:: ‘Espaço do Leitor’
A MODA PEGOU!
Me parece que foi ao acaso, mas acabou dando certo. Virou uma forma de protesto silencioso que chama a atenção de todos, inclusive das autoridades responsáveis pelo assunto.
Falo das “sinalizações” que os moradores de Ilhéus estão fazendo em buracos, crateras e afundamentos de trechos de ruas onde o poder público custa a realizar os devidos reparos.
Já vi as placas criativas no Morada do Bosque, o manequim de loja no Parque Infantil e o fogão velho na subida do Alto do Coqueiro.
Agora estou vendo uma cadeira (foto) sinalizando um belo dum afundamento na Rua A, entrada do caminho 10 da Urbis, bem na divisa com o Santo Antônio de Pádua. Intencional ou não, fica parecendo que lançaram a seguinte pergunta: “Vamos ter que esperar sentados pela solução?”.
Só desejo que, após tudo resolvido, os objetos sinalizadores tenham uma destinação ambientalmente responsável.
Nilson Pessoa
A PROPÓSITO DA SUPER LUA AZUL
Anísio Cruz – janeiro 2018
Hoje, mais uma vez, haverá um intenso brilho no céu, cercado de mistérios, e crendices, que remontam desde a antiguidade. Alguns dos nossos ancestrais, cultuavam o sol, como o seu deus, e há nos museus mundo a fora, a figura do “astro rei” que reverenciavam no passado. Para agradá-lo, rituais e sacrifícios eram praticados, buscando acolhimento para as angústias dos homens primitivos, diante do desconhecido. A lua também tinha o seu lugar de destaque, a ponto de muitos povos do passado, terem medido por ela, a contagem de tempo, até que veio o calendário gregoriano, que estabeleceu o vínculo ao sol, e seu posicionamento diante de certos referenciais, para marcar as datas dos acontecimentos. Algumas civilizações chegaram a possuir calendário próprio, pelo qual preparavam a terra para o plantio, e associavam ao sol e à lua, poderes de interferir nas suas vidas. Os horóscopos e mapas astrológicos, proveem dessas crenças, com ou sem fundamentação real. :: LEIA MAIS »
VIVER É APRENDER, SEMPRE.
Anísio Cruz – janeiro 2018
Meus amigos, hoje é dia de agradecimento, e é com muita alegria que o faço. Muitos amigos me mandaram mensagens pelo Facebook, telefonaram, e tornaram o meu dia muito feliz. A felicidade foi maior, ao saber da aprovação da minha neta, na seleção da UFBA, para iniciar a realização do seu sonho, que é cursar Medicina. Ela vai iniciar pelo BI, uma modalidade de acesso que se inicia num curso básico de Ciências da Saúde, e que tenho certeza, lhe dará acesso à Medicina, de acordo com a pontuação obtida. A minha doce netinha agora voará mais alto, lá na Capital, como tantos já fizeram um dia, e lograram o êxito pretendido. Faço este registro para que ela tenha convicção da felicidade que me proporcionou, ao me dar a notícia, com aquele seu jeitinho tímido. Evidente que me emocionei, e o abraço, e os pulos que compartilhamos na hora dos parabéns, foi de pura alegria, ela que me chegou num momento tenso, com o coração disparado, e a vida por um fio. Agora, dezoito anos depois, chega à Universidade. Assim é a vida, com as suas compensações. :: LEIA MAIS »
LUIZ CASTRO EM: DECOLORES
PREVIDENCIA SOCIAL – Temos visto diariamente vários apelos do Governo Federal com referencia da necessidade da bendita reforma da previdência, que segundo informações dos órgãos competentes, nosso País gasta mais com a Previdência do que se arrecada de contribuições, chegando a casa de quase 200 bilhões de reais. Ficamos perplexos com tal pesquisa e o rombo financeiro existente, visto que notadamente que se realmente for verdade estamos a beira do que ocorreu na Grécia e em Portugal que tiveram que fazer uma reforma drástica cortando em até 50% dos benefícios dos trabalhadores aposentados. Diante do quadro em que estamos prestes também passar por esse processo, necessário se faz que todos brasileiros se mobilizem junto aos Deputados e Senadores que encontrem junto ao governo executivo federal uma formula para que esse mal não aconteça, independente dos erros e acertos dos governantes que passaram e que estão atualmente no poder. Vamos considerar página virada e partir para uma nova realidade enquanto ainda há tempo. :: LEIA MAIS »
LUIZ CASTRO EM: DECOLORES
A IMPORTANCIA DE SER VOCÊ MESMO
