:: 5/fev/2015 . 19:56
Jackson Lima, História de Filantropia
Por Paulo Carqueija
Há quase quarenta anos atrás, tivemos o prazer de conhecer o Senhor Jackson Lima e dona Lourdes, sua esposa. Falo tivemos porque foi uma apresentação coletiva, na época eu era o coordenador de um grupo jovem “CPA” , e fomos procurados pelo Jackson, que nos convidava para engajarmos em uma campanha filantrópica de fim de ano em favor da CASA DA CRIANÇA, que era mantida pela UCIP e AVEP.
Eu e meus companheiros do grupo jovem topamos a parada e nos lançamos de corpo e alma nas inúmeras tarefas sob a orientação de Jackson e Lourdes, com sua filha Tânia engajada e o carinho e apoio de Astéria. Batemos nas portas de todas as residências do centro da cidade, distribuindo informes, pedidos e arrecadando mantimentos em quantidade tal, que a garagem e sala de Dona Lourdes não foram suficientes para armazenar.
Arrecadamos e distribuímos brinquedos, o que não provocava a alegria e emoção só nas crianças, mas também em nós os adolescentes e adultos envolvidos. Grandiosos foram estes acontecimentos, com quermesses na Soares Lopes, que contava com mais de trinta barracas e funcionava até a madrugada com tantos amigos de dona Lourdes a ajudar, culminando com a chegada de papai Noel, diretamente das nuvens, em um helicóptero, para a alegria de todos os internos da casa da criança. Repetimos este feito no Estádio Mario Pessoa, sempre com muito amor, trabalho, organização e disciplina tão bem colocada pelo Senhor Jackson, assim, aprendemos, e creiam, este bom senhor nos influenciou positivamente para sempre. Posso afirmar que senti o aprendizado e o seu exemplo ao longo de toda minha vida.
Assim, sob sua liderança beneficiaram-se centenas de crianças e também adultos que estiveram envolvidos nestas ações de amor ao próximo.
Muito obrigado amigo Jackson, pelo que nos ensinaste e por ter com sacrifício pessoal e da sua família, ajudado tanta gente, misturando filantropia e esporte com tanta maestria.
Deus te recompense e conforte sua família.
Igreja e Sociedade: a Campanha da Fraternidade de 2015

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus
Em 2015, a Igreja Católica Apostólica Romana celebra o 50º aniversário de encerramento do Concílio Vaticano II, realizado de outubro de 1962 a outubro de 1965. Tratou-se do evento mais marcante da Igreja no século 20.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – promove uma reflexão ampla sobre o Concílio, através da Campanha da Fraternidade – CF. Com o tema – “Fraternidade: Igreja e Sociedade” –, e o lema – “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45) –, a Campanha aborda a relação Igreja-Sociedade à luz da fé cristã e das diretrizes do Concílio Vaticano II.
A CF parte de dois pressupostos fundamentais para a vida cristã e centrais no Concílio: a autocompreensão da própria Igreja; e as implicações da fé cristã para o convívio social e para a presença da Igreja no mundo.
Na Constituição Dogmática Lumen Gentium, A luz dos povos, a Igreja entende ser formada por todos os que aderem a Cristo pela fé no Evangelho e pelo batismo; ela é “Povo de Deus”, presente entre os povos e nações de todo o mundo, não se sobrepondo a eles, mas inserindo-se neles. Ela é a comunidade de todos os batizados, feitos discípulos de Jesus Cristo e testemunhas do seu Evangelho.

O cartaz da CF 2015 retrata o Papa Francisco lavando os pés na Quinta feira Santa de 2014. A Igreja atualiza o gesto de Jesus Cristo ao lavar os pés de seus discípulos. O lava pés é expressão de amor capaz de levar a pessoa a entregar sua vida pelo outro. É com este amor que todo ser humano é amado por Deus em Jesus Cristo. Ao entregar-se à morte de cruz e ressuscitar, como celebramos na Páscoa. Jesus leva em plenitude o ‘Eu vim para servir’ (cf. Mc 10,45).
