:: ‘Espaço do Leitor’
Luiz Castro em: Decolores
QUERO VER JESUS! – Fiz meu primeiro Cursilho em 1974, fui fazer por curiosidade: O que é Cursilho? O que se faz lá? Passar quase 4 (quatro) dias encasulado? E a cerveja do final de semana e outros compromissos com os amigos e familiares?. Pensei bastante e incentivado pela minha esposa, topei participar. O que o amor não faz…?
Lá chegando observei que tudo era diferente do mundo profano, muitas orações, cânticos, reuniões, refeições e bastante alimento espiritual (palestras).
De repente apareceu uma pessoa bastante conhecida na cidade, e que já tinha exercido o Sacerdócio, era o Professor Dorival de Freitas, que proferiu uma brilhante meditação intitulada “Os três encontros com Cristo” e entre outros encontros o que me chamou mais atenção foi o aquele magnífico encontro que Zaqueu teve com Jesus.
Disse o palestrante naquela oportunidade que Zaqueu era um homem judeu, chefe dos cobradores de impostos, e trabalhava para os romanos.
Ele era rico e não era estimado pelo seu povo, isso porque em seu trabalho cobrava impostos deles, algo visto como traição, exploração. :: LEIA MAIS »
O PRAGMATISMO DO VELHO BAEZA
Guilherme Albagli de Almeida
Sempre gostei de imitar o que para mim é novo, e me agrada. Sabendo das idas dos membros de um jovem grupo político à Romaria da Lapa, fiquei curioso, comprando em 92 uma vaga apertada num pau de arara, lá chegando com moradores da Marambaia e da rua do Cinco Estrelas. Depois disso, lá voltei umas 25 vezes, impressionado pela Geologia e História da formação daquele centro de peregrinações, antes e depois da chegada dos europeus ao local.
Foi numa dessas visitas que me hospedei numa rancharia bem em frente à rodoviária local. Era o Sr. Baeza, o seu dono, e Honorina, a sua esposa. Ele, com uns 80, ou quase; baixinho, moreno claro, careca com o resto do cabelo branco, bem humorado e de pouca conversa, – isso antes de conhecer o interlocutor -. Ficamos amigos. Viveu muitos anos em SP, acho que trabalhando no Bom Retiro, pois se familiarizou com aspectos da cultura judaica. Certa vez, proseando com o meu amigo na sua varanda do fundo, vi as peças do frechal do telhado se trespassando umas às outras; perguntei o porquê, dizendo ele ser para as reaproveitar, quando devolvesse o terreno, que não era seu. Depois, descobri que até os seus tijolos eram de uma qualidade especial de cerâmica, capaz de ser realmente reutilizada, se usada com argamassa fraca. :: LEIA MAIS »
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE ESPECIAL
1) UM “FELIZ” ANO NOVO COM NOVOS AUMENTOS.
2) REGREDIU 50 ANOS.
3) A VIDA COMO ELA É.
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »
EXORTAÇÃO
Anísio Cruz – dez/2017
Neste dia 29 de dezembro, antepenúltimo dia do ano, quero convidá-los a uma larga reflexão acerca da nossa própria vida.
É comum ficarmos mais sensíveis, mais generosos, mais solidários, como se nos bastasse a prática de boas ações, para que encaremos o próximo ano, com a alma aliviada, pronta a nos conduzir aos desafios que certamente virão, sob as bênçãos, dos santos, dos orixás, dos entes supremos que regem o nosso viver. Corremos em busca dos respingos das águas bentas, das 7 ondas que saltamos fazendo pedidos, dos cânticos e louvores que entoamos contritos, em todas as igrejas, para aliviarmos os nossos corações dos erros que cometemos, ao longo do ano. E os rituais se repetem ano a ano, com a renovação da esperança de dias melhores, com mais saúde, paz, harmonia e, porque não, dinheiro para que paguemos as nossas dívidas, para comprar, ou trocar de carro, ou casa, para viagens, enfim, para melhorarmos de vida. Somos humanos, e temos as nossas crendices. :: LEIA MAIS »
APENAS MAIS UM DIA A VIVER
Anísio Cruz dez/2017
O ano de 2017 está se esvaindo, e logo estaremos no novo ano de 2018. O ciclo, mais uma vez, está se cumprindo ao longo dos 365 dias que compõem o nosso ano, desde que tivemos estabelecido o calendário gregoriano, a partir da órbita terrestre em torno do Sol. Todos sabemos disso.
É fato comum que, neste período que antecede a virada do ano, as pessoas se encham de esperanças de que tudo mude, como num passe de mágica, quando os relógios marcarem a meia noite do dia 31 de dezembro, entre abraços, beijos, champagnes, e espocar de fogos de artifícios, desde a distante Kiribati, ilha próxima à Austrália, até o ponto mais longínquo da Costa Oeste do continente americano, cruzando muitos meridianos, mantendo-se a tradição.
