:: ‘Espaço do Leitor’
O BRASIL PIROU …… V
PARA LER O BRASIL PIROU III CLIQUE AQUI.
EPIDEMIA DE EPIDEMIAS
Epidemias transmitidas por insetos são típicas e facilmente proliferáveis em países tropicais subdesenvolvidos e insuficientes nos sistemas de saneamento, saúde e educação.
Luiz Castro em: DECOLORES
É guerra
As pessoas ficam muito preocupadas com o advento de uma guerra mundial Quando será? Quando o mundo vai acabar? O que acontecerá, e quem escapará? Se você parar um pouco para analisar a situação do mundo, hoje e sempre, em todos os setores, a conclusão é que sempre estivemos em guerra: individual; grupal; nuclear; atômica; e a guerra de informações que mata conceitos, idéias, religiões, sonhos e sai deformando o que encontra pela frente. A informação cria factóides, deturpa, derruba, mas também recupera monstros arquivados sobre processos esquecidos e guardados. O jornalismo tem o lado positivo: é a única oposição do planeta! Os partidos políticos se nivelaram…
O mundo acaba e começa todo dia! Os que esperam um grande estrondo para o começo do fim, ou mais dores alheias, algum fato extraordinário, é só acompanhar o que se passa no mundo, porque há fatos extraordinários e coisas impossíveis acontecendo de segundo em segundo, e dores, guerras, rumores de guerras. Não há escassez de estrondos nem de mortes. Há pessoas surdas, que nem percebem estrondos, e insensíveis que não se apavoram com todo tipo de morte.
“E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis, e, vendo, verei, mas não percebereis” Mateus 23:14.
O mundo acaba toda hora! Basta precisar de uma ambulância, de vaga na UTI, de escola para um filho especial. A qualidade da educação denuncia o fim do mundo dessa criança e de sua família. E pior, se é que pode existir coisa pior: o contribuinte eleitor se apaixona pelo político algoz e o reelege para mais quatro, oito anos e sempre! Quer saber mais? Tem saudade dos corruptos… ”Rouba, mas faz”
Tudo ao redor cheira à transitoriedade, à mudança; razão pela qual ameaçar e amedrontar são verbos muito conjugados por aqueles que dominam pela mentira. Em meio a tantos desafios, o ser humano se embaraça nos labirintos do caminho que não soube construir e morre no corredor do hospital. Quando tem vaga, geralmente, o fim do mundo é do lado de fora, esperando. A família não pergunta mais como vai o doente. Pergunta para onde foi o doente. De vez em quando some um.
A Escola deve insistir no despertamento da sensibilidade e na formação de cidadãos educadores. Que a proposta pedagógica tenha objetivos alcançáveis, e que se deixem de lado os recursos antididáticos eleitoreiros, para que em meio a tantos desentendimentos se estabeleça a compreensão, o recomeço, o diálogo, a ética.
Muita atenção aos currículos, programas, planos, livros didáticos, e, sobretudo, à postura do educador, que inconsciente, vem usando a sua magia para formar poderosos soldados desta guerra, nada fria, no meio da paz quente que se inicia, quem sabe, dentro da sala de aula?
—
Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa
Amiga para ser amiga tem que ser Igual a você!
Nos encontramos na CEPLAC, cada uma no seu quadrado (setor), cada uma na sua área.
Aos poucos fomos nos identificando e passamos de colegas de trabalho para grandes amigas e, hoje, pacientemente entramos no campo das confidências (prova maior de amizade e da confiança).
Sonia é aquela figura ímpar. Cativa pela bondade, solidariedade, sorriso contagiante e uma mãe coruja. Vive de bem com a vida e essa vontade de viver inspira muitos e muitos ao seu redor.
Hoje amanheci assim decidida a tornar público o meu sentimento de gratidão a Deus por ter me presenteado com a AMIZADE dessa figura iluminada que é SONIA MARIA MATOS COSTA .
Amiga, mais do que querida, grata por tudo e que DEUS continue te iluminado .
Iraci (Sissi)
GATINHO PERDIDO EM ITABUNA
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) LAMA NO RIO SÃO FRANCISCO: MISERICÓRDIA!
2) FAMÍLIAS TRADICIONAIS DE ILHÉUS (2).
3) UM BOM DIA PARA OS AMIGOS (3).
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
LUIZ GAMA, MENSAGEIRO DA ABOLIÇÃO
Por Durval Pereira da França Filho
No momento em que se comemora o dia da consciência negra, 22 de novembro, vale uma justa homenagem a um dos maiores mensageiros do abolicionismo do Brasil, Luiz Gama, um Negro baiano que, segundo as palavras de Rui Barbosa, foi “um coração de anjo,… um espírito genial, uma torrente de eloquência, um coração adamantino, personagem de granito, aureolado de luz”.
Nasceu em Salvador, no dia 21 de junho de 1830, filho da africana liberta Luiza Mahim e de um português que, por motivos óbvios, o filho não quis identificar. Nasceu de ventre livre, mas o pai, um fidalgo empobrecido pelo jogo, de péssimo caráter, o vendeu como escravo, quando ele tinha apenas dez anos de idade.