A partir daí, uma das grandes questões assumidas pelo Concílio foi a superação da visão dicotômica – “Igreja-mundo”. A Igreja se esforça por abrir-se ao diálogo com o mundo, estabelecer uma relação fecunda com as realidades humanas, acolher o novo e o bem que há em toda parte, partilhar as próprias convicções, contribuindo para a edificação do bem comum, colocando-se ao serviço do mundo, sem ser absorvida por ele.
A Constituição Pastoral Gaudium et Spes, A alegria e a esperança, expressa essa relação e se inicia com as palavras paradigmáticas: “A alegria e a esperança, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (n. 1).
Aí aparece a visão cristã sobre o mundo e o homem, sua dignidade, sua existência e sua vocação; reflete-se sobre a comunidade humana e as relações sociais, o sentido do trabalho e da cultura e sobre a participação da Igreja, enquanto “Povo de Deus” inserido na sociedade, na promoção do bem de toda a comunidade humana.
Os cristãos e suas organizações tomam parte da história dos povos e da grande família humana. E a Igreja, “Povo de Deus”, fiel à missão recebida de Jesus Cristo, quer estar a serviço da comunidade humana, não zelando apenas pelos seus projetos internos e seu próprio bem. O papa Francisco vem recordando isso constantemente nos seus pronunciamentos: que ela precisa ser “uma Igreja em saída”, uma “comunidade samaritana”, ou como “um hospital de campo”, para socorrer e assistir os feridos… Mas também quando diz que a Igreja não pode se omitir, nem abster de dar sua contribuição para a reta ordem ética, social, econômica e política da sociedade.
A CF retoma essas intuições fecundas do Concílio e as propõe novamente à reflexão no contexto brasileiro, durante o ano de 2015, especialmente no período da Quaresma, em que se prepara a celebração da Páscoa cristã. A promoção do verdadeiro espírito fraterno no convívio social é, sem dúvida, um importante serviço à sociedade.
Dom Mauro Montagnoli CS
Bispo diocesano de Ilhéus
Posse na Seagri
Secretaria da Fazenda de Ilhéus realiza recadastramento econômico de empresários e autônomos
Trabalho ajudará a prefeitura a ter visão mais ampla da realidade econômica do Município.
A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria da Fazenda, informa aos empresários do município a realização do recadastramento econômico. A iniciativa tem como finalidade atualizar o banco de dados sobre Pessoas Jurídicas e trabalhadores autônomos que atuam no território ilheense. O trabalho será realizado até o dia 31 de março.
Segundo o fiscal de tributos do município Luiz Melo, que coordena o recadastramento, além de grandes empresas, indústrias e comerciantes, advogados, médicos que possuem clínicas particulares, arquitetos e outros profissionais que gerem serviços na cidade vão receber a visita da equipe de campo para preencher os formulários.
O fiscal frisa que, no primeiro momento, o atendimento será feito de empresa em empresa. “Caso seja encontrada alguma irregularidade ou haja documentos que não possam ser entregues no momento, o empresário ou autônomo será orientado a levá-los até o setor”, orienta Melo.
Integração e interiorização marcam planejamento de comunicação do Estado
A valorização das ações no interior e a integração com a mídia estão entre as principais diretrizes traçadas para a área de comunicação do Estado. O planejamento foi apresentado durante encontro entre assessores e profissionais da área das secretarias, órgãos e autarquias estaduais, na manhã desta quinta-feira (5), no auditório da Procuradoria Geral do Estado (PGE), no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
AVEP_ UMA TRADIÇÃO NO FUTEBOL DE PRAIA DE ILHÉUS
(Texto publicado no Diário de Ilhéus em 12/07/2000)
Nos domingos, de manhãs ensolaradas era sagrada a “pelada” na praia da Avenida Soares Lopes para um grupo de amigos.
