PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 56ª PARTE
O Brasil, com certeza é um território bom e cheio de tantas riquezas materiais, o que está faltando de forma imediata o manuseio da espiritualidade dos seus cidadãos em busca do êxito da ética e da moralidade de forma individualizada, ou seja, cada um procurando entender que deve ser consigo mesmo honesto. Simplesmente por ser tão imensa a Nação Brasileira, imaginamos quantas coisas poderão acontecer e qual o caminho nos levará a uma correção desse ingrato destino que nos momentos atuais, não nos fará nenhum benefício no amanhã dos filhos e netos nessa mudança que necessita a participação de nova geração social e humana.
O nosso país enfrenta uma grande dificuldade em determinar que o futuro dos jovens adolescentes seja simplesmente permeado de muitas realizações boas. Observamos o futuro às vezes assustador no mundo dos nossos jovens. As notícias dos meios de comunicações, não deixam de oferecer estranhos desconfortos no seio da nossa sociedade e relatam que pelo menos, na Capital de Brasília, DF, a cada hora e meia um jovem comete um crime! A cada dia crianças e adolescentes espalham terror pelas ruas do Distrito Federal. Os jovens cometem crimes violentos (roubos, latrocínios, sequestro relâmpagos, homicídios) todos os dias, em especial nas áreas de Brasília, Taguatinga e Ceilândia. O que podemos analisar sobre a imensa extensão populacional do nosso país!
Olhando bem, será que as famílias estão bem estruturadas e os pais colocando projetos de vida na educação dos seus filhos? O investimento na formação escolar passou a ser uma escalada bastante difícil no início das caminhadas para que sejam colocadas muitas crianças nas escolas. Perderam-se os méritos dos mais inteligentes motivos para que os olhares das pessoas fixassem a escola como a primeira fase da vida em sociedade! Educar as crianças é mais descente e humano do que punir os homens.
A Legislação Brasileira, sem as devidas atenções para o desenvolvimento da espécie humana na face da Terra, de maneira invisível aos olhos de algumas famílias brasileiras, está criando uma geração de pequenos marginais que não tem medo de nada, agindo na impulsividade a cada dia de forma mais violenta, praticando crimes bárbaros que somente os adultos calejados no mundo dos crimes truculentos e cruéis executam. Tudo em detrimento das penalidades que serão sempre brandas. Não entendemos até quando esses absurdos vão ocorrer? E todos têm o conhecimento que a ação dos pequenos marginais começa a atingir nossa elite. Quem deverá começar a acabar essa farra trágica e como o poder da policia, diante das fortes modalidades fundamentais dos Direitos Humanos, poderá limpar as ruas e afastar parte da insuportável juventude, infelizmente bandida?
Existe uma indagação sobre o porquê tantos jovens no mundo estão cometendo tantos delitos? Seria a falta de oportunidade na vida, as famílias sofreram impactos de desestruturações, as péssimas influências pelo ambiente em que vivem no famigerado uso de drogas, e finalmente o grande fator de estímulo na escolha da criminalidade destes jovens é a impunidade? Ficamos admirados com tais estados de coisas, e indagamos: Quem sabe se alguns jovens no conhecimento e ridículos apoios dos adultos irresponsáveis, já estão bem informados que por mais violento e absurdo o crime que irá cometer, ele só vai ficar detido por no máximo três anos, e depois sairá com a ficha limpa, tudo em conformidade nas aberrações jurídicas sem precedentes?
Se o rebaixamento da imputabilidade passar, milhares de adolescentes serão encaminhados para as penitenciárias que são talvez mais agradáveis para eles, pois não precisam estudar e ali terão intenso contato com o crime organizado e depois voltarão para a sociedade muito mais violenta com maior experiência. Então cometerão mais crimes e a violência somente achará tendência a piorar. Apenas essa concessão punitiva e vingativa não adianta, precisamos de políticas públicas e muita educação para conseguir diminuir os índices de violência no país. Os jovens precisam de bons exemplos e demonstração de maturidade que sejam identificados nos valores éticos e morais dos adultos.
Eduardo Afonso (73) 8844-9147 / (73) 9154-6888 – Ilhéus-Bahia
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