O GOVERNO PRECISA SE LIBERTAR DOS TRAPALHÕES QUE MANUSEIA O SUOR DO POVO
Uma onda de invasões de propriedade rural está em curso, neste momento. Não obstante as áreas de preservação ecológica, reservas indígenas e supostos antigos quilombos abarcarem, hoje, mais de 77,6% do território do Brasil, a falta de autoridade e o excesso de vaselina na forma do governo enfrentar os problemas agrários, está levando o país ao caos. Os indígenas, verdadeiros e falsos, imiscuem-se na sanha ensandecida de invadir as terras alheias, contando com a anuência de um governo que demonstra apenas o desejo do poder e suas benesses. Sabendo dessa voracidade pelo poder, que permeia as funções de governo, os invasores, impunes e ousados, empreendem as ações de intimidação e grilagem. O fisiologismo apossou-se do país e está levando sua economia para o buraco.
TALVEZ A INFLAÇÃO, E, DEMARCAÇÃO DE FALSAS TERRAS INDIGENAS SEJAM OS VILÕES DESSAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.
A despeito da injustiça que porventura se tenha cometido com os povos indígenas ou outros quaisquer, ao longo da história, há que se observar o estado democrático de direito, sob o qual a vida social se norteia.
Em dez anos, a população que se declara indígena triplicou. Em 2000, o Ceará contava com seis povos indígenas. Hoje, tem doze. Na Bahia, catorze populações reivindicam reservas. Na Amazônia, quarenta grupos de ribeirinhos de repente se descobriram índios. Em vários desses grupos, ninguém é capaz de apontar um ancestral indígena nem de citar costumes tribais.
Declarar-se índio, no entanto, além de fácil, é uma farra. No governo, hoje, basta ser reconhecido como índio para ganhar Bolsa Família e cesta básica. O governo gasta 250% mais com a saúde de um índio – verdadeiro ou falso – do que com a de um cidadão que (ainda) não decidiu virar índio. As “tribos” têm direito a escolas próprias, o que pode ser considerado um luxo no interior do Norte e do Nordeste, onde milhões de crianças têm de andar quilômetros até a sala de aula mais próxima. Isso para não falar da segurança fornecida pela Polícia Federal, que protege as terras invadidas de invasões e conflitos agrários. “Essas vantagens fizeram as pessoas assumir artificialmente uma condição étnica, a fim de obter serviços que deveriam ser universais”, constata o sociólogo Demétrio Magnoli.
Na região de Una, Ilhéus e Buerarema, as invasões acontecem em áreas de Pequenos Agricultores, uma região estabelecida sócio e economicamente por mais de 100 anos, sem nenhuma providência impeditiva por qualquer autoridade constituída, aguardam o massacre para vender caro a solução.
A distancia que separa esse modelo apodrecido de um sério e competente, é abissal. O Governo precisa se libertar dos trapalhões que manuseia o suor do povo.
Estas são as minhas convicções
Luiz Henrique Uaquim da Silva
Presidente da Associação de Pequenos Agricultores




















