De inicio – idos de 1952– acanhado com “traves de pauzinhos” passando pela tradição do “Baba de Berá e Zequinha”, surgia a AVEP; e nesse percurso já se vai quase meio século de existência.
Por volta de 1962, com o ingresso de mais amigos e convidados, nascia no seio da rapaziada, a ideia de melhor organizar esses “encontros” [assim se chamava esses “babas”]. Estava brotando a Associação dos Veteranos de Esporte Praiano.
No processo de sua formação, como natural, alguns devam ter envidado maiores esforços que outros, embora centenas e centenas de amigos –e infelizmente alguns já se foram – tenham contribuído de uma maneira ou de outra na construção de sua história.
Hoje a AVEP, é sem dúvida um marco referencial inserido nos anais do futebol de praia de Ilhéus. Para tanto, foi decisiva a dedicação de Jackson Lima Araújo, o ‘seu Jackson da Avep’, como ficara conhecido o primeiro presidente e um eterno abnegado desta entidade. Pelo fato de driblar os ditames da democracia e adotar o método pessoal na busca das soluções dos problemas da Associação, os associados o cognominaram carinhosamente de Saddam Hussein (aquele do Iraque), entretanto – e todos irão concordar-, tais atitudes objetivam tão somente o engrandecimento desta associação.
Em particular, aos mais jovens, pode ser citado o exemplo do “garoto” Grimaldo – beque-de-aguardo setentão – [Jackson o chamava de “ o coroa”, outro exemplo de dedicação à entidade] ao desfilar vitalidade e entusiasmo nas areias da praia da Avenida; depois inteiríssimo, pronto estava para bebericar suadíssimas louraças. Destacável também as atuações do veteraníssimo colaborador, o craque-mor Garrancho que, com suas jogadas deslumbrantes, sempre faz vibrar e empolgar os assistentes.
Márcia Alencar e Sérgio Di Ramos movimentam o projeto “Seis e Meia” no bairro Hernani Sá
O projeto tem ainda mais duas apresentações agendadas para o próximo dia 07, em Olivença, e no dia 10, no centro da cidade.
Os cantores Márcia Alencar e Sérgio Di Ramos são as próximas atrações do Projeto Seis e Meia, que acontece a partir das 18h30min desta quinta-feira, 5, no Bairro Hernani Sá, zona sul de Ilhéus. Segundo o secretário de Cultura do Município, Paulo Atto, cuja pasta é responsável pela promoção do evento, o encerramento desta edição será no próximo dia 10, a partir das 18h30min, no centro, com a presença de todos os artistas que se apresentaram nesta temporada.
O “Seis e Meia” tornou-se um dos principais palcos de revelação de talentos do município, e é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), idealizada desde a primeira gestão do prefeito Jabes Ribeiro. Para este ano, foi agregada uma miscelânea musical com diversos ritmos, como MPB, Rock, Rap, Forró e Reggae. Além de criar um espaço para os novos talentos, o projeto estimula a produção artística musical de Ilhéus, movimentando o cenário cultural, divulgando os valores dos músicos da comunidade e a diversidade rítmica.
Um dos destaques desta edição foi a presença de muitas famílias que prestigiaram apresentações. Em clima de nostalgia, os moradores relembraram músicas que fizeram muito sucesso, além de conhecer novos sons criados na região.
Para Paulo Atto, o espetáculo foi bem recebido pela comunidade e o projeto é um sucesso. Ele enfatiza que, “o evento, além de tudo, valoriza a produção autoral dos compositores da região, pois o regulamento do Projeto Seis e Meia exige que os artistas selecionados apresentem pelo menos três músicas de compositores locais”.
Na última terça-feira, 3, na praça do bairro Nossa Senhora da Vitória, o cantor Nozinho aproveitou a ocasião para cantar músicas de Herval Lemos, Keketa e Délio Santiago, todos de Ilhéus. A irreverência do rock ficou por conta da performática banda Dr. Imbira, que possui em seu repertório músicas de Raul Seixas, O Rappa e composições autorais.
