alicerçados na segurança que o sigilo pode lhes proporcionar. Pensamos que temos amigos, mas na verdade…
Às vezes, a necessidade de fazer o outro igual a nós impulsiona a conduta desonrosa. Denegrindo a imagem do outro pensamos aproximá-lo mais de nós, principalmente se somos mal afamados ou inconsequentes. É mais fácil sujar o lençol do vizinho que branquear o nosso, ainda mais se ele já está encardido. Difícil encontrar quem deseje promover o próximo com elogios e recomendações. É mais fácil depreciá-lo, pois assim temos a sensação de enaltecimento próprio.
Tudo isso é muito feio e amplamente praticado em nosso meio. Valorizar as qualidades do outro parece ser concordar com a diminuição de si mesmo. Ledo engano. Apenas pessoas seguras e confiantes conseguem reconhecer a grandeza do outro. Pessoas medíocres temem elogiar e invejam a postura de pessoas sabidamente valorosas.
Um dia a casa cai e a pessoa inocente percebe que foi ludibriada, enganada, iludida por falsas amizades. Quem perde mais é quem traiu a confiança, pois perde um verdadeiro amigo e, sejamos francos, amigo verdadeiro não se encontra em qualquer esquina. A pessoa vai sentir falta da atenção, do tempo dispensado, do carinho…
Pra ser feliz nas amizades é preciso ser bom ouvinte e, acima de tudo, saber guardar segredos. Intimidades espalhadas ao vento não são mais segredos. A gente costuma pagar caro por ter a língua comprida e a mente estreita. Inverte valores. Supervaloriza a fofoca e se descuida do principal. Depois não adianta querer juntar cacos, pois mesmo colando, a emenda vai sempre lembrar que houve a ruptura.
Cicatrizes podem servir para aprimorar relacionamentos, mas nem todas.
Algumas se prestam apenas para lembrar que não se deve mais deixar iludir.
É triste perder um amigo? É triste sim, e muito; mas mais triste é confiar em quem não merece. A vida ensina. A vida mostra. A vida traz novos amigos e leva aqueles que já não podem ser.
Não digo que é maldade. Por vezes, talvez seja apenas descuido, mas de qualquer forma, tem as suas consequências. Deixar de valorizar quem nos quer bem é um grande descuido, quase imperdoável, e pode ser claramente sentido quando a pessoa se vai. A boca emudece. O olhar se apaga. Os ouvidos se fecham. A falsidade é um dano e ponto.
Maria Regina Canhos (e.mail: contato@mariaregina.com.br) é escritora.
Acesse e divulgue o site da autora: www.mariaregina.com.br.
Alegria e segurança predominam no terceiro dia do Carnaval de Ilhéus
Ao som dos grupos Di Balada, Teco e Banda, Realce e Try Farol, uma multidão de foliões festejou e dançou, junto ao palco montado ao lado da Catedral São Sebastião, as músicas do momento, composições próprias e as tradicionais marchinhas.
Avenida Soares Lopes reuniu na noite desta segunda-feira, dia 2, milhares de ilheenses e turistas do Brasil e exterior, que vieram prestigiar o terceiro e penúltimo dia do carnaval alternativo de Ilhéus. O evento promovido pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Turismo (Setur), teve a programação iniciada por volta das 19 horas com atrações musicais, desfile de blocos e cortejo de grupos afro, no circuito que vai da Praça Dom Eduardo até às proximidades do Edifício Santa Clara.
Ao som das bandas Di Balada, Teco e Banda, Realce e Try Farol, uma multidão de foliões festejou e dançou, junto ao palco montado ao lado da Catedral São Sebastião, as músicas do momento, além de composições próprias e as tradicionais marchinhas. A chuva que incidia esporadicamente na noite de ontem não foi suficiente para dissipar os presentes que não arredaram o pé, envolvidos pelo clima de alegria e descontração.
A turista Silvana Teixeira, de Chapada Diamantina, região norte da Bahia, veio a Ilhéus pela primeira vez com um grupo de amigos e se encantou com a beleza das manifestações culturais, destacando a tranquilidade e segurança da festa. “Muito bonitas as apresentações culturais, a segurança está muito boa, muito tranquilo”. Ricardo Ferandez, turista argentino, também demonstrou satisfação em participar do festejo momesco na Terra da Gabriela. “Maravilhoso! Voltaria quantas vezes pudesse”.
De acordo com o Tenente da Polícia Militar, Arlindo Lúcio dos Santos, coordenador do Setor 2, um total de 105 policiais fizeram a segurança do evento, distribuídos em cinco postos elevados, patrulhas à pé e posto de comando, montado pela prefeitura, além do apoio externo do serviço ordinário, equipes da Guarda Municipal, Polícia Civil, entre outras. O tenente destacou ainda, que não houve nenhuma ocorrência de grande potencial ofensivo como tiros ou lesões com arma branca, estimando que cerca de quinze mil pessoas estivessem presentes.
A festa encerra nesta terça-feira, dia 3, e na programação da Secretaria Municipal de Turismo (Setur) consta a apresentação de Marcia Alencar Lito Vieira Di Balé, Pretu Bom, além do cortejo realizado por vários blocos afros do município.