Nas grandes cidades, palcos são armados, e shows acontecem, com artistas de diversas “estaturas” profissionais, para delírio dos seus enlouquecidos fãs, que gastam fortunas para participarem dos festejos abertos, ou fechados, em camarotes finamente decorados, Buffets fartos, e outros itens inimagináveis para a grande maioria dos mortais, dentre os quais me incluo, de bom grado. Que saltem as 7 ondas, e façam seus pedidos. :: LEIA MAIS »
LUTO POR MARCOS LEAL GAIAH 54 ANOS.
SEPULCRO OCORRIDO AS 11 DA MANHA DIA 27, , CEMITÉRIO DA VITORIA, VITIMADO POR UM CÂNCER. LUTOU SERENO. NÃO IMPORTA COMO PARTAMOS, IREMOS VIVOS… SEMPRE. COM ALGUNS AMIGOS EM ITACARÉ NA FAMOSA POUSADA . COM SEU RADINHO DE PILHA SEMPRE NA MÃO. AGRICULTOR, COMERCIANTE, EX- SALVA- VIDAS , DÉCADA DE 90, EXÍMIO NADADOR,SURFISTA, MERGULHADOR E AMIGO. FIQUE COM DEUS SEMPRE.
POR Heraldo Faskomy
O HCC E AS QUEIXAS
Anísio Cruz – dez 2017
Tenho lido, e ouvido, nos últimos dias, diversas queixas de pessoas que buscaram no novo Hospital da Costa do Cacau, o atendimento para os seus padecimentos, principalmente de crianças, e não encontraram especialistas pediatras nos plantões. Como tudo é novo, inclusive o quadro de pessoal, o funcionamento nesses primeiros dias, ainda é, de certa forma, deficiente em algumas áreas médicas especializadas. No caso específico, a pediatria é um problemas nacional, como assistimos frequentemente nos noticiários televisivos, e a explicação é que deve-se à baixa procura de estudantes, que optam por especialidades com menores implicações, embora não menos importantes.
Tenho certeza de que muitos deles até que gostariam de fazer as suas especializações, tendo a pediatria, e suas ramificações, como neuropediatria, cirurgião pediátrico, dentre outras, e exercitarem a sua nobre missão, cuidando das crianças que a eles são levadas. E qual as explicações que são dadas, por parte dos novos médicos, que prestam o juramento de Hipócrates, nas solenidades de formatura?
Voltamos então aos noticiários, e encontramos os queixumes dos pais, e/ou parentes, que no desespero que os levam às UPAs. e pretendem um rápido atendimento, nem sempre possível, pela própria natureza dos pacientes. Por se tratarem de crianças, e não saberem relatar com eficiência os seus padecimentos, demandam mais tempo, que o normalmente despendido a um jovem, ou adulto, que acorrem aos plantões. Via de regra são os pais que, emocionalmente transtornados, relatam aos médicos os sintomas, ou as queixas dos menores, e nem sempre correspondem à realidade observada pelos médicos, e depois constatada nos exames clínicos e laboratoriais. As situações vexatórias não são incomuns, e quase sempre acontecem conflitos, e agressões. Isso explica, parcialmente, a grande carência de pediatras nas clínicas, e nos hospitais públicos, principalmente. A baixa remuneração paga pelos governos mantenedores dos estabelecimentos, seria mais um agravante para não atrair jovens médicos formandos, à especialidade. :: LEIA MAIS »
PSICOMUNDO <> IMAGINAÇÕES DE FELIZ ANO NOVO <>
Como podemos desejar Feliz Ano Novo, se os homens, criaturas humanas criadas por Deus, destinadas para as boas conquistas do nosso mundo e promotores da alegria e da paz, continuam os mesmos!
Quais as formas de esperarmos um Feliz Ano Novo se existem jovens destituídos de bons exemplos em sua juventude, aniquilados em seu estado de espírito, vivendo entorpecidos por drogas, se revoltando em desespero, sem procurar a razão da sua própria existência, desconhecendo suas próprias razões de ser humano!
Como as pessoas podem oferecer aspirações de um Feliz Ano Novo, se vivem num mundo cujos valores morais surgem espezinhados nos altares dos incautos, e os dignos são os réus! Destituíram os meios de encontrar o caminho certo, a busca pela união e a paz em alguns momentos da vida humana se tornou bastante difícil.
É bom fazermos uma auto-reflexão, antes de externar aos nossos parentes e amigos, “Feliz Ano Novo”, pois estamos numa época em que os meritórios morais são humilhados na mais petulante existência de crápulas disfarçados em cordeiros espalhados na sociedade. Podemos confessar que é um sentimento partilhado por muitos, pois nosso país atravessa uma crise de caráter particularmente aguda, causando mudanças radicais dentro de temperamento e personalidade das pessoas honestas e sensatas que ainda existem e vivem resignadamente em nosso Universo.