Outros artistas – Pelo “Seis e Meia” já passaram grandes nomes da música local e regional como Letto Nicolau, Herval Lemos, Délio Santiago, Selma Aguiar, Keketa, Itassucy, Chica de Sidra, Bebeto, Cláudia Moura, Suzy Rodrigues, Reizinho, Jonga Fialho e Lula Armstrong.
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Secretaria de Comunicação Social – Secom
Breviário Maçônico
ASSIDUIDADE
Do latim: “assiduus”, significa “aquele que permanece ao lado”.
A assiduidade constitui uma das virtudes do maçom; não diz respeito apenas ao comportamento social, ao compromisso assumido, mas à participação em uma Egrégora que beneficia a quem “se encontra ao seu lado”; diz respeito ao elo as corrente; à necessidade para a formação do grupo. Quem se ausentar sem motivo aparente ou justificado estará solapando aos demais a oportunidade de reforçar as vibrações e a soma dos fluidos destinados à formação grupal.
Consoante as regras maçônicas, a falta de assiduidade impede o ato de votar, o “aumento do salário”, ser votado, suspenso ou até eliminado do quadro. Isso não significa a eliminação da Ordem, porque a um Iniciado jamais se eliminará; terá ele , sempre, a oportunidade de reingresso em sua Loja ou Loja equivalente.
Maçom! A sua presença na Loja é vital; seja assíduo e receberá a recompensa destinada aos cumpridores de seus compromissos.
sinta-se atraído à sua família maçônica.
Avante, pois.
RIZZARDO DA CAMINO
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Enviado por Enault Freitas.
EM DEFESA DA ÉTICA NA POLÍTICA E DA PETROBRAS
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.
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Fernando Alcoforado.
Sistematização da LOMI e do Regimento Interno precisa de análises criteriosas dos vereadores
A Câmara de Ilhéus vem noticiando que ainda este ano será atualizada e sistematizada a Lei Orgânica Municipal de Ilhéus e o Regimento Interno do poder legislativo. Porém, tudo alheio ao conhecimento dos parlamentares, sem formação de comissão, como prevê a legislação.
Cosme Araújo (PDT) membro titular da Comissão de Justiça da casa, afirma que a atualização é necessária, já que tais documentos continuam desorganizados e desatualizados. Contudo, é preciso que antes desta revisão e publicação, obrigatoriamente seja apresentada aos vereadores, principalmente à CCJ, acompanhadas das últimas alterações e, claro, anexando todas as emendas e justificativas legais para a devida sistematização.
O Poder Legislativo é exercido pela Câmara Municipal, é composta por todos os Vereadores, eleitos na forma determinada na Constituição Federal. E, não apenas pelo grupinho orientado pelo sistema da base do governo. “Quero ver e acompanhar com rigor todos os trabalhos como membro da Comissão de Constituição e Justiça, e Presidente da Mesa Diretora que elaborou a 1ª Constituição Municipal, leia-se: Lei Orgânica” -, adverte Araújo.
ASCOM/Cosme Araújo.
No GOTAS DE PAZ
Esperar Pra Que
Você já notou que muitas vezes ficamos esperando, quando na verdade deveríamos ter iniciativas e tomar decisões? Você já ouviu a frase “quem quer faz, e quem não quer manda”, isto as vezes tem um fundo de verdade… Ficamos muitas vezes a espera de que o outro, é que deveria ter a iniciativa… Se Você tem uma diferença com alguém, não espere que ele venha até Você, vá ao seu encontro, mesma que Você esteja coberto de razões.. Não deixe que o seu orgulho possa inviabilizar o reencontro entre vocês… Seja humilde e não fique esperando que o outro te estenda a mão…
GOTAS DE PAZ:
http://www.gotasdepaz.com.br/esperar-pra-que/
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