Serviços – O posto de saúde montado no local mantem plantão até o final do período de carnaval, a fim de prestar serviços de primeiros socorros, encaminhamento para o Hospital Regional e distribuição de preservativos. E para garantir maior tranquilidade aos pedestres e motoristas, agentes de trânsito da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) fazem o ordenamento e orientação do transito no local.
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Secretaria de Comunicação Social
No PLANTÃO ITABUNA
PM de Itabuna passa mal e não teve o apoio dos oficiais: ‘Chamem o SAMU’

O PM Lima, lotado na Base Comunitária do Monte Cristo, passou mal durante o plantão quando estava na Piedade, em Salvador. Por duas vezes, o policial precisou se deslocar para ser atendido e, foi sozinho, pois não foi liberado apoio. Além disso, retornava com o relatório médico orientando repouso total, mas não foi liberado. Após não suportar mais, o PM foi colocado numa viatura, onde ficou por horas. Segundo testemunhas, um tenente e um Major, foram acionados para conduzir o policial ao posto de saúde ou hospital, e para surpresa de todos: “Não é obrigação minha, chamem o SAMU”, disse.
Vídeo ainda hoje.
PM de Itabuna passa mal e não teve o apoio dos oficiais: ‘Chamem o SAMU’
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (III)
REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014
1972 – CEPLAC – UMA PERSPECTIVA
Para todos aqueles que viram nascer esta instituição e os motivos que levaram produtores de cacau e Governo Federal a uma decisão, por certo tinham em mente uma ideia e um plano futuro.
Quantos desses homens, idealizadores agora, com o passar de quase 15 anos, conferem suas expectativas, sua imaginação com a realidade concreta dos feitos da nossa CEPLAC.
Sempre estamos técnicos da CEPLAC, agricultores e mesmo, as autoridades do Governo, procurando medidas, formulando normas para julgar e analisar todo esse passado de ação e de feitos. É uma constante ouvir as opiniões, sentir os julgamentos, observar as análises feitas e os seus fundamentos. A imparcialidade, a sinceridade dos propósitos e os critérios de avaliação devem estar presentes, e somente assim, poder-se-á medir e aquilatar os feitos desta organização em todos os aspectos de sua ação agronômica, econômica ou social.
Mas, nosso propósito não é este. Nossa busca, após estes 15 anos, é visualizar o futuro; é imaginar e estabelecer algumas ideias de modelo de instituição, que se propõe a ajudar no desenvolvimento de uma região.
Que poderá ser a CEPLAC nestes próximos 15 a 20 anos? Não discutiremos sobre a sua sobrevivência, porque desde muito está superado o pensamento dos derrotistas; os feitos, as realizações, os benefícios para toda uma coletividade permitem assegurar o desejo e o interesse de todas as classes da população regional, em mantê-la ou mesmo defendê-la contra qualquer problema.
Garantido o pensamento da sua existência, porque assim querem líderes, autoridades, instituições, agricultores, trabalhadores rurais e todos os outros profissionais que aqui vivem e trabalham pelo progresso regional, o que será a CEPLAC nestes 20 anos futuros? Que tipo de organização? Que objetivos e campos de ação?
OLIVENÇA 2014 / BLOCO MARIA FULÔ
Bloco Maria Fulô foi um sucesso absoluto e a gente não poderia deixar de agradecer a todos que ajudaram a divulgar,ir levar ele pra rua.
Nosso agradecimento para toda comunidade de Olivença , ao Presidente da Associação dos Machadeiros de Olivença,(Sr.Camisa) que se fez presente juntamente com sua família, agradecer também a familia dos Baratas especialmente a Tico que nos cedeu a sua caixinha de som que por sinal foi um sucesso, á Cris Santos, Adriana, Juh Santana, Madá, Vane, Miraildo, Belinha que mesmo com chuva tava lá, tia Edna, todas as crianças que deixou nosso bloco mais brilhante mais colorido. Quero agradecer á todos FOLIÕES próximo ano tem maissssssss. Nosso muito obrigada(o).
Mary Melgaço e Cris Santos
No GOTAS DE PAZ
A culpa nos atrapalha
Há pessoas que carregam todas as culpas do mundo nas costas. Não satisfeitas de carregarem as próprias culpas, assumem para si os erros dos outros. Isso não é virtude. Ao contrário, o sentimento de culpa sem ação para reparar o erro é atraso na grande jornada terrena. A culpa é sentimento que corrói a alma daquele que a sente e o impede de seguir seu caminho, bem como o de melhorar-se, tornar-se útil para si e para a humanidade. Se prejudicarmos alguém e nos arrependermos é natural sentirmos culpa, mas não devemos alimentá-la, vivendo na lamentação e na estagnação. Transformemos a culpa em ação benéfica para o prejudicado e todos aqueles que nos rodeiam. Façamos todo o bem que pudermos com amor e dedicação e não haverá lugar para o sentimento de culpa.
GOTAS DE PAZ:
http://www.gotasdepaz.com.br/mensagem/2583/a-culpa-nos-atrapalha.html?utm_source=Mensagem+04%2F03%2F2014&utm_medium=email&utm_campaign=Mensagem+04%2F03%2F2014
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