Então, para quem destinamos “Feliz Ano Novo”, quando poucos param a fim de promover o amor, a fraternidade, a caridade e a verdadeira alegria nos lares! :: LEIA MAIS »
LUIZ CASTRO EM : DECOLORES

SER ILHEENSE É UM PRIVILÉGIO – Somente os nativos podem orgulhar-se, pois aqui começou a história do Brasil com a Capitania Hereditária, sendo Jorge Figueiredo Correa o mandatário e a partir daí tudo mudou, pois a Capitania prosperou. Após o ciclo da cana-de-açúcar, veio o ciclo do cacau, considerado fruto de ouro, devido ser saboroso e financeiramente valoroso. Tivemos muitos administradores que alavancaram o progresso regional, abrindo estradas, trazendo meios de transportes modernos como estrada de ferro e rodoviário, comunicação , Porto, Ponte, Instituto de Cacau, Ceplac, e Uesc. :: LEIA MAIS »
MENOR NÃO CONSEGUE ATENDIMENTO NOS HOSPITAIS DA CIDADE DE ILHÉUS DURANTE PERÍODO DE NATAL
Na véspera do Natal, Thays Valverde, enfermeira, procurou atendimento para a sua filha de 4 anos, que sofrerá um tombo em casa durante as comemorações do Natal, precisando suturar a cabeça com corte. Ao chegar no Hospital Regional, onde nos foi informado, que seria um hospital de emergência pediátrica, a menor não pode ser atendida porque não havia médico no local. Iniciando assim, a peregrinação da família aos hospitais da nossa cidade. No Hospital São José, também foi negado atendimento pois ali, não atende crianças. Por fim, a família parou no Hospital de Ilhéus, onde foi prestado o serviço de urgência particular a menor. Pelos procedimentos realizados de sutura foi pago ao hospital a quantia de R$ 472,00(quatrocentos e setenta e dois reais).
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) AS PROMOÇÕES DE NATAL DO CDL DE ILHÉUS HÁ 39 ANOS ATRÁS.
2) VIROU ELEFANTE BRANCO.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
AINDA O VERÃO
Anísio Cruz – dez/2017
Oficialmente às 14:28hs., começou o verão 2017/2018, quando o sol cruza a linha do equador, e em função da inclinação do eixo da terra, ilumina mais a nossa banda da “bolinha azul”. Hoje, portanto, o dia será o mais longo do ano, permitindo que desfrutemos a sua luz, mais um pouco. A temperatura eleva-se, pela maior proximidade do sol, e tudo ganha mais luminosidade, e as flores mostram o seu colorido por inteiro. Aves de arribação espalham-se no céu, em espetaculares revoadas, à caça de seus alimentos. É assim todos os anos, desde que o mundo é mundo, mas sempre nos surpreendemos com a festa da vida.
Aqui, na nossa cidade, aumenta o número de frequentadores das nossas praias, em busca de um novo bronzeado na pele, e o reencontro com amigos que moram fora, para trabalharem, ou estudarem, mas que não esquecem as suas raízes familiares. Os turistas também chegam e buscam o seu espaço onde há alguma motivação maior, para divertirem-se. As barracas de praia e os bares, ficam lotados de gente ávida a curtir os sabores da terra, em especial, os afamados caranguejos, outrora fartos nos nossos manguezais, mas que agora precisam vir de fora, para atender a demanda. Festas acontecem nos espaços de eventos, que promovem a comercialização das camisas ingressos, e outros apetrechos usados para dar acesso. A alegria está no ar.
Paralelamente, o nosso trânsito já problemático, como bem sabemos, torna-se caótico pelo aumento de veículos a trafegar pelas ruas estreitas, de uma cidade multissecular, que não está preparada para tal incremento populacional, transitório, é verdade, mas que incomoda a todos, principalmente aos moradores da cidade, que precisam deslocarem-se aos seus locais de trabalho, e irritam-se com os percalços do percurso. Os agentes de trânsito até que buscam atenuar a situação, porém, em que pese a boa vontade dos mesmos, nem sempre conseguem dar celeridade à movimentação dos veículos. Também os supermercados cheios de novos clientes, ficam desabastecidos, e os repositores trabalham dobrado, para recolocarem os produtos à mostra. Ano após anos, a situação se repete, sem que soluções sejam propostas, e adotadas pelo poder público.
Deixei por último, sem que isso implique numa menor importância, a sujeira das praias que nos causam incômodo, imaginem aos exigentes turistas que torcem os seus narizes ao se depararem com o quadro em desacordo com os padrões mínimos de civilidade? Alguns dirão que a sujeira é comum país a fora, mas isso não serve de desculpa a uma cidade que pretende ser turística, atraindo visitantes de outros estados, e de outros países, onde as práticas de civilidade são outras, e todos contribuem para que o asseio seja impecável. Campanhas devem ser desencadeadas ao longo do ano, e a disponibilização de lixeiras, e principalmente, o trabalho constante de garis nas ruas e nas praias, mostrarão que há, por parte do poder público, cuidados saneadores a demonstrar a nossa educação ambiental. Cuidemos, então, pois eles, os turistas, quando não gostam do que veem, arrumam as suas malas, e vão em busca de outros lugares mais asseados, e nunca mais retornarão.



























































