:: ‘Espaço do Leitor’
Esculambou geral XIII
XII:
Luiz Castro em: DECOLORES
DIA DO MAÇOM – 20 DE AGÔSTO
O dia do maçom remonta a 20 de agosto de 1822, em alusão ao movimento de maçons brasileiros, principalmente de Gonçalves Ledo e José Bonifácio de Andrada e Silva, que objetivava a independência do Brasil em face de Portugal.
Em 17 de junho 1822 foi fundado o Grande Oriente do Brasil, tendo como líderes José Bonifácio e Joaquim Gonçalves Ledo, com nítida intenção de fortificar o movimento pela independência do país. Bonifácio, adepto da Monarquia; Ledo, adepto da independência republicana.
Como sabido, o Grande Oriente do Brasil foi constituído pela união de três Lojas maçônicas do Rio de Janeiro – a Comercio e Artes na Idade do Ouro e mais a União e Tranquilidade e a Esperança de Niterói, resultantes da divisão da primeira.
Diante do momento histórico-social vivenciado é unânime o entendimento de que a história do Grande Oriente do Brasil, ou melhor, sua construção, está intimamente ligada à própria Independência do país.
Assim, o dia 20 de agosto tornou-se um símbolo da luta maçônica em favor do povo brasileiro e foi escolhido nacionalmente como dia do Maçom em referência à data em que a independência do Brasil fora “proclamada” por Gonçalves Ledo, em reunião da Loja Maçônica Arte e Comércio, na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 1822. Símbolo maior das atividades que culminaram na oficial Independência de nosso país.
Finalmente estamos em loja
Finalmente hoje é o dia tão esperado estamos em loja! Estando tudo justo e perfeito, aqui estamos e nos reunimos para combater o despotismo, a ignorância, os preconceitos e os erros, para glorificar a verdade e a justiça. Para promover o bem estar da pátria e da humanidade, levantando templos à virtude e cavando masmorras ao vicio.
Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla de suas vestes; como o orvalho de hermom que desce sobre os montes de Sião; porque ali o senhor ordena a benção e a vida para sempre.
Fico eu a imaginar meus irmãos, o que pensa e passa pela cabeça dos nossos aprendizes, aqueles que recém entraram na ordem maçônica, os que ficam cara a cara com a própria pedra bruta que existe dentro de si mesmo, é a busca de seu próprio crescimento, e esses nossos aprendizes não tiram os olhos do Mestre de Cerimônias, que faz os seu giro em loja com toda a sua gloria e sabedoria, passando ali ensinamentos, orientando a todos os irmãos, atento a toda e qualquer situação quanto a postura do irmão em loja, usa sempre o seu bastão discretamente com um toque nas pernas para a devida postura que no templo se exige.
E que função será esta que todos o admiram, aprendem e o observam atentamente aos seus movimentos dentro do templo! O Mestre de Cerimônias bate com seu bastão no piso exigindo atenção e silêncio, e todos assim o admiram, sua postura chama a atenção de todos.
Informa a todos os presentes da importância do momento e após breve momento de silêncio comunica ao Venerável Mestre que o templo está devidamente ornamentado para que se possa já de imediato começar os trabalhos naquela noite. O venerável mestre determina que o mestre de cerimônias dê prosseguimento a entrada do cortejo ao templo.
Hans Schaeppi em: H O T E L AR I A E T U R I S M O
por Hans Schaeppi

Hans Schaeppi
O MÊS DE JORGE AMADO
O escritor Jorge Amado se vivo fosse, completaria no próximo dia 10 de agosto, 105 anos de idade. Embora tenha nascido em 1912 na fazenda dos pais, em Ferradas, Itabuna, veio com um ano de idade para Ilhéus, onde passou sua infância e parte da sua adolescência. Embora seu primeiro livro tenha sido “No País do Carnaval”, os seguintes se fixaram em Ilhéus, nas fazendas de cacau e nos coronéis do fruto de ouro.
