Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”
Ontem, 21 de março de 2014, viajou para o reino dos céus meu querido primo, Cezar nasceu em 26 de janeiro de 1929, em Ilhéus, era filho de Firmino Eloy de Almeida e Alice Calasans de Amorim, tinha 9 irmãos: Luiza (Liste) casada com Pedro Ribeiro filho, Gastão, Amilton, Avani (Naní), Euler, João Alfredo, Dion, Maria Luiza e Manoel Carlos.
Em junho de 1956 casou-se com Deinha (Maria Andréia) com quem teve três filhos: Henrique, Luiz Cezar e Maria Tereza, que lhe deram dez netos.
Trabalhou em Brandão Filho por 22 anos em Itabuna, na compra de cacau, depois se transferiu para a Cargil onde se aposentou.
Era um grande gozador. Certo dia chegou na farmácia onde comprava seus remédios e pediu a vendedora: Eu quero uma escova de dentes e um “apracur”, a menina não entendeu o pedido, pensou que era “uma prá c…” ele repetiu “Quero uma escova de dentes e um “apracur”, a menina continuou a não entender, aí ele explicou “é que estou gripado e preciso de um apracur para a gripe, foi aí a menina entendeu.
Tinha um amigo, membro dos “R M” da Barrakítika, que tinha a mania, toda vez que passava uma mulher bonita ele falava “Ó praí ó, ó praí ó”, certo dia foi Cezar que falou “Ó praí ó, ó praí ó”, quando o amigo olhou era a sua neta, e ele reclamou, “é minha neta” e Cezar repetiu “Ó praí ó”.
Seu corpo foi enterrado no cemitério de Nossa Senhora da Vitória, no mausoléu da família.





























































Faleceu ontem (5/10/2018) Manoel de Andrade, conhecido como Morea. O corpo se encontra no SAF, o enterro será hoje às 10 horas no Cemitério da Vitória.