Luiza Mahim era uma pagã de formação islâmica, que nunca aceitou a doutrina cristã. Vivia como quitandeira, e foi presa várias vezes suspeita de envolvimento em movimentos insurrecionais, como a revolta dos malês de 1835. Em 1837 foi para o Rio de Janeiro e nunca mais voltou à Bahia, embora o filho a tivesse procurado, sem resultado.
Luiz Gama foi levado para o Rio de Janeiro, onde foi escravo de um português de sobrenome Vieira, comerciante, por cuja família foi bem tratado. Contudo, apesar do carinho e dos cuidados que recebia, foi entregue a Antônio Pereira Cardoso, um negociante e contrabandista que, posteriormente, foi preso por haver deixado alguns escravos morrerem de fome em cárcere privado, e suicidou-se. Depois disso, ninguém queria comprar Luiz Gama, porque era baiano e os escravos baianos não tinham boa fama. Mesmo assim, aprendeu a ler e escrever, a trabalhar como copeiro, sapateiro e a costurar roupas.
Fugiu para São Paulo e lá conquistou a liberdade, aos 17 anos. Em 1848, assentou praça no Exército, depois se tornou tipógrafo e escrivão da Secretaria de Polícia, de onde foi demitido por integrar o Partido Libertador. Dedicou-se ao jornalismo e, impedido de matricular-se na Faculdade de Direito, provisionou-se como advogado, tornando-se defensor da causa dos escravos e conseguindo a libertação de mais de 500 deles.
Ganhou fama e notoriedade. Foi um dos fundadores do Centro Abolicionista e do Partido Republicano de São Paulo e filiou-se também à maçonaria. Era um dos oradores do Clube Radical Paulistano. Através de sua produção poética, satirizou de forma violenta as pessoas da Corte. Recebeu o apelido de Bode, por causa de sua cor e do cavanhaque que usava. Mas na memória do povo brasileiro e, em especial do baiano, um nome se coloca em realce nessa galeria de guerreiros em favor da liberdade, da integração e da reabilitação do negro e contra a opressão – Luiz Gonzaga Pinto da Gama.
Faleceu em São Paulo, de diabetes, no dia 24 de agosto de 1882.
(Durval Pereira da França Filho tem formação em História e é membro da ALAC – Academia de Letras e Artes de Canavieiras)
Agrissênior Notícias _ Nº 552 _ 02 de dezembro de 2015
PEGUNTARAM AO BANQUEIRO…
Terceirizados da educação estadual de Ilhéus ocupam sede de empresa para cobrar salários
Trabalhadores terceirizados que prestam serviços as escolas da rede estadual de ensino em Ilhéus ocuparam a sede da empresa LocServ no município de Lauro de Freitas na região metropolitana de Salvador, nesta quarta-feira(25). O objetivo é cobrar as dívidas de salários e benefícios de responsabilidade da empresa.
De acordo o Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza da Região Sul e Extremo Sul da Bahia (Sindilimp), os terceirizados estão com dois meses atrasados de salários, vale transporte e vale alimentação, além da primeira parcela do 13º salário.
“Só vamos sai da empresa quando o pagamento dos trabalhadores for realizado. Esta não é a primeira que a empresa sacrifica os trabalhadores, deixando os pais de famílias com dificuldades para sobreviver”, afirma José Carlos, coordenador regional do Sindilimp.
Heckel Januário em: AS CASAS DAS LEIS
O Senado e a Câmara dos Deputados embora constituídos para produzir peças em conformidades com suas origens, por vezes mudam o script e em seus palcos são exibidos incompatíveis espetáculos e até dramas de cunho violento.
Por envolver nomes repercutíeis, o que em 1963 encena o senador Arnon de Melo, pai do ex-presidente Color, desferir três tiros em Silvestre Péricles, seu inimigo político, e acertar José Kairala, outro parlamentar, matando-o, é dos da linha dramática citada muito comentado. Outro, data de 1967 e tem a participação do senador Estácio Souto Maior –genitor do piloto de Fórmula 1, Nelson Piquet– que dá, causado por uma discussão, um tapa em Nelson Carneiro, colega de partido e de Casa. Este resolve ir à forra e dias após atira no agressor. Acontece que Souto, sabedor de uma reação anunciada, andava armado no recinto e manda cinco balas contra Carneiro que se salva por um triz ao se esconder serelepe atrás de uma coluna.
Nos sem cheiro de pólvora, o recente de tema ligado à “matriz energética brasileira frente às mudanças climáticas” protagonizado pelo ministro das Minas e Energia e por um senador da República Brasileira foi de deixar o espectador atônito, tal o realismo das cenas. O diálogo enfatizado por “patrióticas” frases como “Vossa Excelência é bandido”, “Vossa Excelência é safado” e que culmina em um chamando o outro para trocar porrada lá fora, pode ser considerado o ponto “épico” do espetáculo. Observação: ‘lá fora’, como óbvio, significa além das dependências do Senado. A desenvoltura é mais uma característica positiva dessas autoridades-atores, o que afasta por completo –frente o sempre imperativo decoro parlamentar e, claro, ministerial– a natural possibilidade da inibição.


























