Certo dia, um Samurai, que era um guerreiro muito orgulhoso, veio ver um Mestre Zen. Embora fosse muito famoso, ao olhar o Mestre, sua beleza e o encanto daquele momento, o Samurai sentiu-se repentinamente inferior. Ele então disse ao Mestre: – “Por que estou me sentindo inferior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem. Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior e jamais me sentira assim antes. Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum. Por que estou me sentindo assustado agora?” O Mestre falou: – “Espere. Quando todos tiverem partido, responderei.” Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o Samurai estava ficando mais e mais cansado de esperar. Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o Samurai perguntou novamente: – “Agora o senhor pode me responder por que me sinto inferior?” O Mestre o levou para fora. Era uma noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte. Ele disse: – “Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado. Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca houve problema algum. A árvore menor jamais disse à maior: ‘Por que me sinto inferior diante de você?’ Esta árvore é pequena e aquela é grande – este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso.” :: LEIA MAIS »
O DIA EM QUE NASCI
Anísio Cruz – janeiro de 2018
Outro dia era um bebê, nascido no arrebalde do Iguape, na faz. Sto. Antônio, ali onde hoje está a desativada fábrica da Barreto de Araújo. Fui parido em casa, sob a ação de competente parteira, chamada às pressas, para acompanhar os trabalhos do parto. Fui o terceiro filho, e único varão da família, cujo nascimento foi festejado entre os amigos e parentes. A explicação é que tive a honra de ser registrado por meu avô materno, Juiz de Paz de Aritaguá, que possuía jurisdição sobre toda aquela região, até a divisa com Castelo Novo, e Água Preta (Uruçuca), distritos de Ilhéus. Ele me emprestou o seu nome, Anísio, ao qual foi acrescentado o nome do outro avô, o paterno, José (morto em 1918. Ambos tinham Pereira, mas não havia parentesco. Da Silva, um e da Cruz o outro. Nomes que carrego com orgulho, certamente.
Cresci menino de roça, dividido entre a Faz. Jacarecica, onde morávamos, e a Sto. Antônio, onde chegávamos sacolejando sobre o lombo de algum dócil animal, dentro de um caçuá preparado para a viagem, amparado por travesseiros para amenizar os impactos das sacudidelas, que também embalavam o meu sono. Era uma longa viagem de quase três léguas, seguindo por trilhas perigosas, por dentro de roças de cacau, e matas traiçoeiras, com subidas e descidas na serra do Bco. da Vitória, cruzando a atual Mata da Esperança, até a Fazenda Sagrada Família (Itacanoeira), onde era feita a travessia do riacho, até chegarmos ao nosso destino. Assim era, até que começamos a chegar a Ilhéus nas empoeiradas marinetes, para depois completarmos a viagem nos vagões da Estrada de Ferro, até a estação do Iguape. De lá, por mais um kilômetro, a pé, até a casa da Dona Leó, a minha querida avó materna. A chegada sempre foi festiva, e era disputado para acolhimento carinhoso dos tios, e tias, pois era o “dengo da casa”, segundo contavam. Na capelinha do Iguape fui batizado, e um vagão do comboio foi fretado para levar de Ilhéus, os parentes e amigos. Os demais que residiam nas redondezas, também chegaram em bom número. Dizem que a festança foi forte, e fartos os comes e bebes. E como era de tradição, a “meladinha” preparada por meu pai, para celebrar o evento, foi servida generosamente. Foguetes espocaram no ar. :: LEIA MAIS »
Acidente com vítimas na zona sul de Ilhéus
Absurdo! Acidente com 3 vítimas na rodovia Ilhéus-Olivença, km 9 e a SAMU nem sequer atende. Não adianta ligar! O serviço não funciona!
Leonardo
PROCURA-SE PARENTES DE MARIA BARBOSA SOUZA EM ILHÉUS
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.
1) PESSOAS AMIGAS QUE A GENTE GOSTA E NUNCA ESQUECE (3ª PARTE).
2) CARTÕES POSTAIS DE ILHÉUS QUE ME APAIXONAM.
3) JOSÉ LEITE HÁ 48 ANOS ATRÁS.
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »
O CRIME VALE À PENA?
Anísio Cruz – janeiro 2018
O dia 25 de janeiro amanheceu com um novo astral, em todo o país. O placar de 3×0 acontecido no julgamento do “poderoso chefão”, encheu os brasileiros, de norte a sul, de justificadas esperanças de que, finalmente, a arrogância foi vencida pela Justiça. Confesso que fiquei feliz ao assistir a justiça sendo feita, após tantos meses de ansiosa espera. Foi bom assistir às falas dos Desembargadores do TRF4, derrubarem as teses da defesa, deixando às claras os diversos crimes cometidos ao longo da vigência do império da chamada ORCRIM, comandada com mãos de ferro, pelo nove dedos ávidos de poder. E o Brasil festejou, com lágrimas de alegria, numa emocionante manifestação de brasilidade. Ainda somos uma nação verde-amarelo, apesar dos maledicentes.
