:: 22/mar/2014 . 20:31
ORLA DO PONTAL – O alerta continua
Um dos pontos da nossa cidade onde a natureza nos brindou com uma beleza estonteante, que leva as pessoas a passar horas meditando e apreciando esta orla que mesmo sofrendo todo tipo de agressão, continua imponente e enchendo os olhos de quem por ali passa e principalmente dos moradores do Pontal.
Não tenho nada contra o trabalho ou maneira de trabalhar das pessoas, mas acredito que tudo tem um limite, uma ordem.
Como cidadão por diversas vezes publiquei aqui no R2CPRESS, alertas sobre o estado de abandono e degradação por que vem passando a nossa orla do Pontal.
Já participei de reunião do CONDEMA, fiz pedido ao presidente da Maramata, fiz comentários no programa Alerta Geral, discuto com moradores do Pontal, mas parece que ninguém quer me dar atenção.
A orla do Pontal pouca ou quase nenhuma atenção merece do poder público, sequer uma fiscalização, falar de lixo e violência contra a natureza praticadas naquele local já se torna uma coisa comum.
Nas imediações do Bar Chinaê, existe um “ estaleiro “, por sinal funcionando há bastante tempo, onde toda ameaça ao meio ambiente acontece diariamente, nada contra de quem vive desse trabalho, mas a coisa está desordenada.
Por último construiu-se uma pequena barraca, o morador limpou a área e fez a sua plantação.
Bairro Hernani Sá / Coleta de assinaturas
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DEMARCAÇÃO: TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, UMA ETNIA FABRICADA PELA FUNAI – 3ª PARTE.
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Edgard Siqueira.
HISTÓRIA DE FLORINDA SANTOS, A “MULHER DE ROXO”
A história de Florinda Santos, a conhecida Mulher de Roxo, se transformou numa lenda urbana, uma figura mitológica conhecida por todos da localidade. Não importava se o dia era de chuva ou de sol, ela nunca faltava. Era só as portas do comércio da Rua Chile abrirem e dona Florinda já se encaminhava para a entrada da Slopper. Vestido com roupa de veludo violáceo, iniciava o ritual diário. Andava de um lado para o outro, falava sozinha e sempre pedia dinheiro. Tudo com muita educação. Afinal, dizia-se que a Mulher de Roxo, personagem dos tempos diários do centro da cidade, vinha de boa família.
Andava descalça com longas mantas, um torço e um enorme crucifixo. Tudo isso dava a ela um ar meio santo, meio louco, meio andarilho e meio mendigo. Algumas vezes a dama desfilou com uma roupa de noiva, com direito a buquê, véu e grinalda. Com todos esses componentes cênicos, contraditórios e demasiadamente humanos, a mulher de roxo despertou sentimentos em toda a cidade, medo e respeito, pena e carinho.
Qual sua origem? Poucos sabem direito. Uns defendem a tese de que havia perdido a fortuna e enlouquecido; outros apregoavam que teria visto a mãe matar o pai e depois suicidar-se; terceiros garantiam, ainda, que ela perdera a filha de consideração e a casa, na Ladeira da Montanha, numa batalha contra o jogo. Outros ainda contam que ela enlouqueceu porque teria sido abandonada no altar. Em outros depoimentos, aparece como uma bela mulher, a mais cortejada dentre as freqüentadoras do chá no final da tarde na Confeitaria Chile e como ex-professora em Paripe. Florinda, que nunca contou a ninguém, sua verdadeira história, perambulava com suas vestes roxas, inspiradas nas roupas das suas santas de devoção.
Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”
Ontem, 21 de março de 2014, viajou para o reino dos céus meu querido primo, Cezar nasceu em 26 de janeiro de 1929, em Ilhéus, era filho de Firmino Eloy de Almeida e Alice Calasans de Amorim, tinha 9 irmãos: Luiza (Liste) casada com Pedro Ribeiro filho, Gastão, Amilton, Avani (Naní), Euler, João Alfredo, Dion, Maria Luiza e Manoel Carlos.
Em junho de 1956 casou-se com Deinha (Maria Andréia) com quem teve três filhos: Henrique, Luiz Cezar e Maria Tereza, que lhe deram dez netos.
Trabalhou em Brandão Filho por 22 anos em Itabuna, na compra de cacau, depois se transferiu para a Cargil onde se aposentou.
Era um grande gozador. Certo dia chegou na farmácia onde comprava seus remédios e pediu a vendedora: Eu quero uma escova de dentes e um “apracur”, a menina não entendeu o pedido, pensou que era “uma prá c…” ele repetiu “Quero uma escova de dentes e um “apracur”, a menina continuou a não entender, aí ele explicou “é que estou gripado e preciso de um apracur para a gripe, foi aí a menina entendeu.
Tinha um amigo, membro dos “R M” da Barrakítika, que tinha a mania, toda vez que passava uma mulher bonita ele falava “Ó praí ó, ó praí ó”, certo dia foi Cezar que falou “Ó praí ó, ó praí ó”, quando o amigo olhou era a sua neta, e ele reclamou, “é minha neta” e Cezar repetiu “Ó praí ó”.
Seu corpo foi enterrado no cemitério de Nossa Senhora da Vitória, no mausoléu da família.
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