Há alguns anos, criou-se no calendário turístico de Ilhéus um importante evento, chamado de Semana Jorge Amado de Cultura e Arte, que durante os dois primeiros anos tiveram um secesso relativo, trazendo os filhos de Jorge, João Jorge e Paloma Amado, a presidente da Casa de Jorge Amado, de Salvador, o secretário estadual de Cultura e Turismo, e outras autoridades, além de movimentar a cidade com exposições e palestras, o evento caiu nos anos seguintes até o ano passado.
SEMANA JORGE AMADO
Neste ano, somente ao encerramos esta coluna (dia 02) tomamos conhecimento de que nos próximos dias 7 a 10 haverá exposições, palestras, visitas à Casa de Cultura Jorge Amado e Leitura na Praça, comemorando-se assim, a Semana Jorge Amado de Cultura e Arte.
Acho que Jorge Amado merecia mais, além de uma maior divulgação do evento, Jorge merecia mais do que uma Semana; merecia o mês todo de agosto e o evento transformado em um Festival Literário Internacional.
GABRIELA DE OURO
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) FALANDO UM POUCO SOBRE A SULBA.
2) 1º MOTO CAR: JOSÉ LEITE ESTEVE LÁ (PARTE 1).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
MANIFESTO / CGTB
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.
LUIZ FERREIRA / NOVO LIVRO
MANEJO DOS SOLOS DE TABULEIROS
DA MATA ATLÂNTICA DO SUL DA BAHIA

LF
Acabei de concluir este livro, com 120 páginas (A-4) que preenche uma lacuna de conhecimentos de uma região, sobretudo neste momento em que despontam grandes projetos agropecuários que, certamente, vão promover o desenvolvimento rural equilibrado, bem diferente da região do cacau – monocultura – por se tratar de cultivos diversificados.
Sempre pugnamos pela diversificação da economia do cacau com os olhos voltados para os mais de 2 milhões de hectares de solos de tabuleiros, antevendo uma agricultura com alta tecnologia, pela sua topografia plana a suave ondulada, a exemplo do que aconteceu com os cerrados.
Procuramos colocar o solo no contexto da Mata Atlântica, abrangendo aspectos pedológicos, ecológicos, fitotécnicos e Manejo, de modo a satisfazer vários interesses – Pesquisadores, Técnicos, Professores, Empreendedores Rurais, Estudantes.
Insiro o sumário e tópicos (contracapa) para dar uma ideia do conteúdo do livro:
SUMÁRIO
DETRAN-BAHIA= NOTIFICAÇÃO SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.
Luiz Castro em: DECOLORES
SAUDOSO WILSON LONGO
Sempre gostei de futebol, freqüentei o Estádio Mário Pessoa na década de 60, haviam seis clubes amadores que disputavam o campeonato Ilheense de futebol (Colo-Colo, Vitória, Flamengo, Ferroviário, Ypiranga e Satélite). Normalmente as rodadas aconteciam duas vezes na semana (quarta-feira e domingo), o estádio sempre lotava, não somente na arquibancada principal bem como na geral. As rádios locais tinham suas equipes de radialistas para transmitir os jogos e havia também programas de esporte. Os torcedores gostavam de ouvir a Rádio Cultura de Ilhéus, devido aos comentários comedidos e inteligentes de Armando Oliveira. Os locutores eram Myrthe Pititinga e Raimundo Veloso. A equipe da Rádio Baiana era comandada por Paulo Kruschewsky e contava com os repórteres de pista Seara Costa (Olho Vivo), Walter Machado e Caetano. A Rádio Jornal de Oswaldo Bernardes de Souza ( o homem do terno marrom) , não tinha equipe de esporte ou estava em formação.
Os Dirigentes dos Clubes de Futebol naquela época, hoje considerados cartolas, amavam seus clubes, e às vezes cobriam até as despesas, a exemplo de Airton Adami, José Alves Barreto, Manoel Leal, Wilson Trindade, José Magalhães, Antonio Olimpio e Francisco Badaró (Colo-Colo). Gildásio Almeida e Prim Otero (Flamengo). Ariston Cardoso e Edival Moura (Vitoria). Isaias Almeida (Ypiranga) e Silvio Silva (Satellite).



























