Os analistas políticos, muitos deles surpresos, debruçam-se agora sobre os meandros das leis que regem o assunto, as possibilidades de recursos, os prazos, e as incertezas dos julgamentos em tribunais superiores, sempre imprevisíveis. Afinal, temos que reconhecer que, em que pesem as evidências, devem ser cumpridos todos os ritos previstos na legislação pertinente, inclusive no Superior Tribunal Eleitoral que, em síntese, definirá a elegibilidade do ex-presidente, ou não, especialmente pela letra da Lei da Ficha Limpa. Muitas são as opiniões, e algumas que, a nós, leigos no assunto, parecem absurdas, e incongruentes, sob o ponto de vista do que nos acostumamos a entender, como certo e errado, herdados do Direito Natural dos romanos. Entendo que há muitas leis, muitas vírgulas, e muitos vazios que permitem interpretações diversas sobre o mesmo fato, a depender das filigranas jurídicas, e principalmente, da interpretação do Juiz. Excesso de tribunais, excesso de prazos, que submetem uma nação inteira, à capacidade financeira de um criminoso, capaz de contratar uma banca composta por muitos advogados, regiamente pagos, sabe-se lá como. :: LEIA MAIS »
QUE HAJA ORDEM NO BRASIL
Anísio Cruz – janeiro 2018
Chegou o tão esperado dia do julgamento do ex-presidente Lula, após meses e meses investigações, depoimentos, eidas e voltas, que somente o sistema jurídico brasileiro permite, com seus infindáveis recursos. Denunciado pelos competentes procuradores do Ministério Público, de Curitiba, o processo parou nas mãos de um Juiz, que de pronto encheu o Brasil de esperanças, pelas suas atitudes seguras, e coerente, diante dos fatos levantados na “Operação Lava Jato” da Polícia Federal. O iminente Juiz Federal, o Dr. Sérgio Moro, cumpriu com firmeza o seu papel de magistrado, proporcionando ao indiciado, amplo direito de defesa, com muitos depoimentos, juntadas de provas e contraprovas, além de acusações falaciosas contra a sua honra, que sempre manteve-se sereno, como é próprio de um magistrado da sua estirpe.
A condenação de mais de nove anos, que foi imposta ao ex-presidente, no processo de corrupção passiva, relativa ao recebimento de suborno, na forma de um apartamento triplex, no Gruarujá, acenou para todos os brasileiros, que algo de novo estava acontecendo neste país onde, costumeiramente, as leis são aplicadas com parcimônia, quando os acusados possuem um estatura política acima do cidadão comum. Quando se trata de um réu que é um ex-presidente da República então, é algo inusitado, de uma conotação extraordinária, surpreendendo aos mais convictos da culpabilidade do Lula, que sempre bravateou em alto, e bom som, ser o “homem mais honesto do mundo”, portanto, acima de qualquer suspeita. As evidências, entretanto, eram muito contundentes, e iniciou-se a derrocada do mito Lula. :: LEIA MAIS »
MEMÓRIA DE UMA TURMA DO IME
Anísio Cruz – janeiro 2018
Num outro dia, papeando com os amigos facebookeanos, fomos lembrando de alguns colegas do nosso curso Científico, no IME. Conversa vai, conversa vem, e os nomes foram saindo, resgatados de um passado, com mais de 53 anos, por volta dos anos de 1965 e os subsequentes. Eu somente estive entre eles, no 1º ano, e depois fui mandado para Salvador, onde concluí o curso, no CEB-Central. Mas isso é outra história, que um dia resgatarei, contando algumas peripérsias dos tempos da repressão política, daqueles duros anos.
Zé Carlos Júnior, Carlos Mascarenhas, e mais alguns outros, fomos juntando os nomes dos colegas, muitos dos quais já mudaram de plano, inclusive o nosso Dom Pepi, mais recentemente. Fizemos uma boa lista, à qual fui acrescentando nomes, e mais nomes, à medida que iam surgindo nas lembranças. A turma era grande, e na sua maioria, do sexo masculino. Apenas “3 charmosas meninas”, adoradas por todos nós, e sempre sorridentes e solidárias com os colegas. A lista completa, com os nomes lembrados, é a seguinte: :: LEIA MAIS »




























































